História GAY - Novas Confusões (versão alternativa) - Capítulo 17


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Categorias Originais
Tags Colegial, Gay, Lemon, Romance, Yaoi
Exibições 87
Palavras 2.623
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Yaê pessol! Td bem? Sei que faz tempo que não apareço, e vocs tem td direito de querer me matar, BUT "What is dead may never die". Bem, eu estava enfiado em meu novo projeto: uma fanfic original do gênero fantasia. Quando eu postar, vocs estão convidados a ler. Então, o nome do capítulo significa mt pra mim, pois eh o nome de um grupo de k-pop que amo, mas tem esse nome pelos seis "protagonistas" da fic, e o Astro tem seis membros. ENFIMMMM, TEM ALGUM CAPOPEIRO LENDO ESSA FIC QUE VIU O NOVO ÁLBUM DE BTS??? EU CHEGUEI À CONCLUSÃO QUE EU SOU MT TROXA, POIS ELE SAIU NO DOMINGO E O TIRO QUE EU LEVEI AINDA NÃO PASSOU........ Pessoal, não vou enrolar mais. Esse eh o "último capítulo" dessa fanfic, porém, eu e Divo Matt separamos umas surpresas pra vocs. Fiquem atentos. Bjos, até logo e boa leitura.

Capítulo 17 - Astro


               NOTAS INICIAS PRIMEIRO

   

                 Derick se sentia a pessoa mais feliz do mundo. Lucas era dele novamente.

                  Melhor ainda: Lucas sempre foi dele.

                  Quando pararam o beijo, não se soltaram. Continuaram abraçados. Afinal, precisavam matar as saudades um do outro, e voltaram a dar selinhos repetidos.

                - Para tudo! – gritou Lizi, eufórica. – Luckerick é o ship reinante.

                - Nem me fale, amiga! – disse Tatiane. – Shippo horrores.

                - Vocês são doidas. – falou Demian aos risos.

                - Acho que senti falta das maluquinhas. – disse Lucas, abraçando Derick pela cintura, enquanto ele ficava de costas para o namorado. – Pessoal, me desculpem por ter sido um babaca por tanto tempo.

                - Tem que se desculpar mesmo, senhor Lucas. – falou Tati levantando o dedo indicador.

                - Calma amiga! – disse Lizi. – Não foi culpa dele, foi da piranha lá.

                - Pois é, foi tudo um plano da Caroline e das amigas dela. – disse Demian. – Aquelas lá não tem jeito. Acreditem, o jeito naja delas já vem de infância.

                - E por que está aqui, nos contando tudo da sua irmã? – perguntou Tatiane. – Tipo, ela é a sua irmã.

                - A verdade pessoal, é que ela me odeia. Bem, eu sou bissexual e ela me chantageia faz muito tempo. Diz que vai contar tudo à nossa família se eu não pagasse pra ela uma “taxa de silêncio”. Ela até me obrigou a trocar de quarto com ela, porque o meu era maior. – explicou Demian, revirando os olhos. – Mas agora dei um basta nisso. Na festa da Beth, consegui fotos da Caroline fazendo o que ela mais gosta. – falou com expressão safada.

                - Uau! Mudou totalmente o significado de briga de irmãos pra mim. – disse Lizi.

                - Mas enfim, eu agora tenho algo pra me libertar dela. E eu tinha que ajudar o Lucas também, depois que eu ouvi a minha irmã ameaçando ele.  

                - O que me lembra de uma coisa. – disse Lucas, que até então, estava agarrado à cintura de Derick. – Preciso ter uma conversa com ela.

                - Vai falar o que com aquela descarada? – perguntou Derick, virando-se para Lucas com cara de bravo.

                - Calma! – Lucas riu e levantou as mãos em sinal de rendição. – Eu ainda não terminei com ela. Só vou fazer isso, amor.

                - Hum, tudo bem. – disse Derick. – Mas cuidado com ela. A Caroline pode ser bem manipuladora.

                - Sou vacinado. - disse Lucas.

                - Vou com você. Preciso ir pra casa mesmo. – Demian disse, indo até a saída.

                - Ei, Demian! Valeu por fazer isso. – disse Derick ao (com certeza) novo amigo.

                - Que isso, Derick. Foi um prazer ajudar. – falou sorrindo.

                - Ei! – Lucas agarrou Derick mais uma vez e selou os lábios de ambos. – Posso te ver mais tarde?

                - Deve. – respondeu Derick se despedindo do namorado.

                Quando Derick alcançou as amigas, elas o olhavam de soslaio. O coelhinho logo perguntou a elas o que acontecera.

                - Hmmm, parece que hoje vai rolar um Make, Make, Make Love. – disse Lizi gargalhando.

