História Ghost Heart - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Frozen - Uma Aventura Congelante
Tags Hanna, Helsa, Princesa Anna, Príncipe Hans, Rainha Elsa
Visualizações 107
Palavras 2.923
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


◎Princesa Anna◎

Anna ainda permanece com seu cargo de princesa de Arendelle, na Fanfic, porém ela experimenta um pouco da vida cotidiana de uma pessoa comum, ao mudar-se temporariamente para esta mansão. Neste mundo, ela não conhece Kristoff, que é um personagem que não terá aparição. Os traços ingênuos dela de apoiar um relacionamento com alguém que acabou de conhecer, ou querer as coisas do seu jeito, ou não compreender o que a irmã faz por bem à ela, são bastante usados na estória. Por fim, a menina terá que aprender com as consequências de seus erros, e obedecer mais aos alertas.

Capítulo 2 - As Primeiras Ilusões


Fanfic / Fanfiction Ghost Heart - Capítulo 2 - As Primeiras Ilusões

Adentrou.

Ao abrir a próxima porta, também marrom e velha, porém com uma aparência mais confortável, encontrou a sala principal da mansão. Olhou para os cantos, esquerda, direita, era a mesma sala, porém muito mais bonita. Havia um papel de parede carmim e dourado, umas luzes enfeitando o local, uns móveis lustrados e brilhantes, uns quadros que sorriam e o globo de neve, novamente reconstruído. Anna ficou impressionada com tamanha beleza, e também muito confusa. Decidiu ir mais a fundo. Adentrou o grande portão que daria acesso ao corredor, mas ao abri-lo, não era o corredor e sim seu castelo. O grande salão de festas estava lá, havia muitas pessoas alegres e com trajes de gala. Os nobres também estavam lá, e com eles a Rainha Elsa, mais formosa que anteriormente. Seu vestido cintilava como pequenas pedras de diamantes, por entre a cauda. Era um vestido branco de costas nuas, com um decote por entre o busto da mesma, detalhado com uma rendinha. Anna olhou para tudo e todos, boquiaberta.

Fechou o portão e resolveu recuar uns passos. Era tudo muito bonito, mas ainda sim a assustava. Virou-se para voltar à porta marrom, e não a encontrou mais. Sentindo-se perdida naquele sonho, Anna tentou acordar, beliscando-se, porém não dava certo. Correu por algum outro cômodo da casa, mas acabou esbarrando em alguém. Anna caiu e perdeu a consciência por poucos instantes, e ao acordar completamente, viu a silhueta de um homem. Levantou-se com ajuda do mesmo e apoiou-se no rapaz.

Anna: Quem é você? ...

Hans: Eu estava esperando por você, Anna...

Anna: Hm? ...

O rapaz levou-a até um corredor luminoso, onde ela pôde ver sua face. Era um homem muito bonito e vestia um traje de nobre, com detalhes em ouro puro. Seus cabelos eram ruivos, e cintilavam vermelhos na claridade, ficando castanhos na escuridão. Os olhos eram verdes e cintilavam como se fossem hipnotizantes, ele tinha sardas claras e perfeitamente espalhadas pelo rosto, as bochechas e os lábios eram levemente rosados, enquanto sua pele era corada e parecia deliciosamente quente. Anna sentia-se atraída por quem desconhece, e geralmente isso não acontecia. Era até comum achar um rapaz bonito, mas Anna sentia um desejo que intensificava à medida que admirava aqueles pequenos detalhes do tal rapaz.

Mordeu os lábios discretamente, parecia estar imersa em fantasias, sexuais talvez. Esqueceu-se daquelas perguntas tradicionais, como "quem é você, onde estou, por que estou aqui", etc.

Hans: Anna...

Anna: Hm? Ah... Quem... É você?

Despertou-se de suas alucinações. Observou que o mesmo, por mais atraente que fosse, ainda era desconhecido para ela.

Hans: Quem sou? Anna... Marcamos de nos encontrarmos um dia. Eu fiquei esperando por você.

Anna: Por mim?

