História Gangues e Paixões - Capítulo 26


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Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Anne, Aspen Leger, Avery, Carter Woodwork, Celeste Newsome, Elise Whisks, Kriss Ambers, Lucy, Marlee Tames, Maxon Calix Schreave, May Singer, Personagens Originais, Princesa Nicoletta, Shalom Singer
Tags Criminal, Romance, Vingança
Exibições 119
Palavras 752
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi Oi queridos!!! tudo blz?
teremos confusão nesse capitulo (já dá pra ver pelo nome né?)
Postarei outro ainda hj, e amanhã o prólogo.
Boa Leitura.

Capítulo 26 - Kriss.


            P.O.V. America

Quando acordei de manhã, resolvi ir até a sala de treinamento. Maxon ainda dormia, resolvi não acorda-lo, esses dias foram tensos e ele precisava descansar. Andava devagar pelos corredores quando topei com Carter.

- Oi Carter – eu disse.

- Oi America.

- Como vai?

- Bem, dentro do possível, e você?

- Muito bem, como está a Marlee? – perguntei.

- Ela não tem se sentido muito bem, tem passado mal. Acho que é por causa do que aconteceu nos últimos dias. Suas mudanças de humor estão me matando.

Estranho, Marlee nunca foi de ter mudanças de humor repentinas, mais tarde falaria com ela.

- Carter, você não me odeia mais não é? – perguntei.

Ele me encarou, como se decidindo o que dizer.

- Não. – disse por final – No começo eu te achava uma peste, mas agora até que gosto de você.

Eu ri.

- Digo o mesmo – eu disse, e ele sorriu.

- Tenho que ir, Marlee inventou que queria mais do que tudo comer brigadeiro, e me obrigou a buscar pra ela.

Assenti e ele seguiu caminho. Mal estar, mudanças de humor, desejos por comidas específicas... Definitivamente eu tinha que falar com Marlee mais tarde. Finalmente eu cheguei até a sala de treinamento. Nunca deixaria de me encantar com aquele lugar. Era simplesmente incrível. Peguei uma faca e estava pronta para atira-la no alvo como fazia antigamente...

- Achei que seria bem mais difícil te encontrar Singer.

Virei abruptamente. Encontrei Kriss com uma arma apontada na minha direção, ela tinha um olhar vitorioso. Apertei mais a faca na minha mão.

- Largue a faca no chão ou eu atiro – ela disse – AGORA!

Sem escolha, larguei a faca no chão devagar.

- Como se sente estando prestes a morrer? – perguntou sinicamente.

- Ah você sabe, estou me sentindo incrivelmente bem. Não é todo dia que morremos não é? – respondi irônica.

Ela bufou.

- Por que você está fazendo isso? Por que quer me matar? – perguntei.

Em vez de responder ela ergueu devagar a manga da blusa que usava. No seu braço havia uma tatuagem de uma Ave do Sul. Olhei a tatuagem e depois encarei seu rosto.

- Você é uma Sulista. – afirmei – Desde quando?

- Não faz muito tempo. Desde que eu percebi que você e Maxon andavam muito próximos. Eu já tinha ouvido falar dos Sulistas, então os procurei e pedi para me tornar uma deles. Disse que passaria informações a eles, então tatuaram a Ave do Sul em mim e finalmente me tornei uma deles.

- Então tudo isso é por Maxon?

- Em partes. Mais isso não importa agora. Recebi a missão de te matar e é isso que eu vou fazer. Se prepare Singer, porque hoje você vai morrer.

Vi ela se preparar para atirar. Era agora. Ela ia me matar. Recusei-me a demonstrar qualquer medo, qualquer insegurança. Morreria com honra, de cabeça erguida. Uma sombra se mexeu atrás dela, de repente, uma faca voou em direção a Kriss e a acertou no braço que segurava a arma. Ela gritou e apertou o gatilho. Senti uma queimação no meu ombro esquerdo. Olhei e tinha um corte cheio de sangue. Não parecia ser muito profundo, o tiro pegou de raspão. Kriss saiu correndo para fora da sala, e Celeste saiu de trás de uma prateleira e tentou atirar nela, mas ela já havia saído. Então correu até mim. Ao ver meu ombro, ela disse:

- Está doendo? Tenho que te levar até a enfermaria.

- Estou bem. – eu disse – Vá atrás dela.

- Nesse momento ela já deve estar longe, Kriss conhece cada canto dessa base, cada lugar que leva a saída mais próxima. Vem vamos.

Ela me guiou até a enfermaria. Uma mulher cuidou do meu ferimento e pôs uma atadura, Celeste foi avisar Maxon do acontecido. Uns minutos depois Maxon, Marlee e Carter entraram correndo pela porta. Maxon correu até mim a me abraçou.

- Celeste contou o que aconteceu – ele disse – Você está bem?

- Estou, o tiro pegou de raspão.

- Maldita Kriss. E pensar que ela poderia ter te matado...

- Maxon, agora não é hora para pensarmos nisso. Kriss é uma Sulista e nesse momento podem estar armando um ataque contra nós.

- Nicoletta ligou. – disse Marlee – Ela disse que conseguiu as armas, chegarão amanhã.

- Com certeza os Sulistas estão planejando um ataque. Vou me comunicar com os Nortistas.

Peguei o aparelhinho do meu bolso e cliquei no botão. Quando ouvi o click eu disse:

- Estrela do Norte.


Notas Finais


Então foi isso, espero que tenham gostado.
Se preparem para o próximo, pessoas com emocional fraco preparem os calmantes kkkkkk
Bjsss e até o próximo.


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