                - É muito melhor, demorou. – completou Derick, citando a música de Inês Brasil.

                       

                              

                Caroline acabara de se sentar no sofá da sala. Estava procurando algo para assistir, um filme de romance talvez. Algum filme que pudesse inspirá-la a conquistar Lucas. Ela estava a um passo de levá-lo para a cama e fazer com que esquecesse o mineiro.

                Der repente, ela ouve batidas na porta incansáveis.

                - Já vai. – ela gritou. Porém as batidas continuaram incessíveis. – Espera! Eu disse que já vai, se ta com pressa, enfia... – a menina parou de gritar assim que viu Lucas na porta. – Ai, me desculpa Lu. Entra, amor.

                - Eu precisava muito falar com você. – disse Lucas, passando pela porta, mas não dando mais que três passos para dentro.

                - Por que a gente não conversa no meu quarto? Minha cama tem um colchão novinho. – Caroline falava com voz de bebê, enquanto tentava mostrar o ombro. – Ele é bem macio, sabia?

                - Eu não aguento mais essa mentira e vim por um basta nisso. – disse ele, curto e grosso.

                - Ta falando do que, amor? – ela se fez de boba.

                - Nós nunca namoramos. – disse Lucas. – Eu não gosto nem um pouco de você. Te acho maluca. Eu vim terminar nosso “namoro”. – fez aspas com os dedos.

                - Olha aqui, você não fala assim comigo! – Caroline enrijeceu a face e apontou seu dedo para Lucas. – Já se esqueceu de que se você sair da linha comigo, eu vou espalhar pra todos nessa cidade que você gosta de brincar de fazer cachorro quente com o mineiro passivo? Não se lembra disso, Lu?

                - Lembro sim, mas vá em frente. Eu não tenho mais medo de você. – gritou Lucas. – Mas fique sabendo que se alguma história minha ou do Derick vazar por aí, eu vou contar pra esse país que você curte briga de aranhas.

                - O quê? – Caroline congelou. – Ta falando do que, seu louco?

                - Briga de aranhas, colar velcro, você transou com a Beth. – disse Lucas. – Eu sempre soube que vocês se pegavam. Mas imagina só... os seus pais saberem que a princesinha deles esteve no meio das pernas de outra mulher... Que coisa, hein.

                - Para! – berrou Caroline. – Você não tem o direito de fazer isso comigo.

                - E nem você tem o direito de fazer isso comigo. – Luca rebateu. – Agora vai ser chantagem versuschantagem.

                - Você não vai me chantagear. – disse Caroline. – É a sua palavra contra a minha.

                - Não, querida. São minhas fotos contra a sua palavra. – disse ele, mostrando as fotos que Demian tirara dela com Beth. As duas ora abraçadas, ora se beijando.

                - Montagem! – gritou Caroline com lágrimas saindo dos olhos.

                - Já deu Caroline. Já deu. – falou Lucas, guardando o seu celular. – Não quero você chantageando a mim ou o Derick. Nunca mais. E diga para as suas amiguinhas ficarem longe das vidas da Tati e da Lizi. Ou eu revelo essas fotos e coloco em todos os porta-retratos daqui.

                - Isso não vai ficar assim, seu idiota! – Caroline berrara outra vez.

                - Já está, sua esperta. – rebateu Lucas. – O reinado das Poderosas acabou de vez.

                - Espera! – Caroline saiu correu e agarrou o braço de Lucas. – Por favor, fica! Só eu posso te fazer feliz.

                - Quê? Me solta. – disse Lucas, tentando se soltar.

                - Ele não serve pra você. Eu e você podemos ter filhos. Não me deixa! – Caroline chorava, enquanto ia atrás do ex-namorado.

                - Eu não quero filhos com você! – disse Lucas. – Agora me deixa ir.

                - Não! – gritou ela agarrando-se nas pernas dele. – Por favor, não me deixa! Não me abandona. Eu te amo!

                - Mas eu nunca amei você! – falou Lucas. – Eu. Amo. Derick.

                Depois de ouvir aquelas palavras, ela se deu por vencida, e limpou as lágrimas de crocodilo.

                - Adeus Caroline. – falou Lucas, saindo pela porta para nunca mais voltar àquela casa.

                - Uau, essa doeu, hein maninha. – disse Demian entrando pela porta, enquanto a irmã estava sentada no chão.

                - Cala a boca, seu baitola! – falou Caroline, com raiva.

                - Cala você, sapata! – rebateu Demian.

                - Me chamou de quê? – perguntou Caroline.

