História Garota Veneno - Capítulo 8


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Categorias Michael Jackson
Personagens Michael Jackson, Personagens Originais
Tags Aluna Perversa, Apple Head, Falsidade, Fingimento, Michael Jackson, Policia, Prisão, Professor, Rebelde, Violencia
Visualizações 55
Palavras 1.384
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meus amores!
E sim, hoje é o último capítuloooo :33
Como eu havia dito no whatsapp... Hoje haveta se... Ah, deixe! Prefiro manter o suspense, muahahahaha.
Enfim, boa leitura à todos e me desculpem a pressa. Estou atrasadérrima!!
Beijokaas ;D

Capítulo 8 - O Acerto de Contas


Fanfic / Fanfiction Garota Veneno - Capítulo 8 - O Acerto de Contas

Quatro horas depois...

Michael e Abel estavam prontos, tudo estava combinado e acertado para que nada falhasse ou para que não levantassem suspeitas. Os outros policiais estavam em reunião, então quem recepcionaria Daisy seria o cúmplice de Michael, sem deixar suspeitas. 

  -Então quando eu fizer o sinal para você, quero que adentre a cela. Está bem? –ele dava os últimos reforços do plano à Abel

  -Sim senhor! –ele afirmou 

Ouviram uma voz feminina chamando pelo corredor, era ela. Imediatamente Michael fechou a porta da cela e seu cúmplice correu para atendê-la. Ele foi até ela e o mesmo a guiou por entre os corredores, até a cela alvo. Passou sem ser notada pelos guardas que estavam na sala de reunião, ou ao menos eles fingiam que não a haviam notado. O combinado entre pai e filha aconteceria com Michael. Abel entregou-lhe a chave, como parte de seu plano com o prisioneiro. Daisy pegou a chave da cela onde Michael ficava, adentrou a cela e a guardou em seu sutiã logo após abrir e trancar a porta da mesma. Quando se virou para procurar o professor, ela o avistou de joelhos no chão, olhando para a lua por meio da pequena brecha de luz que havia na parede. Ele parecia completamente hipnotizado, e esboçava em seu rosto um sorriso perturbador.

  -Michael... –ela o chamou fazendo o mesmo se levantar rapidamente, assustado

  -Olá, Daisiane. Quanto tempo não a vejo, não é mesmo?

Ele respondeu firme e ao mesmo tempo sorrindo, parecia confiante e predisposto até demais. O sorriso em seus lábios era estranho, e assustador.

  -Por que está com esse sorriso nos lábios? –perguntou

O sorriso nos lábios dele era um sorriso diferente, psicopático, como a garota definiu em sua mente. Ele começou a rir, se aproximou. Então ela rapidamente recuou dando um passo para trás.

  -Ei meu bem, você não precisa recuar, não faça como eu naquele dia. –seu sorriso sumiu –Venha cá.

  -É que, você está me assustando... Está diferente. –ela riu

  -Diferente? Oh, deve ser porque finalmente descobri que fiquei feliz em te ver! –ele respondeu fingindo  –Enfim... Porque veio? 

  -Quero saber se agora você está arrependido pelo que fez. Porque se estiver, eu vou fazer com que tais trouxas de lá do cargo policial te soltarem, pois tenho dinheiro suficiente até para comprar essa delegacia. Mas se não estiver, eu dou meia volta e vou embora com toda essa quantia.

Michael ficou surpreso e nada respondeu, estava pensativo, foi pego de surpresa. Ela se virou caminhando em direção à porta, mas foi impedida por Michael, que a apertou firmemente no braço.

  -Fique, Daisiane. Eu estou sim arrependido. Arrependido por não ter te tocado quando tive a chance, arrependido por não tê-la agarrado ferozmente quando você se insinuava só para mim. E mais arrependido eu vou ficar se não tirar esse atraso agora! –ele disse excitante –Deixe-me te possuir por inteiro hoje... Daisy!

Daisy não esperou e o agarrou loucamente, o qual correspondeu e tomou seus lábios em um beijo repleto de um desejo reprimido. Ele começou a descer suas mãos por todo o corpo da garota, arrancando suspiros, e também gemidos baixos da mesma. Ela o empurrou na cama da cela e ficou por cima, rasgando a camisa do mesmo.

  -Olhe só que danadinha. –mordeu o lábio inferior

Ela começou a beijar seu peitoral, e seus beijos foram descendo até chegar ao cós da calça que ele usava. Parou por um momento, e percebeu o quão latejante o membro de Michael estava, praticamente suplicando para ser liberto daquele monte de roupas.

  -Ele é todo seu! –exclamou quando sentiu o peso do olhar de Daisy em seu membro

Imediatamente ela abaixou a calça do mesmo junto de sua cueca, fazendo com que seu pênis praticamente saltasse para fora. Seus lábios salivaram e ela não se conteve, começou a suga-lo. Michael gemeu alto ao senti-lo sendo sugado fortemente. Cada gemido do mesmo ia deixando a garota ainda mais excitada, fazendo sua intimidade ficar totalmente “encharcada”.

