História Generation of Shadows - Capítulo 5


Escrita por: ~ e ~Food-Wild

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Personagens Originais
Tags Harry Potter, Magia, Nova Geração, Originais
Exibições 35
Palavras 4.419
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá Bruxões!

VOLTEI <3

Sei que parece que fazem anos!
Mas agora voltamos com tudo! Já que agora tenho um parceiro ENLOUQUECEDOR!

Pode entrar meu maravilhoso co-autor: @Food-Wild (vulgo Davi seu lindo)
A maior parte do capitulo de hoje fora escrito por ele, então apreciem.
Estamos muito emocionados em "recomeçar" a historia...

Papeamos mais nas Notas Finais <3

Aproveitem!

Capítulo 5 - Aqueles que desconversam.


Fanfic / Fanfiction Generation of Shadows - Capítulo 5 - Aqueles que desconversam.

 

Depois do confronto, o trio de trouxas foi embora da mesma forma que chegou: uma grande ventania fez tudo voar e quando cessou, apenas Aya, Godric, Davi e Luca estavam naquele lugar. A vinda daqueles indivíduos e a briga encheu a cabeça dos jovens de dúvidas e o pior: como conheciam Aya? A japonesa era a mais perplexa ali.

O quarteto se prontificou de levar Luca até a enfermaria, onde seus ferimentos – leves – foram tratados. Godric levou apenas alguns socos, então recusou tratamento. Era uma forma de impressionar o Davi mostrando força e vigor.

Enquanto Luca estava sendo tratado, por uma incrível coincidência, a diretora Minerva adentrou no local para conversar com a Madame Pomfrey e deu de cara com os adolescentes, ela ficou atordoada de ve-lôs em um estado tão deplorável. Aya que estava ao lado do aposento aonde Luca se tratava, quando a viu, saltou da cadeira onde estava sentada e correu para falar com sua madrinha sobre o ocorrido.

— Madrinh-, digo, diretora Minerva, a senhora não sabe o que aconteceu! – Aya ofegava de nervosa.

— O que houve? Você está machucada? — a interrompeu analisando Aya de cima a baixo. A princípio a Diretora parecia apenas preocupado com a saúde de sua afilhada esquecendo-se que estava demonstrando afeto em público.

— Eu estou bem, aconteceu algo muito estranho Trouxas... eles... invadiram a escola e lutaram conosco. — Minerva rapidamente mudou sua postura parecendo esconder suas emoções com o fato dito pela garota.

— Trouxas em Hogwarts? Impossível. O que devem ter visto foi, no máximo, um bicho papão que se transfigurou em trouxa personificando; assim; um medo de um de vocês. Trouxas em Hogwarts... essa menina me aparece com cada coisa. – A mulher respondeu negando o que a filha adotiva afirmou.

— Ô “fessora” é verdade. Olha nosso amigo aí, coitado, tá mais destruído do que roça depois de ser atacada por periquitos. – Davi apontou para o amigo que já havia recebido os devidos cuidados da enfermeira. Minerva olhou para o estado de Sanches mutuando sua preocupação.

— Não sou amigo dele. – Godric falou depois de tanto tempo em silêncio e mais uma vez foi para ser... Ele mesmo como sempre.

— Não adianta, Sininho, ela nunca acreditou em mim e não vai mudar só porque tenho testemunhas. – A oriental respondeu o brasileiro, ignorando o comentário de Godric. — A senhora precisa acreditar na gente, por favor, pelo menos dessa vez. Acreditamos que possa ser algo realmente perigoso. Hogwarts pode estar sendo ameaçada novamente após todos esses anos... — Aya tentava convencer sua mãe adotiva de que o ataque foi real, mas Minerva estava firme.

Enquanto conversavam, Godric saiu dali. Para ele, aquela discussão não iria levar a nada. Tudo que ele queria naquele momento, apesar de estar adorando ver Aya pagando de histérica para a diretora, era treinar com o time de quadribol da Sonserina, se preparar para os N.I.E.Ms e pensar num jeito de ganhar o coração do seu brasileirinho. Claro que ele focaria mais nessa terceira “tarefa”. Claro que ele tinha consciência do ocorrido, afinal conseguiu dar uma boa surra no trouxa que ousou levantar os punhos contra ele, mas não seria gritando para todo mundo ouvir que conseguiriam alertar sobre a ameaça. Calma era exatamente o que todos ali precisavam ter.