Hans: Esse lugar não é o mesmo sem você, Anna...

Anna: Ué, eu não sabia que tinha um príncipe esperando por mim!

Hans: Evidente que tem... Toda mulher tem.

Anna: Pera... É mesmo um príncipe??

A garota sentia-se confusa agora. Usou a figura do príncipe dos contos de fadas como uma brincadeira, pelo traje do rapaz, mas não sabia que o mesmo levaria a sério. Não sabia se queria voltar para casa ou permanecer naquele local iluminado. Era tudo tão surreal, mas ainda sim tão bom. Ainda perdida em pensamentos, sentiu um arrepio e, ao notar, viu o rapaz segurando sua mão com delicadeza. A luva que o mesmo usara era macia e roçava sua pele de forma tão gostosa, esquentando todos os cantos frios da mão da garota. Após segurar, ele leva até os lábios, beijando as costas de sua mão, sem pressa, enquanto ficava a admirar os olhos azuis da menina, que retribuía ao olhar para os seus. Os olhos do rapaz pareciam hipnotizá-la de forma que a mesma não conseguia explicar. Eles brilhavam além do comum e a cor verde parecia literalmente cintilar, pareciam duas pedras de esmeraldas vivas. Anna observava-os com calma, enquanto o rapaz mantinha seus lábios nas costas de uma de suas mãos. Eram lábios quentes e traziam conforto, às vezes pareciam provocar uma massagem em sua pele. Após afastar-se lentamente, o rapaz resolve fazer as apresentações.

Hans: Sou o príncipe Hans, milady...

Anna: Ahm... P-princesa Anna... Arendelle... Milord.

Hans: Eu conheço-a, senhorita. Venha... Estamos em festa por sua chegada. Deve estar com fome, não? ...

Anna: Haha, eu to mesmo com muita fome! Não jantei à noite...

Hans: Pois venha, venha.

O belo rapaz conduziu a menina ao grande salão de festas, onde todos estavam se divertindo e dançando. Para ela foi apresentada uma mesa adornada, com todos os tipos de comes e bebes, assim como tinham em suas festas no castelo. Anna não jantara naquela noite, as comidas encontradas na cozinha da mansão estavam vencidas e as duas tiveram que comer enlatados. Obviamente, Anna recusou, e dormiu faminta e aborrecida. Agora ela tinha comida descente e digna de uma princesa.

Após deliciar-se, principalmente com os sanduíches e o fondue de chocolate, Anna toma uma pequena taça de champanhe e termina sua refeição.

Anna: Posso aproveitar mais da noite?

Perguntou ansiosa. Parecia uma criança perguntando a seu pai se podia brincar em determinado brinquedo, em um parque de diversões. O rapaz acenou com a cabeça, sorrindo. Manteve as mãos juntas, nas costas, e ficou a observar a menina. Enquanto isso, Anna correu para fora do castelo, esperando encontrar o lindo jardim que tinha. No jardim da mansão, as folhas eram secas, no geral mortas, e havia muitos insetos e bichos rastejantes, muitos, o que chegava a enojar a menina, que não pisava no local nunca, ficava apenas a observar da janela.

Foi em direção ao jardim, que estava muito mais atraente que o original. O jardim do castelo é lindo, mas o jardim daquele castelo era surreal. As flores cantavam e cintilavam, de acordo com a cor de suas pétalas. As folhas lhe faziam cócegas e os insetos, antes nojentos, agora parecia pontos estrelares voando pelo céu, cintilando. Todo o jardim tinha ganhado vida e tudo parecia bom. Anna caminhou por todo o jardim, contemplando as estrelas e aproveitando daquele aroma doce de flor. Após um tempo, ela retorna ao castelo.

Hans: Gostou, minha princesa?

Anna: Foi incrível! É tudo tão lindo!

Hans: Fico feliz... Fiz pra você.

Anna: Você fez aquilo tudo??

Hans: Hurum... Agora descanse. Deve estar exausta.

Anna: Hm... Sim, na verdade, um pouco.

