História Garotas boas gostam de garotos maus - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Bad Boy, Complicado, Dark, Fetiche, Garoto Mal, Garoto Mau, Good Girl, Hot, Romance, Sexo, Sombrio, TRANSA
Visualizações 26
Palavras 904
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Esse capítulo deve estar pequeno para eu fiz ele no telefone aproveitem

Capítulo 6 - Na minha vida


Meu coração desacelerou por um momento quando eu pensei: " É o Ben", logo depois voltou a bater desesperado quando eu me dei conta: "Oh não é o Ben!!!"

- Me deus, me desculpa! - eu estava desesperada por dentro. Não podia deixar o Bem saber que eu estava quase surtando.- Eu vou pagar... - disse sem saber como eu iria arranhar dinheiro - só não sei como - sussurro a ultima parte mas acho que ele escutou por que de uma risadinha de escárnio. 

Eu olhei para cima e fuzilei ele com os meus olhos que mostravam uma mistura de raiva e desespero. Eu estava quase chorando de desespero e ele estava ali, parado em sua típica pose de astro do rock de: Foda-se. A palavra cretinice ecoou na minha cabeça enquanto eu o encarava.

- Relaxa Sidy... - a voz dele suou confiante aos meus ouvidos quando ele pronunciou meu nome. Ate quando avia um amassado do dobro do tamanho da minha mão no carro dele ele não deixava sua pose de bad boy  babaca arrogante cair.

O único problema era que ele é um babaca arrogante super sexy, e que o meu cérebro continuava a prestar atenção em como ele é sexy. Eu realmente odeio meu cérebro!

Com o ele sabe o meu nome?; Eu ate ia pergunta, mas perdeu o sentido antes de sair da minha boca. Não importava como ele sabia o meu nome, eu tinha coisas mais importantes para me preocupar, como por exemplo o carro dele!

Eu ainda  continuava desesperada. Eu não conseguia pensar em como eu iria arranjar dinheiro o suficiente para pagar o concerto dos dois carros. No caso o carro dele sendo prioridade.

- Eu realmente sinto muito! - disse de uma forma mais calma como a minha mãe me ensinou. Pelo menos nisso ela teve a decência de me ensinar, ela me ensinou a aplacar crises. Chegar em um acordo que não seja bom para você, mas que também não te traga prejuízo. 

Minha mãe não nasceu para ser mãe, ela nasceu para ser uma mulher de negócios. De ação. Ela me ensinou a lidar com crises. Não importa se a crise era grande ou pequena, graças a minha mãe, eu sabia lidar com quase tudo!

Eu já ia começar um monólogo e iria tentar fazer um acordo com ele, mas quando eu abri a minha boca  Ben me interrompeu dizendo:

- Eu dou um jeito no meu carro...- meu discurso desapareceu dentro da minha garganta- ... e se quiser eu dou um jeito no seu também. - ele disse casualmente sem parecer se importar muito no que eu iria dizer. Eu engoli em seco. Eu não sabia o falar. Olhando para ele agora a luz do sol fazia eu não conseguir  ver o rosto dele, eu só conseguia ver a sua silhueta, serei levemente os meus olhos para poder ver o rosto dele.

Ele se virou e sorriu, sorri timidamente em resposta. Eu iria responder que não precisava quando fui interrompida pelo som de uma buzina. Nós dois estávamos parados no meio do cruzamento. 

- Você não quer conversar sobre isso na minha casa...- eu não sabia se era uma boa ideia chamar ele para a minha casa; mas provavelmente ele não iria fazer nada de ruim tipo: bater no meu carro.

- Pode ser.- ele disse simplesmente. 

Eu ainda não sabia se era certo.chamar ele para a minha casa, mas eu não podia voltar atrás agora. Era tarde de mais para tirar o que eu já avia falado.

Eu entrei no meu carro e ele entrou no dele; dei ré na minha caminhonete e olhei o estrago que eu avia feito no carro do Ben. Tinha o dobro do tamanho das minhas mãos e a pintura tinha ficado danificada. Eu virei a esquina que estava a direita e o carro preto de Ben me acompanhou.

Tínhamos dirigido apenas 3 metros quando eu recebi outra mensagem da Melanie; é claro que eu não fui ver o que era. Eu não iria cometer o mesmo erro duas vezes é que eu avia me esquecido que ela estava me esperando em casa. Como eu disse: era tarde de mais para desfazer o que eu já tinha feito. Respirei fundo e continuei dirigindo enquanto eu tentava pensar em uma desculpa para Melanie.

Parei na frente de casa. O Ben parou atrás de mim. Eu desci e Benjamim desceu atrás de mim. Eu olhei para casa que a minha mãe avia comprado quando ela ainda estava na faculdade de administração. Respirei fundo e procurei por Melanie. Ela não estava em lugar nem um.

Peguei o celular do meu bolso e olhei a mensagem que ela tinha me mandado minutos antes. Nela dizia o seguinte:

Melanie Vagaba 13h 54M: Piranha vc está em casa??? 

Melanie Vagaba 14h 12m: Cansei de esperar, fui para casa. Quando chegar me avisa.

Pelo menos eu não preciso me preocupar com a Mel, respiro aliviada.

Me viro para falar com o Ben e acabo me dando de cara com ele a zero centímetros de mim. Eu tomo um leve susto mas não deixo trasparecer.

- Que feio, você não devia colocar o nome da sua amiga de Melanie Vagaba...

- Você estava olhando minhas mensagens?- perguntei incrédula.

- Sim.

Ignorei a resposta curta que ele falou só para me irritar e segui para a escada e subi. Destaquei a porta e abri passagem para o Ben, ele passou com um sorriso contido no rosto. 

E foi assim que Benjamim entrou na minha vida...






Notas Finais


Compartilhem, favoritem e comentem,se quiserem lá eu não posso obrigar vcs a fazer nada

SE N QUIZEREM PAU NO CU!

BJS NO KOKORO


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