História GangVSPolice (Interativa) - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7
Tags Gangue, Investigação, Luta, Policial, Romance, Vingança
Visualizações 30
Palavras 1.615
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Policial, Romance e Novela, Survival, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Os capítulos vão ser da seguinte forma, irei narrar como cada personagem participou na missão de atear fogo na casa do Namjoon, o que cada uma fez, ao longo talvez eu coloque um pouco da história de cada uma nesses capítulos de narração, ao final, a missão será completada, dando início a história.

Links nas notas finais ✔
Críticas construtivas ✔
Sugestões ✔

Estou aceitando, espero que gostem 🌸

Capítulo 2 - Chapter 01 - Linda Sanz


Fanfic / Fanfiction GangVSPolice (Interativa) - Capítulo 2 - Chapter 01 - Linda Sanz

- LI . The Boss -

Há três lados para cada história.

O meu, o seu e a verdade. ”

~ Joe Massino

 

 

| South Korea |

 

| Apartamento 201 . Hotel Cheng Louis |

 

{ Segunda - Feira 02:00h }

 

 

Ainda nem amanhecera, porém Linda já se encontrava de pé na grande janela de seu apartamento, olhava para baixo e vi as ruas quietas, sua ansiedade fez com que a mesma “caísse da cama”, nunca havia estado tão instigada com uma missão, sua cabeça ecoava o quanto nada poderia dar errado, não era só vingança, se tratava de eliminar obstáculos. Tudo estava indo bem, o dinheiro era algo que já não lhe fazia mais falta, porém um erro, na verdade uma distração, fez com que a polícia se tornasse o mais novo alvo de sua gangue, seus planos eram maiores, do que se preocupar com almofadinhas comedores de rosquinhas, mas eles tinham que se meter no seu caminho, e isso não só acarretou uma perseguição avassaladora, mas trouxe inimigos antigos, ao qual a mesma havia esquecido, porém o foco agora é destruir quem, ou qualquer coisa que atrapalhe seu império.

 

Desviou seu olhar para sua cama macia e pensou em voltar, não havia passado a noite sozinha, Jackson havia lhe feito uma boa companhia, o mesmo tinha um sono pesado e seu peitoral nu estava completamente exposto entre os lençóis de seda, a garota mordeu o lábio inferior, mas logo tratou de tirar os pensamentos impuros que começavam a rondar sua mente. Apenas ultrajando uma camiseta e calcinha, saiu do quarto de fininho para não acordá-lo, passando pelo pequeno corredor foi em direção à sala, indo diretamente à mesinha de centro e pegando seu Iphone, desbloqueou a tela e revirou os olhos ao vê o horário, se jogou no sofá branco e aveludado e deu um longo suspiro.

 

- Que merda ! — Exclamara irritada consigo mesma, se tinha uma coisa que Linda prezava era o seu sono, mas aquela madrugada seria longa para ela. - Preciso esvaziar a mente. — Levantou em um pulo, voltando para o quarto.

 

Adentrou o banheiro, deixando seu aparelho celular em cima do cestinho de roupa suja, retirou o pouco de pano que vestia e entrou no box, abriu o registro lentamente deixando a água fria escorrer sobre seu corpo desnudo, passou a mão sobre seus longos cabelos negros e encostou sua testa na parede, detestava se sentir ameaçada e não seria apenas um banho frio que a acalmaria, ela tinha em mente que a missão seria um completo sucesso, sua equipe possui competência suficiente para efetuar qualquer ato com grandiosidade. Porém ter de ficar parada enquanto todas fazem o trabalho sujo, nunca foi de seu feitio, era a mesma coisa que ficar coçando o saco e esperar as coisas caírem do céu, nada irar cair de mão beijada e mostrar aos seus soldados que a mesma poderia colocar a mão na massa, a fazia se sentir realizada, estufar o peito perante todas e mostrar sua competência não só como líder, mas também como um bom soldado, pois todas ali eram iguais, histórias diferentes, porém, todo o conjunto tinham as mesmas ambições e desejos. Ela não aguentaria a espera apesar de tudo já estar bem arquitetado, agora era só atacar, sua ânsia era de vê o circo pegar fogo, literalmente, mas precisava se acalmar e iria depois de uma boa xícara de café.

 

Saiu do banho mais relaxada e foi até o seu closet, procurando qualquer peça de roupa, vestiu o que viu pela frente, nunca foi ligada em senso de moda, até porque era madrugada e a cidade estava em alerta pelo caos que sua gangue vem causando, e também quem além dela ousaria sair naquele horário?

 

Pegou seu celular no banheiro, as chaves de seu carro, e o seu canivete o qual a mesma não se separava, tanto por precaução, ou caso alguém indesejado cruzasse seu caminho, ia saindo do quarto, até ouvir a voz rouca se pronunciar.

 

- Esqueceu de passar perfume. — Direcionou seu olhar ao garoto, que se encontrava sentado na cama ainda sonolento. - A onde vai?

 

- Tenho a fragrância natural do meu corpo, bebê. — Riu e foi em direção ao mesmo. - Eu vou correr.

 

- Verdade, ela ainda está aqui no colchão… — Bateu sobre o acolchoado . - Correr? Que horas são?