                - Nada não, maninha. Vou lá pro meu quarto. Vou olhar umas fotinhas suas com a Beth. – falou rindo. – E mais uma coisa... A partir de hoje, não te devo mais nenhum dinheiro. E amanhã quero meu antigo quarto de volta.

                Enquanto Demian ia para o quarto, muito feliz, Caroline deu um grito de ódio.

 

 

                Derick e Tati estavam chegando com Lizi na frente da casa dela. Eles haviam combinado que seria uma noite apenas deles. Para amigos. Porém, ao chegar à frente da casa, encontraram Crícia esperando.

                - Oi, amiga! – falou Crícia para Lizi, com a voz carregada de falsidade. – Acho que deixei meu celular na sua casa.

                - Deixou sim... amiga. – Lizi retribuiu a falsidade. – Ele está aqui comigo. – ela tirou o celular da bolsa e o jogou para Crícia. – Cuidado pra apagar as provas, na próxima vez que você e a Caroline enganarem alguém, tá amiga?

                - Acho que não entendi. – falou Crícia, cuidadosa.

                - Affe, depois eu é que era a songamonga, não é? – Lizi esbravejou.

                - Escuta amiga, não importa o que você viu aqui no meu celular, é tudo mentira. – Crícia tentou mentir mais.

                - Me poupa, tá? Eu não quero mais saber de você! – disse Lizi. – Se quiser, pode ser a amiga suja e mal lavada de outra, porque eu não quero. E para de perseguir o namorado da minha amiga! Safada!

                - Me chamou de quê? – Crícia perguntou incrédula, porém Lizi não respondeu. Entrou em sua casa, seguida por Derick e Tatiane. Os três não seguraram as gargalhadas por muito tempo. Finalmente, Caroline e Crícia já não dominavam mais. Agora era só concertarem os namoros. 

                              

            Como haviam prometido, aquela foi uma noite apenas de melhores amigos. Eles fizeram gordices para que comessem enquanto assistiam a um filme de comédia. A princípio Derick foi contra a um filme de comédia, ele queria ver algo romântico, mas Lizi e Tati conseguiram convencê-lo a uma boa comédia, pois deveriam rir e muito em comemoração ao fim do reinado das falsianes sendo derrotadas.

 

UMA SEMANA MAIS TARDE

 

            Quando já era segunda-feira (ah, a tão amada segunda-feira), os três amigos queriam mais que tudo ficar na cama, e queriam mais que tudo ver seus namorados. Sabendo que lado venceria esse dilema, Derick levantou-se da cama ao som do despertador, se arrumou, tomou café da manhã e foi para a escola.

            Chegando no Dom Pedro I, ele logo avistou Lizi sentada em um banco de frente para o estacionamento.

            - Acordou com as galinhas, foi? – perguntou Derick, cumprimentando a amiga com um beijo no rosto e sentando-se ao seu lado.

            - Não, não durmo com Caroline e companhia pra acordar com elas. – Lizi respondeu, arrancando risadas do amigo. – Meu celular despertou muito cedo e sai adiantada de casa.

            - Nossa, e você não ta com sono? – disse Derick.

            - Claro que eu to, mas quando chegar... Mickey!!! – Lizi pulou do banco, indo agarrar o namorado que acabara de chegar.

            Os outros alunos que chegavam observavam a cena com olhos assustados. “Maluca”, um deles disse, revirando os olhos.

            Mas não importava. Lizi realmente era maluquinha. E gostava de ser daquele jeito, assim como seus amigos gostavam.

            - Eaí, Derick! – disse Michael quando se aproximou de Derick, com o braço esquerdo em torno da cintura da namorada.

Tudo corria super bem depois que Lizi e Tatiane foram conversar com Kaio e Michael no horário de intervalo na escola. Lizi conversara com Mickey e lhe disse que amava ser como ela sempre fora e passou a odiar a garota que se tornara sob a influência de Crícia. Já Tati, explicara para Kaio que ele nunca transou com a ex. Apenas ficaram molhados e por estarem bêbados, pegaram no sono enquanto estavam nus.

Parecia até mesmo um final de conto de fadas. Os três amigos estavam namorando de novo. E daquele momento em diante não deixariam que as falsianes, ou qualquer outro estragassem seus relacionamentos.

Quando o carro de Kaio foi estacionado e Tati saiu pelo lado do passageiro, foi recebida com o abraço dos dois melhores amigos que tinha.

- Achei que não vinha hoje. – disse Lizi assim que terminou de abraçar a amiga.

- Como assim? Eu to no meu horário de sempre. – defendeu-se Tati.

- É que a Lizi ta plantada aqui já faz um tempão. – explicou Derick.

- Por quê? – perguntou Tati.

- Despertador com defeito.

- Só você mesmo. – falou Tatiane, fazendo todos rirem.

