História GhostStories - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Drama, Ghost, Horror, Hoseok, Jimin, Jungkook, Kookmin, Namjoon, Seokjin, Suga, Sugamonjin, Suspense, Taehyung, Taeseok, Terror, Yoongi, Yoonjin
Visualizações 236
Palavras 2.594
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 12 - 1.2 - Wishes


Tae se sentou no quarto degrau da escada do auditório. Namjoon se sentou no terceiro e Jin no segundo, ambos observando os alunos se entrerem com o material dado pela professora.

Tinha alguns grupos espalhados por ali que já foram decididos: os ajudantes, os atores e os que apenas iriam montar o cenário. 

Tae fazia parte dos atores, já que ele era um dos únicos que tinha vocação para atuar; Jin fazia parte dos ajudantes, organizando os atores e vez ou outra, ajudando-os a ensaiar; Namjoon, por sua força, montava o cenário e carregava os objetos pesados para o palco.

Mas no momento, eles não faziam nada.

Tae estava desanimado, pois pegou o papel mais inútil possível - ele seria um dos fantasmas que aparecem no final, e ainda por cima, apenas por trinta segundos. 

Jin estava desanimado por Tae, já que não iria ajudar seu amigo a ensaiar, e muito menos, fazer bobagens juntos.

E Namjoon, já sentia a dor nos braços só de ver os sacos de areias e rolamentos de corda que teria de carregar do sótão do zelador até o palco.

Não estava fácil, isto é fato.

O melhor papel - que era a do protagonista - ficou com o pior aluno da classe, e isso não poderia ser pior.

- Espero que ele quebre algo e não possa fazer este papel. - Tae disse, com o rosto emburrado.

- O que está acontecendo com você hoje? - Jin perguntou, arregalando os olhos. - Você está muito rude, não acha?

- Estou normal, apenas isso. - Disse, vendo o escolhido a ser protagonista andar de um lado para o outro com uma caixa com alguns objetos para o cenário.

O garoto, que possuía o cadarço desamarrado, caiu. Ele gritou de dor, e ao se levantar - chorando -, não conseguiu mexer seu braço. Seu ombro deslocou, e provavelmente, de uma forma que o deixou imóvel.

Tae arregalou os olhos, não acreditando no que tinha acabado de acontecer. A caixa que ele carregava caiu junto, espalhando as decorações no chão.

Não demorou até que a enfermeira chegasse, levando-o para a enfermaria depressa. 

A professora tentou manter a positividade, mesmo que fosse difícil.

- Alguém está disposto a ser o novo protagonista? - Mesmo que Tae ainda estivesse atordoado, ele logo levantou a mão. - Oh, então... Acho que dá para inverter alguns papéis. - Ela sorriu, e Tae socou o ar de alegria.

- Agora que conseguiu o que queria, que tal ir lá e rezar para ele melhorar? - Namjoon debochou.

- Ele caiu por ser desastrado, eu não fiz nada! - Cruzou os braços.

- Mas desejou isso para ele, e palavras têm poder.

- Ata, como se eu falasse e acontecesse. - Riu, se sentando novamente no quarto degrau. - Então, quando eu chegar em casa, quero que Hoseok faça tudo o que eu desejo.

- Tenho até medo desse seu desejo. - Namjoon disse.

- Não amola! - Empurrou Namjoon, suspirando.

É, realmente, não que fosse acontecer, ele apenas falou isso da boca para fora.

Não é?

[...]

Assim que chegou em casa, Tae queria apenas se jogar na cama e chorar bastante. Seu irmão passou o dia sem falar consigo, nem olhar na sua cara olhou, apenas passou reto todas as vezes em que Tae tentava lhe dirigir a palavra.

Mas seu corpo se sentiu prensado contra a parede de uma forma bruta. Sua cintura foi erguida, e quando viu, suas pernas já rodeavam a cintura de Hoseok.

- O-o que está fazendo? - Perguntou, mas não que não estivesse gostando daquilo.

- Estou apenas tomando o que éeu. - Hoseok sorriu. - Por quê? Eu não posso? 

- Pode sim, eu só...- Parou suas palavras, nem tinha o que falar.

Hobi se aproximou de seu ouvido. O ar quente bateu em sua pele, lhe arrepiando no mesmo instante.

