História GhostStories - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Drama, Ghost, Horror, Hoseok, Jimin, Jungkook, Kookmin, Namjoon, Seokjin, Suga, Sugamonjin, Suspense, Taehyung, Taeseok, Terror, Yoongi, Yoonjin
Visualizações 233
Palavras 2.056
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - 1.1 - Human


E ainda, naquela noite... - que estava super longa, afinal, tudo estava tão doido para eles.

- Não me olhe assim! Eu ainda te protegi na hora que caí, você nem ao menos se feriu. - Jimin cruzou os braços, mas descruzou quando a dor latente lhe atingiu.

Kookie e ele estavam brigando, mas o pior não era isso. Jimin tentava se manter firme, mas quando ele caiu - junto com Namjoon e Jin - se ralou nos braços e fez um pequeno corte no rosto. Estava doendo, ele não negava, mas aguentava tudo.

- Mas eu ainda estava dentro do seu bolso, e você me colocou lá apenas de pirraça! - Kookie se irritava a medida do tempo, mas Jimin se irritava mais ainda. - Nunca mais me coloque no seu bolso! 

- Ou o quê? - Jimin desafiou, sorrindo. - Vai me matar? Estou morrendo de medo do fantasma que mora dentro de um urso! - O silêncio reinou a partir dali, até que Jimin se virou para sua cama e enxergou Jungkook sentado nela.

Kookie avançou em Jimin, puxando-o e deitando-o na cama, ficando por cima. Mordeu o lábio inferior, se deliciando com a cara de medo de Jimin.

- Se eu quisesse, eu poderia sair de dentro daquele maldito urso e te abusar de formas que você nunca imaginou, mas sabe o porquê de eu não fazer isso? - Jimin negou. - Porque eu me importo com essa sua bunda, que está prestes a tomar um chute de fantasmas. Se não fosse eu, algum de vocês, a essa hora, estaria morto ou pior. - Deu um tapa estalado na coxa de Jimin, se aproximando de seu machucado no rosto. - Sei que isso dói, mas saiba que estar no seu bolso não foi confortável, okay? - Assentiu devagar, suspirando. - Pronto, assim fica melhor, não é? - Jimin sentiu seus machucados cicatrizarem, e naquele ponto, seu corpo não doía mais.

- O-obrigado. - O ruivo disse, antes do silêncio reinar.

- Obrigado... - O outro riu sem emoção, olhando para o nada. - Essa palavra me machuca, não fale ela.

- Te machuca? - Jimin perguntou sem entender, e então, Kookie saiu de cima de si, se sentando ao seu lado. 

- Não quero que pergunte. - Disse, curto e grosso.

- Mas... - Kookie lhe olhou com raiva, então, Jimin recuou. - Eu só quero que saiba que não é porque você não está mais vivo, que ver você dessa maneira não irá me machucar. - Disse, sem realmente olhar para Kookie, antes de ir para o banheiro, tomar um banho.

Seu corpo precisava descansar, por mais que estivesse se sentindo estranho em relação a Jungkook, ele não queria pensar naquilo.

Assim que ligou o chuveiro, sentiu mãos envolverem sua cintura e puxa-lo para trás. Por um momento, achou que fosse Akagami Aogami, mas não.

Suspirou aliviado quando viu que era apenas Jungkook, mas logo, prendeu a respiração por alguns segundos.

- Eu não quero te machucar, nunca quis isso. - Ele começou a falar. - Eu não quero machucar mais ninguém.

- Você não precisa. - Jimin se virou, e nem deu tempo de raciocinar, suas coxas foram levantadas na altura da cintura de Kookie naquele momento. - Tem medo de mim? - Jimin perguntou, e Kookie desviou o olhar.

- Não. - Seco, respondeu.

- Eu não consigo acreditar nesse ''não'', você sabe. - Sorriu, pegando seu queixo e trazendo seu olhar para si. - Não fuja de mim, por favor.

- Não estou, nunca. - E o silêncio reinou.

Kookie tentou beijar Jimin, mas ele afastou seus lábios com seu dedo gordinho, mas logo cedeu ao ver o olhar de cãozinho perdido do fantasma. O ruivo não conseguia deixar de sorrir naquele beijo, por algum motivo, se sentia feliz.

Estava para perder o fôlego, isso em apenas trinta segundos, mas em nenhum momento Jimin largou aqueles lábios maravilhosos que Kookie tinha.

