História Gelado. - Capítulo 8


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Categorias Yuri!!! on Ice
Personagens Georgi Popovich, Victor Nikiforov
Tags Drama, Tragedia, Yuri!! On Ice
Exibições 17
Palavras 420
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Ato VIII


Georgi acordou incomodado com os pequenos baques na janela. Olhou irritado para o vidro que estava perfeitamente fechado. Assim que colocou novamente a cara no travesseiro, outro estrondo um pouco mais alto, fez com que o homem se levantasse indo até lá.

Sentiu aquela estranha sensação de déjà vu ao olhar pelo vidro da janela. Porém não encontrou nada ali. Chegou um pouco mais perto e a abriu, nostálgico, quando uma coisa, particularmente grande quase o atingiu em cheio, passando a milímetros de seu rosto, estilhaçando o canto da vidraça.

Ainda assustado olhou para baixo encontrando ninguém mais que Victor ali, encostado na velha árvore.

– Oh eu sabia que de alguma forma uma maior iria funcionar! - Victor sorria enquanto brincava com uma pequena pedra em suas mãos.

Por um breve momento, Georgi não sabia se sorria ao vê-lo ali, ou se jogava aquela pedra de volta nele. Optou por sorrir. Desceu correndo as escadas da casa, que agora, era habitada somente por ele e seu cão de estimação. Assim que se aproximou de Victor, este estendeu os braços.

– Somente princesas podem ser carregadas assim! - Georgi o olhou sério arrancando um bico irresistível de Victor.

Georgi pegou suas muletas que estavam encostadas na árvore e as colocou na varanda, embaixo das cadeiras. Voltou e pegou Victor no colo o levando para dentro.

Lá, Georgi subiu as escadas com Victor nos braços.

No quarto, Georgi desceu Victor para que ele se sentasse em sua cama, mas, assim que o pousou sob os lençóis ainda bagunçados, Victor agarrou em seu braço levando-o junto ao leito. Ali deitados, podiam se perder naquele imenso azul nos olhos um do outro. Sem a necessidade de pedirem permissão, as bocas, depois de uma eterna espera, finalmente se uniram. As roupas foram arrancadas, as peles, mordidas e marcadas minuciosamente; como tatuagens feitas de amor. A atual limitação de Victor não impediu que Georgi o deixasse no comando, quando sentou o homem em cima de si, deleitando-se com visão de seu membro entrando e saindo por entre as nádegas fartas. As posições foram tantas que foi impossível não ter que repeti-las antes de se derramarem em meio aos gemidos de satisfação.

Depois de tantos anos longe, e da apresentação ao lado de Anya, Georgi temeu que Victor novamente o abandonasse. Mas parecia que o amor que ele sentia, falava mais alto. Ficou ali, vendo Victor dormir tranquilo em seus braços. O patinador sorriu feliz. Talvez agora que ambos estavam mais maduros, fosse possível acender aquela velha chama.

 



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