História Garotos e Garotas - Capítulo 5


Escrita por: ~

Exibições 173
Palavras 2.679
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá <3
Então, eu poderia dizer inúmeros motivos pela demora, mas creio que vocês já sabem e eu acho que está ficando bastante cansativo me desculpar em todos os capítulos, mas... Me desculpem mesmo assim!!
Queria dizer que sinto saudade! E com esse vestibular chegando, minha pressão aumenta. Mas, mesmo assim, plena terça feira e cá estou eu, postando esse capítulo, mas não consegui evitar, já que queria fazer isso faz tempo!
Enfim, desculpem a demora e boa leitura! Perdoem os meus erros ou me avisem deles, ahaha.
Obrigada gente, lindus <3

Capítulo 5 - A garota que amava o amor


Capitulo 5

A garota que amava o amor.

 

“É que só o bobo é capaz de excesso de amor. E só o amor faz o bobo.”

– Clarice Lispector (Das vantagens de ser bobo)

 

 

— Pai, o que você acha dessa? — Ela correu até o mais velho, que regava as flores do Jardim e mostrou a foto que tinha na câmera. Ele lhe sorriu e passou as mãos na cabeça dela, carinhoso como sempre.  

— Está linda, querida. Você vai revelar? — A garota sorriu com a resposta do pai e sentou na grama, ao lado dele.  

— Não, essa eu vou pintar. Espero que fique bom!  

— Vai ficar, você tem muito talento. — Ele voltou a falar ainda sorrindo, mas sem encará-la. — Você sabe, eu sempre admirei esses dons de artista. Eu acho que requer uma sensibilidade extrema olhar o mundo com outra visão, que eu não consigo.  

— Claro que não. Acho que você só nunca tentou. Se você tentasse... — Ela se levantou, indo até uma das flores recém regadas e mirando a câmera fotográfica nela. 

— Ora, mas eu já estou capengando pra pensar em uma coisa dessas, Ino  

— Ah, pai, nada a ver. Você tá é super jovem. — A garota falou, meio irritada. Não gostava quando o pai insinuava que estava velho demais para as coisas, mesmo que ele estivesse brincando. Ele só tinha 48 anos e ficava falando toda hora aquilo, provavelmente só para irritá-la. 

— Claro, claro. Você é muito boba, Ino. – Ele disse sorrindo e garota fez uma careta, rindo logo depois. – Você não vai se atrasar para a escola, não?  

— Não... Deixa eu ver que horas... — Ino olhou para o seu relógio de pulso e arregalou os olhos, surpresa. Faltavam vinte minutos para o portão da escola fechar e ela mal podia acreditar. — Eita! Tenho que ir! — Correu para dentro da casa, abrindo a porta dos fundos que ficava na cozinha, correndo até a sala e pegando sua velha mochila azul — que ela amava com todas as forças — e correu, novamente, para fora, ouvindo o tilintar dos chaveiros da bolsa chocando-se uns com os outros. — Pai, vê se abre mais cedo a loja hoje. Sei que os clientes não têm vindo muito, mas você precisa se esforçar, ok? 

Falou e ouviu seu pai respondendo, mas não deu tanta atenção, apenas gritou um “eu te amo” a ele, enquanto pegava a bicicleta azul e saia em disparada em direção a escola. Não dirigia, nem tinha interesse em dirigir. Ino era uma garota muito simples e que amava muitas coisas.  

Se a perguntassem o que mais amava no mundo, ela responderia sem um pingo de hesitação: “meu pai”. Inoichi era, sem dúvidas, tudo para si. Com certeza, Ino valorizava seus amigos com tudo o que tinha, mas o seu maior lugar para retornar, seu porto seguro, e as conversas nas horas de incertezas, sempre era o mais velho. A quem ela mais queria fazer feliz no mundo.  

Mas Ino também amava muitas outras coisas. Por exemplo, ela amava ir para a escola de bicicleta porque amava a sensação do vento batendo no seu rosto. Certas vezes, tinha a sensação de que os ventos eram seres vivos e com alma, na qual ela nomeava de ‘Ventis’. Esses, por sua vez, eram seres muito travessos e que amavam ficar brincando com o cabelo dela, bagunçando-o. Mas a loira adorava que eles fizessem isso. 

Outras coisas que Ino mais amava no mundo era fotografar, pintar e desenhar. Em certos tempos, sentia uma inspiração tão forte dentro do seu ser, que ela precisava expressar aquilo de alguma maneira. Era como uma felicidade tão plena que não cabia dentro dela e acabava transbordando para a máquina ou papel. E ela amava cor. Sentia necessidade de vê-la. Mesmo em seus momentos de crises, ela gostava de misturar cores pesadas. A garota, certas vezes, sentia que as cores eram suas amigas. Pois elas mostravam humores e compartilhavam dores que só ela mesma podia sentir.  

