História Garoto ama Híbrido - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Jikook, Jimin, Jungkook, Namjin, Vhopega
Exibições 1.271
Palavras 1.818
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Espero que gostem.
É minha primeira fic de híbridos, por isso estou ansiosa...

Capítulo 1 - Traição!


Fanfic / Fanfiction Garoto ama Híbrido - Capítulo 1 - Traição!


FlashBack On 
1 ano atrás... 
“ — Kim Taehyung, você aceita ser meu namorado? — Pergunto, ajoelhado na sua frente, sem me importar com a multidão que se formava a nossa volta. Planejei isso há tempos, nada iria me envergonhar. 

— Kook... — Pôs as mãos na boca, emocionado. — Eu aceito! — Respondeu, sorrindo quadrado. 
Me levantei e o peguei no colo, o rodei no ar e selei nossos lábios. 
Assim que o devolvo para o chão coloco o anel em seu dedo e ele faz o mesmo comigo. Eu estava tão feliz que não poderia descrever’’. 
 FlashBack Off

~21:00 Horas~ 
~Domingo~ 

— Isso é sério? — Perguntei incrédulo, vendo os dois garotos vestirem suas roupas às pressas. 

— Jungkook, irmão, tenta enten... 

— Cala a boca Hoseok. — Gritei, soltando toda a raiva que eu segurava ao ver aquilo — Caralho, eu não acredito nisso. — Puxei meus fios de cabelo, tentado controlar a grande raiva que dominava meu corpo. — Dessa vadia tudo bem, eu já imaginava. — Disse apontando para o Tae. — Agora, meu irmão? — Suspirei e ri amargurado. — Nem sei se devo te chamar assim... 

— Jungkook não faz isso, por favor. — Disse Hoseok, parecendo segurar as lágrimas. — Eu te amo irmão, você sabe disso. 

— Ama o caralho. — Gritei novamente. — E não me chame de irmão... não mais. Você morreu para mim. — Falei rancoroso e olhei para o outro rapaz, que assistia tudo com os olhos arregalados e boca aberta. — E você? Estava gostoso subir e descer no pau do meu irmão? — Perguntei debochadamente e ele me olhou ainda mais assustado. — Eu tenho nojo de vocês. — Terminei e saí daquela casa, batendo a porta com toda a força que tinha. 
Peguei meu celular e digitei um número que era muito conhecido por mim. 
No segundo toque ele atendeu. 

— O que aconteceu? — Perguntou preocupado. — Você nunca me liga a essa hora. 

— Nada demais, só peguei meu irmão fodendo meu namorado. — Falei sarcasticamente. 

— Onde você está? 

— No parque, perto de casa — Respondi, sentando em um dos bancos dali. 

— Não se mexe, estou indo te buscar — Disse e desligou. 

Tombei minha cabeça para trás, encostando a mesma no banco de cimento, e fechei os olhos. 
Suspirei chateado e irritado comigo mesmo...como pude ser tão idiota? Eu sabia que o Taehyung não me amava mais. Na verdade, eu também não sentia mais nada por ele, mas me trair foi o fim do poço, principalmente com o meu irmão. 
Mesmo que nossa relação estivesse praticamente um zero à esquerda, nunca pensei em fazê-lo passar por uma humilhação dessas, mas parece que ele não tinha o mesmo pensamento que eu. 
Depois de um tempo, vi um carro preto parar bem na minha frente. 

— Entra. — Disse Namjoon, assim que abaixou o vidro da janela. 

Assenti e entrei no carro. 

— Agora conta. — Falou já acelerando o carro. 

— Bom, resumindo, Tae me traiu. — Suspirei, minha cabeça já começava a latejar. 

— Pelo que vejo, você não está tão magoado com isso... 

— Magoado não... de qualquer maneira, eu já esperava isso dele, ele estava estranho. O que me impressionou foi que, ele não era o único a me trair. — Abaixo a cabeça, sentindo a tristeza bater. — Hoseok... Hoseok me traiu. — Tentei segurar o choro, mas uma lagrima solitária acabou escapando pelo meu rosto. — Meu irmão me traiu Nam, uma das pessoas que eu mais confiava, a pessoa que me acolheu e cuidou de mim me traiu. — Encostei a cabeça no vidro e me permiti chorar. — Eu não esperava isso dele. — Murmurei. 

