História Gêmeas - Capítulo 66


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Categorias Originais
Tags Amor, Drama, Inveja, Romance, Sexo, Violencia
Exibições 2
Palavras 361
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 66 - 65 (r.2)


Fanfic / Fanfiction Gêmeas - Capítulo 66 - 65 (r.2)

Era uma noite atípica. Rainen ponderou isso ao ver o papel amarrotado que listava os serviços:

 

“PLACA GUY 1231 IV – MOTOR DO LIMPADOR DE PARABRISA;

PLACA MEL 9851 AM – ACENDEDOR DE CIGARRO;

PLACA LIL 6667 CA – DEPÓSITO DE ÁGUA;

PLACA LEV 3354 LU – CAIXA DE FUSÍVEIS;”

 

“Moleza” – pensou mais tranquilo.

Resolveu então começar pelo que considerava mais trabalhoso, a caixa de fusíveis.

“Talvez a fiação da alimentação” – conjecturava vasculhando e testando os fios.

Até que achou um parafuso bem folgado, quase caindo. Era coisa de alguns veículos antigos, os novos vinham com conectores. Rainen atarraxou o parafuso e o prendeu com cola de silicone.

“Deve segurar um bom tempo” – calculou.

No outro veículo ele encontrou fácil o problema do motor do limpador do parabrisa. O parafuso do motor, corroeu o dentilhado do braço e por isso não girava. Rainen pegou um jogo de braços novo e trocou. Testou e funcionavam.

O problema do acendedor de cigarro era apenas um fusível. Ele trocou e o equipamento funcionou.

E por fim o mais fácil: o depósito de água. O fato é que, estranhamente, esse recipiente estava rachado.

“Como isso aconteceu?”

É algo inusitado, ele sabia. Só por um forte impacto, mas o carro não tinha marcas; ou de forma proposital, mas a rachadura estava próxima da rosca e na parte de baixo. Na hora de tirar foi uma luta. A presilha não soltava e também não dava espaço para entrar um alicate ou chave de fenda.

– Droga! – xingou nervoso com aquilo.

Tentou destorcer, girando todo o recipiente, mas o pior aconteceu: quebrou toda a base do depósito. Ele temia que algum pedaço caísse dentro da tubulação. Sem outra opção, usou um pano para obstruir a entrada do tubo e daí talhava os pedaços de plástico que sobraram, e ainda permaneciam presos, travados pela presilha.

Nervoso com o momento, o telefone tocou. Não quis parar o serviço, então deixou o aparelho chamar até cair, e continuou forçando o plástico, conseguindo quebrar mais um pedaço.

“Acho que só mais um pouco, só mais um pouquin...”

Novamente o telefone toco e ele não pode ignorar. Deixou o serviço e atendeu:

– Alô!

– Alô?

Ele conhecia aquela voz.



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