História Gaveta de cartas - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Lay
Tags Cartas, Exo, Lay, Yixing
Visualizações 7
Palavras 747
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ficção, Fluffy

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bem, pra começar, eu não pensei em nenhum pessoa específica pra estar escrevendo isso, então fica a critério de vocês imaginar alguém ou não.
Fora isso, espero que gostem.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Gaveta de cartas - Capítulo 1 - Capítulo Único

"Para meu pequeno chinês,

eu não deveria chamá-lo dessa forma, mas pelo menos por agora, enquanto escrevo isso, permita-me adotar esse nome. Eu apenas queria experimentar uma vez.

Chamar você de meu é um dito errôneo. Você não é meu. 
 

Por mais que eu possa querer que fosse dessa forma, você nem ao menos sabe disso. E eu, provavelmente, não chegarei a te contar. Devo dizer que sinto muito por isso também.

Você não é meu. Não é de ninguém. Você é um homem livre, que tem tantos admiradores ao seu redor, mas que tantas vezes deixa de perceber isso.
Eu posso dizer que sou um deles.

 

Quero contar-lhe um pouco sobre mim.
Eu tenho alguns problemas quando me pego triste com alguma coisa. Posso levar tempo para me recuperar de um abalo emocional, mesmo que talvez ele nem devesse ter um impacto tão grande assim. Nesses casos, mesmo minhas músicas ou comidas preferidas não podem me animar.
Mas você, Yixing, você faz isso tão facilmente.

A forma como você sorri tão naturalmente, fazendo as maçãs de seu rosto se tornarem mais visíveis, seus olhos diminuirem e suas covinhas aparecerem. Você ganha um ar tão fofo quando isso acontece.
Só o fato de ouvir sua risada no começo, no meio, ou no fim do dia torna-o bom. E eu nunca soube como isso funcionava, nem consegui uma resposta coerente para o motivo disso. Talvez eu seja realmente inspirado na sua felicidade.

 

 

Eu não te conheço desde sempre. Não sei como foi sua infância, de que tipos de brincadeiras gostava, qual era sua parte favorita da escola e nem nada mais do que você tenha me contado em algum momento.
Mas a partir de quando eu realmente te conheci, eu passei a ter um sentimento em especial de sobra: orgulho.

 

Talvez eu não te conheça de verdade. Talvez não bem o bastante. Mas de apenas um garoto ingênuo, que insistia tanto para que as pessoas tivessem mais confiança umas nas outras, eu vi você se decepcionar, tropeçar nas próprias palavras quando as coisas não aconteciam como você esperava, e também te vi chorar por causa disso.

Meu coração se apertava quando eu via isso acontecendo.

Mas você é tão esforçado, sempre foi. Então eu te vi crescer com esses seus tropeços.
Mesmo quando se frustrava, de novo e de novo, eu vi você aprender a sair mais forte daquelas situações, e sempre voltava para mostrar a todos o melhor do mundo.
Mesmo que em meio a isso tudo, para mim, o melhor era sempre o seu sorriso, no fim de cada problema resolvido.

 

Outra coisa que peguei mania de reparar, seus medos. Pombos, galinhas. Você tem fobia a qualquer animal que tenha bico, e também não gosta de comer peixes, que você também teme, mesmo quando te oferecem.


Me desculpe, eu sempre acabo rindo da sua reação quando é interceptado por alguma ave na rua. E talvez, apenas talvez, eu te provoque um pouco com isso. Mas eu sinceramente espero que isso não te deixe com raiva de mim. Eu apenas gosto de ver as expressões e bicos (ironicamente) que você faz, e quando protesta contra mim com seus famosos "Aiyo wei".

 

Ah, aliás, há algo que eu vinha esquecendo, e que queria dizer antes de encerrar essa carta.

Eu não me lembrava de realmente saber disso antes, mas a algum tempo eu percebi o quanto você gosta da cor roxa. É sua cor favorita, não é?

Eu me lembro da sua reação quando ganhou, a muito tempo, um headphone roxo. Sua expressão estava tão brilhante, você parecia feliz. Foi a primeira vez que eu ouvi você dizer que gostava desse tom, enquanto me exibia animadamente o presente.

 

Pois bem, vou me certificar de te dar algumas coisas roxas, em forma de surpresas. E eu espero, do fundo do meu coração, que você possa me mostrar uma vivacidade e uma energia tão brilhantes quanto a que eu me lembro.

 

A esse ponto, eu já disse tudo o que queria dizer, ao menos por hoje.
Assim como fiz ontem, e estou fazendo hoje, amanhã eu voltarei a escrever mais uma carta para você. Mas como eu disse antes, no início disso tudo, eu provavelmente nunca chegarei a te contar como me sinto. Isso significa, que você provavelmente nunca chegará a ler essas cartas também.
 

 

Então agora, essa, assim como as anteriores, se tornará mais uma.
Mais uma que eu guardarei com meu coração, nessa minha amada gaveta de cartas."

 



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