História Get Away With Murder - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Flowey, Frisk, Mettaton, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Get Away With Murder, Sans X Frisk, Tiacherry, Tiacherry66, Undertale
Exibições 100
Palavras 1.968
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Lemon, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


FALA PESSOAL AQUI QUEM FALA É A CHERRY! *leva beijoca*
Fiquei tão feliz com a repercussão e a atenção que a história recebeu! Muito obrigada gente!
Gostaria de agradecer aos 33 favoritos e aos comentários das leitoras:
- KathSkarlet;
- leidiane;
- StrangeAngel00;
- ~_Marionete_;
- Anzu130494;

Muito obrigada pelo carinho, sem vocês a história seria nada!
Sem mais delongas, vamos ao chapter! <3

Capítulo 4 - Uma Dança


— Tenho que continuar observando Frisk, pelo que me parece ela foge todo dia de noite do sanatório, mas… Por que snowdin? - Sans pensava bebendo café enquanto olhava para o notebook em seu colo e começava a digitar um laudo inicial a respeito de segunda feira, e a rotina dela.

Segunda feira

Estuda, da rolé e vai para Snowdin de noite sem saber. (Provavelmente a dupla personalidade vai até Snowdin?

Sans sempre se impressionava com sua incrível capacidade de ser especifico demais e fazer laudos que fossem dignos dos Deuses lerem e se admirarem com sua escrita, mas ainda assim mesmo que reclamassem horrores com ele, Sans não conseguia mudar essa mania. Riu de si mesmo quando de repente ouviu o barulho da porta do quarto, Frisk apareceu com os cabelos soltos e usando uma blusa do Sans e uma calça de Papyrus que ela ficava segurando para não cair, Sans riu dela andando pelo quarto desviando e ficar do lado dele.

— Eu contei uma historia para o Papyrus e ele dormiu muito rápido, me assustei.

— Ele é assim mesmo Kiddo, mas qual historia você contou?

— Eu contei uma história que gosto… De um balé que eu costumo ver e tento aprender os passos. O nome é Lago dos Cisnes.

— Já ouvi falar, todo mundo já ouviu. Está tendo dificuldade na dança?

— Não… Eu gosto dos passos da Odette, por isso só danço o primeiro ato, o terceiro que é com a Cisne Negro é mais dificil. Bem… Vim desejar boa Noite, vou dormir na sala.

— Não Kiddo, a sala está gelada. Pode dormir aqui, eu quase não durmo mesmo. - Sans falava jogando na garota um ededrom e ela ficou olhando para ele e depois voltou o olhar para o Ededrom.

— Está cheirando a roupa velha.

— Está dizendo que esse é o meu cheiro Kiddo?

— Não, você tem cheiro de esqueletão. - Frisk falava se levantando e andando até o colchão, mas antes de deitar ela se virou sorrindo.

— Boa noite Sans.

— Boa noite Kiddo, amanhã eu te acordo.

"Terça-feira."

— O dia começou bom não é Sans? Chegando 10hs da manhã com a Frisk no Sanatório e ainda me deixando preocupada porque esqueceu de ligar avisando que ela estava na sua casa! NUNCA MAIS FAÇA ISSO FRISK. - Toriel gritava logo abraçando Frisk, Sans sabia que normalmente ela não gritava a não ser que a situação fosse péssima ou preocupante demais, havia se esquecido como ela era uma mãe super protetora. O albino tremeu de medo quando viu o olhar mortal de Toriel.

— Fez nada a minha menina não é?

— Eu sou inocente, só comemos gatos quentes e ficamos fazendo piadas. quer dizer, fazemos isso toda vez não é Kiddo? - Frisk concordou com a cabeça e então Toriel suspirou aliviada.

— Não sei se sabe Frisk, mas hoje seu irmão Asriel vai voltar, ele entrou de férias da faculdade e vai passar um tempinho com a gente. - Frisk abriu um largo sorriso dando pulinhos, ela então saiu correndo pelos corredores do Sanatório em direção ao quarto.

— Ela gosta dele tanto assim?

— Eles são irmãos Sans, se odeiam e se amam e no fim das contas um sente saudades do outro.

— O Papyrus me ama demais, nunca me odiou.

— Claro, como se ele amasse suas piadinhas. - Toriel falava rindo e saindo andando dali, mais tarde Sans ficou observando Frisk estudando Biologia, ela parecia ter um desgosto para essa matéria também e uma extrema dificuldade, não teve muita alternativa a não ser ajuda-la.

