História Gatos guerreiros - um clã não revelado. - Capítulo 6


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Categorias Warrior Cats (Gatos Guerreiros)
Tags Clã Da Vida, Clã Oculto, Lifeclan, Warrior Cats
Visualizações 8
Palavras 1.130
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu sei, demorei muito.

Capítulo 6 - Um dia qualquer.


Fanfic / Fanfiction Gatos guerreiros - um clã não revelado. - Capítulo 6 - Um dia qualquer.

No dia seguinte, depois do clã ser oficializado, o clã estava bem quieto, tudo em seu devido lugar.

Logo no amanhecer, todos trabalharam sem parar, até que Estrela de Sangue deu alerta de descanso. Os seis luas foram descansar unidos.

—Caçei quatro Pintassilgos! - Pata Enferrujada diz, se gabando. —E você, Pata de Coelho?

—Dois sapos... -Ele diz, timidamente.

—Que pouco! Sapos são venenosos, nojentos e sem gosto. -Pata Enferrujada queria confusão...

—Não hoje, Pata Enferrujada, nós não nos esforçamos para ganhar desrespeito. - Pata Listrada defende o amigo, que logo lambe sua testa.

Tudo estava bem, um dia tranquilo. Todos saíram de patrulha com Garra de Leopardo, mas Pata de Coelho e Pata de Pedra ficaram mais uma vez sozinhos.

—Vamos terminar o que começamos? - Pata de Pedra miou, com os olhos fechados.

Então, eles voltaram a jogar denovo, o dia todo. Depois de tanta coisa... Eles encontram Pata Enferrujada sangrando do peito até o músculo das patas, o bom é que ele já estava com seu remédio, uma faixa de Samambaia entre seu peito até suas costas, estava bem apertado, notava-se que havia um caudo estranho amarelo.

—O que houve com você? - Pata de Coelho miou agitado, nunca viu o colega ferido.

—Foi só um arranhão de Estrela Torta... - Pata Enferrujada diz com orgulho. —Ai! - ele mia de dor, tropeçando com o machucado.

—Quer que eu te ajude? -Pata de Coelho disse, sendo bondoso.

—Não! - o alaranjado rosna, ainda com orgulho.

—Não liga pra ele, quando ele ficar com o rasgo infeccionado, nós não daremos a mínima. - Pata de Pedra disse em seu ouvido.

Depois dessa conversa, todos ouviram Estrela de Sangue gritar na caverna pequena. Todos os gatos apareceram imediatamente.

—Atenção atenção! Todos os aprendizes e guerreiros aqui! - Estrela de Sangue gritou dizendo em direção do acampamento. Os anciões, rainhas e curandeira se afastam um pouco. Apareceu todos os aprendizes e guerreiros. —Dois guerreiros e três aprendizes vão participar de fazer nossa nova trilha! - alguns gatos uivaram para a sua conquista.

—Os guerreiros serão Cauda Prateada e Garra de Leopardo. Os aprendizes serão Pata de Pássaro, Pata Listrada e Pata de Pedra. - Estrela de Sangue miou alto e claro para que todos ouvissem. —Quem irá fazer patrulha, será Erva Venenosa. - todos abaixaram suas cabeças de honra.

Todos voltaram em seu lugares ronronando pela reunião. Erva Venenosa resolveu fazer a patrulha mais cedo. Organizou os dois aprendizes, Pata de Coelho e Pata Enferrujada.

—Escutem, iremos vasculhar nossa área livre em círculo, ouviram? - Erva Venenosa rosnou dando as ordens. Pata de Coelho e Pata Enferrujada fizeram que sim com a cabeça.

Então, o acampamento dos aprendizes ficou vazio e Erva Venenosa pegou Pena Morta.

Depois de sair, eles atravessam o riozinho e vasculharam em volta da mata que localizava o território.

—Esquilo! - Pata Enferrujada murmurrou. Avista um Esquilo cinza, roendo uma folha específica.

Ele faz a posição de tocaia que aprenderam há duas luas, se aproxima vagarosamente, e pula com suas patas traseiras no ar, abrindo as garras e aterrizando no chão, com uma presa sem vida.

—Parabéns, Pata Enferrujada, mas podemos nos concentrar na patrulha? - miou Pena Morta, balançando sua cauda sarapintada.

—Desculpe... Mas vou trazer pro clã! - ele responde, pondo a presa no chão.