— Ninguém esperava. — Namjoon falou baixinho. — Mas você não pode se destruir por ele. Há uns anos atrás, ele era seu único apoio, mas agora você tem a mim e ao seu omma. — Me consolou. 

— Eu... eu sei Nam, mas doí... — Funguei, com o nariz entupido. 

— Vai passar pequeno... — Acariciou meus fios, porém sem tirar os olhos da estrada. 

Assenti e me calei pelo resto do caminho. 

O carro estacionou em frente àquela casa que eu tanto gostava. 

Me preparei para descer do mesmo, porém Namjoon segurou meu pulso. 

— Olha, tem alguém lá dentro que você não conhece. — Suspirou. 

— E quem seria? — Perguntei desconfiado. 

— Quando entrar, você verá... mas não reaja tão mal... — Pediu e eu fiquei ainda mais desconfiado. 

— Não prometo nada, não estou em boas condições — Falei e tratei de abrir a porta e entrar logo na casa aconchegante. 

— KOOK! — me assustei ao sentir algo pesado se jogando em mim. — Que saudades! Você está bem? 

— Ah, Omma! — o abracei de volta, começando a ouvir seu ronronado. era adorável — Não estou muito bem, mas agora acho que melhorei um pouco. — Sorri. 

— O que aconteceu com você? Parece tão abatido... — Alisou meu rosto. Provavelmente meus olhos estavam vermelhos e inchados pelo recente choro, e minha cara não devia estar nada boa. 

— “Longa” história... — Respirei fundo, sabendo que ele iria me perguntar cada detalhe. 

— Eu tenho paciência, pode contar. 

— Certo... — Sentei-me no sofá, junto a omma Jin, enquanto o Nam entrava na casa e fechava a porta — Hoje, eu cheguei um pouco mais tarde em casa, estava muito cansado, então fui logo para a cama. — Passei uma das mãos pelo meu cabelo — Até cheguei a dar uma cochilada, mas fui acordado por barulhos altos, o que me assustou bastante, mas eu decidi levantar e ver o que era... e quando cheguei no lugar... — Respirei fundo — O Tae estava transando com o Hoseok. 

— O QUE? — Arregalou os olhos e tampou a boca com as mãos — Namnie! Por que não me contou quando foi busca-lo? — Reclamou. 

— Não queria lhe preocupar, amor... — Tentou se justificar. 

— C-Como eles tiveram coragem de fazer isso? — Me olhou, tristonho — Kook... eu sinto muito... — Me deu um abraço reconfortante, fazendo-me sentir um pouco mais amado. 

— Tudo bem... — sorri fraco — Não me importo com o Taehyung... o problema foi o Hoseok, mas como o Nam disse, vai passar... 

— Vou fazer de tudo para te deixar feliz — Senti seu rabo peludo se enroscar no meu braço, e eu sabia que quando ele fazia isso, era para acalmar. 

— Obrigado Omma... 

— Aliás, você precisa conhecer alguém! — Levantou-se e me puxou para o quarto, me deixando totalmente confuso — Jimin! — Chamou, provavelmente era o nome do garoto que estava de costas. Eu só conseguia ver seu rabinho ruivo que mexia de um lado para o outro e suas orelhas e fios capilares também ruivinhos. 

— Omma? — Uma voz doce respondeu... quem era ele? — O Jimin ouviu vozes, quem est... — Parou sua fala assim que se virou e me viu. 
Minha cara de taxo era perceptível. 

Porque tinha um híbrido de gato ruivo no quarto do meu omma e o chamando de omma também? 


Franzi o cenho e fiz uma careta. 

— O que diabos é isso? — Perguntei e acabei usando um tom rude automaticamente. 

— Eu o adotei, Kook! — Jin me olhou, com felicidade nos olhos — Ele não é a coisa mais fofa? — Me olhou, mostrando o seu maior sorriso. 
Aumentei ainda mais a minha careta — O que é isso? Você não gostou de ter um irmãozinho novo? 

— “Irmãozinho?” — perguntei, sentindo meu sangue começar a ferver — Como assim? Porque o adotou? 

— Kook... você sabe que eu não posso ter filhos... eu me sinto sozinho, o Nam trabalha e eu fico aqui, fazendo nada... — Explicou. 

— Sozinho? — perguntei irritado — Eu venho aqui sempre que posso! Nunca te deixei sozinho! 

