História GFs - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bumbum, Bunda, Garota, Garotas, Mulher, Mulheres, Orange, Popozuda, Shoujo-ai, Yuri
Exibições 46
Palavras 849
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai, Orange, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - Enfim, a fim de outra garota.


A primeira vez que Jacky se pegou desejando outra mulher foi em uma boate. Já tinha passado pelas primeiras situações de confusão… foi desejada por outra mulher na academia e, mais tarde, ficou excitada lembrando da situação. Depois, ficou excitadíssima ao ser apalpada por outra mulher. Era como se tivesse seguindo etapas. E essa era a terceira.

A noite ia passando e Jacky já tinha sido abordada por uns 20 homens. Pudera! Estava irresistível, com uma calça prateada que modelava sua bunda e destacava suas nádegas, deixando-as bem divididas, um sapato de salto preto e uma blusa preta com um cardigã preto. Mas Jacky dispensou todos. E ela não era disso. A essa altura, já teria experimentado vários e escolhido um para levar pra casa. Ou então, ela mesma teria escolhido um homem de seu interesse e o abordado. “Chegar nos homens” nunca foi problema para ela. Se tinha interesse em um cara, o abordava mesmo.

Mas não só não estava com a mínima vontade como ainda estava encantadíssima com algo diferente que tinha acabado de ver. Uma mulher morena, pele parda, lembrando uma índia. Cabelos longos e escuros com luzes, corpo bem modelado em um vestido justo, azul, que ia até os joelhos, mas expunha uma de suas coxas grossas graças a uma fenda estratégica. Um pouco mais alta que a média feminina, calçava sandálias de salto, que a destacavam ainda mais no meio de tanta mulher bonita. A boca era pequena, os lábios carnudos, sua boca parecia um coração.

E as duas, na verdade, estavam bem perto uma da outra. Ambas estavam no balcão do bar, a alguns bancos de distância. Jacky, que nunca teve problema em se aproximar de um homem, estava tímida, se sentia uma adolescente sem saber como conversar com o garoto que gosta. Sentia o corpo gelado. Nervosa, se levantou do balcão e foi até uma mesa onde sua melhor amiga, Lívia, que estava sentada conversando com um cara e provavelmente iria “faturá-lo”, se é que me entendem.

— Lili! Lili! Preciso falar com você! — Jacky chegou nervosa e desajeitada.

— Jacky… eu tô ocupada! — Lívia respondeu, trincando os dentes e fechando a cara.

— Por favor, amiga! É urgente!

Meio sem jeito, Lívia deu um sorriso amarelo para o cara que estava com ela.

— Dá licença pra gente um minutinho? Preciso falar com esta louca… já, já te chamo.

— Claro. — Disse o rapaz, levantando-se da mesa.

— Obrigada! — Jacky agradeceu, sentando no seu lugar.

Arregalou os olhos para Lívia.

— Amiga… preciso de um conselho.

— Ai, meu Deus, Jacky… pela última vez! Passa bastante lubrificante, pede pro cara usar muito lubrificante também… nas mãos e no pau! Depois pede pra ele ir massageando, devagarinho, devagarinho, depois pede pra ele ir enfiando devagarinho a cabeça do dedo. Só depois de entrar alguma vezes, pede pra ele começar a ir esfregando assim, a cabeça do pau, devagarinho. Só esfregar! Não enfia ainda, aí…

— Meu Deus do Céu, Lívia! Não é nada disso, sai pra lá!

— Uai, amiga! Tá pensando o quê? Com esse bundão, uma hora ou outra você vai ter que liberar mesmo! É o que todo homem quer de você!

— Deixa de ser ridícula, até parece que vou fazer o que homem quer ou deixa de querer. Só faço o que estou a fim, OK? E não era disso que queria falar.

— Tá bom, tá bom. E era de quê?

— Tô querendo pegar uma pessoa!

— Uai… vai lá e pega! E desde quando você precisa de força pra isso? Quem é?

E nessa hora, Jacky corou e silenciou. Olho para os lados, apertou os lábios e mexeu no cabelo.

— Quem é, amiga?

Jacky coçou a testa e apontou para a direita. Lívia olhou para a direção que ela apontou. A única pessoa que estava diretamente naquela posição era a garota no balcão.

Lívia ficou boquiaberta. Olhou para Jacky com o queixo caído. E mudou a expressão para um sorriso malicioso.

— Amiga… você…?

— Eu não sei, eu não sei! Depois converso com você sobre isso!

Ainda sorrindo, confusa com a relevação, Lívia tentou ajudar da melhor forma possível.

— Amiga… eu não sei muito dessa pegada, não. Experiência zero! Por que você não faz como faz com os caras, chega jogando conversa fora, pergunta se tá tudo bem, se ela tá curtindo… aí você sente o clima, se ela tiver a fim, vai ser receptiva. Você é linda! Nenhum homem resiste a você e tenho certeza que nenhuma mulher também!

Jacky olhou séria para Lívia.

— Nem você?

Lívia corou de vergonha e tentou tirar Jacky da mesa.

— Olha… vai lá na tua mina que vou chamar o carinha de volta pra cá. Boa sorte, tchau!

E Jacky levantou sorrindo.

Mas, ao olhar para a garota, Jacky viu que um cara acabou de chegar nela e estava se dando bem. Sem nem sentir, Jacky murchou. Seus lábios e sobrancelhas cederam pra baixo, a noite praticamente acabou.

Tristonha, Jacky foi ao balcão e sentou.

— Um Sex on the Beach, por favor! — Pediu ao barman.

Reflexiva, ficou pensando no que estava começando a sentir. Admitia para si mesma, estava interessada em garotas.



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