História Garoto você é o demônio que me destruiu - Capítulo 6


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Categorias Amor Doce
Tags Amor Doce, Castiel, Drama, Lysandre, Morte, Romance, Suícidio, Suspense, Tragedia
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Palavras 2.748
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu atualizo mesmo essa fic nas horas e nos dias mais improváveis KKKKKKKKKKKKKKK Enfim, estou eufórica com esse capítulo, de longe o que eu mais gostei de escrever e espero que vocês gostem tanto quanto eu.
Quero que ouçam a música que o Lysandre está cantando, se tiver como ouvir enquanto estão lendo será ainda melhor ou depois de lerem. Ela é mesmo uma das minhas músicas favoritas que quero compartilhar com vocês. Estará nas notas finais o link.
Por favor, comentem, eu fico tão feliz quando recebo um! Me anima a continuar, é sério! Me esforço e dedico muito do meu tempo para atualizar com frequência e o negócio fica mais rápido ainda quando recebo um comentário de vocês. <3 É MUITO importante para mim isso.
Outra, eu sempre fico relendo os capítulos que já escrevi e acabo modificando um monte de coisas... Então não estranhem quando voltarem para ler um capitulo e ele está um pouco diferente é porque eu sempre procuro melhorar o que já escrevi.
Boa leitura :3

Capítulo 6 - Seu primeiro beijo


LEIAM AS NOTAS INICIAIS. É IMPORTANTE, SÉRIO.

 

Mesmo que negasse para si mesma a vontade de subir naquele palco e cantar loucamente aquela música como a doida que é, era inevitável aquele êxtase de ouvir “Audioslaves – Like A Stone” ao vivo.

Mesmo que baixinho, ela repetia os trechos da música enquanto assistia Lysandre cantando com tanta emoção sob aquele palco, como se o mundo a sua volta não existisse, como se apenas aquelas letras o rodeasse querendo lhe dizer tantas coisas e o fazendo sentir tantas coisas.

- On a cobweb afternoon (Em uma tarde suave)

In a room full of emptiness (Num quarto cheio de vazio)

By a freeway, I confess (Abertamente, confesso).

I was lost in the pages (Eu estava perdido nas páginas)

Of a book full of death (De um livro cheio de morte)

Reading how we'll die alone (Lendo como nós vamos morrer sozinhos)

Nesse momento ela se levantou e foi em direção do palco, no mesmo momento em que Lysandre abriu seus olhos e a encarou com intensidade, mas sem vê-la de fato, pois seu olhar ainda parecia perdido e muito distante dali. Pedido naquele refrão da música.

- In your house (Em sua casa)

I long to be (Eu quero estar)

Room by room (Quarto por quarto)

Patiently (Pacientemente)

I'll wait for you there (Vou esperar por você lá)

Like a Stone (Como uma pedra)

I'll wait for you there (Vou esperar por você lá)

Alone (Sozinho)

Castiel não ficava atrás, com seus dedos tocando com agilidade, acompanhando cada palavra que era dita, como se fosse um só, como se a guitarra falasse até mais que a própria letra.

- And on my deathbed, I will pray (Em meu leito de morte, vou rezar)

To the gods and the angels (Aos deuses e aos anjos)

Like a pagan, to anyone (Como um pagão, para qualquer um)

Who will take me to heaven (Que me leve ao paraíso)

To a place I recall (Para um lugar do qual me lembro)

I was there so long ago (Eu estive lá já faz muito tempo)

The sky was bruised, the wine was bled (O céu estava ferido, o vinho era sangue)

And there you led me on (E lá você me conduziu)

Quando o refrão repetiu mais uma vez, Lena não se aguentou, cantou agora muito mais alto, palavra por palavra, quase sibilando, se deleitando com o sentimento de nostalgia que aquela música tanto passava para ela e nesse momento entrou o solo de guitarra.

Era tão... Agonizante, como se a guitarra chorasse e gritasse com dor e era perfeito, porque era exatamente o que a música relembrava no coração de Lena.

Um sentimento de solidão doloroso.

E era incrível como Castiel conseguia fazer com que sua guitarra passasse tão gloriosamente essa lembrança para ela.

- And on I read (E assim eu li)

Until the day was gone (Até o dia acabar)

And I sat in regret (E me sentei arrependido)

Of all the things I've done (Por todas as coisas que fiz)

For all that I've blessed (Por todos que abençoei)

And all that I've wronged (E por todos que ofendi)

In dreams until my death (Em sonhos até minha morte)

I will wander on (Irei vagar)

E assim o refrão se repetiu mais uma vez, uma última vez. Estava no fim, estava acabando, todo aquele momento e, sem que se desse conta, Lena estava chorando, não muito, apenas algumas solitárias lágrimas corriam livres por seu rosto.

