História Get Out - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Frozen - Uma Aventura Congelante
Tags Drama, Horror, Romance, Sobrenatural, Suícidio, Violencia
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Palavras 2.948
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hans tem uma segunda chance para voltar a Arendelle e consertar tudo. Seu amigo imaginário retorna e o ajuda, mas as coisas pioram quando o príncipe passa a ter mais intimidade com a rainha, fazendo seu "amigo" revelar um lado sombrio.

Capítulo 2 - Voltando às páginas.


Rei: Gostou de sua visita a Arendelle, “príncipe Hans”?

Disse o Rei, com sarcasmo e desgosto, ao olhar para o filho, ainda algemado. Hans sabia que a culpa maior não iria cair para ele, mas sim para seu irmão mais velho, que tinha confiado e o escolhido.

Rei: Vejam vocês, este foi um ato de vergonha a nossa família. Se algum dia passarem por suas cabeças seguir o mesmo destino, não pensem tão alto, vão acabar deste jeito, humilhados. Agora pra quê tudo isso?! Em busca de... humf, poder, sei lá?! Aceitem seus cargos e nada mais que isso... Ou vão acabar assim. ()

Hans: Você não sabe por que eu fiz isso... ()

Rei: É o quê?! Falou algo?

Hans calou-se e um silêncio permaneceu na sala por uns minutos.

Rei: Foi o que pensei... Não importa o que você faça ou o porquê disso... Você nunca vai passar de mais um no mundo...

- Pai, não precisa de tudo isso...

Rei: Aquiete-se, isso foi culpa sua! – – Por sua má escolha, não só ele como você também envergonharam as Ilhas do Sul! Espero que não faça de novo, você é futuro rei e espero coisas boas de você. Uma má escolha pode causar a destruição de um reino, nunca se esqueça disso!

- Ele é seu filho, ele não é diferente de nós, ele é...

Rei: Uma vergonha, isso sim! Eu dei uma chance, eu fiz com que ele fosse nos honrar, e foi tudo em vão! Como é que um príncipe chega algemado em seu castelo?!

- Ele... Ele errou, ora, qualquer um pode errar, ninguém é perfeito...

Rei: Ninguém em seu perfeito juízo tenta assassinar a rainha de um reino. E esse assunto termina por aqui! Não quero que falem mais sobre isso. Será que todos entenderam?

- Sim. ()

Rei: Ótimo!

O rei ia saindo da sala, mas antes de deixa-la, ele voltou a Hans.

Rei: Oh, antes de qualquer coisa...

Hans apenas sentiu um forte soco no rosto, que o fez perder a razão, se recuperou rapidamente, e apenas viu as gotas de sangue no chão. Sentiu seu nariz sangrar e doer, olhou para o pai, surpreso, como se dissesse “porque fez isso?”, quando o ouviu dizer:

Rei: Se houvesse alguém lá fora que amasse você de verdade... Saiba que eu nunca pedi um décimo terceiro filho...

Apenas deixou Hans assustado, surpreso e confuso, assim como ele deixou Anna. Naquele momento o feitiço voltou contra o feiticeiro. O Rei deixou a todos na sala, os filhos surpresos e o mais velho revoltado. Por último disse:

Rei: Ah, façam o que quiser com ele. É de vocês...

Os onze irmãos concordaram e a conversa informal deles se iniciou. O mais velho também deixou a sala, olhou para trás, nos olhos de Hans, e balançou a cabeça negativamente. Após isso a sala foi fechada e, quando terminaram, foram embora gargalhando. Hans ainda pode ouvir uns comentários como “Que bronca ele levou” e “Eu sabia que ele não passava de um fracassado”. Hans definitivamente caiu, e a pior parte foi ouvir aquilo de seu pai, ele tanto lutou na infância para impressioná-lo, e seu pai sequer esperava pelo seu nascimento.

A sala ficou vazia, e da única janela que tinha uma brisa gelada entrou, fazendo de todo o lugar frio, estranhamente era verão, com o tom mais cinzento possível, quase sem cor. Hans permanecia de cabeça baixa, e em sua mente um filme passava de tudo que ele já fez, de tudo que ele tentava fazer por alguém que amava, em vão. Quase era visto uma lágrima, mas sua consciência dizia que não vale a pena. Ele só queria se matar depois de tudo o que houve.

Hans: Eles... Eles não sabem... Não sabem... – –

- Eu sei. – –.