— Não, não e não! Administrar Hogwarts já é uma tarefa demasiada árdua e você ainda me vem com essas histórias! Como eu disse, vocês deram de cara com um bicho papão e ponto!

Mãe!

Aya já tinha perdido sua compostura, Minerva estava com o coração balançado, pois a garota só usava está expressão quando fora criança. Todos ali presentes também pareciam assustados em presenciarem algo tão íntimo. A diretora tratou de esconder suas emoções e terminar logo aquela conversa.

— Mais um piu e serão menos 50 pontos para suas respectivas casas. Se essa historinha era para escapar da atividade, vocês falharam. Vão ter que entregar o relatório SIM! Tenham um bom dia.

Os jovens saíram dali tentando entender o que aconteceu na floresta e o porquê Minerva negar com tanta força a invasão dos trouxas. Luca, apesar de também estar muito chocado com a situação, tinha um time para liderar, afinal haveria jogo da Grifinória contra a Lufa-lufa e os leões não poderiam perder em hipótese alguma. Assim, ele se despediu dos outros dois e correu para reunir o time com o objetivo de repassar a estratégia do jogo.

— Eu não acredito que ela não me deu ouvidos! E ainda tentando nos despistar com uma historinha tão estapafúrdia! Será que ela sempre vai continuar me tratando como uma criancinha? – Aya desabafou com seu amigo.

— Fica assim não, japa, ela acha que o melhor para você é não ficar preocupada demais com as coisas, o que é ok até certo ponto. Agora negar algo tão sério... Não leva a mal não, mas acho que a “fessora” comeu manga com leite. Nunca a vi assim. Hoje ela estava mais teimosa que uma mula, pelo amor de Merlim! – o Davi soltou uma das suas naquele sotaque que Aya achava tão gostoso de ouvir e extraiu risos dela.

- Só você mesmo para me fazer rir depois de lidar com minha madrinha. – falou enquanto ria. – E o senhor, hein? Vi como você o Godric estavam naquela hora. Se eu fosse você, não confiaria nele. Olha só o que ele fez! Nos deixou sozinhos e nem ligou se estávamos bem ou não! Insuportável. – Aya fez careta ao se referir ao Sonserina.

- Ah vai, o “bixim” é até legal... – Davi respondeu um tanto ruborizado e com um sorriso bobo no rosto.

Os dois caminhavam pelos corredores de Hogwarts. Tinham certeza de que algo estava errado e se a diretoria não faria nada, a turma do fundão faria e, dessa forma, resolveram correr para reunir a turma para contar o que ocorreu. Com certeza seus amigos os escutariam e fariam algo a respeito.

No salão comunal da Grifinória, Luca, Andy, Joshua e os outros jogadores do time de quadribol estavam reunidos discutindo como procederiam no jogo que iria acontecer mais tarde. Capitão e apanhador do time, Luca elaborou um plano infalível que garantiria a vitória no jogo contra os lufanos, mesmo estando um pouquinho nervoso em estar liderando pela primeira vez. Todos ali estavam muito otimistas, exceto por Joshua, que estava bem inquieto.

— Por que a gente tem que ficar te dando assistência? Você tem uma nimbus 2001, pode pegar o pomo mais rápido do que um sopro. Sei não, capitão, mas se EU fosse o líder do time não faria os outros perderem tempo comigo ao invés de procurar fazer mais gols e defender o ataque dos adversários. – O loiro indagou. Joshua sempre quis ser capitão do time da Grifinória e sempre teve uma “invejinha branca” do amigo.

— Essa estratégia foi porque eu ouvi que os lufanos vão me marcar e vai ser difícil caçar o pomo com um bando de texugos no meu encalço, mesmo com uma nimbus 2001. Ah Josh, nem tá ruim, só você que tá reclamando. – Luca respondeu calmo.

— Sou mais eu como capitão, pronto falei! Comigo na liderança dos leões, a Grifinória não iria perder nunca. Você é muito mole e bonzinho, não passa a imagem de um capitão, enquanto eu sei ter moral. – Joshua falou batendo a mão no peito.

