História Gangues e Paixões - Capítulo 27


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Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Anne, Aspen Leger, Avery, Carter Woodwork, Celeste Newsome, Elise Whisks, Kriss Ambers, Lucy, Marlee Tames, Maxon Calix Schreave, May Singer, Personagens Originais, Princesa Nicoletta, Shalom Singer
Tags Criminal, Romance, Vingança
Exibições 271
Palavras 1.574
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi gente!!
Como prometido, vim postar outro capitulo. A fic está quase no fim, queria saber qual foi o capitulo que vcs mais gostaram, me digam nos comentários :) :)
Se preparem para esse capitulo. (eu avisei)
Boa Leitura.

Capítulo 27 - Resistência.


Fanfic / Fanfiction Gangues e Paixões - Capítulo 27 - Resistência.

P.O.V. America

Georgia disse que estava a caminho com todos os Nortistas capazes de lutar, Nicoletta estava vindo com todos da gangue que podiam lutar. Agora eu estava na sala de armas me preparando para um ataque. Celeste me emprestou um uniforme dela, peguei duas pistolas calibre 50, uma calibre 38 e uma calibre 20 por precaução. Coloquei as duas 50 e a 38 no cinto e a 20 na minha bota. Também peguei duas facas pequenas. Quando terminei, vi Maxon me esperando na porta.

- Tudo bem? – perguntou, balancei a cabeça em concordância. Ele vestia jeans pretos, um cinto com algumas pistolas e uma camisa preta lisa. Ele me beijou. Coloquei tudo que estava sentindo naquele beijo, tudo que sentia por ele. Eu sabia que esse ataque seria feio, e que algum de nós morreria, mas não suportaria que ele morresse.

- Me promete que não vai me deixar? – sussurrei.

- Eu prometo. – e me beijou novamente, mas nos separamos bruscamente ao ouvir um barulho de sirene. Olhei para Maxon, sua expressão era assustada. Eles estavam aqui.

 

 

Eu corria com Maxon ao meu lado em direção ao saguão. Tínhamos discutido a estratégia de defesa antes, alguns ficariam na frente e outros ficariam por cima em pontos estratégicos, atirando. Eu ficaria por cima e Maxon na retaguarda com os da frente. O que me preocupava era que nem os Nortistas nem Nicoletta haviam chegado, espero que não demorem. Dava para ouvir gritos vindos de fora, eles estavam tentando entrar. Dando um último beijo em Maxon, me posicionei onde deveria ficar e saquei minhas duas calibre 50.

Passaram-se alguns minutos, eu já estava roendo as unhas. Ouvi um estrondo muito alto, e as grandes portas do saguão se escancararam e uma multidão de Sulistas adentrou e começou a atirar. Posicionei minhas armas, mirei e atirei. Tudo estava uma verdadeira zona de guerra, tiros ecoavam por todo lado e alguns corpos jaziam sem vida pelo chão. Avistei Maxon e meu coração se aliviou um pouco. Ele lutava com um Sulista. Mirei no Sulista com cuidado e atirei, pegou em cheio em suas costas. Maxon olhou para cima e quando me viu abriu um sorriso que eu retribui. Ele voltou-se para outro Sulista e eu continuei atirando, olhando para ele de vez em quando.

A luta estava feia. Estávamos em desvantagem, eles estavam em número bem maior que nós, minhas balas haviam acabado, sorte que trouxe mais. Recarreguei e mirei em uma Sulista que lutava com Celeste, o tiro pegou em sua cabeça. Nós estávamos perdendo e eu estava preocupada. Todos estavam lutando bravamente, mas ainda assim não adiantava. Estava pronta para atirar em outro Sulista quando uma multidão enorme apareceu na entrada do saguão. Vi um garoto loiro na frente com Georgia ao seu lado, meu peito se encheu de esperanças. Atrás deles vinha Nicoletta com outra multidão a seguindo. Me permiti sorrir.

Vi Maxon e Carter lutando juntos, Marlee lutava com uma Sulista. Estávamos com a vantagem agora. Continuei atirando, mas quando olhei para Maxon, vi um Sulista acerta-lhe um soco no queixo e segurá-lo pelo pescoço, arrastando-o para fora do saguão por um corredor. Carter também viu, e saiu correndo atrás dos dois. Estremeci, não podia ficar ali parada, não enquanto Maxon corria riscos. Sem pensar duas vezes, sai correndo pela escada em direção à batalha que ocorria logo abaixo. Atirava em todos os Sulistas que vi pela frente, quando finalmente cheguei ao corredor, algo bloqueou minha passagem. Algo não, alguém. Kriss.

- Não adianta America, logo Maxon estará morto e não tem nada que você possa fazer.

Então me atacou. Eu desviei e acertei-lhe um soco, depois segurei seus ombros e dei-lhe um chute no estômago. Ia dar outro soco, mas ela desviou e acabou me acertando. Senti sangue na minha boca. Abaixei-me e lhe dei uma rasteira, ela caiu com tudo no chão. Chutei-a no rosto, seu nariz começou a sangrar. Ela sacou uma faca e tentou me golpear, mas eu chutei a sua mão e a faca voou longe. Ela gritou de dor e me olhou com os olhos fervendo de raiva.

- Isso ainda não acabou America. Eu ainda vou te tirar tudo que você mais ama.