O rapaz a conduz ao quarto, que antes era empoeirado e velho, e mesmo antes de limpo, era possível sentir um cheiro vago de mofo. Ao adentrar, Anna ficou maravilhada com a combinação maravilhosa de cores, por entre os móveis e o papel de parede. O quarto era digno de uma rainha. Havia pétalas cintilantes por sobre a cama e um aroma doce e suave. O príncipe a confortou em sua cama e cobriu-a com o cobertor mais confortável que seus três lençóis do antigo quarto na mansão. Ele lhe deu um beijo suave na bochecha e acariciou seu rosto.

Hans: Estarei esperando-a... Bons sonhos.

Após fechar lentamente os olhos, Anna perdeu a consciência. O dia amanheceu normalmente, e consequentemente, Anna abriu lentamente os olhos a bocejou. Após esfregá-los um pouco, acordou sorrindo, procurando por seu príncipe pelos cantos. Direita... Esquerda... Não o viu. Viu apenas um quarto, com um papel de parede velho e mofando, uns móveis velhos e um pouco empoeirados. Bufou, desapontada.

Anna se vestiu e desceu às escadas. Foi ao encontro da irmã, que preparava o café e fazia torradas com ovos. Elsa não cozinhava com frequência, e muitas vezes os ovos chegavam a sair congelados. Anna preferia ficar com fome.

Anna: Foi incrível! Eu senti estar mesmo no castelo, só que não era o castelo, era um outro castelo!!

Elsa: Claro, claro... Um príncipe maravilhoso estava esperando por você. Anna, você só sonhou com isso.

Anna: Mas era muito real para ser sonho! Estava tudo tão lindo! Tinha um salão de festas, muita comida gostosa, e você usava um vestido branco cintilante!

Elsa: Branco? Anna... Meu vestido e azul. Agora vamos sair hoje, preciso comprar umas roupas.

Anna: Nesse bairro velho?

Elsa: Anna, pare de reclamar! Tem uma loja aqui perto, vi umas roupas bonitas. E algumas das minhas estragaram com a poeira. Vamos.

Anna: Isso não aconteceria se estivéssemos no castelo...

Elsa: Pare de resmungar, Anna.

A menina cruzou os braços e fez uma cara emburrada. Parecia uma criança fazendo birra. Elsa reprovou o comportamento imaturo da irmã, mas não reclamou, já começaram o dia, estressadas naquela casa, e ela não queria mais problemas.

Saíram de casa e foram para a loja. Demorava uns trinta minutos na carruagem. Após chegarem, vão diretamente ao local. Parecia um tipo de apartamento, era um edifício cinza e parecia ser tão velho quanto a casa. Dentro, o ambiente era confortável, mas as roupas eram sem graça. Anna não se interessara por nada que viu, enquanto Elsa ficava a procurar um par de luvas a seu gosto.

Elsa: Gostei destes.

Anna: São luvas cinza e sem graças. Prefiro as luvas magenta.

Elsa: São caras, Anna.

Anna: Ah, qual é?! Você é uma Rainha!

Elsa: Não aqui... Não aqui.

Anna: Meu príncipe me compraria luvas magenta. Se brincar, teriam até pedrinhas brilhantes.

Elsa: Então pede para ele comprar suas roupas.

A loira colocou as luvas cinza na sacola de compras e então fez o pagamento. Anna voltou da mesma forma que foi, chateada e estressada. Após chegar a casa, Anna pegou a chave dourada, limpando-a com cuidado, vendo o pingente cintilar. Em seguida, caminhou até a porta velha no porão da casa e abriu a porta, contente. Imaginaria vê-la ativa, porém havia apenas aqueles utensílios de limpeza vencidos, e o mesmo ratinho morto. Decepcionada, fechou a porta e foi dormir cedo, novamente com fome. Não queria pensar que tudo aquilo foi um sonho, ouviu seu príncipe dizer que estava esperando por ela, e não queria faltar a este encontro. Deixou a chave no criado-mudo próximo à cama e foi dormir, porém preparada para senti-la cintilar em seus olhos, chamando-a para mais uma noite.