Outra coisa que Ino amava era o azul. Porque azul era a cor do céu e ela amava o céu. E a menina amava tantas outras coisas que seriam impossíveis listar. Afinal, ela era alguém que amava o amor. E amava muito. Mesmo que fosse tão insegura de si, ansiosa e com uma estima não muito boa, ela amava tudo o que podia e conseguia. E assim vivia sua vida: com toda sua simplicidade.  

Chegou a escola e guardou sua bicicleta junto das outras nos fundos. Era um Colégio deveras grande, afinal era um campus. As vezes, por ser distraída demais, se perdia por lá, mas com isso já se acostumara, por isso conhecia quase por inteiro cada canto de lá. Mas, se pudesse listar os lugares que mais gostava, com certeza seria o jardim e o terraço que ficava em cima da escola e que quase ninguém ia.  Gostava também do grande campo em frente ao colégio, onde muitas pessoas iam almoçar, ou ficavam lá de bobeira nos intervalos, ou matando aula – inclusive ela.

Depois de guardada a bicicleta, ajeitou o cabelo que estava amarrado em um rabo de cavalo, deixando a franja solta, enquanto andava em direção a entrada da escola. Cumprimentou algumas pessoas que conhecia pelo caminho, não dando tanta atenção. Ino amava conhecer gente nova, mas tinha grandes dificuldades em se soltar para alguém. Com todo mundo, Ino era a alegria em forma de gente. Estava sempre conversando com todos e sorrindo. Mas só com os seus reais amigos ela conseguia soltar-se, mostrar sua espotaneidade, sua intensidade e amor. E poucos amigos verdadeiros já estavam bom, ela não precisava de mais do que isso. 

Subiu as escadas e enfim chegou a sua sala. Era aula de geografia a primeira, por isso sorriu empolgada antes de entrar. Não que fosse apaixonada pela matéria, gostava muito, mas o motivo de sua alegria era porque aquela aula, ela tinha junto de Sakura, sua melhor amiga. Por isso, entrou no local e logo viu a rosada sentando perto da janela, olhando para fora. Foi até ela, dando leves pulinhos. 

— Bom dia, Sakura! — Sorriu, enquanto colocava a mochila na mesa e ia retirando seu material.  

— Ah, Ino. — A garota desviou os olhos da janela e encarou a loira sorridente a sua frente. Não pode deixar de sorrir com a visão, já que Ino era sempre tão cheia de amor. — Bom dia.  

— Tudo certo? Como foi seu fim de semana? 

— Ah, você sabe, normal. Meus pais saíram e eu fiquei em casa, depois sai e tudo mais. — A rosada gesticulou com as mãos, aparentando desinteresse. — E o seu? 

— Foi muito bom! Eu fiquei com meu pai em casa, ajudei ele na floricultura e nós andamos juntos de bicicleta. Eu tirei várias fotos, quer ver? — Ino falava com tanta empolgação que parecia que pulava. Na visão de Sakura, ela era deveras alegre. 

— Claro. — A loira mexeu na bolsa e pegou a câmera fotográfica, ligando-a e a estendendo para a rosada, que a pegou e começou a passar foto por foto. Algumas eram engraçadas, como os dois, pai e filha, fazendo caretas, outras eram do céu ou de alguma paisagem. Mas as que mais impressionaram Sakura era uma em que o pai de Ino andava de bicicleta e, em frente e ele, o trânsito do caos da cidade, e outra com dois sorvetes, um de sensação e o outro de menta, mas que, pelo ângulo ou intensidade da Luz, talvez, fizeram um contraste muito bom entre as cores.  

— Essa daí é sobre o contraste entre realidades — Ino começou, apontando para a foto de seu pai, vendo que a amiga olhava interessada para aquela em especial. — o estresse da cidade, com a simplicidade de alguém que corre perigo devido a esse estresse. Quero dizer, para alguns a felicidade é uma coisa tão simples e plena, para outros, tão difícil e grande. — Ela sorriu.  

— Se é vindo de você, Ino, há sempre um significado. — Sakura estendeu a câmera a amiga, que a pegou, sorrindo, e guardou novamente na mochila. Sentou ao lado da menina, enquanto via o professor Asuma entrar na sala. Amava esse professor, porque ele era divertido e nunca brigava com ela, mesmo quando deixava de prestar atenção.  

Logo, o homem começou a dar aula, e Ino pegou uma folha de sulfite e seus lápis de cor aquarela. E passou a fazer um desenho, misturando e testando cores. Decidiu desenhar Karin, uma garota que tinha aula na mesma turma que ela, mas que nunca realmente se falaram, mas a loira gostava do tom do cabelo dela, assim como as feições um tanto agressivas que essa tinha. Também achou que, naquele momento, enquanto a ruiva apoiava seu rosto sob uma mão só e com a outra tamborilava seus dedos na mesa enquanto olhava para a lousa, ela tinha uma pose legal e merecia um desenho. Por isso, Ino começou. 