- Vamos entrar então? – disse Michael chamando o grupo.

- Podem ir na frente. – disse Derick. – Eu vou esperar o...

- Lucas. – completou Kaio, sorrindo.

- Isso. – Derick deu risada, em resposta.

- Vai amor, nos vemos lá dentro. – disse Tati, beijando o namorado.

- Até mais tarde, amor. – Lizi se despediu, também selando os lábios de Michael.

Assim, Derick voltou a se sentar no banco com suas amigas, e começaram a conversar sobre os novos filmes em cartaz. Porém, pararam abruptamente o assunto quando um garoto pouco alto, com cabelos pretos e lisos e olhos castanhos bem claros parou de frente para eles e sorriu, parecendo um pouco desconfortável.

- Desculpe, podría dizer como chego em minha sala de aula. Soy novo estudiante de intercâmbio. – ele gentilmente perguntou com uma linguagem misturada de português e espanhol.

- Aaahh, claro. – respondeu Derick. – Qual é a sua sala?

- Me dizeram que seria lo 2° C. – disse o garoto.

- Sorte a sua! – Lizi deu um gritinho, que fez o rapaz estalar os olhos.

- É a nossa sala. Vem te levamos lá. – falou Tatiane se levantando.

- Obrigado. – ele sorriu e começou a andar com o trio. – Ah, e meu nombre és Pablo.

- Prazer, Pablo. Sou a Lizi. Esses são Tati e Derick.

O garoto estrangeiro entrou com eles pelo colégio, recebendo olhares de todos por quem passavam.

No estacionamento, Caroline parou o carro em sua vaga, como de costume. Do carro, saíram também Crícia e Beth, que pegaram carona com a amiga. As “poderosas” não iam à escola há uma semana. Caroline não queria ver Lucas e Derick pelos cantos a todo o tempo. Mas seus pais a obrigaram a sair de casa naquele dia. Agora estava disposta a reconquistar Lucas. Ou não...

- Para tudo! – ela gritou ao ver quatro pessoas que entravam pela porta principal do Dom Pedro I. – Quem é o gatinho que ta entrando com a passiva-maravilha e as prefeitas de Manélândia?

- Sei lá, sou míope. – disse Beth secamente.

- Uau, é bonitão. – falou Crícia ao olhar Pablo. – Será que é novo?

- Não sei, mas eu vi primeiro. – disse Caroline.

- Mas e o Lucas? – perguntou Beth. – Você não iniciar sua nova tática hoje?

- O Lucas é passado, meu amor. Quero o bonitinho agora! – disse Caroline, que entrou no colégio como uma verdadeira patricinha, seguida pelas fiéis escudeiras.

 

Quando a aula finalmente começou, naquela segunda-feira, que com certeza ficaria nublada, Lucas chegou bem antes de o professor fechar a porta.

- Oi, amor. – disse Lucas, sentando-se atrás de Derick.

- O que aconteceu com você? – perguntou Derick, vendo que o namorado estava suado.

- O meu carro estragou. Aí tive que pegar um ônibus.

- Atenção turma. – disse o professor, com sua cara amarrada de sempre. – Parece que temos um novo aluno na turma. Por favor, levante-se e se apresente a turma.

Dito isso, Pablo se levantou envergonhado, enquanto a maioria dos colegas o olhava seriamente à espera que ele falasse algo. Já, alguns garotos riam do garoto tímido, enquanto Caroline o olhava como se fosse um pedaço de hambúrguer.

Então Pablo se apresentou à turma. Disse que estava em um intercâmbio, morava na Argentina, era fascinado pelo Brasil e por isso quis um intercâmbio e que sua maior paixão era o K-Pop.

Quando se sentou, Caroline gritou do fundo “Seja bem-vindo”, com um sorriso falso no rosto.

“Pobre Pablo. Boa sorte pra ele”, pensou Derick voltando a prestar atenção na aula.

 

TRÊS MESES MAIS TARDE

 

Geralmente, adolescentes não veem a hora para que o ano acabe. Mas Derick e seus amigos realmente não queriam que este ano acabasse. O fim de ano significava férias, ou seja, um período longe uns dos outros.

Já era dezembro e um parque temático estava na cidade. Iria ficar por mais um mês no parque onde Derick se assumira gay para Lizi e Tatiane.

Então, os três casais: Lizi e Michael, Tatiane e Kaio e Derick e Lucas combinaram de passar uma tarde divertida no parque no próximo sábado. Seria bom, pois eles precisavam relaxar a cabeça antes do resultado final das escolas, que sairia no final da semana na qual entrariam.

            Um parque de diversões. Derick e Lucas já podiam sentir o dejavú



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