História Gêmeas - Capítulo 113


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Categorias Originais
Tags Amor, Drama, Inveja, Romance, Sexo, Violencia
Visualizações 2
Palavras 677
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 113 - 112 (r.3)


Fanfic / Fanfiction Gêmeas - Capítulo 113 - 112 (r.3)

— Mas vocês discutiram? — Ele a olhava nos olhos.

— Não foi exatamente uma discussão, mas eu precisava manter o meu espaço. — A garota o abraçou.

— Acho ruim quando as coisas ficam assim. — Ele abriu um pouco mais o registro, esfriando a água.

— Te entendo, mas essas discussões representam a oportunidade de manter as minhas conquistas e conquistar mais coisas. — Ela passou a ensaboá-lo. — Por exemplo: para eles, nesse momento, estamos numa sessão de cinema.

— Sou tão certo nas coisas que faço, e…

— Vai ter que reconsiderar isso. Não terá como agir sempre assim. — Com delicadeza, ela passava sabonete em seu membro. — Ou teria coragem de pedir a eles para virmos ao motel?

— Não… — Rainen constatou.

— Tampouco eu… — Renata sentia o rapaz ensaboando seus seios. — E pior que a reação deles seria perder o seu toque, o seu fogo, a sua paixão. Você conseguiria?

Por instantes, ambos se fitaram, recordando tudo o que viveram até ali. Nos olhares, uma mescla de amor e cumplicidade.

— É impossível! — ele sussurrou.

— Essa é uma das poucas certezas que tenho. — Ela enxaguava o membro semiereto.

Quando ela se virou para desligar o chuveiro, Rainen a forçou para frente e Renata se encostou na parede azulejada. Ele agachou, apoiou os polegares nas polpas das nádegas e as arreganhou deixando a parte íntima da garota bem exposta. Aquela visão o fez arfar.

— Você quer?

Nenhuma palavra, mas Renata sentiu o hálito quente se aproximando, em seguida, a língua molhada e depois os chupões.

— Vam… vamos… pra cama… — pedia em meio aos gemidos.

Mas ele a ignorou e alisou-lhe barriga e coxas, até chegar ao clitóris.

— Não!… não!… de nov… nã…

Ela se calou quando ele apertou sua parte tão sensível. A perca do controle e dos movimentos, o prazer a inundando, os líquidos jorrando, os olhos virando. Se ele não a segurasse, era certo que cairia.

Ainda sofrendo espasmos, Renata o viu se colocar de pé. Uma mistura de líquidos lhe escorria da boca, passando pelo queixo e chegando ao pescoço. Sedenta ela o beijou, partilhando os sabores.

— Essa foi a minha segunda vez hoje. Assim eu não aguento.

Rainen a acariciou nos cabelos e girou em sua mão, prendendo-a. Renata sorriu, pois sabia o que aconteceria.

— E se eu não quiser?

Ele sorriu e a arrastou pelos cabelos, empurrando-a sobre a cama. Renata não conseguiu manter a farsa:

— Vem se satisfazer em mim! Me usa! — E ela se colocou de quatro. — Me faz mulher mais uma vez.

Ela adorava dizer aquilo tanto quanto ouvir a resposta de seu amado:

— Você está aqui para isso.

E Renata fechou os olhos, sentindo o membro lentamente penetrar seu ânus.

— Nunca vou… deixar… — O prazer a interrompia. — … de te… satisfazer…

Os movimentos vigorosos do rapaz a impactavam, fazendo todo o seu corpo tremer a cada penetrada. Ela apoiava o rosto no colchão e com as mãos abria mais ainda as nádegas, facilitando o movimento de vai e vem. Foram 10 minutos nesse ritmo frenético: ela ria, ela gemia, ela chorava. Nesse instante, ele a cariciava na cintura, nas coxas, nas costas, observando o suor que saía tanto dela quanto dele. Então veio a penetrada mais firme e profunda. Renata ouviu o urro de seu homem e sentiu-lhe o membro bombeando o caldo grosso para dentro de si.

— Não tira de dentro. Apenas deita e me abraça — a garota pediu.

Com cuidado, se arrastaram juntos sobre a cama, e se cobriram com o fino lençol fornecido pelo motel.

— Não aguento mais essa vida de motel — ele meio que reclamou.

Se calaram um pouco, até que ela perguntou:

— Como será a nossa vida de casados?

— Seremos só você e eu, andando nus e fazendo amor em todos os cantos da casa.

Riram, mas ela deu-lhe um tapinha.

— Não sei como você ficou tão safado.

— É, com certeza você não faz ideia, né?!

E ele lambeu-lhe o pescoço salgado.

— Não faço ideia.

Ela riu.

— Rainen…

— O que é?

Ela o segurou na coxa e puxou para si.

— Eu te amo!

— Também te amo!

Havia a certeza da profundidade daquele sentimento.



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