Novamente às três da manhã, a chave começa a cintilar, despertando a garota curiosa, que a agarra como se fosse a última jarra de água do mundo. Seus passos eram ansiosos e apressados, indo em direção à porta no porão. Chegando lá, encaixa decididamente a chave na fechadura girando-a três vezes. Abre a porta e adentra com pressa, tão logo caindo na estrutura fofa que ligava a porta do porão com a porta do outro mundo, um mundo feito apenas pra ela.

Tão logo abriu a porta, girando a maçaneta dourada uma vez e empurrando-a, adentrando e fechando. Caminhou em passos lentos até algum local do castelo, admirando os enfeites das paredes e decoração do cômodo. Ouviu umas vozes no mesmo salão e foi em direção a este, encontrando as mesmas pessoas, porém parece que elas não a viam, pois desde o primeiro dia de Anna, nenhuma daquelas pessoas a encararam.

Ele estava lá, o mesmo rapaz, aqueles mesmos olhos, e os mesmos lábios, aqueles mesmos fios ruivos sedosos, e aquele mesmo sorriso aconchegante. Anna correu a seu encontro, tão logo o abraçando. Sabia estar abraçando ainda um desconhecido, mas ele lhe trazia conforto e como tinha dito, era seu príncipe.

Anna: Olá...

Hans: Fico feliz que retornou, meu amor. Vamos... Quero levá-la a um lugar antes.

Anna: Que lugar? ...

Hans: Achei que se sentiria melhor, se saísse do castelo para tomar um pouco de ar e admirar as petúnias que plantei para você, tudo neste lugar é feito para você.

Anna: E por quê? ...

O rapaz sorriu, como se aprovasse a pergunta da garota, ou já estivesse esperando por ela. Tão logo respirou e falou.

Hans: És a princesa de meu coração. Vamos...

Segurou sua mão, caminhou em passos lentos para fora do local e levou-a para próximo de uma floresta, pelos arredores do castelo. Anna observava como estava escuro, e era noite, provavelmente porque entrará pela porta à noite, mas às vezes parecia que o Sol não existia naquele mundo. Era uma bonita floresta, não era sinistra, assustadora, medonha, era adorável e agradável, chamava a atenção de qualquer pessoa. Hans descansou por sobre o gramado verde negro, e chamou Anna para fazer o mesmo. Ambos deitaram, descansaram, e contemplaram as estrelas que formavam imagens adoráveis, especialmente para ela. Ficaram contando as mais brilhantes e batizando as pequeninas. O rapaz, enquanto contava juntamente a ela, tirou suas luvas e aproximou sua mão nua à dela, que sentiu um arrepio ao deixar a dele tocá-la. A pele do rapaz era macia e quente, deliciosamente quente, como em suas fantasias. Anna fechou os olhos e "descansou" naquela pele. Retribuiu, segurando a mão do rapaz e ambos entrelaçando seus dedos, a sensação era a melhor de todas. Anna passava leves vezes sua mão na do rapaz, acariciando e massageando, sentindo os largos e suaves dedos do rapaz, sentindo também o quão grande e bem formada é sua mão masculina. Ela sorriu lentamente, deixando a alegria conduzi-la, e assim seu sorriso pôde ser contemplado pelo príncipe ao lado, que estava contente com a reação dela.

Ambos ficaram em silêncio por um curto período de tempo, enquanto o rapaz admirava as estrelas que dizia ter criado para sua amada, e a mesma estava de olhos fechados, imersa em desejos e fantasias. Hans aproxima a cabeça à dela, encostando-as. Em seguida, o rapaz esfrega delicadamente a fronte à dela, deixando seus fios ruivos vermelhos entrelaçarem os fios ruivos loiro-morango da princesa, que retribuiu o afago. Se fosse um gato, a essa altura Anna já estaria ronronando. Estava tão gostoso o carinho, que a única coisa que Anna queria era dormir ali, ao lado dele.

Hans: Está com sono, meu amor? ...

Disse, parecia ler a mente da menina, pois a mesma estava pensando exatamente em dormir, porém se caso realmente ler, ele saberá que ela o quer a seu lado.