E enfim a música acabou, sendo aplaudida de pé por quase todos, acompanhada por gritos eufóricos.

O mais sensacional disso tudo, Lena pensou, era que aquela tinha sido só a abertura, eles tocariam muito mais músicas, tudo aquilo tinha sido só o começo.

E era verdade, depois disso tocaram outras sete músicas, muito maravilhosas e de cunho original, escritas pelo digníssimo Lysandre que sem dúvidas, na concepção de Lena, tinha jeito para coisa e que se continuassem assim não demoraria nadinha para que assinassem contrato com alguma locadora e assim lançarem seu primeiro álbum.

Então quando apresentação deles se encerrou, o público foi à loucura.

Queriam mais, queriam que tocassem a noite inteira.

Aquele show tinha sido um sucesso, sem dúvidas.

Logo depois de descerem do palco e serem recebido pelas pessoas com apertos de mãos e até pedidos por autógrafos, foram se sentar-se à mesa com Leigh, Rosa e, claro, Lena que a essa altura tinha virado fã de carteirinha daquelas pessoas.

Rosalya a apresentou para aqueles que ainda não a conheciam e ela foi saudada com gentileza. Íris até deu um rápido abraço nela e pegou uma cadeira para sentar-se ao seu lado, Lysandre repetiu o gesto do irmão logo cedo, beijando sua mão em cortesia e elegância. Viktor foi menos caloroso, dando apenas um leve cumprimento antes de se jogar na mesa e abaixar a cabeça para dormir.

- Não ligue para ele. – Íris aconselhou enquanto revirava os olhos pela falta de modos do garoto. – Ele ensaiou a noite inteira e agora o cérebro dele pareceu ter desligado. Ainda bem que ele não errou nada nas músicas.

Lysandre por sua vez sorriu.

- Vi você perto do palco. – Declarou. – Cantava a música com tanto entusiasmo que me impressionou.

- É porque era minha música favorita. – Disse empolgada. – Eu não resisti... Vocês foram incríveis tocando! Nunca vi nada igual.

- Eu sei disso, não ensaiamos a toa. – Castiel gabou-se enquanto bebia em um gole só todo vinho que tinham lhe servido como cortesia da casa. – Mas fiquei surpreso quando vi que você tinha vindo também. – Então olhou para a garçonete que veio ao seu encontro imediatamente. – Me traga a bebida mais forte que tiverem. – Disse simplesmente.

Lena aproveitou a oportunidade e pediu refrigerante.

Rosalya analisava as fotos que tinham tirado deles, já se perguntando por quanto poderia vendê-las quando estivessem famosos. Leigh engajou em uma árdua discussão com seu irmão sobre seus sapatos.

- Já expliquei, não os encontrei a tempo então fui do jeito que estava. – Lysandre deu com os ombros.

- Descalço? Você é inacreditável Lysandre! Como consegue perder sapatos assim? – Reclamou deixando seus ombros caírem em derrota.

- Se pelo menos essa fosse à única coisa que ele perdesse... – Rosalya o encarou, o repreendendo com o olhar como uma mãe diante de um mau feito do filho.

- Não é minha culpa, não escolho perder as coisas assim. – Justificou amuado.

- Eaí? A discussão de família já acabou? – Castiel interrompeu após outro gole em sua bebida, provavelmente a terceira naquela noite, parecendo ligeiramente mal humorado. – Sempre que se juntam é o mesmo bate boca, pelo mesmo motivo! Ainda não entendeu que ele é esse cabeça de vendo e isso não vai mudar?

- Eu não sei se agradeço por ter me defendido ou fico ofendido. – Ponderou Lysandre segurando o riso.

Lena assistia tudo àquilo com fascínio.

Família era o que eles claramente eram, até Íris, que ria com tudo aquilo e Viktor que levantara o rosto apenas para assistir a discussão com cara de tédio, mas sem querer perder um detalhe.

Perguntou-se como ficaram tão próximos assim, pois era claro o ambiente acolhedor de lar que existia ali e provavelmente existia sempre que se reuniam.

Lembrou-se que na sua antiga escola ela fizera muito do que considerava “amigos”, mas que quando mudou de escola perdera contato com todos.

Agora, vendo eles, percebeu que o que tivera não eram amigos e sim, no máximo, colegas que sempre paravam para cumprimenta-la no corredor ou pedi favores a todo o momento. Aquelas pessoas sentadas com ela, elas sim eram amigos de verdade, daqueles se leva para a vida toda.

