História Garoto do dormitório ao lado. - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 20
Palavras 1.070
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Fluffy, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Bom, o menino na capa desse capítulo seria o que representa o novo vizinho de nossa bela protagonista com fetiches estranhos.
"AIN ALESSANDRA, MAS EU CONHEÇO ESSE PERSONAGEM, É O JOHN OVOBERT"
Eu sei, eu escolhí a aparência dele porquê...É FOFA DEMAIS, PUTA MERDA!
Ainda mais com essa cara de bobão.
Acho que no próximo capítulo eu coloco uma foto da protagonista, não comam meu cú, obrigada.
FALOU, BUNDAS ROSADAS.

Capítulo 1 - Vizinho bobão.


Fanfic / Fanfiction Garoto do dormitório ao lado. - Capítulo 1 - Vizinho bobão.

. . .
Tudo havia começado no dia 8 de Agosto de 1989.
Era um verão entediante, minha mãe grávida e...Acho que estamos contando a história muito do início, vamos pular um pouco.
13 de Junho de 1995, lá estava eu com meus 6 anos de idade, naquele começo de verão, minha família era uma família pequena, eu, minha mãe, e meu irmão.
Não era uma família agitada, era até quieta demais, meu irmão vivia trancado em seu quarto, acho que é normal para um garoto de 14 anos, já a minha mãe, vivia trabalhando.
Acho que posso dizer que nossa família era um tanto rica, afinal, uma casa de dois andares gigante para três pessoas é algo meio exagerado.
E foi nesse mesmo verão entediante na qual eu ficava sempre um pouco sozinha, que minha mãe decidiu contratar uma empregada.
E foi uma das melhores coisas que aconteceu na minha vida pacata.
A nossa empregada era uma mulher loira, muito bonita, muito alta, ela era gigante, ela tinha quarenta e dois anos, e estava bem conservada, seu nome era Terezi.
Sim, era Terezi, não Tereza.
Ela era um amor de pessoa, ela conversava comigo sobre muitas coisas, inclusive bonecas, coisa que eu adorava, mas uma coisa que eu gostava muito era desenhar, e pode apostar, ela desenhava bem pra caralho.Pelo menos quando parava para descansar, ela se sentava ao meu lado e desenhava junto comigo.
Mas certo dia, eu a notei meio triste...Perguntei o motivo, e ela respondeu que ia trazer um amigo para mim.
Dois dias depois de espera, ansiosa, ela chega em nossa casa com um pequeno garoto, mais ou menos de minha idade escondido atrás de seu vestido.
Ele tinha cabelos totalmente negros, e bagunçados, era baixinho, e os olhos azuis da mãe.
Eu era um pouco metida, mas acho que isso me fazia divertida, até.
Eu peguei a mão do garoto e o puxei até a mesa no meio da sala onde eu costumava ficar desenhando.

-Vem!-Eu o chamei, o puxando pela mão.

A mãe dele não tirava um sorriso dos lábios.
Ele era um pouco quieto, mas com o tempo foi se soltando, ele era como sua mãe, um amor de pessoa, ele era gentil, e grande parte das vezes engraçado...Pelo menos pra mim.
E tristes eram os dias que ele não podia vir, acabava por ser uma solidão pra mim.
A gente meio que cresceu junto, mais ou menos nos meus doze anos de idade, que foi mais ou menos aí que eu desenvolví uma queda por ele.
Foi aquela coisa de criança, nada muito sério...Mas dormir pensando nele era algo que me era muito grande, já que eu não costumava sentir muito afeto pelas pessoas.
O tempo se passou, e no ano de 2003 mesmo, nós mudamos de cidade.
Ah, foi a pior coisa de minha vida, aconteceram coisas tais como...A perda do garoto que eu gostava, e da minha segunda mãe?
Eu a considerava minha segunda mãe...Sim...Ah, sinto tantas saudades dela, mesmo que eu já tenha 21 anos de idade...Eu também sinto saudades daquele garoto...Na verdade, de certa forma eu criei até uma certa raiva dele, por algum motivo, que já que não sou tão boa de memória, eu já me esquecí...É, eu me esqueço de coisas idiotas.
Ele deve ser um baixinho gordinho como eu agora, com certeza...Heh...