 

- Volta à dormir. — Linda colocou suas mãos, uma em cada lado do ombro de Jackson, fazendo com que o mesmo se deitasse. - Bons sonhos. — Deu-lhe um breve selar.

 

- Só não vou discutir, pois sei que não me escutará, tenha cuidado. — O garoto fechou os olhos e virou de costas para Linda.

 

A mesma saiu a passos largos, trancou a porta de seu apartamento e logo já estava no elevador, assim que chegou ao térreo não havia ninguém na recepção, balançou a cabeça em desaprovação, pensando no quanto o síndico vivia exaltando a segurança do hotel, grande merda, até o Bozo invadiria o local facilmente mesmo tendo vestes chamativas o suficiente, mas não queria pensar em tal futilidade e foi diretamente ao estacionamento. Assim que apertou um dos botões de suas chaves, as luzes de seu carro se acenderam, andou até ele, o veículo é um Porshe 911 Turbo Coupe, ano 2016, se trata de um dos mimos de Linda, entre tantos que a mesma possui. Adentrou seu carro seminovo, e logo tratou de conectar seu celular no aparelho mp4 da máquina, selecionando uma de suas músicas favoritas.

 

♪ Spice Girls – Wannabe ♪

 

“Yo I'll tell you what I want, what I really really want,
So tell me what you want, what you really really want...”

 

 

Colocou a chave e girou, deu ré e logo saiu do local, batendo no volante de acordo com a letra da música e dirigindo em alta velocidade sem temer a uma parada policial, só aquilo já tirava a tensão que possuía minutos atrás.

As luzes da cidade faziam o contraste da noite ainda mais belo, os prédios altos com toda sua estrutura espelhada reluziam, a elegância do centro de Seul escondia toda a criminalidade envolta do país, é tudo tão contagiante e cheio de cor, que deixa o olhar de qualquer um bobo, diante de tanta graciosidade.

 

Linda lembrara da primeira vez que colocou os pés no país, se sentia um peixe fora d’água, acostumada com sua vida no Brooklyn, a mudança repentina fez com que a garota odiasse o fato de ter pais policiais, eles sempre estavam de transferência e dificilmente ela conseguia completar um no letivo sem ficar de recuperação, fora isso, tinha que se acostumar a pessoas e lugares diferentes, porém a Coréia foi a onde tudo lhe foi tirado, na verdade ela já havia superado o fato do presente que recebera no seu décimo quarto aniversário, a cabeça de seus pais em uma caixa com um embrulho muito bonito, tal maldade a marcou, porém isso a transformou em tudo que ela é e representa hoje, a dor realmente te faz mais forte e esse foi caso dela.

...

 

| Starbucks |

 

{3:21h}

 

Parando cautelosamente o carro no starbucks mais próximo, saiu do veículo rapidamente e com um clique sobre as chaves o tranco-o, se dirigiu ao estabelecimento e o abrindo-o, não era necessário arrombar seu local de trabalho. Linda, assim como as outras possuía um emprego e uma vida pessoal monótoma, viver entre a população coreana evitava suspeita, até por quê, quem desconfiaria que uma simples garçonete de um café, é a chefe da maior gangue que reina em Seul?

 

Fechou o estabelecimento e pulou o balcão que se encontrava logo na entrada, ligou algumas luzes, logo fazendo seu tão esperado café mocha. O estabelecimento pertencia ao senhor Kwon Wang, avô de Jackson, os dois trabalhavam juntos e Linda ganhou a confiança de ambos, e não é a toa que o neto de seu chefe está na sua cama, mas não ficava com o garoto para manter seu emprego e sim porque ele era ótimo no que fazia, e no mais foi seu primeiro “namoradinho” digamos assim.

Quando estava vivendo nos bueiros após perder seus pais, a família Wang a encontrou e lhe deu o que comer, mas ela nunca deixou eles se aproximarem dela, pegava a comida e corria, depois de muito vagar acabou fazendo alguns trabalhos para certos mafiosos em troca de sua segurança, sabia que havia gente atrás de si, querendo fazer com ela, o mesmo que foi feito aos seus pais. Apesar de já possuir um nome para gangue, lhe faltava membros e armas, e com o trabalho sujo ao qual a mesma se submeteu conseguiu forma o “Revenge Blood”, a primeira a se juntar a equipe não demorou a aparecer, estava sozinha e assim como ela não possuía sequer um familiar, depois foram aparecendo uma atrás da outra, a última a integrar a gangue ainda está em fase de teste, porém a mesma se demonstra muito competente.

 

Sua bebida estava pronta e ao sentir o cheiro do café, o aroma do chocolate amargo se fez presente em suas narinas, só faltava o chantilly e assim o fez, dando graça ao líquido quente e com muito cuidado o colocou sobre a boca tomando o primeiro gole, fechou os olhos e uma sensação de conforto invadiu seu corpo, fazendo a mesma soltar um sorriso espontâneo, abrindo seus olhos lentamente, direcionou seu olhar para a rua, vendo um rosto conhecido sorri para si e logo retribuiu o gesto.

 

- O que ela faz aqui? — Indagou para si, largando sua bebida e saindo detrás do balcão, indo diretamente abrir a porta para a garota que vinha em sua direção.

 

...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais




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