— Fazendo arte de novo na sala? — Ouviu Sakura sussurrar. Sorriu, mas não olhou para ela, continuou concentrada no desenho. — Você não tem jeito. — Era verdade que Ino raramente prestava atenção nas aulas. Por sua mente só se passavam inúmeras artes que podia estar fazendo e mais ideias, por isso ela sempre trazia consigo seus lápis de desenho, os lápis de cor e diversas folhas. E enquanto a aula ia passando, ela ia desenhando e inventando. — Quem é dessa vez? 

— Karin. 

— Karin? Por quê? — Sakura estranhou. Mas era normal, vendo que as duas nunca se falavam. 

— Eu gosto do cabelo dela. E ela tem uma pose bem legal agora, então eu senti vontade de desenhá-la. 

— Entendi. — Sakura sorriu. — Mostre-me depois se quiser. — Ino agora a olhou e sorriu de volta. Mesmo que a rosada pouco demonstrasse, era evidente que tinha interesse pela vida de Ino e queria participar. Por isso, a loira a amava muito.  

— Mas é claro que vou querer!  

 

—  

 

Não sabia para onde Sakura havia ido no intervalo. Ela a dissera que sairia para conversar com o amigo, mas desaparecera de repente. Então Ino decidira andar por aí. Na verdade, ela era bastante distraída e inquieta e não gostava muito de ficar dentro da sala sem fazer nada.  

Tinha muita gente andando pelos corredores e muita gente no pátio. Decidiu sair para ir a parte de fora onde tinha um grande campo onde geralmente os jovens saiam e se reuniam para conversar até que desse o horário de voltar às aulas. Desceu as escadas da escola cumprimentando algumas pessoas sorrindo, típico de si, e saiu. Sentiu uma leve brisa atingir-lhe o rosto e sorriu, olhando para cima e andando com os braços para trás. O céu estava muito lindo e em um azul claro bem forte na qual ela amava.  

Olhou para frente pisando na grama. O campo era realmente grande e repleto de gente, algumas correndo e jogando algo, outras só deitadas e conversando. Era gostoso de se ver, bom de pensar. Aquele dia tinha tudo para ser realmente agradável;  

Mas uma cena chamou mais a sua atenção: era um grupo de garotos, todos eles muito bonitos. Mas não fora a beleza, mas o jeito de cada um que era como um contraste, ao mesmo tempo que completavam-se. Eram cinco. Três ela conhecia e os outros dois, não. Naruto, Suigetsu e Sasuke acompanhados de mais três amigos. 

O loiro estava em pé sorrindo e gesticulando com a mão enquanto falava animado. Ao seu lado e rindo, com as mãos na barriga, Suigetsu. Sentado na grama, com as mãos atrás do corpo e jogando todo seu peso nelas estava Sasuke. O vento fraco batia-lhe contra a face de modo que seus cabelo bagunçavam um pouco, ficando contra sua face. Ao lado deste e sorrindo tão amável, tão simpático e, ao mesmo tempo tão selvagem, um garoto de cabelos castanhos e arrepiados, de pele bronzeada. Realmente, era muito bonito. Mas quem mais chamara a atenção de Ino, de modo a fazê-la corar e não conseguir encarar realmente, fora um outro garoto que estava do lado esquerdo de Sasuke.  

Era ruivo, bem ruivo, tão forte como o tom do cabelo de Karin, mas, ao mesmo tempo, mais escuro. Karin tinha o cabelo vermelho paixão, tão forte quanto a personalidade dela. Mas a cor do cabelo daquele garoto era vermelho intenso, porém ainda discreto. Assim como ele se mostrava. O estilo era forte, mas não tão chamativo, com as roupas pretas e poucas correntes sobre as calças. Mas seus olhos eram em um verde tão claro e magnético como se tivessem sugado o resto da cor de suas roupas. Ele estava sentado, ereto e nas mãos um cigarro na qual ela observou atentamente o movimento deles sendo levados até os lábios finos do rapaz. Ele mantinha a face calma, com um pequeno sorriso, tão pequeno que Ino quase não percebeu — sorte a dela ser tão perceptiva — enquanto os olhos estavam atentos em Naruto. Não o conhecia. Não sabia seu nome; mas era lindo.  

Ino só havia gostado de uma pessoa na vida: Sasuke. Devia ter doze anos quando percebeu seu sentimento. Sasuke era lindo, estavam na mesma sala, mas pouco se falavam. As vezes Ino jogava certo charme para cima dele, falava alto demais querendo chamar-lhe atenção. E, o mais engraçado de tudo, foi que Sakura também gostava dele.  