Eu rí, me libertando de meus pensamentos e lembranças nostálgicas no meio de uma aula de psicologia naquela faculdade.
Tedioso.
quando aquela aula acabou, eu dei um suspiro, um suspiro alto, olhando em volta.
Ah, esse lugar cinza e escuro novamente...Saio de sala, indo para meu dormitório, que se encontrava ao lado da faculdade que estava, era uns dormitórios meio apertados que eram alugados por um preço baixo.
Estava prestes a entrar, quando ví um garoto, bem alto comparado a mim, pele pálida, e cabelos negros, com as pontas meio castanhas tapando seus olhos.
Ele é estranho, eu não conseguia ver seus olhos direito, um óculos quadrado estranho se encontrava em seu rosto.
Ele carregava umas caixas, pelo jeito estavam pesadas, hein...Ou ele só era fraco demais, o que na verdade faz jus a sua aparência.

-...Quer ajuda, carinha?-Perguntei desviando o olhar para a minha porta, enquanto a abria.
-...E-Eu não preciso.-Ele disse fazendo esforço, para carregar uma caixa onde aparentava haver apenas um violão.
-Eu sei que precisa, idiota.-Cheguei perto dele, colocando a costa de minha mão na cintura, me apoiando contra a parede.
-Se sabe...P-Por que não me ajuda?-Ele disse deixando a caixa cair no chão, revelando também uma caixa cheia de fotografias junto ao violão.
-Ah, de acordo com as suas palavras, você não precisa disso não é?Só é orgulhoso demais para assumir.-Eu peguei o violão na mão com facilidade e o entreguei.
-...-Ele olhou para meu rosto com um tom curioso e sério.-Qual o seu nome?-Perguntou entrando no quarto.
-Ana...Me chama de Nana.-Falei pegando a caixa de fotografias.

Lindas fotos de árvores, e esse tipo de coisa...Ele deve ser da faculdade de fotografia daqui de perto.
Logo ouço o barulho do violão caíndo outra vez.

-N-Nana?-Ele perguntou um pouco surpreso.
-Sim, Nana.-Respondí.
-Esse nome me soa um pouco famíliar.-Ele deu um pequeno sorriso.
-...Tá né.-Continuei olhando as fotos.
-N-Não mexa nisso!-Ele disse tirando as fotos de minhas mãos.
-Ah, desculpa, senhor fotógrafo.-Eu disse com irônia.-Mas suas fotos são muito boas de qualquer maneira.
-...Obrigado, eu acho.-Ele agradeceu juntando as fotos.
-Meh, é verdade.-Eu disse cruzando os braços.
-...Ok, então obrigado de verdade.-Ele disse brincando.
-Heh...-Eu dei uma pequena risadinha.-Precisa de ajuda para mais algo, grandão?
-...N-Não, obrigado.-Ele disse colocando os cabelos para trás.-Tá calor hoje, né?-Ele se abanou.

Olhos azuis esverdeados, e sardas...São bonitos os olhos dele.
Ele ficou olhando para a minha cara com um olhar distante.

-Tá olhando o quê, sardento?-Perguntei achando estranho o olhar dele.
-Ham?Não, nada...Baixinha.-Ele disse entrando com as fotos nas mãos e um sorriso de canto.
-...E-Eu não sou baixinha, idiota.-Gaguejei.
-Ora, porque está gaguejando, pequena?-Ele deu uma pequena risada me provocando.
-Na boa, vai se foder, cara.-Eu dei uma pequena risada, percebendo que ele dizia aquilo de proprósito.
-Heheh...-Ele deu mais algumas risadas.-Bom, obrigado pela ajuda.-Ele agradeceu com metade do corpo  pra fora da porta.
-De nada, "grandão".-Eu entrei para meu quarto e fechei a porta.

Ele é legal pelo menos.
Deitei em minha cama cansada, virei o rosto para o lado e fechei os olhos.
Amanhã será um novo dia.


Notas Finais


Bom, foi só isso, com toda a certeza do mundo, está uma merda, mas fazer o quê, né?
Eu juro que essa eu não apago.


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