Não sabia o porquê de conseguir senti-los de uma maneira tão profunda - até porque, Kookie é um fantasma -, mas já que conseguia, não iria questionar.

- Amanhã eu tenho aula, você sabe, não é? - Jimin disse após uma pausa para recuperar seu fôlego, mas não que tivesse adiantado.

- Sei, e é por isso que você vai faltar. - Jimin arqueou as sombrancelhas em confusão, e isso fez Kookie revirar os olhos. - Qual é, apenas um dia não vai te matar.

- E se matar os meus amigos? - Protestou. 

- Eles não vão morrer, aliás, não é como se eles virassem a esquina e encontrassem um fantasma. - Jimin ainda não se convenceu. - Vamos, por favor! 

- Argh! Tá, não me olha assim! - O fantasma sorriu, largando Jimin e virando-o de costas. - O que vai fazer? - Perguntou assim que se viu com a bunda empinada.

- Vou te dar um motivo melhor para faltar amanhã. - Jimin respirou fundo, vendo-o ficar de joelhos.

A língua de Kookie passeou pelas nádegas de Jimin completamente; as mãos de Kookie apertaram a carne de Jimin de modo que ele não conseguiu nem ao menos gemer.

Não demorou para que os únicos sons que prevalecessem naquele banheiro, fosse o som dos corpos se chocando com força e dos gemidos arrastados de Jimin.

O fato era que: Jimin nunca se sentiu da maneira que Jungkook o fazia sentir, e Kookie nunca se sentiu tão humano quanto no momento que sentiu o corpo de Jimin contra o seu.

Mesmo que ele nunca tivesse sido humano.

 [...]

Finalmente, quando amanheceu, Tae pode acordar com uma disposição que ele nunca tinha acordado.

Nada de pesadelos, nada de sonhos ruins, apenas coisas boas.

Sonhos bons, para ser mais exato.

Abriu lentamente seus olhos, e logo, viu o semblante sereno de seu irmão dormindo. Suas mãos estava rentes ao peito de Hoseok, sua cabeça descansava sobre seu ombro e os dois ainda se encontravam nus.

Tae sorriu, se lembrando da noite passada.

Logo pensou: não faria mal acordar ele de uma maneira mais animada, já que depois do que fizemos, tudo será "animado" daqui em diante. 

Com um sorriso perverso, se sentou sobre seu irmão e o balançou devagar, acordando-o aos poucos.

- Bom dia, Hobi. - Disse, sorrindo para seu irmão.

- Ohh... - Seu irmão se sentou, ainda deixando Tae sobre si. - Bom dia, Tae.

- Animado para hoje? - Perguntou, e isso fez Hoseok ficar confuso.

- O que tem de tão especial para hoje? - Perguntou, já colocando suas mãos na cintura de Tae.

- Hm... Para começar, que tal nós, assim que chegarmos, fizéssemos esse dia ser especial? - Seus dedos caminhavam desde o peito até o ombro de Hoseok, em uma forma de convencê-lo com aquele papo furado. - E amanhã novamente, e depois de amanhã, e depois... - Hoseok interrompeu suas falas, pegando seu pulso com certa força.

- Está querendo dizer que quer fazer sexo, é isso? - Tae engoliu seco, desviando o olhar. - Tae, olha para mim. - Mandou, e Tae olhou, mas com receio. - O que você me pede não é errado, mas... Ao mesmo tempo, se torna errado.

- Por que isso tem que ser assim? - Tae sentiu uma pontada em seu peito.

Não queria admitir, mas seu irmão estava certo. Eles eram irmãos que se amavam, amavam além do necessário, mas isso era tão errado. Isso não era o "normal" como é ensinado, já que eles são da mesma família. Não podem assumir o namoro, não podem demonstrar amor em público, não podiam nem ter feito sexo, mas fizeram.

Tae, só de pensar que talvez a noite passada para seu irmão fosse apenas uma noite e que ele lhe trocasse por qualquer outra pessoa, machucava seu coração. Hobi, por outro lado, queria fazer de tudo para não ver Tae infeliz, mas neste caso, ele estava de mãos atadas.

- Por que nós nos amamos tanto? - Tae perguntou, tentando não chorar.

- Eu não sei. - Tae juntou as mãos de Hobi, colocando-as contra seu peito.

