História Gemini - Capítulo 3


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Categorias The Originals
Personagens Camille O'Connell, Elijah Mikaelson, Esther Mikaelson, Finn Mikaelson, Freya Mikaelson, Genevieve, Hayley Marshall, Hope Mikaelson, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson
Visualizações 7
Palavras 966
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Famí­lia, Ficção, Magia
Avisos: Álcool, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Lua cheia


Fanfic / Fanfiction Gemini - Capítulo 3 - Lua cheia

Após a morte de minha mãe resolvi que precisava mudar, carreguei no carro o necessário para viver alguns dias até encontrar um lugar para ficar após isso retornaria para buscar as outras coisas. 

Era seis de outubro, eu estava cansada de dirigir e parei em uma pousada de estrada, com decoração mística e bem cafona. 

Entrei na recepção e uma mulher ruiva e muito bonita me recebeu. 

-Boa noite, gostaria de um quarto para essa noite. Você tem disponível?

- sim com um. Respondeu com um belo sorriso. 

Em seu uniforme estava escrito seu nome Genevieve. Achei um tanto exótico. 

Me acomodei no quarto 72, estavam todos vazios, pq não o 1, ou 2 estava eu no 72... Me virei para observar o tamanho dos armários. 

- srta Anne, desculpe mas suas costas estão sujas de sangue. 

Me virei assustava. Fazia tempo que isso não acontecia. Pedi licença é fui me limpar. 

Olhei pela janela. Era noite de lua cheia eu estava com as costas sangrando. Havia uma cicatriz que não me lembrava de machucar quando criança. Eu me recordo de sempre te-lá. 

Após um banho e um curativo me sentei na cama e iniciei minha leitura aos diários de minha mãe. Eu descobria o nome do meu pai. Eu tinha um irmão. Jhon Sun. Niklaus. E uma coisa terrível. 

Diário de Kenda

- hoje é noite de lua cheia, uma marca se ressalta nas costas de Anne, pedi ajuda para uma curandeira Índia da cidade vizinha. Descobri coisas terríveis que poderia acontecer com minha pequena Lua. Então tomei uma triste e difícil decisão, lesionar a área da marca da lua, por genética de lobisomem então a cada lua cheia lua sangra, e sua marca é revelada. 

Adormeci lendo os diários de minha mãe, descobri que tinha uma parte de mim que era um lobisomem. Minha mãe me protegia e escondia a todo tempo mas não sabia que encontra tão louca. 

Deixei minhas coisas no quarto e fui procurar algum local para poder me estabelecer. 

Ao passar na recepção Genevieve estava lá. Intacta e sorridente. 

- me desculpe. Pela bagunça. Ontem precisei fazer meus curativos. Você pode pedir para alguém recolher a sujeira? Perguntei gentilmente.

- sim, srta moon. Sorrio

- ok. Obrigada. 

Sai da pousada e no meio do caminho caiu minha ficha. Eu não apresento meu nome Moon, eu não entreguei nenhum documento. Como ela sabia meu nome? Fiquei intrigada. 

Após alguns quilômetros encontrei um vilarejo com algumas propriedades disponíveis. Me encantei por um chalé colonial. 

- espero que não esteja procurando casas. Esse vilarejo monótono está lotado.  Alguém fala por trás de mim. 

Era um jovem alto. Esbelto e com um olhar penetrante. 

- meu nome é Henry, estou responsável pela venda deste imóvel. Gostaria de conhecer?  

- sim, claro! Respondi empolgada. 

Após a visita fechamos negócio. 

- eu venho hoje mesmo para cá, posso ficar com as chaves?  

- sim claro. 

Ele me entregou as chaves e tocou levemente minha mão. Estava eu sentindo uma força incrível naquele toque. Nossos olhares se cruzaram como se eu tivesse reencontrando um amor perdido. 

Retornei à pousada e retirar minhas coisas. Paguei minha conta para um rapaz. A moça ruiva, Genevieve não estava. 

Me abriguei na casa. Mantive minha leitura de diários. 

Diário de Kenda

Hoje recebemos uma visita, uma mulher fina e forte. Ruiva e com um sorriso contagiante. Se chama Genevieve, disse que é bruxa e que pode me ajudar a encontrar Niklaus, recusei sua oferta. Em troca ela queria uma porção do sangue de Anne. Dizia que realmente era um sangue importante para ela. Esse foi mais um motivo para apagar a marca da lua de Anne. 

No amanhecer minha cicatriz não sangrava mais. Me levantei e fui até a pensão de Genevieve, mas o recepcionista informou que não havia outro funcionário a não ser ele. Fui ao quarto e estava tudo limpo. E no depósito de lixo nao estava os curativos com meu sangue. O desespero bateu a minha porta. 

Voltei ao vilarejo para pedir ajuda para Henry. Mas não sabia como explicar então como desculpas pela minha visita inesperada convidei ele para um jantar. 

Fomos jantar em um restaurante japonês e nos divertimos muito. 

- você sempre morou aqui? Perguntei encarando Henry nos olhos.

- sim, desde sempre. - Sorrio.  

- interessando. Solto um riso de deboche. - tem vontade de sair daqui?  

- não. Eu fui criado pra isso. Não estou disposto a sair por aventura. 

Henry segurou minha mão e pediu a conta. 

- eu pago. - tiro A carteira da bolsa. 

-Não mocinha. Sou tradicional. Sorrio com um sorriso encantador e olhos penetrantes. 

Saímos do restaurante e fomos para meu carro. Estava pronta para ir mas onde eu colocaria as chaves? 

- acho que esqueci as chaves lá dentro. - disse confusa. 

- eu vou buscar. Ofereceu Henry super prestativo. 

Enquanto Henry voltava O restaurante enrolei o diário de minha mãe em um lenço e guardei no fundo da bolsa.

- prontinho. Disse Henry levantando as chaves. 

-Obrigada. Disse envergonhada. 

Enquanto voltávamos para casa ouvíamos músicas antigas, cantamos e rimos muito até que ele interrompe. 

- Anne, para o caro. 

Uma mulher surge na frente do carro

- freio assustada. E olho para ele. - O que houve?  

Henry desce do carro e ve um corpo jogado na pista. 

- Anne me ajuda. Ela está ferida. 

Assustada nego  a todo tempo. A lua estava alta e minha cicatriz começa a sangrar. 

Chego próximo ao corpo. - por favor não morra, por favor não morra. 

- chama A ambulância Henry. Digo com muito medo. 

Uma dor me envolve um calor em meus olhos. 

Henry olha pra meus importante assustado. - Anne você tá bem? 

- não. Respondo e entro no carro. - promete que ela não vai morrer. 

Saio com o carro em Busca de ajuda. 








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