História Gato de rua - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Haikyuu!!
Personagens Akaashi Keiji, Bokuto Koutarou, Kei Tsukishima, Tadashi Yamaguchi, Tetsurou Kuroo
Tags Kurotsuki, Kurotsukki
Visualizações 229
Palavras 1.146
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu fiquei feliz para um senhor caralho quando vi que ainda tinha bastante gente esperando continuação da fanfic, ces n fazem ideia

Tecnicamente ainda é final de semana pq eu ainda n dormir lskkk eu sempre imagino o cap totalmente diferente do que realmente sai, to bem triste, mas ok. espero que gostem

Capítulo 8 - Primeiro encontro


Fanfic / Fanfiction Gato de rua - Capítulo 8 - Primeiro encontro

Ainda era bastante cedo quando Tsukishima acordou com um barulho familiar e uma repentina claridade — que sabia não vir do sol — em sua cara. Ergueu o rosto um tanto atordoado, coçando os olhos e novamente sentindo o flash de luz o cegar momentaneamente, forçou-se a abrir os olhos, vendo Kuroo com o celular em mãos e um sorriso idiota nos lábios olhando para o visor do aparelho eletrônico.

– O que você está fazendo? – Perguntou com a voz ainda sonolenta, tateando o criado-mudo em busca dos óculos, logo os achando e levando ao rosto.

– Você é lindo dormindo. – Kuroo falou se aproximando da cama, ficando sobre o maior e beijando-lhe o rosto – Mais ainda acordando. – Tentou beijar os lábios alheios, mas sendo afastado rapidamente.

– Eu não escovei os dentes e acabei de acordar. – A sonolência na voz ainda era bem presente, Kuroo poderia jurar ter notado até um pouco de manha.

– Não tem problema. – Tornou a insistir em beijar os lábios alheios, enfim ganhando permissão para tal.

– Porco. – Arrumou os óculos enquanto o mais velho continuou a beijar-lhe o rosto. – Para com isso antes que o Akiteru apareça aqui atrás do novo melhor amigo.

– Own, você ficou com ciúmes? – Sentou-se sobre as próprias panturrilhas, direcionando um sorriso maldoso para o mais novo que virou a cara emburrada.

– Vá à merda, Kuroo! Você só pode ter ficado maluco de vez. Vai, sai! – Empurrou o mais velho, afastando-o e se levantando da cama, não dando muita importância para o fato de vestir apenas uma camisa branca que ia até metade de suas coxas, mas notando o olhar alheio sobre si.

Teve que aguentar Kuroo o irritando a manhã toda e boa parte da tarde sobre ter sentido ciúmes do irmão com ele, mas jamais assumiria isso, seria humilhação demais, cogitou a possibilidade de cancelar o “encontro” com o mais velho, o ameaçando inclusive e só assim pode ter um pouco de paz.

Tsukishima assumia certo temor em sair pelas ruas com o moreno, afinal este insistia em andar de mãos dadas consigo e mais pareciam um casal pelas ruas de Miyagi, o que atraia mais atenção do que gostava.

Após irem ao cinema e verem um filme qualquer, resolveram parar em uma cafeteria próxima, sentando-se em uma das mesas que ficava fora desta.

– Por que não relaxa um pouco, Tsukki? – Questionou o moreno enquanto entrelaçava os dedos aos semelhantes do mais novo. Tsukishima olhou para as mãos unidas, permaneceram assim boa parte do tempo e, de certa forma, aquele simples gesto o trazia um pouco de segurança. Maneou a cabeça em afirmação, respirando fundo. Todas as coisas que vinha vivendo nos últimos dias eram tão novas para si, que não conseguia parar de pensar em como eram assustadoras.

– O que vão querer? – Perguntou uma das garçonetes do estabelecimento, assustando repentinamente o loiro que afastou a mão da semelhante de Kuroo, a escondendo no bolso. Não pode deixar de notar que a atenção da garota era direcionada completamente ao moreno, um sorriso largo e aparentemente simpático estampado nos lábios finos e bem delineado por um batom claro. Kuroo sorriu cordial para a garota, fazendo seu pedido, mas diferente do esperado, ela não se virou para o loiro, continuou a falar com o moreno, perguntando se ele era novo ali, pois nunca o vira.

