História Garota Problema - Capítulo 3


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Categorias Os Vingadores (The Avengers), Viúva-Negra (Black Widow)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Jane Foster, Laura Barton, Maria Hill, Mulher-Hulk Vermelha (Betty Ross-Banner), Natasha Romanoff, Pepper Potts, Phillip Coulson, Sam Wilson (Falcão)
Tags Avangers, Brutasha, Clintasha, Romanogers
Exibições 63
Palavras 1.899
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Mistério, Policial, Romance e Novela, Super Power, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oiii!
Gente eu estou aqui pra morrer com esses oito favoritos rsrs
Muito obrigada pelo apoio!

Capítulo 3 - Um convite


Fanfic / Fanfiction Garota Problema - Capítulo 3 - Um convite

- Me deixe trabalhar Rogers! – Depois de limpo coloquei a pomada e pedi que ficasse sem camisa até que o produto secasse.

- Quer que eu fique sem camisa?

- Se colocar alguma coisa em cima vai grudar Steve! Vai remover a pomada...

- Tem certeza que não é só porque quer me ver sem camisa? – Pergunta brincalhão e reviro os olhos logo me levantando, porém sinto um puxão prá trás e me desequilibro, ele agarrou minha mão me fazendo voltar, com o desequilíbrio cai sobre seu colo e me assustei com a possibilidade de machucá-lo e tentei me levantar, só que ele manteve os braços firmes ao meu redor.

- Está louco? Acabou de remover o gesso de duas pernas quebradas e o curativo de uma queimadura grave, minha queda poderia te machucar!

- Mas não machucou! – Diz rindo.

- Porque fez isso? – Pergunto observando o quanto estávamos próximos e eu estava praticamente sentada em suas pernas.

- Queria te deixar com mais vergonha! – Brinca e como ele prendia meus braços alcancei seu peito nu e o belisquei.

- Ai! Não pode maltratar o paciente!

- Você está muito saidinho hoje! – Digo e aproveito que ele afrouxou os braços depois do beliscão para me levantar. Levanto e sigo pra cozinha. – Vou fazer o almoço!

- Ok! – O ouço rindo e vou me ocupar com a cozinha, demoro cerca de uma hora, o máximo que ouvi foi o som da TV que provavelmente Steve ligou, ao terminar apronto a bandeja com o almoço dele e sigo para a sala.

- É bom ter passado o seu momento saidinho senhor Rogers! – Entro na sala falando sem observar que ele não estava sozinho na sala, o rapaz que deduzi ser irmão dele estava lá sentado a seu lado. – Me perdoe, não sabia que tinha visita!

- Não vem com formalidade Nat! Já disse que não precisa! – Diz ele vestindo a blusa. – Acho que se lembra do Bucky do primeiro dia que veio aqui.

- Seu irmão certo?

- Pode-se dizer que sim! – Quem diz é o próprio Bucky se levantando e estendendo a mão pra me cumprimentar. Depois que entrego a bandeja pra Steve aceito o aperto de mão. – Nat?

- É Natasha, mas fique a vontade pra me chamar de Nat! Vai almoçar? – Pergunto.

- Não! Só vim ver como o capitão aqui estava já que foi remover o gesso hoje.

- Capitão? – Olhei pra Steve.

- Ele não te disse que é capitão no exercito? – Franzi o cenho.

- Não haveria por que... – Respondi tentando me lembrar de que aqueles eram clientes da empresa em que trabalho e que não poderia cobrar esse tipo de coisa de Steve.

- Bucky... – Steve o chama com olhar repreensivo e resolvo voltar à cozinha.

- Bem... Vou até a cozinha pra que fiquem a vontade, assim arrumo por lá.

- Nat pode almoçar aqui...

- Não! Vou pra cozinha, se precisarem de alguma coisa basta chamar. – Saio e os deixo a sós. Na cozinha almoço monotonamente me perguntando por que me senti mal em saber que Steve não me contava tudo, quase como se me sentisse traída, o que não fazia o menor sentido. Depois de almoçar comecei a lavar a louça e ouço passos pelo corredor logo chegando à cozinha.