— Qual é sua matéria preferida Kiddo? - Sans perguntou ajudando ela em uma questão sobre Genética, afinal Sans não tinha justificativa de dizer que não sabia do assunto, ele era do ramo das biológicas.

— Eu gosto de português e historia, dizem que para ser alguém importante do governo tem que falar bem. Tipo advogado.

— Ah então você quer ser importante? E vai ser de que preferencialmente?

— … Pensei em ser presidente para dar atenção a saúde do país, a educação e especialmente aos orfanatos. - Sans viu que ela estava séria quanto a isso, enquanto fazia no caderno o exercício terminando de escrever, mas ela apenas soltou um risinho e pegou a caneta para escrever o numero.

— Apenas um sonho bobo. Nada demais, vou fazer letras e escrever um livro. - Frisk dizia sorrindo de leve e voltando a ver o livro com as perguntas de Biologia, Sans ficava disfarçando enquanto ajudava ela na questão e a olhava. Não conseguia mais trata-la como apenas paciente, tratava como amiga.

— Quando eu te curar, eu juro que vou te ajudar a estudar para fazer prova para faculdade de letras.

— Sério? - Frisk perguntou se animando em seguida e sorrindo, Sans conseguia perceber ainda assim uma pitada pequena de tristeza em sua voz. Logo, Toriel apareceu na sala.

— Frisk agora você pode ir fazer sua atividade física. Já deixei lavadinho a sua roupa de dança.

— Obrigada mãe! - Frisk falava guardando os livros e dando para Toriel enquanto ela corria para fora da sala e Toriel antes de deixar Sans sair segurou no braço dele.

— Ela… Não parece estar doente parece?

— Preciso observar mais. Preferencialmente essa semana inteira, quero ver a rotina dela. Não da para tirar conclusões ainda.

— Sim, tem razão. Estou sendo precipitada. - Toriel falava apertando os cadernos e Sans saiu andando dali, foi então que ele foi para a sala de lazer do sanatório, em que era um espaço totalmente fechado com janelas grandes que iluminavam o local, havia um pequeno palco e o piso era liso e brilhante, provavelmente o local vivia cheio de mesas para receber eventos de medicina. Via de longe um rádio encostado na parede do lado de uma tomada enquanto que Frisk se exercitava, tentando fazer um espacate.

— Quer ajuda ai? Sou especialista em empurrar as pessoas para o chão. - Sans falava caminhando pelo Salão vazio e Frisk se levantou logo fazendo um alongamento com os braços.

— Ta pensando que não sou esperta é? Você vai me empurrar até eu começar a chorar.

— É esperta até demais Kiddo, você acaba com as minhas piadas em questão de minutos. Enfim, o que vai fazer?

— Dançar. - Frisk respondeu andando até o rádio e se abaixando enquanto ligava na musica que queria, começava a tocar um instrumental de valsa, Frisk ia passar a musica mas apenas soltou um risinho e foi andando até o Sans aos pulinhos e começou a puxar ele.

— Para Kiddo, eu não sei dançar não.

— É só me acompanhar Sans, vamos segure no meu ombro. - Quando Frisk tocou a cintura do Sans ele se arrepiou e ficou corado, piorou quando Frisk resolveu apertar a gordurinha localizada.

— Precisa de dieta “Sanselicia”.

— Ta ruim com as piadas hoje hein Kiddo, ou referencias.

— Você nunca vai admitir que eu sou ótima nisso não é? - Frisk falava puxando Sans e dançando, ele foi puxado e foi a acompanhando sem jeito, mas ele percebia que ela ria muito enquanto explicava para ele.

— São dois para o lado e dois para o outro, viu? Já é um pé de valsa literalmente!

— Pois é, Sou um Dançarino profissional. - Sans falava pegando na cintura de Frisk e ela colocou a mão no ombro dele, vendo que ele a girava e a saia girava um pouco e ele a puxou de volta fazendo mais alguns passos. Sans via que Frisk as vezes apertava a mão que eles compartilhavam e o ombro dele, e então Sans fez um levanté*  (Olhe nos comentários finais para entender o que raios é isso) rindo das expressões dela de susto, mas foi então que ele percebeu.

Os rostos estavam próximos demais.

Sans ia solta-la mas parecia que nenhum dos dois tinham a intenção de sair dali, foi então que ele viu Frisk se aproximar dos seus lábios. “NÃÃO!” Sans gritava internamente mas ele não fazia nada a não ser ficar a olhando Frisk se aproximar, então em um reflexo Sans a puxou de volta e eles ficaram retos.