Quando resolveu erguer a cabeça e ver ao seu redor o que era, sua sombra estava a sua frente, mas era diferente, não estava na mesma posição que ele, e sim como se estivesse liberto, com as mãos soltas. Hans achou estranho, olhava com muita atenção, não conseguia compreender, quando sua sombra chegou mais perto. Ele recolheu-se, estava assustado, mas não falou nada. Sua sombra aproximou e aproximou até chegar perto de seu rosto, ele apenas ficou observando tudo aquilo, em silêncio total, Hans não queria chamar atenção de ninguém. Sua sombra de repente o tocou, e fez-se outro Hans, mas em uma aparência diferente, não tinha cores e estava sorridente. Ele fechou os olhos, torcendo para que fosse um sonho ou alucinação, abriu os olhos e ainda via um “ele” na sua frente. A primeira coisa que queria fazer era várias perguntas:

Hans: Quem é você? É de verdade? Mas como? ...

- Shh.

Uma escrita apareceu na parede, como se alguém se comunicasse com ele, era o que a tal sombra estava tentando.

- Sou seu amigo, não se lembra de mim? Na sua infância... – –

Hans, por um instante, se lembrou de seu amigo imaginário, de quando tinha cinco anos, que nunca o viu, nunca o ouviu, mas sabia que ele estava lá, e que agora sabe que ele era real, não uma imaginação como a das outras crianças era.

Hans: Você... Você é semelhante a mim? Sempre foi?

A sombra sem nome balançou a cabeça negativamente.

Hans: O que foi? Porque não fala?

A sombra escreveu novamente que não poderia falar com ele caso ele não o permitisse entrar em sua mente, como fazia na infância. Hans já não sabia como fazer isso, mas a sombra lhe contou por escrita que só precisa crer nele. Hans sabia que não era um sonho e fez o que pode.

- Oi.

Hans: Ah, você falou comigo!

- Por telepatia, eu não posso falar diretamente.

Hans: Porque não?

- Eu teria que roubar a voz de alguém para mim, e isso é errado, não é?

Hans: Sim, mas porque você é idêntico a mim?

- Quando eu toquei em você, o copiei, assim posso ter um corpo e um rosto, para poder me comunicar melhor, senão estaria vagando como uma sombra.

Hans: Mas se você não é humano, o que é então?

- Eu fui fruto de sua imaginação, mas creu tanto em mim que estou aqui, eu sei o que você passa. Eu vi tudo, desde o dia que você se esqueceu de mim, eu não me esqueci de você.

Hans: Eu sinto muito, mas o que tecnicamente você é?

- Sou geralmente a sombra de qualquer coisa, eu estava vigiando você através de sua sombra e via o quanto você sofre. Eu estou aqui para te ajudar.

Hans: Mas eu o abandonei e sou acusado de tentativa de homicídio, o que eu fiz para merecer sua ajuda?

- Eu vou ajudar você! Você precisa, eu sei o que passou.

Hans ficou por uns minutos olhando aquela sombra com seu rosto, não acreditava e ao mesmo tempo acreditava, ele não sabia o porquê dele aparecer só agora...

Hans: Você está aqui mesmo ou ainda é fruto da minha imaginação?

- Eu posso transpassar coisas, porque não estou instável. Eu precisaria de um corpo real para ser como você, mas possessão é outra coisa errada. Enfim, vamos.

Hans: Vamos... Mas, vamos para onde?

- Eu vou levar você de volta a Arendelle, para começar do zero. Aqui nas Ilhas do Sul você não vai ganhar nada.

Hans: Não! Se me seguiu, então sabe que eu não posso voltar lá, eu devo ficar aqui!

- Não se preocupe, eu farei com que te aceitem.

Hans: Mas como? Como?!

- Eu farei...

Alguns dos irmãos de Hans ouviram a conversa, mas só o ouviram falando com alguém.

Irmãos: Hans, o que houve aí?

Hans: Eles estão vindo. Podem te ver?

- Não, estou visível apenas para você.

Hans: Mas como eu sairei daqui?

- Tome.

A sombra pegou uma das mãos do príncipe e removeu a luva, ao tocar com um dos dedos no centro de sua mão, esta começou a brilhar fraco, cor laranja intenso.

-Vá.

Hans: Mas o que é isso?

- Vá, agora!

Hans, com ajuda, conseguiu escapar pela janela, ainda algemado, daquela sala escura e fria. Quando seus irmãos chegaram, não encontraram nada, apenas uma de suas luvas no chão.

- Miserável! – – Vamos atrás dele!

Hans estava no meio de uma multidão que se aglomerou no castelo. Estavam todos querendo ver o príncipe quase assassino. Hans conseguiu escapar deles e foi para a floresta mais próxima, seus irmãos o avistaram e uma perseguição deu início. Hans conhecia muito bem aquela floresta, era por lá que ele caminhava com Sitron para descansar a mente. Ele sabia dos esconderijos, pois brincava sozinho por lá quando pequeno, e sabia onde cada estrada iria parar, sendo assim, foi fácil despistá-los. Mas doloroso, ele estava caminhando sozinho, fugiu e não poderia voltar mais. Após a poeira abaixar, continuou sua caminhada sem rumo.