- Me desculpe se te deixei desconfortável Natasha! – Fala Bucky se se encostando à soleira da porta.

- Não deixou! Pode ter certeza!

- Achei vocês tão confortáveis um com o outro e de repente aparece um estranho...

- Você é irmão dele, o estranho aqui sou eu não você! – Sorrio em sua direção e ele se aproxima sentando na bancada americana da cozinha.

- Sabia que ele estava em depressão?

- Isso é impossível! Já cuidei de pessoas depressivas e lhe garanto que não tem o comportamento de Steve, pelo menos não nas condições em que está hoje.

- Mas ele estava se duvida veja a gaveta do criado mudo dele, antidepressivos, remédio para dormir, calmantes... – Parei o que fazia pra entender onde ele queria chegar com aquela história.

- Aonde quer chegar?

- Steve acabou de sair de um grande abalo, ele era capitão no exercito e foi forçado a se aposentar depois do acidente, a vida de Steve era o exercito e a namorada. Ele te contou sobre o acidente?

- Sim!

- Então sabe que a namorada dele...

- Sei!

- Então... O mundo dele veio a baixo em menos de dois meses e foi inevitável a depressão, mas agora o vi falar tão feliz que me deu esperança que o capitão volte a ser como antes.

- E faz tanto tempo assim que não o vê?

- Também sou do exercito e estava em missão, voltei ontem...

- Entendi.

- Se te convidasse para sair aceitaria? – Involuntariamente arregalei os olhos com a pergunta. – Deixa eu me explicar, eu e Wanda, minha namorada, estávamos planejando um almoço no sábado pra tentar animar ele e iríamos chamar alguns amigos dele. Acho que ele ficaria feliz se fosse.

- Sábado eu trabalho...

- Trabalha aqui!

- É...

- Então?

- Tudo bem, se ele concordar!

- Ele já concordou.

Sorri envergonhada.

- Vou ajudá-la e colocar ele na cama, assim não precisa por força.

- Agradeço por isso!

Ele sai e fico novamente sozinha na cozinha, pensei no convite e no fato de que desde que me lembro não tinha oportunidades para socializar, talvez por isso fosse tão bicho do mato. Seria bom! O dia se seguiu como o esperado, iniciamos a fisioterapia e à tardinha fui para minha aula.

A semana voou, todos os dias antes da aula eu saia meia hora mais cedo e ia visitar dona Dulce que no momento ainda estava desacorda propositalmente, já que eles tentavam controlar a pressão arterial dela que estava muito alterada, porém segundo o que me disseram, ela estava estabilizada, só que ainda em estado grave. O Senhor Ader agora estava mais amigável e adorava passar a tarde me contando histórias de sua juventude.

Na sexta feira estava eu novamente com Steve, agora como à senhora Dulce não estava precisando de mim eu estava ficando quatro dias na casa de Steve e dois na casa do senhor Ader, isso pelo menos até que a senhora Dulce fosse para a enfermaria, o que não tinha uma previsão. Estávamos fazendo os exercícios da fisioterapia quando perguntei a Steve sobre a depressão.

- Posso te fazer uma pergunta? – Peço sem olhar seu rosto.

- Se eu souber a resposta... – Diz com a voz estrangulada devido à dor que a fisioterapia lhe causa.

- Bucky me disse que toma antidepressivos.

- Porque ele te disse isso? – Notei a mudança brusca em seu tom de voz e por um minuto notei raiva.

- Não sei exatamente, mas ele me disse que ficou feliz em ver que estava bem e que acha que se sente confortável com minha presença...

- Ele tem razão!

- Em que? – Termino os exercícios e começo a guardar as coisas.

- Eu tomava antidepressivos...

- Tomava?

- Parei a alguns dias.

- Por quê?

- Me deixam sonolento e não gosto de dormir durante o dia, caso contrário passo a noite em claro e precisaria tomar remédios pra dormir, em fim, é um ciclo de drogas que não leva a nada.

