História GANGSTER - Capítulo 22


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Categorias One Direction, Taylor Swift
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Taylor Swift, Zayn Malik
Tags Gangster, Romance
Exibições 20
Palavras 1.029
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 22 - Vinte e dois


Ponto de vista, Taylor Swift


— Tchau Tay... (Niall sorriu para mim e me abraçou.)


Retribui o abraço e respirei fundo, olhei o Louis e fui até ele, estiquei a minha mão.


— Adeus...(Sussurrei e ele puxou-me pelo meu braço me abraçando apertado, pegando-me desprevenida.)


 Retribui o abraço após alguns segundos e acenei para eles depois de me afastar, entrei no prédio onde ficava a minha máfia... Minha.. Tão estranho voltar a pensar assim.


Subi as escadas devagar, no meu bolso estava uma foto do Harry. Em minhas mãos apenas um urso de pelúcia, o que ele havia comprado para o nosso bebê...


Entrei no escritório e sempre tentei manter a minha cabeça erguida enquanto ouvia alguns cochichos. Não posso chorar... 


— Taylor! (Cara correu até mim me abraçando apertado.) — Eu pensei que não iríamos mais nos ver... (Sussurrou.) 


— Eu estou aqui agora... (Falei baixo.) 


Eu estava, mas metade de mim não. 


— Cadê o Ed? A Miley...? (Continuei.) 


— O Ed e a Miley saíram para pegar o carregamento de armas, estamos precisando depois do último roubo... O Calvin simplesmente desapareceu após a gente ter sido roubado.


Senti meus olhos lacrimejarem e rapidamente levantei a cabeça tentando impedir as lágrimas que insistiam em escorrer pelo meu rosto.


— Cadê o Aus? 


— Tay... O Austin foi para alguma parte lá no Caribe, deve voltar semana que vem. O que houve? Você voltou assim e... Parece mau.


Olhei a Cara e a abracei forte. 


— Eu perdi o bebê, eu perdi o Harry... Eu quero morrer, Cara. (Sussurrei.) 


Ela permaneceu em silêncio, um terrível silencio que parecia tentar me aniquilar.


— Taylor... Eu sinto muito...


 Todos falavam isso, mas ninguém tentava ajudar-me. Eu queria encontrar o Harry e o abraçar esquecendo tudo que estava escrito naquela maldita carta!


— Eu me sinto acabada... Me sinto sozinha mesmo estando cercada de pessoas Cara... Eu quero o Harry! Quero o meu bebê! (E então deixei que as lágrimas escorressem livremente por meu rosto.)


Não me importava mais em parecer fraca... 


— Eu sou fraca.


Ponto de vista, Harry Styles.


O terrível aperto no meu peito não queria cessar de jeito nenhum, eu sabia o motivo, mas não podia fazer nada. Deixar a pessoa que eu mais amava não era o que eu queria no momento, era uma necessidade... Ou eu a deixava, ou ficava e a via morrer nas mãos dos meus piores inimigos.


Anos atrás quando eu e o Louis viajamos para Califórnia, por motivos de trabalho, acabamos indo em um bar... Uma garota digamos intrigante estava sentada no balcão, Louis foi até ela. A moça estava extremamente bêbada e nós a levamos para o hotel, no outro dia quando eu fui até o quarto do Louis, ele estava sentado no canto do quarto e se balançava desesperadamente, corri até ele e o mesmo falou que ela tentou ataca-lo... Tinha sido por legítima defesa, ele dizia. E então vi o corpo da moça, Sasha havia sido morta pelo meu melhor amigo.


 Semanas se passaram e uma gangue foi atrás de quem tinha matado a "putinha" deles, Louis disse que havia sido eu... Passei um ano fugindo e quando voltei Louis pediu-me desculpas pelo que tinha feito, disse que tinha se arrependido e eu desculpei o Louis, porém agora eles haviam voltado e queriam retomar a caça, eles me querem morto.


—Senhor? Senhor já chegamos! O senhor tem que descer. (A aeromoça me sacodiu um pouco e eu me desculpei, peguei minha mala após descer e sai dali, chamei um taxi e entrei.)


— Mora aqui garoto? (O idoso me perguntou após eu lhe entregar o endereço da casa que eu havia acabado de comprar.)


— Não... (Suspirei.)


Como ela vai ficar sem mim? 

 Eu queria tê-ma em meus braços agora, falar que não era necessário chorar... Que os céus tinham planos para nós.


— Então bem-vindo a Orlando.


Acenti amigável e olhei pela janela, a Taylor iria gostar daqui, eu acho.


{...}


Após horas de viagem, após já ter me acomodado e conhecido a casa eu resolvi sair. Estava tão mau e tão triste que só queria ter algo para me distrair e me fazer não pensar nela, fui até um bar e entrei no mesmo. O bar, ao contrário do que eu imaginei não estava cheio... As poucas pessoas que se encontravam alí conversavam animadas e bebiam. Amigos, namorados... Todos pareciam esquecer seus problemas e se juntavam para a curtição, era exatamente o que eu precisava! 


Sentei-me no banco em frente ao balcão.


— Um conhaque ae cara... Bem envelhecido se possível... (Baguncei meu cabelo e o homem por trás do balcão se virou para mim com a bebida.)


—Harold?


— Mark? (Encarei o homem a minha frente.)


— Eu mesmo cara! Quanto tempo! (Mark pôs a bebida em minha frente e eu concordei com a cabeça bebendo todo o líquido do copo.)


— Três anos! (Falei, tínhamos trabalhado juntos uma vez contra alguns policiais.)


— Como vai a vida cara? Parece abatido! 


Suspirei. 


— Não só pareço como estou, acabei de deixar o amor da minha vida de lado...


— Harold Styles falando de amor, quem diria hein... Mas espera aí que já sei como você vai superar isso! Só espera o meu expediente acabar.


Concordei e continuei bebendo enquanto Mark trabalhava.


Eu estava disposto a quase tudo para conseguir parar de pensar nela nem que fosse apenas por hoje.


— Vamos cara! (Mark me puxou até seu carro minutos depois e nós entramos no mesmo.)


— Onde vamos? (Perguntei já bêbado.)


 Eu havia misturado vodka, whisky, conhaque. Fiz um conquetel de tudo isso e aqui estou eu vendo tudo dobrado, ou quem sabe até triplicado.


— Vamos em uma boate cara. A maior boate daqui. (Mark sorriu ligando o carro e eu resmunguei.)


— Não quero, cara... (Relaxei no banco do carro enquanto olhava pela janela tudo passando rapidamente me deixando ainda mais louco.)


— Não importa, você não está sóbrio pra lembrar nem onde é sua nova casa cara. Vamos e depois levo você. (Ele estacionou o carro minutos depois e desceu me puxando pra dentro da boate.)


 As luzes piscavam em uma freqüência que fazia meus olhos arderem, meus ouvidos pediam socorro por causa da música alta. Mas nem por isso eu deixei de seguir o Mark pela multidão de homens e prostitutas.


— Vamos arrumar alguma garota pra você.



Notas Finais


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