Ele estava andando, sem um caminho ideal, quando avistou uma pessoa de costas, com um capuz, indo em direção à cidade pelo caminho mais perigoso. Hans seguiu aquela pessoa, ele sabia que aquela parte da floresta era lugar de feras, e geralmente ninguém saia vivo de lá.

Hans: Senhor, não vá por este caminho, é perigoso!

Alguns lobos ouviram Hans e o avistaram. Começou uma perseguição, a pessoa encapuzada não sabia o que estava ocorrendo, quando foi puxada por Hans para uma plantação grande, se esconderam entre os matos e os lobos não os avistaram.

Hans: O senhor está bem?

Elsa: Estou bem, obrigada.

Hans: Rainha Elsa?!

Elsa: Hans? Você não deveria estar em uma consulta com um psicólogo?

 Hans: O quê? Não! E o que você está fazendo aqui?

Elsa: Bem... Eu...

Hans: Abaixa!

Nessa hora, um lobo tinha avistado os dois, quando Elsa abaixou, Hans atirou um forte feixe de fogo que cegou o lobo. Ambos saíram correndo daquela floresta e ele a levou para próximo à cidade.

Elsa: Você... Tem poderes? Como eu? Por que você nunca disse que tem poderes como eu? Por quê?

Hans: Porque eu não tinha...

Elsa: Ma... Mas como...

Hans: Isso não importa!... Com todo respeito, volte para Arendelle, o que quer aqui?

Elsa: Seu reino não tem culpa de seu ato nojento em Arendelle! Mas tenho que agradecer, você salvou minha vida neste momento.

Hans: Porque foi em direção àquela floresta?

Elsa: Eu estava a caminho da cidade, mas não sabia por aonde ir porque essa é minha primeira vez em outro país.

Hans: E o seu acompanhante?

Elsa: Anna era minha acompanhante, mas resolveu explorar o lugar acompanhada de outros visitantes e me deixou a procurar a cidade sozinha.

Hans: Bela irmã... – –.

Elsa: O quê?!

Hans: O quê? Eu não falei nada...

Elsa: Não pense que me esqueci do que fez, por aqui em diante posso me virar sozinha. Mas obrigada pela ajuda...

Hans: Eu... Eu não sou dessas coisas, mas eu poderia pedir algo para você? Algo em troca do que eu fiz?

Elsa: Cobraria de mim?

Hans apenas ficou calado, olhando para ela, esperando uma resposta.

Elsa: Diga o que quer...

Hans: Quero que me dê outra chance. Que me permita voltar a Arendelle, e recomece mais uma vez.

Elsa: Hans, eu sei o que fez, eu sei de seus pensamentos, quer mesmo que eu...

Hans: Elsa, eu poderia ter deixado você morrer, mas não fiz. Não vê que não quero mais nada com meu passado?

Elsa: Eu... Ainda não estou segura com isso. Preciso pensar.

Hans: Tudo bem, como quiser.

Cada um seguiu seu rumo, Elsa a cidade, Hans a lugar algum, ele não pensava em voltar, mas em ter uma nova vida em outro lugar.

O tempo passa e Hans uma hora ou outra precisaria voltar, ele não tem abrigo nem mantimentos, precisaria de uma moradia. Ao voltar, se depara com os irmãos, que o prendem novamente.

- Não nos esquecemos do que você fez, seu estúpido!

- Agora vai poder cumprir sua pena.

Depois de muitas humilhações, o irmão mais velho chega para ver como está Hans.

- Preciso falar com você.

Desse jeito, Hans tem permissão de sair da sala e vai em direção ao irmão mais velho, que o espera do lado de fora.

- Você ficou fora por longas horas. Deve não saber que papai está doente.

Hans: Mas... De quê?

- Ansiedade, estresse, depressão... Coisas do tipo...

Hans: Não... Tudo isso é culpa minha.

- Não, não é. Eu não vim falar só disso. Soube que a Rainha Elsa estava por aqui? Ela convidou a todos para um baile em comemoração a mais um ano a cidade de Arendelle. Você não está incluído na lista.

Hans: Já imagino por que...

- Mas quero que vá.

Hans: O quê? Por acaso não Sabe o que eu fiz?

- Sim, sei. Mas quero que vá. Quero que se reconcilie, que limpe seu nome daquela cidade. É uma vergonha um nobre estar manchado como um criminoso. Faça isso, tudo bem?

Hans: Não é fácil, eu não sei se...

- Vá. Tente.

Hans: Eu... Eu farei o que puder. Muito obrigado por me dar essa chance.