- E não se sente mais depressivo?

- Não!

- Sabe por quê?

- Sei! – Esperei que ele me explicasse, mas ele não o fez e fiquei com medo de estar sendo invasiva com aquilo.

- A pergunta que queria te fazer não era essa, queria saber se sábado posso levar alguém.

- Claro! Seu namorado?

- Não! – Digo um pouco alarmada. – Há anos que não sei o que essa palavra significa, é uma amiga do trabalho que sempre me convida para passeios, mas nunca tenho tempo e pensei em convidá-la. Ela é uma ótima pessoa, irá gostar dela.

- Tudo bem!

- Então eu já vou indo! Tenho aula e ainda preciso visitar a senhora Dulce.

- Tudo bem! Vejo-te amanhã que horas?

- Imaginei que no horário de sempre...

- Não Nat! Fica em casa, amanhã Bucky ficará comigo pra me levar até a casa dele.

- Tudo bem então, me passa o endereço que eu e Pep aparecemos lá. As onze está bom?

- Podemos ir te buscar!

- Não precisa!

- Melhor dizendo, posso ir te buscar?

- Não quero que se incomode com isso Steve!

- Não será incomodo, só quero garantir que não vai inventar uma desculpa e furar! – Ri do comentário e me levantei. Não sei por que fiz isso, mas me aproximei dele que estava sentado na cama e depositei um beijo em sua bochecha logo me virando pra ir embora.

- Amanhã as onze então! – Digo saindo do quarto sem ter coragem de me virar pra ver sua reação. Sai de lá querendo bater minha cabeça contra a parede do corredor. O que diabos eu fiz? Beijei o rosto do meu cliente? Foi isso mesmo?

Visitei a senhora Dulce e pra minha satisfação ela estava acordada e seria transferida para a enfermaria na segunda feira, o que implicava minha rotina voltar ao que era antes. Fiquei feliz pela senhora Dulce, mas ao mesmo tempo triste por não ter mais tardes com Steve e seu bom humor de sempre.

Ao dar o intervalo da faculdade liguei para Pepper.

- Então o que acha?

- Claro que eu vou Natasha! Esquece que assim como você sou uma pobre estudante que não tem vida social?

- Pois é!

- Que horas nós vamos?

- Quer dormir lá em casa?

- Me paga pelo menos um jantar antes Nat!

- To falando sério cara pálida! Steve vai nos buscar e ficaria melhor se você dormir lá hoje, amanhã não nos desencontramos.

- Você não me engana Natasha Romanoff! Sei que só quer que eu te dê uma carona pra casa!

- Não é uma má ideia voltar pra casa no conforto de um carro ao invés do metrô!

- Tudo bem! As dez passo ai na porta da tua faculdade!

- Até então!

Despedimos-nos e tive que entrar pra uma aula de direito civil, terminado a aula saio quase correndo pra encontrar Pep que já estava impaciente me ligando feito louca. Quando cheguei ao carro ela estava abatida e não entendi o que aconteceu, entrei no carro e sentei a seu lado.

- Aconteceu alguma coisa?

- O idiota do meu ex fica me ligando direto, não sei mais o que fazer!

- Porque não troca de numero?

- E todos os meus contatos? Não vou sacrificar meus contatos por conta de um idiota!

- Tem razão! Deixa que eu atendo na próxima vez que ele ligar.

Ao chegarmos a meu minúsculo apartamento que tinha basicamente um quarto, um banheiro e uma enorme sala cozinha, disse a Pepper que ela dormiria na minha cama e eu no colchão inflável.

- De jeito nem um! Deixa o colchão pra mim!

- Pepper eu pago o aluguel dessa birosca, então você fica com a cama e fim de papo.

- Têm horas que você me dá medo sabia? – Mostro a língua pra ela.

- A pizza deve estar gelando lá na cozinha, vamos logo!

Começamos a jantar e ela me pergunta.

- Então... Que história é essa do teu cliente te convidar pra um almoço entre amigos?


Notas Finais


O que acharam?


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