História GhostStories - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Drama, Ghost, Horror, Hoseok, Jimin, Jungkook, Kookmin, Namjoon, Seokjin, Suga, Sugamonjin, Suspense, Taehyung, Taeseok, Terror, Yoongi, Yoonjin
Visualizações 279
Palavras 1.880
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Fiquem com a metade de um lemon

Pq eu sou a lei

Capítulo 10 - 1.0 - Sexy


- H-Hobbie!... - Tae exclamou manhoso assim que seu irmão agarrou suas coxas, apertando-as demasiadamente forte.

Hoseok, de uma hora para outra, tinha mudado sua postura - que era a mesma de sempre, sendo carinhoso e afetuoso com seu irmão. Agora, ele o machucava de uma forma excitante para os dois, e por isso, nem ao menos ligava se ia ficar dolorido para seu irmão ou não.

- Eu fiquei com tanto medo de te perder, que agora eu não consigo me controlar. - Seus corpos estavam realmente pertos um do outro, tanto que até poderiam sentir o calor emanando deles.

Tae tinha uma fina camada de suor por todo o seu corpo, já Hoseok, sentia seu sangue ferver em suas veias. As pernas entrelaçadas em sua cintura, as costas arqueadas de Taehyung contra a cabeceira da cama, a proximidade que a boca de Hoseok se encontrava da sua. Tudo, exatamente tudo era um real motivo para eles apenas pararem para admirar um ao outro.

- Só de pensar que, por um simples deslize, eu nunca iria ficar sem poder te tocar... - Hoseok gemeu baixo e arrastado, subindo suas mãos para a cintura fina de Tae. - Eu tive medo, muito medo.

- Eu também, Hobi. - As mãos de Tae apertaram os ombros largos de Hooseok, aprofundando suas unhas ali pela ansiedade.

- Isso o que vamos fazer... Eu quero que fique claro que não é sexo, é amor. - Hoseok sorriu, sentindo seu pau pulsar contra as nádegas de Tae.

- Eu não quero que você hesite em algo comigo, quero que me faça seu, pois se um dia eu perder você... - Suspirou. - Por favor, me faça esquecer de que um dia eu irei te perder. 

- Com prazer, meu pequeno Tae. - Com um pouco de hesitação, se aproximaram.

Tocaram seus lábios primeiramente, sem realmente aprofundar aquele beijo. Eles estavam ofegantes, com os lábios colados mas sem se mover.

Com as respiração irregulares, mas sincronizadas, Hobi se aprofundou em Tae, fazendo um gemido abafado ser ouvido naquele quarto.

Tae se sentiu desconfortável, doía muito, mas a vontade de ter seu irmão exclusivamente para si era maior que a própria dor. Hobi iniciou seus movimentos lentamente, aprofundando o beijo para distrair seu irmão.

Tae era muito apertado, e por ser virgem, tornava tudo mais excitante. Hoseok pulsava cada vez mais no interior de Tae, sua ansiedade era visível, tanto que ele fazia questão de demonstrar aquilo, abusando como queria do corpo de Tae. 

As mãos passeavam desde sua cintura até seu peitoral, em carícias delicadas, como se sua pele fosse de porcelana. Uma vez, foram parar em suas coxas, onde Hobi fez questão de deixar marcas de arranhões ali, para que no dia seguinte Tae olhasse e se lembrasse nitidamente de seu irmão.

As estocadas ficaram mais fortes e rápidas, tão deliciosas e quentes que Tae arranhava os ombros de seu irmão, descendo por suas costas e subindo em mais arranhões, estes que deixaram pequenos filetes de sangue.

Hobi gemia rouco, quase como um rugido. Estava tão excitado que chegava a doer, e ainda mais sentindo Tae o espremer de prazer.

A ereção de Tae também doía, mas ele não tinha nada para se aliviar, a não ser os abdômens que roçavam e apertavam cada vez mais o seu pau em um espaço pequeno. Subindo e descendo, assim que Tae se encontrava. 

Afundou sua cabeça na curvatura do pescoço de Hobi, deixando seu corpo a mercê de seus toques.

O ar ficou pesado, tudo pareceu ser tão quente. Não demorou para que Tae gozasse, gemendo longo e arrastado o nome de seu irmão, mas aquilo ainda não tinha acabado.