- Consegue sentir bater? - Hobi assentiu, sentindo o coração de Tae pular de ansiedade. - Imagino que sem você, ele estaria calado; mudo e parado. Não é assim que eu imagino minha vida, não é assim que eu imagino nossa vida. - Tirou uma parte da franja de Hobi que caia sobre seu olho, podendo ver melhor o seu olhar.

Tae podia enxergar o infinito através dos olhos de seu irmão. Escuros e silenciosos, eles faziam todo o caminha por dentro de si, enxergando sua alma, todos os seus altos e baixos e julgando-o de certa forma, mas de qualquer maneira, aquele olhar significava apenas uma coisa: amor.

Aos poucos, seus rostos se aproximavam, os lábios se abriram minimamente, se encaixando em uma sincronia lenta e prazerosa, de certa forma. Hobi sabia que não poderia satisfazer seu irmão, dali em diante, com um simples beijo - e isso a cada dia de suas vidas -, mas sabia que se aquilo tomar um rumo, eles não iriam apenas serem simples "irmãos", e sim, algo a mais.

Colocou a mão na nuca de Hobi, e a outra no ombro - enquanto ele possuía ainda suas mãos sobre sua cintura. Apertou levemente, colocando um pouco mais de força na mão que estava sobre o ombro do outro. Naquele momento, Tae queria mais que só um beijo, mas a ansiedade falava mais alto.

Hobi não iria negar, queria mais que apenas aquilo também, mas a verdade é que, daqui a pouco estariam atrasados para a escola, e essa era a única desculpa que ele tinha para interromper aquele beijo - que a cada segundo, estava cada vez mais lhe deixando excitado.

Arfou contra os lábios de Tae quando sentiu ele apalpar completamente o seu pau quase desperto, lhe estimulando cada vez mais, até que Hobi forçou a separação.

- Vamos nós atrasar, você sabe. - Tae sorriu, dando um selinho um pouco demorado em Hobi. - Me desculpe por isso, ainda tenho que dar uma de "pai" para você.

- Não se preocupe, amo quando você está no controle. - Tae disse isso de uma forma maliciosa, e então, se virou e engatinhou até o final da cama, se levantando.

Hobi estava vermelho. Tae exibia seu corpo com tamanha naturalidade e sem vergonha - mas com um corpo daqueles, para que ter vergonha? Ainda de costas, seu irmão sorriu uma última vez, indo para o banheiro e logo o barulho do chuveiro foi ouvido.

Hobi ainda estava na cama, meio desnorteado e com uma ereção bem dolorosa nas pernas, mas que com - sorte - um banho gelado ajudaria a passar.

- Ahh, Tae, por que você me deixa assim?

[...]

- Bom, alunos, como vocês sabem eu estou no lugar do professor que está de licença... - A substituta dizia, enquanto fazia alguns gestos com as mãos. - Ficarei com vocês até o final deste ano, e já que falta apenas cinco meses, acho que teremos uma ótima convivência, não é? - Sorriu, encantando a maioria dos alunos, exceto por Tae.

- Ela é tão... Estranha. - Disse. - Esse brinco de 'apanhador de sonhos', que coisa mais antiga.

- Deixa de ser chato, ficou sem transar ontem, é? - Tae se virou com a sombrancelha arqueada, encarando o sorriso de Namjoon.

- E você, transou com quem? - Riu de deboche. - Deve ter sido um desesperado que deve ter feito sexo com voce. Só um desesperado para cair na sua-- - Olhou para Jin, este que se encontrava vermelho e de cabeça baixa. - Huh... Jin? Você não... - Nem precisou completar, Jin apenas assentiu com o olhar em outro lugar. - Jin, eu não quis dizer que você é desesperado, eu só-- - Foi interrompido.

- Tudo bem, eu também nem sei o que deu em mim, acho que estou um pouco desesperado sim. - Olhou afiado para Namjoon, este que lhe devolveu com um revirar de olhos.

- Cadê o Jimin? Ele faltou? - Namjoon olhou para os lados, não enxergando o ruivo.

- Sim, sabe-se lá o que ele deve estar fazendo. Ou pior: o que ele deve estar fazendo com Kookie. - Jin sorriu.

- Não quero imaginar. - Namjoon sorriu junto, e Tae se virou para a frente novamente.

- Bom, o professor deixou um trabalho prático para nós, então, eu garanto que vocês vão amar. - Ela disse, com um certo entusiasmo. - Nós vamos fazer uma peça!


Notas Finais


(possível) spoiler: Kookie pode se tornar humano

~joguei no ar~


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