- Eu vou cuidar direitinho de você, irmãozinho.

[...]

Tae estava exausto. 

Seu irmão estava com uma energia extraordinária, por assim dizer. Lhe colocou em todas as posições possíveis, e em toda elas, fez ele gritar de prazer.

Sua bunda estava dolorida; recebeu tapas, mordidas, chupões, lambidas e Hoseok não se cansava de foder Tae em momento algum, gostava de ouvi-lo gemer por mais.

Hobi tinha gozado umas três vezes, e assim que colocou Tae de quatro, estocou quatro e fortes vezes em seu interior, enquanto puxava seu cabelo para trás. Vez ou outra, as gotas de suor desciam, ultrapassando seu peito, caindo de uma forma lenta e sensual.

Estava quente aquele local, quente demais.

Sentindo seu orgasmo chegar, Hobi saiu de dentro de Tae, colocando-o sentado na cama enquanto ficava em pé. Gozou em seu rosto completamente, sujando suas bochechas e, principalmente, seus lábios.

Tae engoliu tudo, cada gota para agradar seu irmão - e também, porque talvez ele se tornasse viciado naquele gosto alguma hora.

Hoseok parecia que iria ter um ataque cardíaco, já que seu coração batia tão forte que dava para escutar de longe. Tae encarava o semblante sério e frio de seu irmão, com aquele corpo escultural suado e o pau ereto, rente a sua boca.

Tae lambeu a glande gentilmente, sugando-a, e consequentemente, as pernas de Hobi fraquejaram, mas ele suportou aquela pequena tortura que Tae lhe proporcionava.

Agarrou firme os cabelos do irmão, forçando-o ir mais fundo e a ponto de foder sua boca. Tae fechou os olhos fortemente, e então, passou a se masturbar.

Sua mão descendo e subindo rapidamente, seu coração igualmente disparado e a vontade de repetir tudo aquilo apareceu novamente, mas não.

Hobi afastou seu irmão de si, por um segundo lhe deixando um pouco triste. Se abaixou, agarrando suas coxas e ficando ao meio delas. Tirou a mão de Tae dali, substituindo por sua boca que era bem mais habilidosa.

Tae gemia como uma adoleacente virgem, mas aquilo estava tão bom. Tae era muito sensível, de fato, e Hoseok era bem mais bruto.

Hobi sabia como lhe agradar, envolvendo sua língua por toda a glande e sugando, e vez ou outra, serpenteando sua língua de cima para baixo. Aquilo deixou Tae completamente molhado, e logo, não se segurou, gozando na boca de Hobi.

Os dois estavam ofegantes, isso era visível, mas ainda sorriam.

Sem falar nada, Hobi carregou Tae no colo até o banheiro, dando um banho em seu irmão que insistia em apertar seus ombros e encostar sua cabeça ali com os olhos fechados, já que ele queria mesmo era dormir.

Hoseok vestiu seu irmão com uma de suas roupas - e as primeiras que viu -, e logo, o deitou na cama, indo ficar ao seu lado.

Apagou as luzes, e então, dormiram. Dormiram como nunca.

[...]

Jimin se sentou entediado no quarto degrau da escada, observando as pessoas indo para lá e para cá. Havia gente que atuava, se preparando para suas cenas; tinha gente que já montava o palco com os objetos que pegaram do sótão do zelador - como Namjoon -; e havia gente - como Jin - que apenas andava de um lado para o outro, organizando os atores em seus respectivos papéis.

Era uma tarefa chata, mas Jin não ligava, contanto que ele pudesse ajudar.

Jimin era um dos fantasminhas que apenas contracenará por trinta segundos, e ele nem ligava para isso, apenas aceitou para ganhar uma nota extra no fim do bimestre, e aliás, valia quatro pontos. Quem iria despediçar essa oportunidade?

Sorrateiramente, tirou Kookie de sua mochila apenas para olhar para sua cara, e logo, sentiu um frio percorrer seu corpo. Olhou para o lado e viu que Kookie estava ali, e pelado, como sempre.

O bom de ser um fantasma - mas estar preso em algum objeto - é que você ainda pode se manifestar visualmente, e também, você apenas deixa ver quem você quer te veja.

Jimin adoraria fazer isso em uma chamada oral, e simplesmente sumir da vista da professora, mas não é bem assim que funciona.