Hobi deitou Tae, ficando por cima dele. Afastou suas coxas e o deixou exposto, e já com consentimento do mesmo, suas estocadas ficaram fundas e rápidas.

O som daquele quarto era dos dois corpos se chocando com destreza e rapidez, e cada vez mais os gemidos de Hobi ficaram roucos. Sua garganta doía assim como seu lábio, mas não tinha como não gemer sentindo o corpo de Tae lhe apertar.

Saiu de dentro de seu irmão, e logo, se posicionando e se masturbando brevemente, gozando no abdômen de Tae e sujando-o completamente.

A última visão que Tae teve antes de dormir, foi do corpo escultural de Hoseok ali, suado e quente; sua cabeça jogada para trás e os lábios entreabertos.

Ele sentiu alguém lhe puxar para trás, e logo, foi aninhado contra o corpo de seu irmão, e então, ele finalmente dormiu.

Um longo sono, diga-se de passagem.

[...]

Na mesma noite, Namjoon virava a esquina de seu bairro com Yoongi - adormecido - nas costas. Jin estava ao seu lado, reclamando e citando os mil motivos pelos quais não carregava Yoongi, e todos eles consistiam em Namjoon ser bem mais forte que si.

Jin iria dormir em sua casa, então, não faria mal ele ir ao seu lado.

- Pare de reclamar; é como eu disse: "príncipes não carregam peso". - Sorriu vitorioso, mas naquele momento, Namjoon virou a situação.

- Está mais para "princesa". - Sorriu malicioso, recebendo um tapa de leve no braço.

- Já disse para não me chamar assim! - Bufou, cruzando os braços e virando o rosto.

- Não faça essa cara, estou ficando excitado. - Jin arregalou os olhos, tentando formular qualquer frase em sua cabeça.

- Como pode dizer isso?! E ainda mais em público?! - Bufou novamente.

- Ahh, qual é? Vai se fazer de santo agora, é? - Namjoon riu. - Todos nós sabemos que de santo você não tem absolutamente nada.

- Eu mudei, apenas isso! - Desviou o olhar. - E você continua o mesmo cretino de sempre!

- O mesmo cretino de sempre que te levava para cama e satisfazia todos os seus desejos; eu sei que se lembra, você não pode negar. - Jin sentiu um tapa estalado em sua bunda, e isso o fez virar para Namjoon e lhe acertar o rosto com um tapa bem forte.

- Não toque em mim! - Respirou fundo, se recompondo.

Namjoon até poderia dizer que ficou irritado, mas de verdade, ficou ainda mais excitado. Receber aquele tapa de Jin lhe atiçou de uma forma que ele nunca sentiu, e naquela noite, isso iria perdurar por bastante tempo.

[...]

Assim que chegaram, Jin foi tomar banho, e Namjoon subiu para seu quarto. Após enrolar Yoongi em sua cama, Namjoon tomou um banho rápido e colocou uma calça moletom, não se preocupando em usar uma roupa por baixo, já que aquela noite iria prometer.

Sua mãe tinha saído para sabe-se lá onde, então não teria problema.

Desceu as escadas devagar e encontrou Jin deitado, vendo um filme de terror em posição fetal. 

A poupa da bunda de Jin estava bem a mostra, assim como sua barriga já que a camisa estava levantada. Namjoon achava que Jin queria lhe provocar colocando aquela roupa tão curta, mas relevou.

Hora do ataque.

Cautelosamente, se sentou ao lado de Jin, consequentemente assustando-o, mas Jin não reclamou nem nada, apenas continuou vendo o filme.

- Ela morre. - Namjoon sorriu, e realmente, a personagem morria naquela cena. - E ele também. - Disse depois de um tempo, e o personagem morreu após uma facada na barriga. - Essas duas aí são lésbicas. - Jin se irritou.

- Quer parar de contar o filme?! - Chutou Namjoon, este que não perdeu tempo em pegar seu pé. - Me larga! - Tentou puxar sua perna, mas Namjoon era bem mais forte.

Namjoon lhe puxou e lhe fez sentar em seu colo. Segurou as mãos de Jin com uma mão, e com a outra, pegou em suas bochechas em um aperto.

