História GhostStories | VHope - Capítulo 11


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Drama, Ghost, Horror, Hoseok, Jimin, Jungkook, Kookmin, Namjoon, Seokjin, Suga, Sugamonjin, Suspense, Taehyung, Taeseok, Terror, Yoongi, Yoonjin
Visualizações 87
Palavras 930
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


lemon terá lá pelos capítulos 20

sla né

ta perto? +/-

Capítulo 11 - 1.1 - Ride


- Hobi, acorda! - Tae falava com a voz trêmula, já que o medo começou a tomar conta de si.

Ele tinha medo de escuro, e esse medo só passava quando seu irmão lhe abraçava e cantava para si. Ele ficava bem pertinho do ouvido de Tae, cantarolando letras de músicas nas quais ele lembrava vagarosamente - e até algumas vezes, misturando músicas umas com as outras.

O coração de Tae palpitava de tanto medo, mas ele se acalmou um pouco assim que seu irmão acordou.

Por sorte, a bateria do seu celular estava em 70%, seria o suficiente para passar a noite junto com seu irmão - mas, amanhã será o segundo dia de aula, então eu acho que a alegria deles durará um pouco menos do que esperavam.

- Faltou luz? - Tae murmurou um 'sim'. - Quer que eu cante para você? - Hobi puxou Tae delicadamente para si, aninhando o mais velho com seu corpo.

Já bem coladinhos e quentes, os dois respiraram fundo, com Hoseok já preparado para cantar.

Mas na primeira palavra que Hoseok iria dizer, alguém bate na porta.

Era exatamente uma três da manhã e alguém bateu na porta.

Tae ficou extremamente intrigado, e com razão? Quem seria a uma hora dessas?

Uma luz rosa atravessou o vidro de enfeite da porta e as frestas, adentrando o escuro da casa e fazendo o cômodo da sala brilhar minimamente.

- Filho, abre aqui! Mamãe chegou! - Não podia ser.

A voz da mãe dos daqueles dois irmãos foi ouvida em alto e bom som, e para descrever a sensação que Hoseok sentiu, não tinha palavra alguma. Já para Tae, era diferente.

Hoseok parou por um momento, segundos antes de explodir de ansiedade e felicidade. 

- Mamãe voltou! - Exclamou, fazendo Tae estranhar.

Para Tae, aquilo era uma pegadinha de mau gosto. Ele não acreditava que sua mãe estava ali, já Hoseok não parecia estar desse jeito. O mais novo tinha um sorriso no rosto e só faltava explodir por isso, já Tae, sentia um calafrio percorrer sua espinha.

Tinha algo errado, Tae conseguia sentir.

- Filho, abre a porta, mamãe está com saudades. - A voz se pronunciou novamente, e naquele momento, lágrimas de Hoseok estavam prestes a cair.

- Eu também estou, mãe! - Hoseok se levantou para ir abrir a porta, mas no meio do caminho, Tae correu até ele e segurou sua mão. - O que foi? A mamãe está lá fora! - O repreendeu, tentando se soltar.

- Hoseok, para um pouco, escuta... - Os dois ficaram em silêncio, tempo o suficiente até aquela luz rosa apagar.

O silêncio se instalou de maneira ensurdecedora, até que um barulho que fez até o último pelo de Tae se eriçar, ser ouvido pelo mesmo. Mais alguns passos para frente, Tae conseguiu ouvir barulho de facas se chocando uma na outra, até que este som parou.

Silêncio, novamente.

Mas este silêncio foi breve, e até demais.

- Não vai abrir a porta para sua mãe? - A voz perguntou, fazendo Tae recuar. - Que criancinhas mais mal educadas... - Disse, dando uma risada que mudou o tom da voz no mesmo instante.

A voz virou algo grave e rouco, não como a de uma mulher ou homem, e sim, de algo não humano.

Tae deu passos para trás junto com Hoseok quando, o que quer que seja que estivesse ali, passou a bater na porta repetidas vezes. Tae subiu as escadas e Hoseok se escondeu dentro do armário, apenas observando a porta da sala por uma fresta.

Uma criatura de capuz e foice quebrou a porta e passou por ela, flutuando. Hseok com certeza engoliu tudo o que tinha para engolir e apenas respirou bem fundo sem emitir qualquer barulho. 

O desespero do mais novo só aumentou quando viu a criatura subir as escadas, sumindo na escuridão.

Taehyung... Não. 

[...]

Assim que encontrou o diário de fantasmas - apelido que Jin deu especialmente para aquele livro cheio de escrituras e desenhos -, Tae abaixou a luz do celular e se escondeu entre roupas jogadas e cabides de casacos dentro do armário, se focando em procurar aquele fantasma.

Mas... Ele nem ao menos conseguiu olhar para ele, e nem sabe o nome.

Como ele iria encontrar aquele fantasma dentro daquele livro?

*Você tem uma nova mensagem:

- Se não correr, Babasare irá te pegar

Não quer ficar para ver o que ele irá fazer, não é? - Número desconhecido*

- Babasare? Deve ser isso! - Ouviu a porta do seu quarto se aberta lentamente, apenas aumentando seu medo internamente junto com a ansiedade. - Achei! - Exclamou baixo, apenas para si mesmo.

''O fantasma de Babasare

Quando eu era criança, mamãe me deixou de babá de um homem alto e de cabelos longos.

O que mamãe não sabia, era que ele não respirava mais, mas nem eu notei isto no começo.

Ele tentou me tocar de várias formas indecentes e perturbadoras, mas além de ter me esquivado de todas, eu me tranquei no quarto.

Do lado de fora, eu conseguia ouvir o amolar de suas facas e eu jurei que aquele seria o meu fim, mas por sorte, eu consegui saber seu nome, e quando eu disse três e altas vezes: ''Saia Babasare'', ele sumiu. E por sorte, minha mãe tinha chegado de seu trabalho logo depois que ele tinha sumido.

Devia ter sido uma coincidência, mas eu nunca soube direito.

Espero que ele nunca mais volte, e bem, espero que ninguém chame por ele.''

- Péssimo lugar para se esconder, pequeno Tae.



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