— A-A musica acabou não é Kiddo? - Sans perguntava a soltando e olhando para o outro lado mas ele sentiu ela tocar em sua bochecha e virar o rosto para onde ela estava, se apoiando no ombro dele com a outra mão e ficou na ponta dos pés. Sans sentiu os lábios dela se pressionarem contra os seus.

Ela estava o beijando.

Sans ficava parado, nada passava em sua mente e olha que ele vivia pensando. Nunca tinha pensado em ficar com uma paciente, mas ela era totalmente diferente de uma paciente, ela era Frisk e talvez estivesse guardando sentimentos pela Frisk, não pela paciente número sete. As coisas estavam começando a se misturar.

Quando Frisk se afastou dos lábios de Sans ele começou a escutar a gargalhada dela, mas não era aquela risada que ele gostava de escutar, era uma risada totalmente diferente. Sans via ela rindo abaixando a cabeça e levantando enquanto estava de olhos fechados e apertava a barriga.

— Meu Deus, que engraçado! - Frisk falava alto enquanto ainda ria no meio de suas palavras.

— Você beija mal pra cacete Sans, você era Boca Virgem cara? É virgem ai embaixo também? - Frisk perguntava logo parando de rir e olhando Sans, o grisalho estava confuso mas, com seus conhecimentos de psiquiatra aquela que estava a sua frente não era mais Frisk.

— Eu guardo essas gostosuras apenas para as privilegiadas. - Sans respondeu sorrindo, como médico ele tinha que ser superior a ela.

— Que fome… Não estou afim de suas gostosuras, obrigada. - Falava Frisk enquanto se virava e saia andando, Sans então segurou o braço dela.

— Me solta esquelético!

— Não posso deixar você andar por ai sozinha nesse estado! Frisk se está ai está me ouvindo e...

— Ah… Você é o doutorzinho novo que a Frisk achou sexy?

— Que?

— Ah é você mesmo. Essa pele de esqueleto, olhos brilhantes demais. Tudo o que eu odeio em um cara. Você da medo...

— Frisk, se estiver ai me responda!

— CALA A BOCA ESQUELETO! - Frisk gritou dando um tapa no Sans com a outra mão e saindo correndo dali, Sans segurou ela pela cintura a levantando do chão e ela ficou se debatendo.

— ME SOLTA! EU TE ODEIO! ODEIO!

— FRISK SE ESTIVER AI DESPERTE!

— EU SOU CHARA SEU ESTUPIDO! EU VOU TE MATAR! ME DEIXA EU TE MATAR! - Chara gritava dando uma cotovelada no nariz de Sans e o fazendo cair no chão, ela então ficou em cima dele e começou a enforca-lo o apertando.

Sans pela primeira vez sentiu medo. Via sua visão se desfocar e ouvia as risadas altas da tal Chara.

Não é prazerosa a sensação da morte? Sentir que alguém que te ama muito te matar por amor? Sentir as mãos que antes para você eram quentes e acolhedoras esfriarem e segurarem nada mais e nada menos que seu sangue? O sorriso e a risada que antes eram adoráveis agora se tornam musicas diabólicas de um terrível pesadelo?

— Eu vou matar todos que estiverem em meu caminho, e você está em meu caminho esquelético. E… Se você continuar nele, vou te destruir. Assim como eu fiz com o que veio antes de você. - Chara falava apertando mais e Sans ficou debatendo as pernas e ele então a jogou para o lado ficando em cima dela e aplicando uma injeção no pescoço dela. Que a fez soltar as mãos do pescoço e Sans começar a tossir.

— Dotor,  Mim Temm achadou de dlescrobrir qi vocisinhos estavam junxinhos e… DOTOR! - Temmie gritou assustada derrubando os lanches que carregava e saindo correndo.

— XENHARXINHA TAUTIEL! XENHARXINHA TAUTIEL!


Não é prazeroso Sans? Quando sentimos a morte próxima a nós? Parece que você está fazendo algo que vai exigir mais do que você imaginava. Está tentando trata-la de algo que a morte já é viciada. Em Matar.


Notas Finais


O PRIMEIRO BEIJO DA FANFIC YEEEEEEEAAAAAAAAAAAH! *saiu correndo pra não apanhar, mas voltou*
Bem, eu acho que foi digno da fanfic... dançando, aquela musica romantica do chitãozinho e xororó (-sqn) e então PUM! Chara apareceu!
Gostaram dela? Eu amei ela! :3 <3 <3 <3

Bem gente, espero que tenham gostado desse capítulo!
Não esqueçam do comentário bacana para continuar me motivando a postar e pra saber o que estão achando da história, Beijoquinhas da Tia aqui e fui ~


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