Gostaria de fazer parte daquilo também e que de fato, desejava que eles ficassem assim para sempre, até que velhinhos se sentariam em algum lugar e relembrariam dos tempos de juventude.

- O que foi Lena? – Rosalya indagou de repente.

- O que foi o que? – Perguntou a menina despertando-se de seus pensamentos.

- Você estava rindo feito boba para o nada, mó viajem miga, mó viajem... – Ela comentou a encarando preocupada, mas ainda risonha, pois era realmente engraçada a cara que Lena fazia enquanto pensava em um futuro ainda muito distante.

- Até pareceu com o Lysandre. – Íris falou distraidamente, mas claramente querendo provocar o Lysandre.

- Vocês não se cansam de falar de mim, não? – Retrucou largando o suco que bebia e cruzando os braços incrédulo.

- Claro que não, não somos nós que estamos descalços em um bar. – Leigh não perdeu a oportunidade de relembrar o caso.

- Vão começar de novo esse papo? – Castiel perguntou, pois claramente o assunto voltaria à tona e ele parecia de saco cheio dele.

Eles se entreolharam antes de caírem na gargalhada e logo se distraíram com qualquer assunto e depois com histórias cada vez mais cômicas e muito constrangedoras com o tempo.

E assim eles ficaram até quase amanhecer, no outro dia tanto Rosalya, quanto Lena e Castiel teriam aula e os restantes iriam trabalhar cedo.

Eles não se lembraram disso até um senhor, provavelmente dono do lugar, anunciar para todos que ainda ficaram que iriam fechar.

Leigh se comprometeu em deixar Rosalya, Íris e Viktor em casa, naturalmente iria levar o Lysandre também, como prioridade, mas ficou preocupado em como faria para levar Lena e Castiel. Claro, Lysandre veio de carro com sua banda, mas ele já havia cedido e bebido um pouco, para aguentar o enchimento de saco do irmão, então estava fora de questão ele dirigir, embora não tivesse tão bêbado assim. Sabia que Íris tinha que chegar mais rápido, pois sua avó, a única parente que ele conhecia da menina, ficaria morta de preocupada se a neta demorar mais do que já demorou para chegar e não consegue descansar enquanto ela não chegar, Viktor também tinha que chegar rápido porque não se aguentava nas próprias pernas, tanto por estar embriagado quanto pelo sono que já tinha.

Estava pensando nisso quando a voz arrastada, mas nem um pouco embriagada, de Castiel se pronunciou.

- Vocês vão na frente e eu deixo Lena em casa. – Sugeriu de repente enquanto todos falavam em quem iria com quem já na porta do bar.

- Nunca que eu vou confiar em você para deixar Lena em algum lugar depois de ter bebido. – Rosalya declarou com rispidez.

- Estou agora seriamente preocupado com o que você pensa que eu sou Rosa. – Disse fingindo que estava ofendido.

- O cara que mais bebeu entre nós e ta-ra-do. – Sibilou como se estivesse falando com uma criança.

- Quem te ouve pensa que eu já assediei alguém na vida! E não, eu não bebi tanto assim e estou longe de estar bêbado. – Se defendeu. – Além do mais, comigo por perto, ninguém iria mexer com ela e assim fica tranquilo ir a pé mesmo.

Todos olharam para Lena esperando seu veredito, afinal era ela que poderia está se arriscando.

- Por mim tudo bem ir com o Castiel... – Murmurou, mas foi bem ouvida por Rosalya que tocou em seu ombro com compaixão no olhar.

- Se ele encostar um dedo em você, me fala, que não pensarei duas vezes em cortar você-sabe-o-que. – Cochichou em seu ouvido fazendo Lena soltar uma risada.

- Mas não foi você que me aconselhou a aproveitar cada oportunidade para me aproximar dele? – Cochichou de volta.

- Agora estou com medo. O que vocês duas estão sussurrando? – Questionou nervoso.

- Nada demais. – Respondeu Lena simplesmente, dado com os ombros, mas Castiel não parecia ter sido muito convencido.

- Então está tudo resolvido! – Rosalya anunciou. – Castiel vai deixar Lena em casa. – Deu uma piscadinha cúmplice para Lena, sendo a única a perceber.

Depois de uma rápida despedida, com Lena indo buscar sua mochila no carro e prometendo devolver logo a roupa da Rosalya, que disse que não precisava e que ficava de presente, a menina se encontrou caminhando pelas ruas frias da cidade ao lado de Castiel.

Era uma noite sem nuvens, deixando o céu cheio de estrelas a vista e uma imensa lua iluminando tudo o que estava ao seu alcance, às ruas estavam silenciosas podendo ouvir seus próprios passos no chão, as folhas das árvores balançando e o som dos grilos a distancia.