— E o que você quer? Que eu seja um escroto como o Godric, capitão da Sonserina? Moral não é impor sua vontade aos outros ou agir feito um babaca para fazer as pessoas terem medo de você e te respeitarem. Você é um excelente jogador, Joshua, mas pra líder ainda te falta muito. – Luca venceu a “discussão”.

— Nossa o jogo vai ser quente, já que começamos em uma atmosfera tão harmoniosa não é mesmo? — Andrew tentou quebrar o clima tenso que tinha ficado.

No mesmo minuto recebeu uma mensagem de Aya e Davi para se encontrarem na Sala Precisa 5º andar. Como o jogo ocorreria horas mais tarde, o grifinório resolveu encontrar seus amigos.

A Sala Precisa era o lugar que a turma do fundão sempre se reunia, aliás, se reuniam ali desde que a amizade começou sempre que precisavam tratar de assuntos urgentes. Ela era equipada como uma sala comunal, um lugar aconchegante de poltronas e pufes contando com até uma clareira. O pensamento para poder encontra-la era: “Preciso dos meus amigos Turma do Fundão”.

Assim, Aya, Davi, Lydia, Marianne e Andrew  se reuniram. A oriental tomou a iniciativa e contou tudo sobre o infeliz encontro com os trouxas. Todos a olhavam prestando muita atenção no que escutavam.

— Caramba... imagino que tenha sido dureza mesmo. O meu grupo também viu coisas estranhas: muitas acromãntulas e pessoas mortas numa área daqui mesmo da Floresta Proibida. As primeiras estavam sem as presas, já as segundas morreram, mas não havia sinal algum de lesão. – Andy relatou o massacre que viu durante a atividade e Lydia confirmou.

— Tinha umas coisinhas prateadas que, se não fosse pela situação, eu acharia muito bonitas. Isso fora que o professor Firenzi disse que estavam acontecendo coisas loucas em Hogwarts, mas não quis falar sobre. Muuuuuiito estranho. – Lyd tinha uma expressão pensativa.

— Também vi trouxas com o meu grupo. – Indagou Mary. – Tivemos a sorte de ter conseguido nos esconder, mas vimos que eles mataram um unicórnio. UM UNICÓRNIO! – A pequena falou horrorizada e todos a olharam tão estarrecidos quanto.

— A Tia Mimi não acreditou na Aya e ainda ameaçou tirar pontos das nossas casas quando ela insistiu, digo, quando nós insistimos na discussão. – Sininho falou depois de um tempo calado.

— E o resto do grupo? – Mary queria saber sobre quem mais combateu os trouxas junto com Davi e Aya.

— O Godric Escroto Crimson? Deixou a gente batendo boca com a madrinha e o Luca estava sendo tratado pela tia Popula, não podia ajudar muito na discussão. – Aya revirou os olhos ao se referir ao sonserino, ganhando um olhar repreensor de Davi.

— Por que a gente não fala com eles? Godric é o capitão da Sonserina e, detesto admitir, um aluno muito talentoso e Luca, capitão da Grifinória, é super popular. Se eles confirmarem tudo com a Minerva, quem sabe ela não acredita e toma alguma providência? – Mary deu a ideia.

— Hum, bem pensado. Brilhante. Com o Luca... A Aya fala, já com o babacão, o Davi. Resolvido e amanhã, antes de começar a primeira aula, vamos no lugar do massacre que o Andyzinho falou pra procurar pistas. – Lyd já tratou de organizar os primeiros passos da turma do fundão. Uma corvina, de fato.

— P-p-por que eu tenho que falar com o Godric? – O brasileiro gaguejou só de pensar na ideia.

— Até parece que me engana, Sininho. A gente sabe que tu é doido pro Godric socar o basilisco dele na tua Câmara Secreta! – Andy fez todos, exceto o lufano rirem.

— Cara, não acredito que você usou está expressão! — Lyd disse segurando sua barrinha por já começar a doer de tanto rir.

— Enfim, deve ser por isso que você sabe onde encontrá-lo e fora que você é o único que conseguiria conversar pacificamente com ele. Não estou certo?– ruivo termino de indagar com uma das sobrancelhas arqueadas Davi desistiu de negar e apenas concordou.

No fim, os jovens foram para suas respectivas aulas e após terminarem seus estudos foram cumprir o que combinaram na Sala Precisa. Acontece que Aya resolveu falar com Luca apenas depois do jogo de quadribol que ocorreria naquele mesmo dia, já Davi sabia onde encontrar seu alvo e foi correndo até lá.

