História Ghoul or Vampire - Two. - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Red Velvet
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Irene, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Rap Monster, Sehun, Suga, Suho, Tao, V, Xiumin
Tags Bts, Exo, Hetero, Kim Taehyung, Lobos, Magos, Reencarnação, Segunda Temporada, Vampiros
Exibições 78
Palavras 1.320
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Canibalismo, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Demorei né viados? Mas eu estava escrevendo algo bom pra vocês, não vai ser mais algo chulo, estou tentando deixar o vocabulário o mais claro possível pra vocês, ok? Pra não haver utilização de palavas que não necessitem do dicionário. Então, boa leitura a todos.

Capítulo 2 - Chapter One.


Fanfic / Fanfiction Ghoul or Vampire - Two. - Capítulo 2 - Chapter One.

Ghoul or Vampire - Two.

 

Capítulo Um.

Devolva o meu sorriso.

 


Haviam varias concepções sobre o que eram monstros, na cabeça de HaNeul, monstros eram criaturas adoráveis. Pequenas, grandes, belas ou feias, eram todas adoravelmente adoráveis. 

O vento cortante e frio, sussurrava seu nome bem baixo, como se estivesse a levando cada vez mais fundo para as entranhas da floresta. A terra entre seus dedos do pé, os sujavam mais a cada passo que dava, os cabelos bagunçados e negros, davam um toque mais selvagem a si. A boca era bem desenhada, porém, estava maltratada e ressecada, mas ainda a deixava mais atraente. 

A camisola grande e branca, sem mangas, estava suja com as impurezas daquela floresta escura e fria. Seus olhos giravam a procura de algo, já se passaram alguns minutos desde que saiu daquele quarto pequeno e vazio. Talvez fosse por isso que seus pais a colocaram naquele lugar, um lugar sem esperanças para pessoas como ela. 

– Talvez eu mereça estar aqui. – Sussurrou, o vento jogava suas palavras. 

A terra adentrava mais entre seus dedos, o cenário era quase que idêntico aos livros que lia, lia escondido, seu médico não deixava ler mais que o suficiente, se passasse mais de duas horas lendo, poderia deixar sua mente mais louca do que já era. Era louca, doente mental, imaginava sempre as piores coisas e sempre as contava para a mamãe, porém, mamãe nunca a escutava, por isso a internou ali. 

Não era um internato, internato servia para adolescentes rebeldes sem rédias. Estava mesmo era em um manicômio. Não que agradasse saber disso, HaNeul sabia muito bem que era louca, que via coisas que ninguém mais podia ver, que enxergava olhos vermelhos no escuro. 

Quando ninguém estava olhando, ela sussurrava para olhos heterocromáticos, sempre os via quando estava perto de se deitar. Eles que a faziam querer sair dali, querer correr e sujar sua roupa como das outras vezes, não tinha medo algum daquilo, era o seu único amigo. 

– Onde você está? 

Mesmo que fizesse essa pergunta todas as noites, sabia que não iria obter resposta alguma, já estava ficando cansada de brincar de pique-esconde. As orbes estavam atentas, por mais que estivesse frio, estava atenta a qualquer movimento em volta de si.

O vento sussurrava para ela correr dali, em segundos o sangue fervia e os cabelos voavam, mesmo que fosse sem rumo, algo dizia para confiar na voz que sussurrava entre as brisas congelantes. A barra antes branca da camisola, estava suja com a mesma terra que estava nos pés, quando ficasse cansada, não poderia parar, o vento lhe dizia isso, sussurrava palavras claras que morreria se ficasse ali. 

Quando o caminho se estreitou e ficou sem direção para correr, podia sentir seu corpo fervendo e o coração saltitando dentro do peito, querendo sair para fora e respirar um ar puro, seu peito subia e descia, o ar entrava e saía de sua boca e narinas. Se virou quando ouviu passos, mesmo que a lua iluminasse por onde seus olhos corriam curiosos, estava tremendo e com medo. 

 

Não deveria ter saído da cama.

 

Aquela voz que a chamava todas as noites, aqueles olhos vermelhos que sempre enxergava, achou ser um monstro, mas não era um adorável como pensava ser. Era o que ela não imaginava que existisse. Poderia estar sonhando, mas estava tão viva quanto seu coração, que ainda batia freneticamente. 

Fechou os olhos e respirou fundo, aquilo não era alguma visão ou sonho, mesmo estando com medo e com as mãos tremulas, arriscou a abrir os olhos, ali em sua frente não havia nada. Suspirou em alivio, sua mente ainda gritava para ficar em alerta, estava assustada e se sentia pequena estando ali sozinha. Queria voltar para a sua casa, deitar no travesseiro macio e imaginar um milhão de coisas antes de dormir. 

– Neul? O que faz aqui? – Seu médico disse, o que ele estava fazendo ali? – Venha, vamos voltar.

