História Gatos de uma bolha qualquer - Capítulo 1


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Categorias Originais
Tags Escolar, Romance
Exibições 7
Palavras 772
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Seu pior dia?


Fanfic / Fanfiction Gatos de uma bolha qualquer - Capítulo 1 - Seu pior dia?

O som do despertador incomodava a todos que estavam dormindo, 07:00 é o horário que Leonardo sempre se levanta. Mas nesta manhã quem o acordara fora sua mãe aos berros mandando-o desligar o despertador, que estivera na função soneca já fazia vinte minutos.

-Maldição! Estou atrasado!- exclamou irritado Leonardo. Levantando-se as pressas da cama, todo atrapalhado e desengonçado, estava de tal maneira que bateu com seu pé na quina da cama, que o fez praguejar ainda mais.

-Droga! Droga! Droga! Droga! Que desgraça! Não posso me atrasar de novo.

Abriu a porta de seu quarto que dava em frente a um corredor, que terminava em uma descida de escada. Caminhou um pouco e abriu uma porta a sua esquerda que dava no banheiro.  Olhou no espelho e viu seu cabelo desgrenhado, escovou seus dentes e lavou seu rosto apressado e com o rosto ainda molhado desceu a escada correndo que dava em frente à cozinha. Abriu a geladeira e pegou uma lata de soda de limão e um pedaço de bolo da festa de promoção de seu pai da noite passa.

Puxou a cadeira de cima da mesa, sentou e tomou a soda, comeu o bolo reclamando, pois recém havia escovado os dentes o gosto do creme dental ainda estava em sua boca o resultado da mistura não o agradara nem um pouco.

Olhou para o relógio e já era 07:30 havia perdido seu ônibus para a escola. Ficou ainda mais irritado, quando derramou sua bebida na camiseta. Percebendo então que nem mesmo trocara de roupa, estava de pijama, o que fez com que cuspisse o gole de soda que estava em sua boca derramando em cima de seu pedaço de bolo.

-Não! Ta de sacanagem comigo droga.

Correu subindo escada em direção ao quarto.  Abriu seu guarda roupa e pegou as primeiras peças de roupa que estavam à vista, uma calça jeans escura sem bolço e uma camiseta de gola alta. As vestiu rapidamente e colocou os tênis, pegou na corrida a mochila dependurada na parede ao lado da porta do quarto.

-Tô indo! - Gritou ao vento - Por que o pai não esta em casa nesses momentos. Vamos ver, agora são... – olhou em seu relógio e disse- sete e trinta e seis! Tô ferrado. Não vou chegar a tempo de novo. Que falta agora? Típico dia pra deitar a cabeça e pensar “pior dia de todos”.

A escola localiza-se a quarenta minutos de sua casa a pé, mas do ônibus demora vinte.

Não poderia em hipótese alguma perder mais uma aula. Já perdera seis aulas em dois meses, estava no limite de faltas, pelo menos para seu pai. Corria como um louco pela calma rua As-3, pelo menos pela manha, nas tardes de todos os dias crianças corriam pelos quintais outras faziam rachas de bicicletas.

Ofegava e sentia o pulmão arder, não podia mais correr daquela maneira, nem de longe seu porte físico era de um atleta. Parou para respirar um pouco colocando as mãos sobre os joelhos. Um carro parou ao seu lado e lhe deu um susto quando chamou seu nome.

-Hei Leonardo!- disse um homem jovem com o cotovelo para fora da janela- Parece que vai morrer, ta indo pra onde com tanta pressa?

-Ah é você, ainda bem. Tio preciso de uma carona.

-Carona? Pra onde quer ir, despendendo dess...

-Cara, eu estou atrasado pra escola. Pode então me dar uma carona ou não?

-Escola é?- ele começou a passar a mão no queixo e olhava para os lados- Da pra te levar ate uma parte.

-Pode ser, pode ser. Já me ajuda.

-Então tudo bem, pode entrar irmãozinho- o som das portas destrancando fez Leonardo se sentir aliviado. Não sabia até onde seu tio poderia lhe levar, mas já era parte do caminho andado e menos tempo a se perder.

Seu tio era um típico desgarrado, mulherengo e apostador, um tanto caricato, porém tinha sus personalidade amigável.

Uma quadra, duas quadras, alguns semáforos, esquinas, pessoas e mais duas quadras para o carro parar. Ainda precisava correr para chegar a tempo, mesmo nessa distância.

-Não dá mais irmãozinho, é o máximo que posso te ajudar.

-Qual é Gome, a escola fica a quase um quilometro e meio daqui!

-Ficar reclamando não atrasa o relógio, eu não posso ir mais que isso. Te vendo aqueles caras ali? – Apontando para um grupo de homens um tanto mal-encarados – pois é, eles não gostam muito de perder e muito menos de trapaceiros. Então desce logo e corre para não se atrasar ou sei lá... te vira.

Rapidamente tirou o sinto e se pôs a atravessar a rua correndo ofegante.              

     



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