Quando o assunto era o Godric, ele ficava nervoso, mas agora se tratava de algo sério, algo que; com certeza; ameaçava a segurança de Hogwarts, ou seja, ele teria que engolir a timidez dessa vez. O brasileiro correu com toda a velocidade de conseguia para chegar no Lago Negro ao sul do castelo.

Godric acabara de esgotar o efeito do seu último guelricho e emergiu das profundezas do lago. O rapaz, sempre que tinha um tempo livre, gostava de mergulhar ali para admirar a paisagem subaquática, bem como os sereianos que ali habitavam. Embora aquela água estivesse muito gelada, o sonserino considerava aquilo uma terapia. Todo o estresse diário sumia quando ele engolia a erva e nadava lago adentro. Nunca levou seus amigos para nadar consigo porque os mesmos não tinham coragem de mergulhar naquela água tão gelada e porque gostava de ter um tempo para si.

Enquanto estava enrolado com sua toalha, já fora do lago, foi derrubado por um Davi que corria desgovernado e ambos caíram, sendo que o menor ficou sobre ele.

— Desculpa, desculpa, desculpa, desculpa! Tinha uma ladeira que me deu velocidade demais, daí não soube como parar. Me desculpe, por favor. – O lufano se desculpou ainda ofegante.

— Perdoado, agora já pode sair de cima de mim, a não ser que queira mais contato físico, se é que me entende. – O sonserino deu um daqueles sorrisos arrebatadores que deixou o menor ainda mais rubro.

— N-não, não quero, d-desculpe. D-digo, não é que eu não queira... N-não, não... Ah, acontece que tenho algo importante pra falar como você. É sobre a atividade. – Davi conseguiu formular a frase depois de tanto gaguejar e, claro, se levantou depressa de cima do maior e o ajudou a levantar também.

— Já fiz minha parte no relatório. Mais tarde te dou.

— Não sobre isso. Sobre os trouxas, por que você não nos ajudou a falar com a Minerva? Não concorda que é algo sério? Não quer entender o que está acontecendo aqui? Tu é o capitão da Sonserina, oxe! Tem muita influência aqui, daí era certeza da “fessora” ter acreditado em ti se tivesse concordado. Ah, e... Pode nos ajudar? – Eram muitas perguntas e o brasileiro ofegou um pouco ao terminar de falar.

— Bem, não ajudei porque vocês perderam a discussão logo quando começaram. Com aquela gritaria da japonesa insuportável, a Minerva acabou se alterando e ficou bem brava. Ela não escutaria ninguém estando irritada, daí não falei nada para economizar tempo e saliva, e claro que quero entender o motivo dos trouxas terem invadido esse local. Quem são... O que querem... Tudo isso. Atan e May também me falaram que viram coisas estranhas relacionadas aos trouxas e nós três também estamos investigando. Sobre influência, acho que você tem muito mais influência do que eu por ser filho da Ministra da Magia, então se você não conseguiu fazer a diretora acreditar em você, quem dirá eu. E Davi, claro que vou te ajudar, não sei nem porque ainda pergunta. Posso parecer... Um pouco estressado às vezes, mas não mordo a não ser que você me peça, então pode contar comigo sempre. – Godric segurou a mão do Sininho nessa última parte do seu discurso e o fez corar ainda mais.

— A-a-ah, ok... Obrigado. Te mando mensagem pelo Hogwarbook depois. – Davi respondeu se despedindo.

— Ah e Davi, meus amigos nunca vêm aqui comigo porque não gostam da água gelada, então; a julgar pela forma como você se veste; acredito que você não tem essa frescura. Gostaria que você viesse comigo mergulhar aqui no lago qualquer dia, topa? – O capitão da Sonserina convidou e Davi quase desmaia. Era um evento histórico ser convidado pelo próprio Godric.

— C-c-c-claro! Claro que aceito... Até logo então. – O menor correu de volta ao castelo com um sorriso de um ponto a outro do seu rosto.

Vallentine e Nicollet se dirigiam à masmorra 5 para a aula de poções da professora Bahari. Vallen estava bem entusiasmada com as aulas de poções, afinal era uma de suas matérias favoritas. Assim, as duas meninas entraram na sala e sentaram juntas ao redor de um caldeirão. A professora entrou apressada e com uma expressão diferente da que ela sempre estampou no rosto. Ao invés de irritação, Merida transparecia preocupação e os alunos perceberam isso, principalmente os sonserinos.