– Eu não acho que isso possa fazer alguma diferença para você, talvez devesse se focar mais em atender todos os clientes aqui, creio que meu namorado também queira pedir algo. – Falou calmo, o sorriso cordial nunca abandonando os lábios grossos, apenas aumentando ao ver a cara de espanto da jovem perante o que disse e rapidamente se virando para o loiro que tinha uma expressão igualmente pasma ao escutar aquilo.

– O que vai querer? – Perguntou, já não tão simpática como antes, ao Tsukishima.

– Um frappuccino. – Respondeu seco, não desviando o olhar de Kuroo que parecia se esforçar para conter o riso.

A garota terminou de anotar os pedidos, não dizendo mais nada e saindo rapidamente da mesa, sem se dar ao trabalho de olhar para trás. O olhar de espanto não abandonou Kei, nem mesmo quanto o moreno começou a rir.

– Não adianta brigar comigo, tenho certeza que também não gostou da atitude da piranha. – Defendeu-se antes que o maior pudesse falar algo e tinha que admitir que odiou a descaramento da garota, não que esperasse serem tratados como um casal, mas irritou-se ao ver a piranha, como chamou Kuroo, dando em cima do moreno e ignorando sua presença ali. Deixou um riso contido escapar ao repensar na cara que ela havia feito com o que o mais velho falou. Ele realmente era louco. – Eu merecia até um beijo agora...

– Hm. Talvez.

– Talvez? – Aproximou-se mais do rosto do loiro, voltando a aproximar a mão da semelhante alheia, que repousava sobre a mesa novamente, desenhando círculos imaginários nela. – Tsukki...

Tsukishima olhou para os lados, apenas para constar que não havia ninguém os observando e só após isto atendeu ao pedido do moreno, selando os lábios demoradamente, mas recuando quando o outro tentou aprofundar o contato. Mesmo que singelo, o beijo arrancou um largo sorriso de Kuroo, daqueles raros e sinceros. Não demorou muito para a garçonete voltar com os pedidos, e Kuroo fez questão de segurar a mão do loiro sobre a mesa.

– Muito obrigado! – Falou com um sorriso sarcástico para a moça que tinha o olhar fixo nas mãos dadas sobre a mesa e apenas virou-se, voltando para dentro do estabelecimento.

Permaneceram ali por mais alguns minutos, pedindo a conta apenas quando já era noite, Kuroo deixando a mesa para atender uma ligação. Uma nova garçonete viera atender ao loiro, que mexia no celular distraído.

– Aqui a conta. – Colocou o pequeno papel sobre a mesa, sorrindo simpática. – Ah, eu gostaria de me desculpar pela atitude da Alice, a garçonete que os atendeu antes, ela é meio imbecil.

– Sim, ela é. – Respondeu simplório enquanto pegava o dinheiro para pagar a conta.

– Vocês formam um lindo casal! – Soltou, assustando o loiro que ergueu a cabeça com uma das sobrancelhas arqueadas.

– Nós não somos... – Pensou em negar a afirmação antes feita por Kuroo, mas talvez aquilo não fosse necessário. – Obrigado.

– Não precisa agradecer. Ah, e desculpa também ser intrometida. – Riu sem jeito pela possibilidade de talvez estar sendo importuna.

– Nah. Aliás, podia dar um recado pra sua amiga? – Perguntou entregando o dinheiro. – Diga pra ela pra ela ser menos sonsa, o cheiro de puta entrega ela a quilômetros.

O comentário do loiro arrancou uma gargalhada alta da atendente que garantiu que falaria isso para a amiga. Kuroo chegou logo após a moça se retirar, não entendendo o motivo do sorriso maldoso nos lábios do mais novo.

– Vamos? – Aproximou-se, dando um beijo inesperado no menor, deixando-o ainda mais confuso, mas jamais reclamaria da atitude, ainda mais quando Tsukishima deixou que passasse um dos braços por seus ombros, andando assim pelas ruas.



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