A competição entre as duas começou de modo brincalhão e assim terminara. Porque o gostar de Ino fora tão breve e rápido que até mesmo ela decepcionara-se. Agora, mais crescida, podia entender: amar era o seu sonho de garota. Queria amar como naqueles filmes de romance que via, namorar caras bonitos, conquistá-los, e viver um grande amor. Riu com o pensamento, mas não se arrependia. Lembrava dos momentos em que ficava horas e horas falando ao pai sobre Sasuke e assuntos referentes. Fora bom e, olhando para trás, sabia que nunca dariam certo um com o outro.  

Mas mesmo o moreno sendo inegavelmente belo, o ruivo que agora via conseguia ser ainda mais, em sua opinião. Por isso, vendo aquela cena tão linda entre os amigos e aquele garoto em especial, tirou uma foto. Que agradável. Revelaria e, quem sabe, daria para Naruto.  

— O que tá fazendo? — Ouviu dizerem bem em seu ouvido e deu um pulo, escondendo a câmera atrás de si inconscientemente.

— Shikamaru! — Afastou-se bruscamente, ainda surpresa, fechando os olhos brevemente enquanto colocava uma das mãos em cima do peito. — Que susto! 

— Foi mal. — Ele deu uma risada e a loira fez uma careta, imitando-o.  

— Não estou fazendo nada. O que você faz aqui? Sempre tá dormindo na sala! — Perguntou, enquanto olhava novamente para a câmera.  

— Estava indo ali falar com os caras. — O amigo apontou com o dedo onde Naruto e os outros garotos que ela havia tirado a foto estavam. Atrás de Shikamaru e caminhando até eles pode avistar Chouji.  

Além de seu pai, Ino possuía alguns amigos. Mas haviam quatro em especial, para quem ela contava em todas as horas: Sakura, Shikamaru, Naruto e Chouji. A princípio, não haviam mais, mas Ino os amava com todas as suas forças.  

— Você sabe o nome daqueles dois? — Apontou para os dois meninos da turma que ela não conhecia, interessada mais em saber o nome do garoto ruivo. Se o amigo notara seu interesse, não perguntou e fez pouco caso.  

— O cara com um sorrisão idiota é o Kiba, e o quietão meio sinistro é o Gaara. É mais amigo do Naruto, conheci a pouco tempo também. — Ele deu de ombros, esperando que Chouji chegasse. Os três conversaram brevemente e Ino se iluminou com a descoberta. Gaara. Ela gostava desse nome.  

Parando de enrolar, os dois amigos foram até os garotos e a loira os observou novamente e atentamente. Eram lindos, eram tão peculiares que ela sequer podia definir a alegria de ver tanto amor em uma só imagem. Não sabia se sentia aquilo porque seus amigos estavam lá, ou se só estava emocionada de ter achado alguém tão bonito como o ruivo que agora sabia o nome. Bem, não importava. E, mesmo sendo somente um sonho de garota, ela ainda queria viver um grande amor.  

Mais um “click” na câmera e mais uma foto tirada.

Amor.

Aquela, ela gostaria de desenhar.

 


Notas Finais


Olá novamente!
E aqui está a minha, a nossa, linda amorazinha azul, a Ino <3 Ela é um dos meus xodós, todos são, mas a Ino é tipo a Baby, entendem? UAHAUH
Eu fiz ela inspirada um pouco em características da minha vida pessoal, mas a personalidade dela, em alguns quesitos artísticos, é inspirada em uma pessoa deveras importante para mim. Estou tentando preservar ao máximo das personalidades originais dos personagens a medida que acrescento um pouco sobre cada um que eu acho conveniente. Eu espero que vocês entendam e estejam gostando, mas, caso não, e tiverem alguma crítica construtiva, sou toda a ouvidos!
Enfim, espero que tenham amado essa boba que é a Ino, assim como eu a amo tanto! Queria dizer que faltam só mais dois capítulos narrados por personagens para eu começar oficialmente a história. Vão ter mais focos em personagens que ainda não tiveram essa chance, mas vou fazer mais para frente, porque não convém agora e não quero tornar isso cansativo. Estou ansiosa para chegar nos conflitos adolescentes de cada um, espero que também estejam! haha
A frase inicial é de um texto chamado "Das vantagens de ser bobo" da Clarice, que eu inclusive já usei em uma outra fanfic minha, mas é inevitável não usá-lo novamente, porque ele é tão significativo para mim!! haha
Enfim, gente, espero que tenham gostado e eu sinto saudade! Me perdoem mais uma vez pela demora, mas o próximo já está a caminho.
Até logo!! <3

Das vantagens de ser bobo <3: https://pensador.uol.com.br/frase/NjY4MTUz/
Passarinhos <3: https://www.youtube.com/watch?v=IJcmLHjjAJ4


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...