— Abram na página 32, depressa. – A mulher jogou suas coisas em cima da mesa e foi logo separando uns ingredientes.

Havia algo errado. Nessa aula, os alunos deveriam estudar sobre o hemeróbio, planta usada em poções de acônito e a professora os mandou abrir na parte do livro que falava sobre uma poção de cura.

— Professora, nós não deveríamos estudar sobre o hemeróbio primeiro? Poção Wiggenweld é um assunto que a gente só vê daqui a umas catorze aulas. – Nikki endagou e a mulher simplesmente a ignorou.

— Poção Wiggenweld é uma poção de cura bem famosa. De aparência verde, não só cura como aumenta o seu vigor. É bem rápida de fazer, então lhes dou sete minutos pra deixarem uma poção wiggenweld pronta na minha mesa. Façam duplas. Os ingredientes e o modo de preparo estão no livro de vocês. Comecem...Agora!

A mulher virou uma pequena ampulheta e os alunos ficaram como loucos a fazer suas poções. Niki e Vallen formavam uma equipe perfeita. Nikki pegava os ingredientes na prateleira enquanto a outra preparava o caldeirão. Com os ingredientes já à mesa, Vallentine esmagou a molly com a ponta da faca, Nicollet cortou o ditamno em pequenas fatias, assim como a casca de wiggentree. Depois, a primeira pôs no caldeirão o muco com a moly amassada e o ditamno e mexeu no sentido horário, então a outra garota adicionou a casca de wiggentree e Vallen mexeu novamente até que conseguiram atingir a coloração indicada.

— Aqui está professora. – Nikki correu com a poção pronta e mãos e pôs na mesa de Bahari.

— Em cinco minutos. – A mulher olhou para a dupla com certa admiração enrustida, pois apesar de rápida de fazer, Poção Wiggenweld não levava menos de quinze minutos para ficar pronta. – Como prêmio, estão liberadas mais cedo.

As duas meninas dão risadinhas e pulinhos e vão embora correndo dali. Agora teriam tempo para investigar o ocorrido. Claro que as acromãntulas, as pessoas e o unicórnio mortos não passaram despercebidos pelas lufanas, mas quando passavam pelo saguão de entrada, esbarraram com Atan e May, que também tinham afazeres.

— AI, CARAMBA COMO SÃO LESADAS! – May falou massageando a testa enquanto Vallen ajudava Atan e Nikki a levantar.

— Desculpa, é que nós estávamos apressadas. Tomem aqui: duas varinhas de alcaçuz pra vocês como pedido de desculpas. – Vallentine deu os doces aos dois sonserinos.

— Hum, não precisava, mas valeu... Ei você não fez parte do mesmo grupo que a gente hoje mais cedo? Sei que não me diz respeito e eu também não me interesso, mas vocês estão indo na Floresta Proibida dar uma olhada nos locais onde aquelas coisas loucas apareceram? – Atan perguntou pegando as lufanas desprevenidas.

— Sim, nós vamos. Não vão nos dedurar, vão? – Nikki respondeu e perguntou preocupada.

— Não, queridinha, nós vamos com vocês. – May se prontificou.

Os quatro correram até a Floresta Proibida, mais precisamente ao ponto onde o grupo de Nikki e May viu as acrmãntulas mortas, mas no caminho o grupo foi surpreendido pro uma salamandra que logo tratou de jorrar fogo nos jovens, que conseguiram esquivar por pouco.

— Aqua Eructo! – Atan pronunciou e da sua varinha saiu um jato d’água que acertou em cheio o animal, que grunhiu alto e, como seu fogo foi apagado, ela morreu.

— Parece que treinei vocês muito bem. – Todos levaram um susto quando viram ninguém menos do que o professor Potter. – Atrás do Bicho papão que apareceu pra vocês hoje na atividade?

— Atrás dos TROUXAS que apareceram hoje na atividade, ou melhor, de pistas deles. – May respondeu.

— Muito bem, por adentrarem a Floresta Proibida sem permissão, a Lufa-lufa e a Sonserina perdem 30 pontos. – Potter foi bem incisivo. Ao que aparentava, todo o corpo docente de Hogwarts negava o ataque.

