História Gemini Feed - JinAe - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Lovelyz
Personagens Jin, Yoo Ji-ae
Tags Angst, Banks, Elas Nem Tem Ship Name, Gemini Feed, Jinae
Visualizações 18
Palavras 782
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drabble, Drama (Tragédia), Musical (Songfic), Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Pansexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hoje eu estava ouvindo Gemini Feed da Banks e percebi que não sabia o quê era e ao pesquisar bateu inspiração. Como a Banks e o Lovelyz são as favoritas da minha melhor amiga e minhas duas favoritas são geminianas, nasceu isso aqui. Aproveitem.

Capítulo 1 - You and me together we were gemini feed


Fanfic / Fanfiction Gemini Feed - JinAe - Capítulo 1 - You and me together we were gemini feed

Jiae, eu achei que a gente ia casar. 

Sonhei com nós duas paradas no altar, de branco e véu. Ele era enfeitado com flores azuis nos dois lados, simétrico em cada detalhe. Naquele momento, gêmeas são nossas almas. Nossas alianças pratas iguais cintilavam em nossos dedos unidos. 

 Na hora dos votos, eu proclamei meu discurso já ensaiado para garantir que não esqueceria de dizer uma palavra sobre como amo você. Me enrolei com as palavras mesmo assim e você me sorriu doce e apertou minha não. 

Na sua vez, você improvisou. Fez todos rirem , chorarem, disse todas as coisas certas. Mas o mais importante foi o “te amo, Myungeun” que você sussurrou no meu ouvido e só eu ouvi.

Mas abra os olhos, Jiae. Foi um sonho, assim como nós fomos um pesadelo. 

Não foi como um filme de terror que vemos no cinema. Neles você sabe que assim que houver o climax, já vai acabar. Quando a plateia dá o grito mais alto, não há mais nada a temer, termina-se a pipoca e seguimos pra casa.

 Foi um pesadelo pois parecia que não teria fim. Todos os “eu te amo” que eu tentei falar e você não escutou. Todas as vezes que você me disse que seria a única a me amar na vida, que ninguém mais se preocupava comigo além de ti. 

Eu me humilhei. Corri atrás de você como um cachorro pedindo água, implorava sua atenção, que eu só recebia quando você estava afim. Você é tão passiva-agressiva, Jiae. Nunca levantou o tom de voz pra mim. Me engaiolava e sufocava com suas palavras doces. Você sempre me quis menor que você. Se você tivesse me deixado crescer o meu amor ainda seria seu. 

Nós éramos deprimentes. Nos agarrávamos a memórias desbotadas de tempos que nem eram tão felizes. Buscamos dentre as pernas uma da outra uma intimidade que não existia, um laço mais profundo que o carnal, qualquer coisa. Só tínhamos sucesso no orgasmo. A maioria das pessoas finge gozar enquanto faz amor, nós fingíamos fazer amor até gozar. 

Jiae, contigo eu aprendi que perfeição era relativa. Todos os meus certos eram errados, minhas palavras prolixas, minhas lágrimas desperdício de água. Para ti, o meu jeito era uma bagunça. Seu jeito virou meu sinônimo de caos. 

Eu te fiz mal como você me fez? Apesar de tudo, eu ainda me preocupo contigo. Na última vez que nós vimos eu disse que sentia sua falta. Você riu e não acreditou. Mas a minha cama parece tão vazia sem seu corpo ao lado do meu. As minhas coxas tão sozinhas, desejam seus beijos. Nós terminamos mesmo? Eu apenas disse que não aguentava mais e tu foste embora. Nem tentou me convencer.

O pior, Jiae. Eu não consigo te culpar. Fiquei dias culpando a mim mesma, até que percebi que estava fazendo a mim o que você fazia e, se fosse por isso, preferia te pedir pra voltar. Aí o seu aniversário chegou, e eu lembraria mesmo que fosse longe do meu. E eu achei meu bode expiatório no nosso horóscopo. 

A nossa relação era suja como ar, cheirava a lágrimas e sexo.  Tão tóxica quanto mercúrio puro, me envenenou por dentro, a nossa história teve as páginas amareladas pelo dias. O último presente que você me deu foi um anel de esmeralda, falso como a gente, mas que quebrou mais fácil. Combina com as rosas baratas que dei pra você. 

Nós éramos tão passivo-agressivas. Vivíamos uma guerra fria sem vergonha, tentando provar qual era a pior. Uma alimentação geminiana que jamais daria certo. Eu sempre me espelharia em você, me anularia para refletir sua imagem ou tentaria me impor, até que eu fosse a única que prevalecesse. Foi melhor assim e você sabia, né? Por isso não tentou me convencer a te fazer ficar. 

Eu não sei se ainda te amo, mais não vejo mais ninguém que eu um dia possa amar. E como você dizia, quem além de ti vai me amar? É melhor cada uma viver só e levar o próprio ego em encontros. 

Talvez em outros tempos, se eu tivesse te conhecido bem antes ou bem depois, seríamos felizes para sempre. Ou se tudo tivesse terminado muito tempo atrás, eu poderia te ver sem que cada poro do meu corpo transpirasse mágoa, rancor e paixão.

Por mais que eu tente negar, eu ainda sonho em ser sua esposa Jiae. Mas os astros não disseram “sim”.

As estrelas nos alinharam para colidir, o céu foi desenhado dessa maneira. Não, não havia o quê fazer. Eu aceitei isso. Ceder, fazer as pazes com sexo, encontros mirabolantes e caros, tentar, seria em vão.

Almas gêmeas não são de gêmeos.


Notas Finais


E foi isso. Escutem Gemini Feed e digam o que acharam da história. Beijos xxMay


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