— Mas kook... você não é mais uma criança... eu quero cuidar de alguém. 

— Então é isso? Eu não sou o suficiente para você, omma? — Alterei a voz. O baixinho assistia tudo encolhido, de cabeça baixa, parecendo triste. 

— Claro que não é isso, Jungkook. Eu amo você, tente entend... 

— Entender? É sério? — sorri sarcasticamente — É a segunda pessoa que me pede isso hoje. 

— Jungkook... — Namjoon colocou uma mão no meu ombro, mas eu retirei a mesma com ignorância. 

— Eu estou cansado disso... Ninguém se sente satisfeito comigo, todos pedem para que eu entenda e nunca procuram me entender. — desabafei — Quer saber? Eu vou embora. 

— O que? — Assustou-se — Não! Por favor, vamos conversar! O Jimin está aqui para trazer felicidade, não brigas — Tentou me convencer 

— Você não tem para onde ir, fique aqu... 

— Eu não vou ficar em um lugar onde não faço diferença — Despejei. Aquilo pareceu ter machucado muito o mais velho, mas eu estava com raiva, não conseguia controlar minhas emoções, tinha acabado de sofrer com a traição do meu irmão... e agora, isso. 

— Por favor... não vai... eu não sabia que você iria ficar tão irritado — Pediu baixinho. 

Dei as costas para todos e saí dali, sem dar chances para ouvir as desculpas. 
Sim, minha atitude foi muito ciumenta e infantil, mas como eu disse, eu estava frágil, com os sentimentos à flor da pele. 
Fui caminhando pelas ruas escuras, quase não tinha ninguém pelo fato de já estar muito tarde, porém, algo estava chamando muita atenção no meio daquela escuridão. 
Era uma boate... com uma iluminação muito forte e letras em neon. Não tinha como não notar. 
A música parecia estar muito alta lá dentro, mas por fora soava um pouco abafada. 
Eu não tinha para onde ir... então, o que custava dar uma olhada, não é? 
Ao me aproximar, me deparei com algumas pessoas bêbadas, outras se agarrando... e olhe que eu ainda nem tinha entrado no local. 
Quando entrei, senti um cheiro forte de álcool, acompanhado com o cheiro mais discreto da fumaça de gelo seco. 
A música estava muito mais alta do que eu imaginei. Muita gente estava na pista de dança, se esbaldando... eu não era do estilo dançarino, então preferi sentar em uma das cadeiras do bar e pedir uma bebida forte. Talvez assim eu esquecesse um pouco de tudo o que aconteceu. 
Não demorou muito para que o meu pedido chegasse... aquela era provavelmente a bebida mais forte daquele lugar. 
Peguei o copo com vontade e virei tudo de uma vez só. 
O líquido desceu praticamente rasgando a minha garganta, era realmente muito forte. 
Perdi a conta de quantas vezes repeti o mesmo ato, já estava vendo tudo borrado. Minha cabeça latejava e eu via tudo girar. 

— Você está bem? — Uma voz soou em meu ouvido e eu imediatamente encarei o dono dela. 

— Q-Quem é você? — Perguntei gaguejando por não estar conseguindo controlar totalmente a minha voz. 

— Argh, que cheiro horrível... — Tampou o nariz — Você parece muito bêbado. 

— Jura? — Gargalhei alto — Ainda não s-sei quem é você. 

— Eu vou te ajudar... — Me segurou — Não pense que é caridade, isso é só porque você é muito bonito. 

— V-Você acha? — Falei embolado e tentei focar minha visão no garoto — Você também parece bonito... eu gostei. 
E realmente, eu não estava mentindo. Poderia até ser efeito da bebida, mas eu vi um garoto com cabelos cinza, pele muito branca, rosto delicado... e orelhas de gato na mesma cor do cabelo. 

— Uhh, gostei — Sorriu. — Mas você não deveria falar isso para quem não conhece, eu poderia ser um sequestrador... 

— Então... — Me aproximei do seu ouvido — Que tal nos conhecermos melhor? — Propus. 

— Muito tentador... — Aumentou o sorriso — No primeiro andar têm alguns quartos, vou te levar para lá.


Notas Finais


AAAAAAAAAAAH, nao sei se ta bom, se não gostarem ou tiverem sugestões chega lá no twt o nome é o mesmo que tá aqui no spirit <3


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