Revirei os olhos, e chutei-lhe novamente no rosto, deixando-a inconsciente. Não podia mais perder tempo, então saí correndo pelo corredor tentando achar Maxon e Carter, rezando para que eles estivessem vivos. Ouvi barulhos de luta, olhei devagar e vi Maxon e Carter lutando contra quatro Sulistas. O nariz de Maxon sangrava e ele tinha alguns cortes pelo rosto. Carter não estava muito melhor. Saquei minhas duas armas e atirei em um dos Sulistas acertando em cheio. Os outros três se distraíram e Maxon e Carter acertaram tiros neles. Quando Maxon me viu abriu um sorriso. Ouvi passos atrás de mim e quando olhei para trás, mais três Sulistas vinham em nossa direção.

Tentei atirar neles, mas eles se esconderam atrás de duas paredes e começaram a atirar. Estávamos em desvantagem, a única saída era correr, foi isso que fiz. Maxon e Carter vinham atrás de mim, os Sulistas tentavam atirar, mas era mais difícil conosco correndo. Mirei para trás e tentei acerta-los, falhando miseravelmente. Chegamos a um beco sem saída, estávamos perdidos. Olhei para trás, os Sulistas estavam perto o bastante para atirar em nós. Saquei duas facas e atirei em direção a eles. Acertei uma no peito de um, e a outra no estômago. O outro Sulista não parou diante da morte dos outros, olhando-o de perto reconheci sendo o Sulista que havia me torturado. Era o líder deles.

Ele mirou em mim e atirou, por sorte eu consegui desviar a tempo, mas o tiro pego de raspão na lateral da minha cintura. Arfei de dor, sangue começava a jorrar da ferida, cai de joelhos no chão. Ouvi Maxon gritar meu nome, ele abaixou ao meu lado. Carter foi para cima do Sulista com uma arma em mãos. Ele acertou um soco no Sulista, mas ele foi rápido e conseguiu dar um forte chute em Carter, fazendo-o se desequilibrar. Meus olhos estavam ficando sem foco por causa da dor que sentia, mas eu pude ver quando Carter mirou a arma no Sulista, e o outro fez o mesmo. Ouve um barulho de tiro. Prendi a respiração. Senti Maxon apertar a mão que estava no meu ombro. Pisquei algumas vezes para focar meus olhos e vi uma mancha vermelha se espalhar pela camisa de Carter. Ele caiu de joelhos.

- Não. – sussurrei, senti meus olhos se encherem se lágrimas. – Não, não, não.

Carter desabou no chão.

- Não. Não Carter. – disse Maxon ao meu lado, sua voz em um fio.

O Sulista sorria. Aquilo me deu mais ódio do que nunca. Peguei a arma calibre 20 na minha bota e atirei, mas minha mão tremia e minha visão estava embaçada, então só consegui acertar-lhe no ombro. Atirei de novo, mas ele tinha saído correndo. Abaixei a arma, Maxon correu até Carter. Fui devagar até eles, ainda sentia dor. A respiração de Carter estava fraca, ele não conseguia mais manter os olhos abertos completamente e uma poça de sangue o rodeava.

- Carter, por favor amigo, aguente. Você é forte. Por favor, não morra. - Maxon dizia para ele. Ele balançou a cabeça.

- D-digam a Marlee... que e-eu a amo demais. – ele falou devagar e gaguejando. Senti um aperto em meu coração, como eu diria o que aconteceu para Marlee? – Cuidem dela, ela v-vai precisar.

Lágrimas já escorriam pelo meu rosto e ainda mais quando Carter fechou os olhos e sua respiração parou. Maxon chorava diante do corpo do amigo. A dor na lateral da minha cintura estava insuportável. Eu sentei no chão, e tudo que senti antes de apagar foram as mãos de Maxon me segurando.

 

 

Acordei mais tarde na enfermaria, Georgia estava do meu lado. Ela contou que nós vencemos, e que os poucos Sulistas que sobraram fugiram. Também disse que não haviam muitas baixas, nesse momento me lembrei de Carter. Será que Marlee já sabia sobre ele? Eu precisava falar com ela. Georgia disse que eu perdi muito sangue e que precisava descansar, mas eu não ligava, eu tinha que falar com Marlee.

Me levantei da cama e me senti um pouco tonta, mas continuei mesmo assim. Caminhei até o quarto de Marlee, tudo que vi pelo caminho foi destruição. Quando cheguei, encontrei Marlee sentada na cama chorando e olhando para um lírio branco. Ela olhou para mim com os olhos inchados e vermelhos de tanto chorar. Sem dizer nada corri até ela e a abracei. Ela retribuiu o abraço fortemente.

- Maxon me contou o que aconteceu. – ela disse baixinho com a voz embargada. Acariciei seus cabelos.

- Ele mandou te dizer que te ama demais. – eu disse, ela fungou. Senti lágrimas no meu ombro, mas não liguei. – Vai ficar tudo bem.

- Não Ames, não vai. – ela disse. Olhei para seu rosto.

- Vai sim, você vai ver...

- Ames, eu estou grávida. – ela disse com a voz ainda mais embargada, arregalei os olhos. – E agora, meu filho vai nascer sem o pai.

Ela começou a chorar mais. Abri a boca, mas fechei novamente. Não havia nada que eu pudesse dizer, então a abracei novamente.

- Esse bebê vai ter todo o carinho do mundo, nós vamos cuidar dele. – eu disse segurando o rosto de Marlee, ela assentiu. Fiquei ali com Marlee um bom tempo, até ela adormecer.  


Notas Finais


Por favor, não me odeiem kkkkkkk, o que aconteceu será essencial para o desenvolvimento da segunda temporada.
Então é isso, espero que tenham gostado (é meio estranho pedir isso, mas enfim) e comentem o que acharam.
Bjsss e até amanhã.


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