História Garota Infernal - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Exibições 108
Palavras 1.131
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - O motivo dela ter se tornado uma vadia


JUSTIN BIEBER POV'S 

 

Meus dedos precionavam com força o copo de vidro que continha uísque em minha mão esquerda. Não sabia se tal ato era por conta da quantidade de álcool que havia consumido ou se era por conta da cena em minha frente. 

Audrey trocava carícias com seu querido amigo Stavo. 

Suas pernas estavam sobre a dele, enquanto o mesmo as ascariciavam, uma de suas coxas estava desnuda por corte do corte em fenda do seu vestido. Ele fazia questão de deixar sua mão posicionada naquele local. 

Nós estávamos em mais umas das festas em que Jéssica Butler dava sem nenhum motivo em sua grande casa que adorava exibir, talvez fosse esse o motivo. 

— Você precisa aprender a disfarçar. — Ryan disse ao meu lado. Revirei os olhos sem ele perceber. 

— Não sei do que você está falando. — respondi sinico. Dei um gole em minha bebida desviando o olhar do casal do ano e então prestei atenção em Ryan, ele me olhava furioso. 

— Por algum motivo Audrey e seu novo amigo juntos lhe incomodada, parecr que esta com ciúmes Bieber. — ele disse sério, eu travei o maxilar. Odiava o fato desse filho da puta me conhecer tão bem. Comecei a prestar atenção em qualquer outra coisa em minha frente, não seria capaz de mentir olhando  seus olhos. E claro, minha atenção foi para Audrey, graças a Deus ela não estava mais na companhia daquele idiota, mais alguns minutos eu seria capaz de gorfar  em cima dos dois. 

—Por que estaria com ciúmes Bieber? — quais as chances de eu receber um soco no olho se dizer que quase transei com sua irmãzinha, sendo que namoro a outra gêmea? Acho que ele me entenderia. 

— Relaxa bro, não aconteceu nada que você deva se preocupar... ainda. — minha última palavra saiu quase como um sussurro, mas tenho certeza que ele havia escutado. 

— Ainda? — ele soltou uma risada nervosa pelo nariz. — Você é idiota ou o quê? Audrey sabe que aquilo lhe incomoda e está fazendo de propósito. Brincar com o sentimento das pessoas é seu passa-tempo favorito, alimenta seu maldito ego. — ele respirou fundo, parecia estar fazendo aquilo para manter a calma. 

— Nós nos tornamos melhores amigos Justin, estou dizendo isso para o seu bem, eu conheço você e sua fama de destruidor de corações, até estranhei quando se amarrou com Addie, mas se você se envolver com Audrey não vai ser ela que vai sair com o coração quebrado. — ele disse e saiu, me deixando sozinho. Ainda bem, aquele assunto todo já estava me irritando, ela só era mais umas das garotas que quando o tesão fosse saciado a obessesão iria acabar, seria apenas uma noite. 

Falando no diabo... Lá estava ela novamente na minha direção. Ela estava em frente o grande espelho que havia no salão de festas onde estávamos. Ela admirava seu corpo, não era pra menos, ela estava maravilhosa. 

Aquele vestido branco de seda colado ao seu corpo valorizava suas malditas e belas curvas. Suas costas estavam a mostra, suas pernas bronzeada graças ao corte em fenda também, e claro seu singelo decote por conta das alças finas. 

Seus fios de cabelo que agora possuíam a  cor cereja, estavam mais escorridos que o normal.

Em sua boca havia um batom vinho escuro, que a deixava mais chamativa que o normal. 

Eu me sentia um veadinho por reparar em tantos detalhes nela assim, e um filho da puta por não lembrar nem a cor do vestido que minha namorada estava usando. Esse era o efeito que essa ninfeta causava nos homens. 

Ela olhava provocativa para seu próprio reflexo, parecia que sabia que estava sendo observada, minha dúvida logo foi tirada quando ela olhou em minha direção. Ela sorriu safada e passou a língua pelos lábios. 

Logo tratou de vir ao meu encontro, seus passos durante o caminho eram confiantes, e seu olhar transbordasse luxúria e desejo. 

Ajetei minha postura quando ela estava próxima. Eu odiava a forma que me corpo reagia perto dela, eu parecia um virgem de 16 anos perto dessa ninfeta. Eu tinha 24 anos e ela 18, a situação deveria ser inversa.

Ela se apoiou no balcão do bar da onde estava, graças a nossas posições contrárias e ela estar ao meu lado, aquilo me deu uma bela visão de sua bunda quando ela se empinou para pedir sua bebida. 

— Essa sua cara de bravo é por conta que teve que se aliviar com a boceta alargada da Heather à três noites atrás quando eu te deixei na mão, ou porque eu e Stavo lhe incomoda? — ela disse me olhando de lado, sem mudar sua posição. Eu tive que rir dessa, o ego dessa garota era realmente enorme, em partes ela realmente estava certa. Talvez em todas, mas eu não daria esse gostinho pra ela.

— Você tem uma muito fértil, babe. Heather não é a única vadia que está de pernas abertas quando eu preciso. — sorri de lado, ela levantou uma de suas sombrancelhas. Agora ela estava de frente pra mim. — Eu não tenho motivos para você e seu amigo me incomodar, não temos nada.

— Você está certo. Não temos nada. — ela sorriu amarelo. — Mas eu conheço muito bem um homem. — ela colocou sua mão direita em meu rosto r acariciou o local. — Sei que um desses motivos lhe deixa irritado. — ela aproximou seu rosto do meu. — Me lembra de fazer mais vezes, essa sua cara de mau e esse maxilar travado me deixam excitada. Estaria de calcinha molhada se estivesse usando uma. —  ela sussurou em meu ouvido, mordendo minha orelha em seguida. Senti meus pelos do pescoço se arrepiar. Se essa garota não parasse eu não responderia pelos meus atos. Suas unhas grandes arranharam minha perna, mais próximo da virilha. Senti meu pau dar sinal de vida. 

— Estou atrapalhando alguma coisa? —sim, seja qual for a maldita pessoa que nos atrapalhou. Até que percebi que era uma voz feminina. Se fosse Addison eu estava fodido. Audrey se afastou de mim e se virou para a garota. 

— Charlotte? — Audrey disse, parecia surpresa. 

— O que essa garota está fazendo aqui? — Kylie disse ao meu lado, da onde essa garota havia brotado? 

A morena pareceu ignorar o comentario de Kylie e abraçou Audrey. 

Kylie não parecia contente, parecia que a qualquer momento iria sair fumaça de suas narinas de tanto que ela bufava. 

— Cadê o Ryan, ele precisa fazer alguma coisa. 

— Porque? — perguntei para Kylie. 

— Você vai ver, espere um minuto. 

Assim que olhei para Audrey e a morena dos olhos azuis, elas estavam se beijando, que porra era aquela? 

— Quem é essa garota? — por mais que fosse excitante ver duas garotas se beijando - ainda mais quando Audrey está no meio - eu não estava excitado, eu estava frustado. 

— Ela é o motivo da Audrey ter se tornado uma vadia. 

 

 

 

 



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