— Uhuuuu, olha como é carrasco! Pode tirar pontos da nossa casa, mas sabe o que eu acho? Vocês estão escondendo algo de nós. Primeiro o professor Firenzi e agora o senhor. Eu achava que o antigo ministro Fudge foi negligente quando negou o retorno de Voldemort, mas o pessoal aqui de Hogwarts deixa aquele velho no chinelo! – A sonserina já estava irritava.

— Se querem tanto assim permanecer na Floresta Proibida, os quatro estão de detenção. Agradeçam à senhorita Mizzim.

— Ahhhh querido, mas não vai ficar assim MESMO. Vou contar tudo pros meus pais, que por sua vez vão contar pros amigos deles que também são pais de alunos e Hogwarts vai ter um barraco de proporção tão épica que nem Voldemort suportaria. – A menina joga essa resposta na cara do professor e se aproxima de seus amigos. – Nós vamos tirar essa história à limpo, pode ter certeza. Atan, lufanas, vamos embora daqui.

O grupo foi embora e deixou o professor sozinho ali. O homem estava chocado com a petulância de May, ou melhor, chocado com essa geração nova de bruxos. Diferentemente da geração de Harry, Rony e Hermione, essa era mais ousada. Os jovens da atualidade não mediam esforços para resguardar seus interesses, mas Alvo também era duro na queda e não mentiu sobre a detenção. O quarteto iria aprender a acatar ordens pelo amor ou pela dor.

De volta ao saguão de entrada, o quarteto se despedia, mas não só isso. Aquela pequena aventura ajudou a criar novos laços de amizade.

— Às vezes acho o professor Alvo bem cuzão. – Atan ainda estava decepcionado. – E caralho, May, por sua culpa a gente levou detenção.

— Ela só quis entender o que está acontecendo. Aliás, todos nós quisemos. – Nikki aliviou a situação.

— Além disso, na detenção teremos a oportunidade de dar uma olhada nos locais onde as coisas loucas aconteceram. O professor Potter pensa que nos dobrou, mas ao invés disso assinou sua derrota com caneta rosa e glitter! – Vallen disse com um sorriso arteiro.

— E não é que as lufanas aí são legais? Fechou então. Na detenção a gente fode geral. – O sonserino falou beijando a mão de ambas. – Prazer em conhecer vocês, Natália e... Vallentine! A gente se vê.

— É NICOLLET! – A ruiva gritou.

— Tanto faz. – May respondeu já andando com seu amigo.

Tanto a Grifinória quanto a Lufa-lufa estavam agitadas no campo de quadribol. Aquela seria a primeira partida do ano e os leões estavam bem otimistas. Com a estratégia de Luca seria impossível não vencer. Assim, o pomo de ouro foi solto e os jogadores foram ao ar.

Como o capitão dos leões previra, os batedores lufanos foram ao seu encalço e, assim, a estratégia teve início. Os batedores grifinórios, incrivelmente, dominaram os balaços usando um jogo trouxa: beisebol. Eles ficavam rebatendo entre si os balaços e acompanhavam a trajetória dos mesmos para rebater para o outro batedor novamente. Dessa forma, os únicos que deveriam se preocupar com os balaços seriam os lufanos, que nesse momento já voavam sem saber o que fazer, apenas fugindo dos balaços.

Aproveitando a distração dos texugos, Joshua; artilheiro da Grifinória; arremessou a Goles até um arco, marcando 10 pontos para sua casa. A plateia foi à loucura.

Quase no instante em que Joshua marcou pontos, um artilheiro da Lufa-lufa tomou a Goles, voou tão rápido que driblou a defesa e marcou 10 pontos para sua casa ao arremessar a bola no arco. As duas casas marcaram logo no início do jogo, mas para a surpresa e decepção do artilheiro lufano, um balaço domado por um dos batedores grifinórios foi rebatido até ele e o derrubou da vassoura. Menos um jogador para a Lufa-lufa.

Depois de um tempo, os batedores dos leões já não tinham tanto vigor, afinal já era difícil evitar balaços, domá-los; pois; era quase impossível. Assim, a estratégia de Luca acabou se voltando contra ele e os balaços derrubaram os dois batedores do seu time. Nesse ínterim, o placar estava de 70 pontos para a Grifinória e 40 para Lufa-lufa.

