História Gangues e Paixões - Capítulo 25


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Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Anne, Aspen Leger, Avery, Carter Woodwork, Celeste Newsome, Elise Whisks, Kriss Ambers, Lucy, Marlee Tames, Maxon Calix Schreave, May Singer, Personagens Originais, Princesa Nicoletta, Shalom Singer
Tags Criminal, Romance, Vingança
Exibições 159
Palavras 899
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi gente!!! sentiram saudades? eu senti kkkkkk
Bem, estamos chegando no final da fanfic, faltam só uns 4 capitulos. Acho que, para uma primeira fanfic, eu me saí até que bem kkkkk
Como a maioria de vcs toparam uma segunda temporada (todos na verdade rsrsrs) então ela será feita! assim que essa acabar postarei a próxima, já pensei em tudo e acho que vcs vão gostar!
Sem mais enrolação, vamos ao capitulo.
Boa leitura.
obs: leiam as notas finais, tem uns recadinhos lá.

Capítulo 25 - Preocupações.


P.O.V. America.

- Então – disse Carter – O que faremos agora?

Algumas horas depois, eu, Maxon, Marlee e Carter estávamos no escritório de Maxon discutindo quais seriam os próximos passos do plano para derrotar os Sulistas.

- Acho que eu deveria me comunicar com os Nortistas. – respondi – Com certeza eles irão nos ajudar.

Peguei o aparelhinho de metal do bolso da minha jaqueta e apertei o botão. O aparelho fez um click. Todos me olhavam, fiquei esperando alguma coisa, um som, uma voz ou qualquer coisa, mas nada acontecia. Resolvi falar.

- Hum... Tem alguém aí?

O aparelho fez outro click.

- America? É você? – uma voz feminina falou.

- Sim! Quem está falando?

- Sou eu, Georgia. Pensei que você nunca ia se comunicar.

- É que... aconteceu umas coisas. – contei tudo a ela. Ela não disse nada enquanto eu contava, quando finalmente terminei, se passou alguns minutos de silêncio.

- Isso é muito grave. – ela disse – Tudo isso complica ainda mais. Os Sulistas estão conquistando mais poder e mais confiança a cada dia. Nós somos numerosos, mas eles com certeza são mais, e não temos muitas armas.

Olhei para Maxon. Ele parecia estar pensando. Armas... era um grande problema. Nossa gangue tinha armas, mas ainda assim não seria suficiente. Pense America. Quem poderia fornecer armas?

- Nicoletta! – exclamei – Ela tem contados valiosos com uma gangue de tráfico de armas na Itália, aposto que eles podem nos fornecer se ela pedir.

Todos assentiram.

- Vou passar as informações a todos. – disse Georgia – Contate se houver novidades. Ah, e America, use a senha Estrela do Norte sempre que quiser contatar, para evitar que se passem por você.

- Tudo bem.

Desliguei o aparelho. Mais tarde, liguei para Nicoletta. Ela disse que iria pedir ajuda e que me ligaria a qualquer novidade. Estava preocupada. Tudo poderia acontecer, o confronto era certo. Uma hora ou outra teríamos que lutar, e sem dúvida alguns de nós morreriam, e era isso que me assustava. Só de pensar em perder Marlee, Nick, Maxon... Principalmente Maxon. Ele que mudou completamente minha vida, não poderia perdê-lo agora, não suportaria perdê-lo agora. Eu estava andando pelos corredores a sua procura, eu podia andar livremente pelos corredores agora. Pensei em ir até seu apartamento, talvez ele estivesse lá.

Quando virei um corredor, porém, encontrei uma pessoa que pensei que nunca precisaria ver mais. Ele estava parado no meio do corredor e me encarava com os olhos arregalados. Aspen. Meu primeiro pensamento foi sacar minha arma e atirar nele ali mesmo. Mas eu fiz diferente. Andei até ele em passos rápidos. E quando cheguei perto o suficiente dei-lhe um tapa na cara. Seu rosto virou por conta do impacto. Antes que ele pudesse reagir comecei a xinga-lo.

- Seu idiota! Traíra! – comecei a tentar soca-lo, mas ele segurou minhas mãos – Filho da...

- Sem palavras ofensivas a minha mãe, por favor – ele disse.

- Eu vou te matar! – gritei.

- America, deixa eu explicar. – ele disse – Sei que você deve estar furiosa comigo...

- Você não faz ideia.

- ... E que você provavelmente queira me matar. – continuou me ignorando – Mas deixa eu explicar. Desde que fui chicoteado eu comecei a nutrir um forte ódio, uma vontade imensa de me vingar do seu pai por ter feito o que fez comigo. Comecei a passar informações valiosas para os Schreave e você foi um jeito de ficar sempre a par das notícias, acredite eu gostava de você America. Eu nunca quis envolver você nisso, nunca quis que você fosse capturada. E depois que você foi capturada eu percebi que o que sentia por você era só um carinho, uma amizade.

Pensei em não acreditar em nada do que ele disse. Em gritar com ele e estrangula-lo, mas não adiantaria nada, seus olhos mostravam sinceridade.

- Soube o que aconteceu com seu pai e com seu irmão, eu sinto muito – ele disse. Assenti. – Se precisar de algo, conta comigo.

Assenti novamente, não tinha tempo de falar com ele agora, ele saiu andando. Segui para o apartamento de Maxon. O encontrei sentado no sofá olhando atentamente um mapa.

- Oi – eu disse, ele me olhou.

- Oi.

- O que você tá fazendo? – perguntei.

- Olhando um mapa de Illéa e vendo os possíveis lugares onde os Sulistas possam se esconder. – respondeu – Lembra quando você foi sequestrada? Eu te encontrei em Likely, suponho que tenha uma base deles lá. Mas desconfio que existam bases deles por toda Illéa e, se for assim, eles são mais numerosos do que pensávamos. E se eles são numerosos, nós perdemos.

Sentei ao seu lado.

- Sabe, não acho que eles vão fazer um ataque com muitos deles. Eles acham que são mais fortes que nós em todos os sentidos, são orgulhosos. Talvez achem que só com alguns deles consigam nos derrotar como aconteceu na minha base.

Ele suspirou.

- Acho que você tem razão, e aí está mais um motivo para nos defendermos com força total. Vamos usar o orgulho deles contra eles. Já falou com Nicoletta?

- Sim, ela disse que vai contatar a gangue da Itália. E que vai avisar quando o fizer.

- Tenho medo America, medo de não dar certo e de eu perder você. – ele disse.

- Você não vai me perder. Não se preocupe – eu o abracei.

- Eu te amo – sussurrou no meu ouvido.

- Eu também – sussurrei de volta.  


Notas Finais


Ficou meio curto, mas enfim...
Queria dizer que postarei os próximos capitulos amanhã, segunda e terça, tipo uma maratona kkkkkk, provavelmente serão os últimos.
Preparem o emocional que os próximos capitulos prometem!!! Teremos algumas revelações (sim, mais revelações kkkkk)
Bjsss e até o próximo.


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