- Por que você sempre está pelado? - Jimin perguntou.

- Não é como você não gostasse. - Riu, e Jimin bufou revirando os olhos. - Quando eu morri, eu devia estar sem roupas, sei-lá.

- Então, as pessoas que acharam seu corpo te viram nu? Nossa, que azar. - Riu baixo.

- Não acho que acharam meu corpo, pelo menos, nunca senti uma ligação com ele. - Jimin arqueou a sombrancelha, e logo, Kookie lhe explicou. - Quando morremos, sentimos uma ligação com nossos corpos, até que ele se decomponha por completo.

- Então, você sempre foi um espírito? - Perguntou, mesmo já sabendo a resposta.

- Sim, acho que sim... - Ambos ficaram em silêncio, até que Kookie o quebrou. - Você acredita em desejos? - Se levantou, descendo os degraus e ficando a dois de distância de Jimin, virando de frente para o ruivo.

- Hmm... - Pensou, e logo, sorriu. - Se fantasmas existem, acho que acreditar em desejos não seria tão louco quanto isso. - Kookie sorriu.

- Eu também, e eu desejo de coração encontrar o meu corpo, mesmo que eu não tenha um. - Suspirou, fazendo uma cara de falsa tristeza que derreteu Jimin.

- Olha, no momento, eu desejo que próximo fantasma que enfrentarmos dê um jeito de destruir essa escola, porque eu não aguento mais este lugar. - Disse, e então, as luzes se apagaram.

Jimin se levantou, sentindo os braços de Kookie lhe envolverem como uma proteção. Segundos depois, a luz voltou, e tudo estava normal, como antes.

Mas... Tinha um boneco com a cabeça quebrada em cima do palco. Uma estátua, cuja a cabeça estava quebrada e ao lado de seu corpo. O enfeite chamativo era uma palavra que percorria seu corpo, como se tivesse sido escrita a pouco tempo.

Todos se assustaram, e logo, a professora começou a rir pelo susto que ela mesmo tomou. Pegou o boneco e tranquilizou a todos, e logo, o jogou na caixa de lixo e mandou Namjoon levar para fora do auditório, e assim, ele fez.

- O que estava escrito nele? - Kookie perguntou, e Jimin respondeu, mesmo estando um pouco atordoado.

- Kutabe...

[...]

- É apenas um boneco, Jimin, não é como se fosse algo surreal. - Jin dizia, tentando tranquiliza-lo.

- Eu sei, mas... Eu estou achando isso muito estranho. - Suspirou. - Você sabe o que a gente passou, e se for mais um fantasma?

- Jimin, olha, você está ficando paranóico. Sempre que estamos enfrentando algum fantasma, estamos na escola velha, você não acha que é estranho este estar dentro do auditório? - Jimin tentou argumentar, mas foi interrompido. - Sem mais nenhuma palavra! Estou tentando fazer lição, se não se importa.

- Namjoon! - Este se encontrava calado até agora. - Você não acha isso estranho?

- Quando eu fui levar ele no lixo... - Namjoon fez suspense, mas não falou nada do que Jimin esperava. - Ele ficou parado, como uma estátua, e advinha? Ele está lá até agora.

- Vocês são os piores hyungs que eu já vi! - Cruzou os braços, se virando.

- Aceita ou surta. - Jin proferiu, antes de todos se calarem e finalmente começaram a escrever em seus cadernos.

Jimin claramente tinha um plano.

Iria colar a cabeça daquele boneco e pesquisar por "Kutabe" na internet, mas isso seria depois, em alguma outra hora.

[...]

Na noite da peça, faltavam exatos trinta minutos para ela começar, e Jimin carregava a estátua em sua bolsa enquanto ia para sua casa, e logo depois, iria para casa de Jin.

Naquele dia, resolveu deixar Kookie em casa com a desculpa que sua bolsa estava cheia de livros, mas ele aceitou. 

Assim que chegou no segundo degrau, notou que seu vizinho andava de bicicleta na rua, e este, lhe irritava com aquele sorrisinho cínico.

- Hey, Jimin! Está ocupado? - Lhe chamou a atenção, e logo, o ruivo virou seu rosto. - Eu estava pensando se você viria até minha casa, sabe, para brincarmos de papai e mamãe. - Sorriu malicioso, e então, Jimin suspirou.