Como em um sonho, Lena pensou.

Então uma brisa soprou mais forte a fazendo estremecer.

- Está com frio? – Enfim Castiel se pronunciou após um curto período de silêncio.

- Você não? – Devolveu a pergunta.

- Não, vai ver é o álcool no sangre. – Respondeu dando de ombros. – Se quiser posso te emprestar minha blusa de frio. – Apontou para a cintura onde ela estava amarrada.

Lena pensou na dela própria dentro da mochila, depois em como gostava de sentir aquele frio gostoso da noite...

- Claro, estou mesmo com frio. – Aceitou de bom grado a ajuda.

No fim, nada do que pensou se compararia em estar envolta do perfume amadeirado que ele possuía, seria quase como abraça-lo e a ideia fez seu coração vibrar.

Ele sorriu e entregou-lhe a blusa que a menina não demorou em vestir.

Como esperado ela ficara muito grande, ao ponto de encobrir suas mãos e chegava até próximo do joelho.

Lena não imaginou que era tão, mais tão baixinha assim. Quer dizer, as roupas de Rosalya ficaram até um pouco grandes, mas nada tão notório quanto à blusa de Castiel.

- O que você tá olhando? – Ela perguntou ligeiramente incomodada pelo olhar que ele sustentara desde que tinha entregado a blusa.

Ele não respondeu, desviando o olhar. Por ser à noite, e Lena não está tão atenta assim, não percebeu o claro rubor nas bochechas dele que se estendia até mesmo a suas orelhas.

Lena teria ficado surpresa se pudesse ler mentes naquele momento.

Ao seu lado, Lena observou as tatuagens em seu abraço, eram muitas, mas a que mais chamou a atenção era de um dragão, esta se estendia por todo o abraço até quase encostar nas costas de sua mão, ficou tentada a perguntar o que elas significam, ou se significa alguma coisa e até se atreveu a imaginar onde mais ele teria tatuagem.

Foi à vez dela de ficar mais vermelha que os cabelos do garoto do seu lado e diferente dela, Castiel percebeu, pois também a encarava enquanto se divertia na atenta observação que a menina fazia dele.

- Por que está tão vermelha? – Perguntou malicioso.

A menina gaguejou, enquanto se concentrava em limpar seus óculos na própria blusa enquanto pensava em uma desculpa, mas não foi necessário, pois Castiel gargalhou cortando o clima tenso.

Era tão fácil provoca-la, ele deduziu.

Não demorou para que engajassem em um assunto qualquer que se estendeu até que chegassem na casa dela.

- Então é aqui onde moro. – Ela anunciou cortando assunto anterior sobre vídeos de gatos espaciais e cachorros aprontando, apontando para a casa que estavam parados em frente.

Castiel resmungou que chegaram rápido demais na concepção dele, mal percebera que já estavam caminhando há quase uma hora.

Ela riu concordando totalmente com ele.

Ficaram depois disso se encarando, nenhum querendo se despedir do outro, mesmo que em pouco tempo fossem se encontrar na escola.

Foi ela quem deu a iniciativa de dizer um tímido e curto tchau.

Virando-se pronta para tirar a chave da mochila e abrir a porta de casa e ir para seu quarto onde deitaria em sua cama e refletiria sobre a maravilhosa e empolgante noite que tivera.

No entanto, Castiel não estava nenhum pouco satisfeito com aquele tchau tão simples. Ele era do tipo que sempre fazia o que desse vontade, sem pensar muito nas consequências, além de ser teimoso. Alguém assim não deixaria que a menina escapasse tão facilmente bem diante dele.

Com isso ele a chamou, fazendo Lena se voltar para ele, com a cabeça pendendo para o lado se questionando o que ele ainda queria.

Então em passos cautelosos, como uma cobra indo até sua presa, ele se aproximou dela até ficar em sua frente e ela precisasse levantar bem seu rosto para ainda olha-lo nos olhos.

Ela sabia o que ele planejava agora, embora parte dela dizia que não poderia ser possível, certo? Mesmo agora, a ideia de sair pulando por ali aos gritos totalmente animada ainda pinicava sua mente.

Será que aquele seria mesmo seu primeiro beijo?

E quando ele mais se aproximava de seus lábios, mais essa pensamento ia se tornando real.

E quando enfim seus lábios se juntaram com os dela, a realidade pesou sob seus ombros.

Lena estava mesmo beijando pela primeira vez.


Notas Finais


Link para a música que Lysandre canta: https://www.youtube.com/watch?v=7QU1nvuxaMA


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