  -Huuuum. –mordeu o lábio inferior –Caramba Daisiane! Mas que boca gostosa que você tem! –suspirou pesado e fez uma expressão de puro prazer  

“É uma pena que nunca mais vou ter essa boquinha depois de hoje” ele pensou consigo mesmo, rindo consigo em silêncio.

  -Você é uma delícia, Michael. –ela disse enquanto usava as mãos ao mesmo tempo para masturba-lo

Não demorou muito para que Michael se derramasse nos lábios de Daisy, a qual passou os dedos pela glande do mesmo, não deixando uma gota de seu líquido escapar, deleitando-se com ele.

  -Agora sou eu quem vai te provar! –ele disse de uma forma sexy

  -Quero que me prove de outra forma, eu quero você dentro de mim agora! –ela pediu

Ele se assustou com a forma que a mesma falou, mas a atendeu.

  -Você é quem manda. Minha gostosa! –piscou

Então ele começou a penetrá-la devagar, e de início arrancou um gemido manhoso da mesma. Pesou-se nela até estar totalmente dentro de sua intimidade. Ambos soltaram um gemido. Ele levou suas mãos às coxas da garota, ela então cruzou suas pernas em volta da cintura dele e as estocadas começaram a aumentar de intensidade. Ele ia rápido, forte demais, movimentando seu quadril para frente e para trás. Chegou um momento que a jovem começou a se segurar para não chegar ao orgasmo logo e junto ao de Michael. Ela gritava de prazer. Michael então enlouqueceu de raiva ao voltar ao tempo lembrando de como chegou ali. De repente sua expressão mudou, agora havia em seu rosto um olhar completamente diferente, ele lembrou de seus planos ali e começara a agressividade.

  -Você me destruiu, sua cachorra! –ele deu um tapa na cara de Daisy

  -Isso, Michael, me xingue! –ela dizia excitada

  -Você... Você destruiu minha carreira! –gritou

  -Huuuuum! –gemeu baixo –Assim, isso Michael! Pode continuar, que eu adoro! –disse em meio aos gemidos, jogando sua cabeça levemente para trás enquanto ele ainda a penetrava

Ela não sabia do perigo que estava se tornando ficar ali, ela havia entorpecido seus sentidos. Michael parou de penetrá-la a deitou e passou a mão pelo pescoço de Daisy, enquanto ela sorria.

  -Huum, pelo jeito você chegou a assistir Cinquenta Tons de Cinza, meu amor. –ela fechou os olhos satisfeita.

  -Não, Daisy. –ele sorriu de uma forma perturbadora –Aqui agora serão Cinquenta Tons de Asfixia!

O clima então se complicou e o sorriso da mesma se desfez, toda a alegria e excitação foram embora dando lugar ao desespero. Ela o empurrou e conseguiu se livrar dele, correndo para o outro lado da cela tentando abrir a porta. Mas a chave? Estava nos poderes dele.

  -Não há como escapar de mim agora. –ele disse satisfeito

  -Você ficou louco? –gritou

  -Fiquei. Louco pelo que você fez comigo e pelo que passei durante tantos meses. Mas agora? Agora você vai pagar, hoje é o nosso acerto de contas! –deu ênfase em “acerto de contas”, assustando ainda mais a garota

Ela saiu correndo para outro canto da cela e atirou qualquer coisa que encontrou em sua frente, na tentativa de feri-lo, mas foi em vão. Ele a alcançou e a segurou forte pelo pescoço, apertando-a contra a parede. E quando sentiu as mãos do professor apertarem seu pescoço cada vez mais forte, tentou pedir por ajuda.

  -Soc... Socorro! –ela tentou gritar e falar algo, mas não conseguiu

Daisy se debatia tentando empurrá-lo, e deu de cara com seu olhar malicioso e satisfeito. Era pra valer, ele estava sedento por um acerto de contas, aquela era sua chance.

  -Você acabou com a minha vida, destruiu toda a minha carreira, fez dos meus dias os piores aqui dentro desses muros. –ele dizia enquanto apertava cada vez mais o pescoço da moça –Isso acaba hoje!

A visão da moça agora ficara turva, ela se debatia inteiramente para lutar contra o homem, mas não conseguiu. Ela tremeu o corpo para tentar fazer com que ele saísse de cima dela, o mesmo sentiu e se pressionou contra ela inteiramente. Seus olhos foram se fechando. Michael finalmente parou de agredi-la. Quando este retirou suas mãos de cima dela, ela caiu no chão desacordada. Imediatamente ele chamou seu cúmplice escondido para verificar o corpo da moça. Quando este chegou para verificar, já era tarde demais.
E então, naquela cela, foi interrompida a vida de Daisiane. 


Notas Finais


"Pois é, meus amores, aqui acaba a nossa jornada em Garota Veneno. Eu e a autora, gostaríamos de agradecer a cada um de vocês por todo apoio, carinho, e principalmente por terem acompanhado até o final.
Foram vocês que nos deram motivos para continuarmos com a fic, e nada disso seria possível sem vocês. Lhes devemos muito!
Mais uma vez, muito obrigada, por tudo.
Espero que possamos nos encontrar em breve, em outra nova fic, quem sabe"
-Eleanor Collins
~Violet Florence


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