- Por que não vai azarar outro? - Revirou os olhos, subindo seu terceiro degrau, mas logo parou quando ouviu ele assobiar para si.

- Que bunda, hein? - Se irritou, subindo para o quarto e último degrau.

- Por que não morre logo de uma vez?! - Disse, e depois de alguns segundos se encarando, Jimin ouviu a buzina de um caminhão soar.

A cena da bicicleta torta, sangue no chão e um corpo quase sem vida se prendeu na cabeça de Jimin. Os médicos chegaram, levando o garoto em estado crítico para o hospital após Jimin ter ligado às pressas para a emergência.

Seu coração disparava, lágrimas saiam e o medo aumentava. Aquilo aconteceu por sua causa? Por que ele teve que falar isso?

Jimin nunca iria se perdoar, e isso só aumentou sua espectativa de que o que está acontecendo não é normal.

Não pode ser normal.

- Eu vi suas mensagens, o que aconteceu? - Jin perguntou assim que adentrou a casa de Jimin junto ao seu irmão.

- Eu acho que tem um fantasma me perseguindo, acho que tem um fantasma no auditório, acho que tem um fantasma em todo lugar! - Se desesperou, já puxando seus cabelos.

- Jimin, calma, okay? - Namjoon sentou ao seu lado, puxando para um abraço. - Fale tudo com calma, tudo bem?

- Okay... - Suspirou. - Eu estava sentado na escada, conversando com Kookie, quando eu desejei que a escola fosse destruída, e então um boneco apareceu e-- - Jin o interrompeu.

- Espera, você desejou o quê? - Jin perguntou, temendo a resposta que viria.

- Que a escola foi destruída; mas o que que tem? Jin, o que está acontecendo?

- Em que degrau você estava? - Jimin pensou brevemente antes de responder.

- No quarto. - Disse, e Jin logo tentava ligar os pontos.

- Namjoon , trouxe o diário fantasma? - Assentiu, lhe dando o livro. 

Namjoon tinha pego o livro com Tae, já que o mesmo tinha ido se preparar para sua apresentação daqui a quinze minutos. 

- Qual é o nome do fantasma que você disse? - Jin perguntou.

- Kutabe; da para me dizer o que está acontecendo? - Perguntou novamente, expressando ansiedade.

- Talvez, quando nós mexemos no sótão do zelador, possamos ter tirado um objeto de lá na qual o pai de Tae colocou, já que algumas coisas foram resgatadas da escola velha. - Jin folheava as páginas, até que parou na que procurava. - "O fantasma de Kutabe

Atuar nunca foi meu forte, mas naquele dia, eu fui obrigado. Começou de uma forma estranha, quando eu estava sentado no quarto degrau da escada, desejei que um raio caísse no telhado acima do palco e que a apresentação fosse cancelada, e isso realmente aconteceu.

Eu logo soube, isso não era normal.

Como protagonista, meu papel seria destinado a morrer. Conforme o script, eu entregaria minha alma aos fantasmas e sangue jorraria de minhas mãos, então eu cairia do alto e quebraria o pescoço.

Tudo o que eu falava iria ser concretizado, e no meu script, eu jogava uma praga para todos que ouviram minha voz.

Aquilo seria o fim.

Eu pude sentir que já era meu fim, quando eu vi uma saída. A estátua ao meu lado foi o santuário para Kutabe, e então, com as palavras certas, ele pôde descansar em paz.

Nunca faça um pedido no quarto degrau, nunca."

- Espera, esse não é o script da peça que estamos apresentando? - Namjoon perguntou. 

- E qual é a última fala? - Jimin perguntou, e logo, Jin pegou seu celular para ler uma cópia do que estava no script.

"- O céu irá se cobrir de nuvens negras e irá haver uma tempestade de raios. Junto com o trovão, irei dar um fim a minha vida; jogarei uma praga em todos vocês, todos os que ajudaram a por minha na minha vida, e então, todos os fantasmas deveram desaparecer!" - Se entreolharam assim que Jin terminou a leitura, ambos engolindo-as seco.

- Quanto tempo temos? - Os olhos de Jin arregalaram.

- Temos cinco minutos antes da peça começar.



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