Quando chegou o dia, Hans se aprontou e foi com Sitron, mais uma vez. Ele foi acompanhado de seu irmão mais velho e mais dois, caso tentasse alguma outra bobagem.  Ao chegar lá, foi tratado como um convidado normal, e se surpreendeu, é como se nada tivesse acontecido, realmente ele queria ficar naquele lugar.

A princesa e a rainha foram receber aos convidados, quando entre eles estava Hans.

Anna: O quê? Elsa, o que ele faz aqui? ––.

Elsa: Eu não o convidei. Espere aqui, eu vou resolver isso.

Elsa foi em direção aos príncipes das Ilhas do Sul, e pediu para falar com Hans.

Elsa: Com todo respeito, o que faz aqui?

Hans: Eu pensei que essa seria uma boa ocasião para cumprir o que eu pedi nas Ilhas do Sul.

Elsa: Eu disse que iria pensar no caso, não cumpri-lo!

Hans: Vossa majestade não expulsaria um convidado, sim?

Elsa: Eu sou capaz sim... Mas... Não seria certo... Não agora.

Hans: Peço apenas que me dê uma segunda chance. Eu não vim sozinho, não se preocupe.

Elsa se afastou do príncipe, ainda insegura. Ela não confiava de forma alguma nele.

Anna: E então? Expulsou-o?

Elsa: Anna, isso não seria correto. Eu deixarei essa vez passar.

Anna: O quê? Você sabe o que ele fez? Está ciente? Ele tentou me matar e iria decapitar você! Você sabe disso, não sabe?!

Elsa: Anna, eu estou ciente de tudo isso, mas, eu vejo que ele realmente quer mudar.

Anna: Elsa, ele não quer mudar! Ninguém quer mudar! Ninguém se transforma em um anjo depois de quase ter cometido um crime!

Elsa: Eu sei...

Anna: Confia nele, por acaso?

Elsa: Não! Não, de forma alguma. Só digo que ele parece interessado em começar de novo.

Anna: Ele não merece e ponto final! – –.

Elsa não tinha visto as maldades cometidas por Hans, por isso ela ainda tinha um sentimento de querer ajudá-lo, assim como tem por qualquer um. Anna, por ter visto sua maldade de perto, não suportava ter que aturá-lo em Arendelle de novo, seu ódio por ele só aumentava mais.

A festa começou, estavam todos conversando e divertindo-se. Anna estava com Kristoff e Elsa apenas conversando com alguns convidados. Hans a olhava de longe, apenas, não sabia nem por onde começar, nem o que fazer naquele lugar, ele estava sem algo em mente. Para se distrair, enquanto ninguém via, ele foi explorar o castelo, como fez com Anna, no dia da coroação de Elsa. Enquanto estava andando pelos corredores, ele via vultos, ouvia portas batendo e sombras de pessoas, mas sem ninguém. Ele não entendia isso, quando sua sombra () apareceu.

Hans: Era você? Tudo que eu vi por aqui era você, sim?

- Não importa. O que você viu nela?

Hans: “Vi nela”? Como assim?

- Fica olhando para aquela moça como se quisesse algo. O que foi?

Hans: Fala da Rainha Elsa? Não tem nada, só estava olhando.

- Está sentindo algo por ela?

Hans: Não. Não faz sentido. Não tem por que, não tem motivo...

Enquanto estavam conversando, Elsa abre a porta e se depara com Hans, sozinho. Nesse momento, a sombra, que só podia ser vista por Hans, some.

Elsa: Bem que eu “senti falta” de mais um convidado.

Hans: Eu só estava... Eu sinto muito.

Elsa: Não tem problema. Mas você deve voltar para o salão.

Hans: Eu farei isso. Mas, por favor, deixe-me ficar mais um pouco por aqui.

Elsa: Por quê?

Hans: Eu não gosto de passar muito tempo no mesmo lugar que meus irmãos.

Elsa: O que tem? O que eles fizeram?

Após um tempo conversando naquela sala, Elsa começou a reparar que ele era apenas um rapaz infeliz, sem muita motivação, ela não removeu a culpa que ele tem, mas passou a olha-lo com outros olhos.

Elsa: Você... Quer sair?

Hans: Sair?

Elsa: Para fora do castelo. Dar uma volta... Para fora. Entendeu?

Hans: Claro, porque não?

Elsa: Mas não tente nada, ok?

Hans: Sim, eu respeito sua pessoa.

Ao saírem, deixaram a sala vazia, com apenas a sombra os observando. A imagem que a sombra tinha copiado de Hans já estava embaçada, mostrando sua raiva sob aquela visão. Hans não precisava mais de seu “amigo imaginário”, e agora o problema é Elsa.

- Não, Hans... Eu não vou deixar...


Notas Finais


No próximo capítulo:

- Após ser ameaçado pela sombra, Hans ignora-o e Elsa sofre as consequências.


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