—Vamos continuar logo com isso! - apressou Erva Venenosa, com orelhas para cima.

Depois de vasculhar o campo, viram um gato preto atacando de surpresa Pata de Coelho, esfregando suas garras falhas na nuca do pobre aprendiz, seu grito foi o suficiente para deixarem todos alertos e se jogar o gato agressor.

O cheiro do invasor era bem forte, como ácido. Reconheceram, era o Clã das Sombras.

—Fique longe de nosso clã! -Pena Morta gritou, com cabeça encolhida.

O gato fugiu correndo em direção ao rio, ia arrumar problemas com o Clã do Rio. Todos estavam atentos, caminhando pra casa. Pata Enferrujada pegou o Esquilo.

Chegaram lá, ofegantes, iam em direção a toca de Nuvem de Amora.

Mas Pata de Coelho não foi para lá, o que mais precisava, foi mancando a cabeça até a sua cama de musgo. Viu Pata de Pedra, Pata Listrada e Pata de Pássaro.

Ficaram com pena do amigo, mas não fizeram nada. Pata de Coelho deitou-se encolhido, pensando: Como assim o guerreiro do Clã das Sombras foi invadir nosso território? É tão longe! A teoria foi ecoando em sua cabeça: Eles querem se aproveitar do novo clã?

Pata de Pedra viu a nuca do parceiro sangrando. As garras daquele gato não eram afiadas, mas entraram bem, perfurando o pescoço.

—Precisa de um banho? -Pata de Pedra ronrona.

Ela começa a lamber seu machucado, espalhando seu sangue, tornando o pelo liso de Pata de Coelho rosa pelo sangue. Ele dá alguns rosnados de dor, mas se acostuma.

—Obrigado por me pentear! - Pata de Coelho abaixa as orelhas trêmulas de timidez. Ela continou a pentear seu pelo um pouco mais.

Pata Enferrujada viu a cena, que foi desagradável para ele. Não pelo fato de Pata de Pedra lamber sangue alheio, mas sim, Pata de Pedra estava tratando Pata de Coelho.

—Nuvem de Amora quer ver você. - Pata Enferrujada miou baixo, com a cabeça e rabo abaixados.

Pata de Coelho foi andando menos manco, pela massagem de Pata de Pedra.

Ele chega lá, e a comprimenta de forma amigável, encostando sua cabeça na dela. —Alguma coisa, Nuvem de Amora? - ele dá um miado fino.

—Parece tão bem, nem parece que se machucou. - ela miou mexendo seu rabo, anciosa. A jovem vai para sua caverna pegar algum remédio.

—É que Pata de Pedra me deu um banho na nuca, estou me sentindo bem. - diz ele calmo. —Está anciosa?

—Estou um pouco, a estação das folhas caídas estão chegando, já preparei muita gatária para tosse branca e tosse verde. - a curandeira fechou os olhos.

—Você é bem organizada, Nuvem de Amora! É por isso que o clã fica saudável em um movimento de cauda. - Pata de Coelho abanou seu rabinho, elogiando a jovem Nuvem de Amora.

—Onde eu infiei a sopa de Dente-de-Leão? - ela reclama, cavando a terra. —Achei! Venha aqui, Pata de Coelho!

—Dente-de-Leão com terra? Isso não estraga? -Pata de Coelho mia, curioso.

—Muito pelo contrário, meu doce Pata de Coelho. - ela ronrona de orgulho. —Fique de costas. - Pata de Coelho obedeceu, ela encheu o focinho de terra, esfrega com força no machucado.

—Ai! Eu preferiria a massagem! - ele rosnou.

—Então vou tirar o remédio! - Nuvem de Amora ri, fazendo uma falsa cara de inveja.

—Não tire! - reclamou ele.

Depois de esfregar a camada de terra ensopada, Nuvem de Amora diz: —Pata de Coelho!

—Oi! - questionou o gato bege.

—Não se esqueça que você conquistou uma coisa: -Ela mia calma.

—O que? - Pata de Coelho ficou surpreso.

—Minha amizade! - ela ronrona.

Ele sai agradecido pela sua amiga, e caminha até o seu musgo novamente. Ele encontra sua parceira dormindo ao lado, encostando seu focinho no dela.

No dia seguinte, todos acordaram com sono, os anciãos nem acordaram.



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