Deu um passo, a menina foi para trás em resposta. Os olhos do médico se arregalaram, com calma ele a chamou de novo, sussurrando seu nome como se fosse a mais pura melodia, mesmo com medo, ela foi para a ponta daquele caminho sem fim. – O que está fazendo? Vamos voltar. – Mesmo que tentasse se aproximar, ela recuava.

– Não chegue perto de mim, você não é o doutor Lu. – Disse, a voz saía tremula e as pernas fraquejavam.  – Por favor, vá embora. 

– Neul, você está sonhando novamente. Vamos, acorde. – A voz saiu baixa, um pequeno sorriso escapou quando viu os pequenos olhos se abrirem. – Você está bem, Neul? 

Olhou em volta, mais uma vez estava tendo aquelas visões, chegou tão perto da morte que seus pelos estavam arrepiados até agora. Puxou o ar com força para os pulmões, olhou os olhos alheios e segurou a mão pequena e quente, aquele calor que ele transmitia, deixava seu coração calmo e vivo.

– Eu estava sonhando? – Disse com a voz rouca, os pequenos olhos de Lu Han se fecharam e ele assentiu. – Eu te machuquei, Lu? 

– Está tudo bem, onde você estava dessa vez? – Disse divertido, mesmo sendo sua paciente de anos, adorava as alucinações malucas. – Não me diga que, estava no País das Maravilhas? 

Riu, como um médico poderia tratar uma paciente daquele jeito meigo e distraído? Abriu um pequeno sorriso e fitou as mãos se aproximando, indo para seus ombros e a guiando de volta para o quarto. – Não, eu não estava lá. – Fez bico, se fosse o País onde Alice ia para se refugiar, estaria aos pulos agora. – Eu estava na floresta de novo. 

– Na floresta? – Juntou as sobrancelhas, ainda estava tentando entender o que eram aqueles sonhos. – O vento sussurrava pra você de novo?

– Sim. – Assentiu, começaram a andar. – Mas, por que eu fico vendo isso varias vezes? Sempre de formas diferentes. – Mordeu os lábios e olhou os pequenos olhos alheios. – Eu estou com medo, Lu. 

 

(...)

 

Doutor Lu, era seu médico preferido daquele "hospital", na verdade, ele era seu único médico, foi o primeiro que se interessou no caso, e o primeiro que a beijou também. Mesmo que fosse errado, HaNeul havia gostado, desde então, as vozes começaram a surgir.

– Você foi o culpado, Lu. 

Fechou a porta, andou até a cama e se sentou, estava cansada. O vento que batia em seu rosto, os galhos roçando em seus braços, o coração saltitando, a voz em seus ouvidos, era tudo real. Foi a visão mais real que já havia tido, a sensação de estar sendo perseguida, ansiar saber quem era o possuidor daqueles olhos, os heterocromáticos não lhe importavam, ela queria saber de quem era o dono dos brilhantes. 

A pessoa que havia roubado o seu sorriso, lhe causava terríveis pesadelos e falta de ar. HaNeul não fazia ideia do por que, mas não queria ser a possuidora de tal dom, estava lhe deixando doente aos poucos. Doente de loucura. Os pequenos olhos se fecharam com força, as vozes sussurrantes haviam voltado, não tinha um minuto de paz.

– Vão embora, por favor! – Colocou as pequenas mãos em cada orelha, não adiantaria de nada, as vozes eram da sua própria mente. – Me deixem em paz!

Pequena e indefesa, estava sendo atacada por sua própria loucura, as vozes estavam ficando mais altas conforme ela apertava as mãos nas orelhas, abriu os olhos ao ouvir um zumbido ensurdecedor, as orbes quase saltaram pra fora junto do seu coração. 

– Q-quem é você? – Perguntou, estava assustada e tremendo. Se levantou da cama e a passos lentos, se aproximou do estranho, levantou suas mãos e segurou o rosto dele. Sorriu, não estava alucinando. – Você, é real. 

O estranho sorriu, um sorriso perturbador. Fechou os olhos e mordeu os lábios, havia os mordido tão forte, que estavam sangrando, Park arregalou os olhos mais ainda e se afastou quando ele abriu os olhos novamente. – Agora você vê? – Disse, se referindo aos olhos vermelhos. – Eu sou Kim Taehyung, e vim aqui para te buscar.  


Notas Finais


PORRA, VIADO! A FANFIC CHEGOU AOS 100 FAVORITOS! 100 FUDENDO FAVORITOS! EU ESTOU MUITO, MUITO FELIZ MESMO! Eu queria agradecer a todos vocês que comentaram no capítulo sobre a possível exclusão daqui, mas foram tantos comentários lindos que eu sentia vontade de destacar todos, porra, eu amo vocês! Vou tentar não demorar tanto pra escrever aqui, essa vai ser possivelmente a minha última fanfic, então, obrigada a todos. <3


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