- Se me bater mais uma vez, eu juro que não terei piedade alguma. - Jin se arrepiou, a voz de Namjoon era tão grossa e grave.

Assentiu devagar, e logo, Namjoon largou sua bochecha.

- Você está me machucando. - Apontou com a cabeça para seu pulso, mas Namjoon apenas apertou mais ainda.

- Você merece uma lição, não acha? - O rosto de Jin ficou rubro.

- Namjoon, eu não sou mais assim, você sabe que isso-- - Foi interrompido.

- Me poupa, eu sei você quer. - Sorriu malicioso, se aproximando da orelha de Jin. - Você está tão excitado quanto eu. - Riu baixo, e então, Jin notou um enorme volume em suas pernas - que a partir daquele momento, ele sentiu doer completamente.

Namjoon estava quente, Jin estava mais ainda. O filme tinha acabado a alguns minutos e passava qualquer outra coisa, mas os dois insistiam em apenas se observarem, até que Jin quebrou o silêncio.

- Vai me punir? - Perguntou receoso.

- Ooh, eu vou sim. - Afroxou o aperto nos pulsos de Jin. - Deita no meu colo, você vai receber o que merece, e eu quero que conte baixinho, apenas para que eu ouça. - Jin assentiu rapidamente, com uma mistura de ansiedade, medo e excitação.

As borboletas na barriga de Jin já voavam para lá e para cá, mas sumiram quando, lentamente, Namjoon retirou seu short e sua cueca de uma vez.

Para Namjoon, o significado da palavra "perdição" estava em Jin. Aquelas nádegas branquinhas e lisinhas, prontas para serem marcadas pelos dedos de Namjoon, ou até mesmo ficarem bem avermelhadas. 

Ahh, como Namjoon sentia saudades de fazer aquilo, e Jin mal sabia.

- Conte, do um, até o dez. - Jin assentiu, respirando fundo.

A primeira palmada foi forte, Namjoon tinha depositado boa parte de sua força apenas em um tapa. Jin quis gritar, mas segurou, soltando um suspiro no lugar.

- U-um... - Esperou, e logo, recebeu um outro tapa, bem mais forte que o primeiro.

Engoliu seco. Se lembrou de todas as vezes que Namjoon lhe puniu, e no outro dia, as marcas ficavam ali para lhe recordar da noite passada.

É como nos velhos tempos, não é, Jin?

A outra mão de Namjoon escorregou para o meio das pernas de Jin, onde ele pegou seu pau e começou a masturbar rapidamente, e isso, em seu terceiro tapa.

Jin gemeu alto o número três, olhando para Namjoon por cima de seu ombro.

Namjoon sorriu, dando seu quarto tapa. Jin quase gozou, mas o êxtase parecia ir e vir, já que a mão de Namjoon lhe torturava aumentando a velocidade e diminuindo ela.

No quinto, Namjoon apalpou uma das nádegas de Jin com gosto, dando um sexto tapa estalado ali.

A bunda de Jin já se encontrava vermelha e marcada, fora que ele já se sentia perante as nuvens naquela situação.

No sétimo, sentiu seu orgasmo vir, mas Namjoon tapou a fenda de sua glande, impedindo isso. Apertou fortemente sua glande, e Jin gemeu desesperado.

- Você não vai gozar antes do tempo, não mesmo. - A mão de Namjoon continuou a lhe masturbar, e era um desespero tão grande, já que estava ficando cada vez mais extasiante e bom.

Já no oitavo tapa, Jin pulsava fortemente contra os dedos de Namjoon, querendo urgentemente poder gozar, mas o maior não deixava de jeito nenhum.

Na nona palmada, Jin gemeu o nome de Namjoon de uma forma absurdamente erótica e alta. Sua voz saiu de uma forma tão melódica para Namjoon que ele nem hesitou em lhe deixar ter seu tão desejado orgasmo.

No décimo tapa, Jin gozou como nunca tinha gozado antes, sujando Namjoon completamente e seu abdômen, mas isso era o de menos.

Namjoon pegou Jin, completamente cansado e ofegante, em seu colo, levando-o para o banheiro, já ligando o chuveiro.

- O-o que vai fazer? - Jin perguntou, mordendo o lábio inferior.

- Vou te dar um banho, my little princess. 


Notas Finais


Não sei mais escrever lemon

Não me matem q


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