História Gangues e Paixões - Capítulo 12


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Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Anne, Aspen Leger, Avery, Carter Woodwork, Celeste Newsome, Elise Whisks, Kriss Ambers, Lucy, Marlee Tames, Maxon Calix Schreave, May Singer, Personagens Originais, Princesa Nicoletta, Shalom Singer
Tags Criminal, Romance, Vingança
Exibições 185
Palavras 1.080
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi Oi queridos!!! tudo bem com vcs??
Eu sei eu sei, era pra eu ter postado ontem, mas estava com uma dor de cabeça terrível, então não foi possível. Espero que entendam.
Vamos ao capitulo.
Boa leitura.

Capítulo 12 - Informante Singer.


                                   P.O.V. America

- Venha comigo, America.

Quando ele disse isso meu sangue gelou. No caminho, imaginei que ele me levaria até uma sala da dor e me torturaria até a morte. Pensei qual seria a pior dor do mundo. Ele parou em frente a portas duplas de ferro escuro com puxadores. Ele me olhou.

- Você primeiro.

Hesitei, mas ele me olhava tão intensamente que não pude resistir. Empurrei uma das portas e entrei. Meu queixo caiu. Era uma maravilhosa sala de treinamento. Havia prateleiras cheias de armas diferenciadas. Pistolas, revólveres, espingardas, facas e facões. Nas paredes havia metralhadoras, fuzis, rifles e alguns machados e chicotes pendurados. Alvos e todos os tamanhos e tipos, equipamentos de treinos, luvas de boxe e muitas outras coisas.

Tinha certeza que meus olhos estavam brilhando. Aquela sala era enorme, muito maior que a da minha base e muito mais bem equipada. Estava tão encantada com a sala que nem percebi que Maxon estava ao meu lado. Ele tinha um pequeno sorriso no rosto.

- Vejo que gostou. – ele disse.

Não respondi. Ainda estava admirando a sala, mas então uma pergunta surgiu em minha cabeça.

- Esta completamente vazia? – perguntei.

Ele assentiu.

- A maioria dos agentes ou esta em missão ou dormindo essa hora, então a sala fica vazia.

- Por que você me trouxe aqui? – eu perguntei ainda olhando a sala.

- Porque, de todos os lugares da base America, esse seja o único que peço que você não queime. Tenho muitas lembranças daqui. – ele murmurou a última parte, mas eu consegui ouvir.

- Eu nunca queimaria aqui. – eu deixei escapar olhando a sala. Quem seria capaz de queimar uma sala tão incrível? Pensei. – Mas... que tipo de lembranças?

- Bem, foi aqui que meu pai me ensinou a atirar, foi aqui que dei meu primeiro soco e venci minha primeira briga. Também foi aqui que dei meu primeiro beijo. – Fiz uma careta, me arrependendo completamente depois. Ele deve ter percebido isso, pois sorriu discretamente, com certeza ele deve estar rindo da minha cara por dentro.

De repente, a sala pareceu menos espetacular. Imaginei Maxon e outra garota ali se beijando ou até algo mais. Resisti ao impulso de bater na minha cabeça para afastar esse pensamento, afinal por que eu me importava? Por mim ele podia se agarrar com qualquer vadia que quisesse e eu não me importaria.

Foquei meu olhar num alvo com alguns furos, provavelmente de balas. Maxon seguiu me olhar, depois andou até uma prateleira e pegou uma das pistolas de lá. Caminhou até mim novamente e me estendeu a pistola, reconheci sendo calibre 38, minha favorita.

- Tem certeza? – eu perguntei.

- Por que não teria? – ele disse.

- Porque eu poderia atirar em você.

Ele riu.

- Você não vai atirar em mim. Sei que não.

Peguei a pistola e caminhei para mais perto do alvo, mantendo certa distancia. Ergui a arma, mirei e atirei. Todas as balas foram no meio do alvo em cheio. Olhei para ele com um sorriso convencido.

- Essa foi fácil, você estava perto demais do alvo. – ele disse.

Andei metade da sala até quase encostar-se à parede oposta, o mais longe possível do alvo. Mirei e atirei o restante das balas. Todas ao centro novamente. Olhei para ele que estava de queixo caído.

- Ok, calou minha boca.

Eu gargalhei. Era a primeira risada verdadeira que eu dava em dias.

- Ninguém mandou você me dar uma pistola calibre 38, eu usei uma dessas para aprender a atirar.

- Mesmo? – ele perguntou.

Eu assenti.

- Quantos anos você tinha?

- Eu tinha 7 quando atirei pela primeira vez, 10 quando acertei o centro do alvo e 14 quando consegui atirar com perfeição, foi quando meu pai me mandou para minha primeira missão.

Ele pegou uma pistola e foi para meu lado. Ele atirou no centro do alvo como eu. Ficamos lá pelo que pareceram horas, atirando em alvos. Aquela sala me fazia lembrar de casa, uma saudade imensa me atingiu. Maxon deve ter percebido, pois minha expressão se fechou.

- O que aconteceu? – ele perguntou.

Balancei a cabeça.

- Saudades de casa.

Ele pegou a arma de minha mão. E foi até a prateleira guarda-la.

- No seu lugar eu também estaria.

Suspirei de impaciência.

- O que aconteceu com você?

Ele me olhou.

- Como assim?

- Quando eu cheguei aqui, você me odiava, tanto que me chicoteou. Depois, me ajudou com um ferimento. Agora, eu pus fogo na metade da garagem e você esta ai, todo compreensivo. O que há com você afinal?

Ele suspirou.

- Eu... – antes que ele pudesse continuar ouve uma batida e a porta se abriu. A garota chamada Kriss entrou.

- Senhor – ela disse, parecia surpresa por me ver ali, mas não fez perguntas – o informante Singer esta no telefone e quer falar com o senhor.

- Informante Singer? – perguntei incrédula à Maxon.

Maxon olhou para Kriss.

- Kriss, acompanhe a Srta. Singer até sua cela enquanto eu atendo ao telefonema.

Kriss sacou algemas do seu cinto e caminhou até mim, seu salto estalando no chão de madeira. Ela me algemou, mas antes que pudesse me levar, Maxon sussurrou em meu ouvido:

- Depois nós conversaremos.

Em seguida, Kriss me empurrou até a porta. Fomos andando pelo corredor em silêncio, até que eu não consegui mais segurar.

- Quem é esse informante? – perguntei.

- Não é da sua conta. – ela respondeu grossa.

Resmunguei baixinho. Andamos mais alguns passos até ela perguntar:

- O que você e Maxon estavam fazendo lá?

- Não é da sua conta. – respondi no mesmo tom.

Ela bufou.

- Eu vou descobrir de qualquer jeito.

- Então por que perguntou? – eu disse grossa.

- Você se acha muito engraçada não é? Só lembre-se de que é você que esta algemada.

- Não quando estou com ele.  – murmurei baixinho, mas parece que ela ouviu porque senti sua mão apertar no meu braço. Agora eu havia entendido tudo. Tive que me esforçar para não rir disso.

Quando chegamos na cela, ela simplesmente me jogou lá dentro sem dizer nada, mas eu não me importava com isso. No momento meu único objetivo era descobrir quem é o informante Singer. Quem quer que seja, está passando informações aos Schreave, informações valiosas. Quem sabe os Schreave já não sabem a localização da nossa base? Eu tinha que dar um jeito de avisar meu pai sobre isso, mas antes, tenho que descobrir quem é o informante. 


Notas Finais


Bom, então é isso. Espero que tenham gostado e comentem o que acharam.
Até o próximo.
Bjsss.


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