Anna: Sim... Estou. Mas também estou com fome.

Hans: Vamos, quero lhe mostrar uma coisa.

O rapaz a conduziu novamente para dentro do castelo, levando-a diretamente ao quarto. Ao adentrar, o quarto era o mesmo, tinha uma cama confortável com um cobertor quente e macio, branco e prata. Algumas luzes saiam da janela e iluminavam o essencial, enquanto a decoração de luzes ajudava. Hans a levou até a cama e confortou a menina. Ele lhe mostra uma tigela transparente brilhante, e dentro chocolate derretido de forma saborosa. Havia algumas frutas do lado, como morangos e laranjas fatiadas.

Hans: Quer, Anna?

Anna: Mas claro!

Disse, com animação. Anna parecia realmente faminta, novamente não jantara, a comida da sua irmã não era das melhores. O rapaz sorri e estica o braço para pegar a tigela de chocolate e frutas. Pega a fruta, que estava presa a um palito específico, e mergulha com delicadeza no chocolate, sim, era um fondue específico. Leva metade do doce à boca e a outra metade deixa com que a garota complete. Ao aproximar-se, Anna entende o pensamento do rapaz e também se aproxima, juntando seus rostos e encontrando seus lábios. Ela desfruta do doce, mas também dos lábios do rapaz, antes quentes, agora molhados e deliciosos. Suas bocas se colam, suas respirações ardem com intensidade, e seus corpos anseiam por um encontro.

Hans: Quer mais, Anna? ...

Disse, entre o beijo. Estavam ofegantes e Anna parecia suar, como se nunca tivesse feito tal coisa na vida. A garota ansiava em remover a roupa do rapaz, ao menos aquele casaco pesado e aquele colete enfeitado. O rapaz sorriu e, como se soubesse dos pensamentos da garota, removeu a parte de cima que usava. Como Anna pensou e estava certa, ele tinha uma pele muito corada e deliciosamente quente. Suas sardas caíam sob seus ombros e braços fortes, e tinham pequenas sardas também pelo peitoral. Sua pele era macia e atraente, enquanto seu corpo parecia desejar um abraço dela. Anna acenou com a cabeça timidamente, em resposta a pergunta do rapaz, que pegou mais uma fruta para mergulhar no chocolate. Antes que pudesse pegá-la, Anna levou a mão até o chocolate e mergulhou dois dedos, em seguida levou rapidamente até o rapaz e passou por entre o pescoço do mesmo, que sentiu um arrepio percorrer por todo seu corpo.

Hans: Há alguma coisa que eu possa fazer por você, amor? ...

Anna acenou negativamente, deixando o sorriso sapeca consumir seu rosto. Em seguida a garota aproximou seus lábios do pescoço do rapaz e lambeu lentamente a parte manchada de chocolate. A sensação era deliciosa.

O rapaz permitiu que a menina pudesse desfrutar de tudo e qualquer coisa, inclusive ele mesmo. Abraçou-a o mais forte e confortável possível, enquanto Anna continuava beijando-o, ela sentia-se extremamente atraída.

As carícias duraram um tempo, até que Anna pensara em ir mais longe. Estava prestes a remover seu vestido quando o rapaz interrompeu-a e vestiu-se novamente.

Hans: Durma, meu amor... Não quero vê-la cansada. Volte amanhã...

Anna: O verei novamente, não é?

Hans: Mas claro. Agora descanse.

O príncipe deu-lhe um beijo suave na fronte e afastou-se. Anna confortou-se e tentou dormir. Não demorou muito para pegar no sono e apagar completamente.

Na manhã seguinte, acordou mais feliz do que antes. Sentia um desejo no coração de pedir ao seu amado príncipe para viver com ele. Tampouco pensara em Elsa agora, em sua mente, Elsa não tinha a mínima preocupação para com ela. Pegou a chave dourada, que permanecia ao lado do criado-mudo, e apertou-a no peito. Sorria, como se estivesse vendo as cores pela primeira vez na vida, algo parecia ter roubado-lhe o coração.



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