Após um tempo voando, Luca finalmente achou o pomo, assim como o apanhador da Lufa-lufa. Os dois, então começaram uma corrida pela pequena bola dourada. Ambos voavam à toda velocidade e, para o azar de Sanches, o lufano também tinha uma nimbus 2001.

Houve um ponto em que os dois iam batendo feio, se não fosse pela agilidade do capitão dos leões. Finalmente, quando os dois estavam para pegar o pomo, os dois balaços esbarraram e derrubaram ambos da vassoura. Nesse momento, todos ali fizeram silêncio.

No chão, Luca levanta com uma visível aparência de dor nos ombros, porém ergue levemente o pomo de ouro. Vitória para a Grifinória.

Os grifinórios entraram em campo e abraçaram os jogadores, assim como os membros da Lufa-lufa, afinal os jogadores dos texugos fizeram o possível. Depois de um tempo comemorando, Luca saiu do campo e, à caminho do vestuário, deu de cara com Aya.

— Olá Sanches, parabéns pela vitória. Está bem? – Apontou para o ombro que ele apertava.

— Obrigado, isso não é nada – sorriu em resposta — Já disse para me chamar de Luca. Precisa de algo?

—  Sim, sobre aquilo envolvendo os trouxas. Preciso que você diga nos ajude a convencer a Diretora que não estamos loucos e que trouxas invadiram mesmo, que investigue isso tudo junto comigo e todos os que participaram da atividade e nos ajude a tomar uma providência. Acredito que, com o descaso do corpo docente, nós somos a única defesa que Hogwarts tem contra os trouxas. Sim, também acredito que eles vão voltar com mais gente e armas. Acha que dá conta do recado?

— Mas é claro! Pode contar comigo e com Joshua também porque se eu for, ele vai. Aquele lá se acha, mas é como um irmão pra mim.

— Não sei não confio nele. E Mary talvez não goste já que os dois vivem brigando.

— Como eu disse: se eu for ele vai, o Andy também é amigo dele e não vai se opor. Fora que ele também de fundamental importância já que com seu grupo também ocorreram coisas suspeitas. Você é muito desconfiada, precisa confiar nas pessoas senhorita Matsui.

— Ok, ele vai. Satisfeito?

— Ainda não, enquanto você não confiar em mim. – O grifinório deu um sorriso enorme.

— Vai morrer tentando.

— Sou persistente.

— Hum bem, obrigada, eu acho. Até mais. – Aya deu um aceno.

— A gente se encontra quando? – Sanches perguntou erguendo as sobrancelhas.

— Amanhã iremos nos reunir Andy te passava horário e local, mas Luca Sanches você ainda tem muito o que aprender antes de virar membro oficial da turma do fundão. Até lá, o senhor é um membro agregado. Então, Agregado-kun, a gente se vê. – Aya sorri e corre até o Davi que a esperava há alguns metros dali.

Eis que, em consequência ao descaso dos adultos, os jovens resolveram mexer sozinhos as peças do tabuleiro. Haviam coisas muito além do que eles imaginavam, muitos mistérios e historias escondidas. Desta vez o inimigo não usava a Arte das Trevas, mas nem por isso deixava de ser mais mortal.

 

Seriam aqueles adolescentes o único escudo de Hogwarts?

 

 


Notas Finais


Lembram da gincana?
Bem os acontecemos em ordem cronológica são:
NAML, MAJV e GADL

NAML (Nikki, Andy, May e Ldy)
MAJV (Mary, Atan, Josh e Vallen)
GADL (Godric, Aya, Davi e Luca)

E esta historia só será esclarecida mais pra frente.
Sei que faz tempo, mas espero que não tenham perdido o brilho e amor por GOS.
Agora trabalharemos mais arduamente pra atualizarmos com mais frequência!

Sei que o tão esperado romance está demorando, mas ele já está chegando!

COMENTEM SÓ VAMOS ATUALIZAR QUE TIVER REVIEWS !!!
Sua criticas são muito importantes para o nosso crescimento. Mesmo que o capitulo tenha sido revisado qualquer erro pode nós relatar!

É isso amamos vocês!


Matérias novas no Tumblr: http://generationofshadows.tumblr.com/

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=WoyZ3Wc9wwU


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