História GFs - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bumbum, Bunda, Garota, Garotas, Mulher, Mulheres, Orange, Popozuda, Shoujo-ai, Yuri
Exibições 55
Palavras 596
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai, Orange, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Uma apalpada inocente


As dondocas não entendiam, com certeza. Acharam a blusa bonita, mas não faziam ideia que a sua composição tinha um significado. Jacky vestia uma blusa de mangas compridas, ombros nus, bem justa ao corpo, “colorida”. A blusa, na verdade, tinha um desenho grande das heroínas de Rayearth, mas pra quem não faz ideia do que se tratava, era apenas “colorida” mesmo. E usava uma saia preta, longa, até os tornozelos. Deveria ser folgada, mas nada fica folgado na bunda grande de Jacky e a saia desenhava suas nádegas salientes. O sapato de salta plataforma para compensar sua baixa estatura contribuía com sua postura arrebitada.

Jacky estava em um restaurante fino, em um almoço de socialites, só mulheres presentes. Enquanto andava pelo buffet, fazendo seu prato, Jacky notou que uma garota ao seu lado olhava insistentemente para sua bunda. Descaradamente mesmo. Às vezes até se curvava. Mas não se sentia incomodada, sabia, sentia que era só admiração da moça.

Pouco depois de fazer sua refeição, Jacky se levantou e foi ao banheiro. Precisava retocar o batom vermelho. E enquanto o passava nos lábios, ouviu a porta do banheiro batendo. Pelo espelho, viu a garota que o olhava na fila do buffet.

— Oi… tudo bem? — A estranha perguntou.

— Oi! — Jacky abaixou o batom e virou a cabeça para trás.

— Tudo bem? Sou Maria Luísa.

— Oi, sou Jackeline, pode me chamar de Jacky.

— Pode me chamar de Malu. Jacky… posso perguntar uma coisa bem indiscreta?

— C-claro… — Jacky concordou, com um sorriso desconfiado. Estava achando a situação muito estranha, embora não sentisse nenhuma maldade na mulher. Não era como a moça que a cobiçava na academia.

— Esse bumbum todo é seu ou é silicone?

Jacky gargalhou.

— É meu, é meu! Papai do Céu quem me deu, papai e mamãe quem fez! — Respondeu, sorrindo.

— Menina… agora posso pedir uma coisa bem indiscreta?

Jacky arregalou os olhos, agora estava assustada.

— C-como assim?

— Eu sou doida pra ter bumbum grande… penso até em colocar silicone. Então quando vejo mulher bunduda, não resisto, tenho que ficar olhando… posso apalpar o seu?

Jacky mexeu os olhos para um lado e para o outro e apertou os lábios, enquanto colocava o batom na bolsa. Não sabia o que responder. Achava a situação estranha… mas não inusitada ou desrespeitosa. Já ouviu muito isso de homens, mas nunca de mulheres! E até se divertia um pouco com a ideia.

— T-tudo b-bem… eu acho. — Jacky respondeu.

— Obrigada! — Malu respondeu animada, passando para as costas de Jacky.

Delicadamente, posicionou as duas mãos abertas nas nádegas volumosas de Jacky. Aos poucos, fechou os dedos, sentindo bem cada banda. O toque na saia de tecida fininha fez Jacky se arrepiar toda. Aos poucos, lentamente, Malu começou a apertar a bunda e Jacky fechou os olhos e mordeu os lábios. Começou a sentir um calor no corpo, especialmente lá embaixo, dentro da calcinha. Malu apertou com força, marcando as unhas na pele de Jacky. E o calor subiu ainda mais, Jacky mordeu o lábio inferior com mais intensidade. Até que Malu a soltou.

— Gente, que coisa! Durinha, mas macia! Obrigada, Jacky! Ai, que vergonha! — A estranha disse, saindo do banheiro.

E Jacky ficou sozinha com a questão. Ela realmente tinha ficado excitada com outra mulher apalpando sua bunda?

E como na noite anterior, teve que se resolver sozinha. Jacky aproveitou que estava no banheiro, se trancou numa das cabines, abaixou a saia longa, sentou no vaso sanitário e meteu os dedos dentro da calcinha. Dois minutos depois, saiu e foi lavar os dedos, todos molhadinhos. Estava satisfeita, mas cheia de interrogações na cabeça.



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