História Gift from God - Capítulo 17


Escrita por: ~ e ~ffabs21

Postado
Categorias Danielle Panabaker, Grant Gustin
Personagens Danielle Panabaker, Grant Gustin, Personagens Originais
Tags Danielle Panabaker, Granielle, Grant Gustin, Laura Nicole, Snowallen, Snowbarry
Visualizações 200
Palavras 1.710
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


FABS OQ VC ESTÁ FAZENDO POSTANDO ÀS 5H50 DA MANHÃ?

Nuzei... Mas to postando rápido né? Hehehehehe


Penúltimo capítulo com um novo segredinho...

Espero que gostem!

Ps: A criança da esquerda é a Laura e a da direita é a Amanda, ou ao contrário... Não sei direita e esquerda.
Laura é a que está sentada e Amanda a que está de pé...

Capítulo 17 - Velhos amigos, novos segredos...


Fanfic / Fanfiction Gift from God - Capítulo 17 - Velhos amigos, novos segredos...

 

Era como a primeira vez... O coração batia descompassado, os corpos se atraiam um pelo outro, a adrenalina de sermos pegos a qualquer minuto. Estava tudo de volta à tona, mais uma vez. Nós estávamos ali, cometendo o mesmo erro já cometido antes, mas dessa vez, não tão errado assim.

 

Grant se afastou parando o beijo e nós começamos a nos despir, tiramos a blusa e voltamos a nos beijar, meus dedos entrelaçando seus cabelos e suas mãos traçando caminhos pelo meu corpo como se quisesse reconhecer o território. Devagar fui me deitando no sofá e o trazendo junto a mim. Ele retirou a minha calça e a dele, deitou sobre mim e continuou a me beijar, em seguida desceu beijos pelo meu pescoço e seios, enquanto eu lubrificava os lábios. Ele continuou descendo beijo por entre minha barriga até chegar à parte intima, mordiscou por cima da calcinha me fazendo arrepiar e arquear as costas. Em segundos a minha calcinha já não estava em meu corpo e minha intimidade estava coberta pela língua de Grant que me fazia perder o fôlego. Eu já estava totalmente entregue e ansiava por ele, e naquele momento nada mais importava, não importava o que eu disse a ele no hospital, não importava os socos que eu dei em seu olho. Éramos apenas nós dois. As estocadas dele em mim eram lentas, apenas aproveitando o que tínhamos. Aquele pequeno momento de paz.

 

~*~

 

- Viu? Sair comigo nem é tão ruim assim. – Disse Carlos e eu ri. E ele falava a verdade. Mas é que quando eu conheci o Carlos, ele parecia metidinho e arrogante, eu não entendia porque a minha irmã se tornara amiga dele, com o passar do tempo percebi que ele era legal, mas claro, me enchia a paciência com piadinhas e provocações, então já dá para saber o porquê de eu não acha-lo tão legal. Mas depois desse encontro, talvez a minha opinião sobre ele, possa estar mudando.

 

- Até que foi legal... – Disse sem dar muito assunto. – Você vai ficar aqui no AP da Dani por quanto tempo? – Ele dá de ombros. Vasculhei a minha bolsa em busca da chave a encontrei.

 

- Não sei, a deteti... – Ouvi um barulho dentro da casa da Dani e arregalei os olhos encarando Carlos que me encarou da mesma maneira assustada. – Eu não acredito.

 

- A Dani tá transando com o Sean no primeiro encontro? – Pergunto indignada.

 

- Não, esse gemido é do Grant... – Franzi a testa.

 

- Como que você...

 

- Eu ficava vigiando o trailer deles enquanto... Você sabe...

 

- Vamos acabar com a festa? – Pergunto esfregando as mãos.

 

- Nossa Kay, porque tão má? – Dou de ombros. – Apesar de eu adorar fazer isso... Eu acho melhor não, parece que eles estão se entendendo e muito bem... Já já eles acabam com isso.

 

Se passaram dez, quinze, vinte, TRINTA MINUTOS e nada da Danielle e do Grant terminarem o que estavam fazendo.

 

- Fala sério, isso já devia ter acabado! – Reclama Carlos.

 

- Já chega, meu bumbum está doendo de tanto tempo que estou sentada no chão. – Reclamo e me levanto. – DANIELLE... – A chamo ao mesmo tempo em que bato na porta. – VAMOS AGILIZAR COM ESSE ORGASMO, MINHA FILHA? ESTOU AQUI TEM MEIA HORA. – Poderia imaginar a cara dela agora e eu queria muito rir com isso. Minutos depois a porta fora aberta e Danielle estava suada, tremendo, com os cabelos bagunçados, com respiração descompassada e vermelha. – Achei que não ia terminar nunca.

 

- Obrigada por interromper o quinto orgasmo da noite. – Ela diz irônica e entrando.

 

- Quinto? – Pergunto sem acreditar e me viro para Carlos que se faz de desentendido. – Meu Deus. E o Grant?

 

- Correu para o quarto... – Danielle finge um bocejo. – Estou com sono... Acho que irei dormir. – Diz ela.

 

- Fingida do Caralho... Dar pra acreditar nela? – Pergunto me virando para Carlos.

 

- Eu já estou acostumado, os dois eram fogo, e eu tinha que encobrir os dois...

 

- Por isso que você sempre ria dos dois nas comics. – Me sento no sofá, mas me levanto logo em seguida. – Vamos queimar esse sofá. – Digo e ele ri.

 

- Acho que irei dormir também...

 

- Eu vou dormir com a Laurinha... Já que a minha companheira de quarto está... Argh. – Ele ri.

 

~*~

 

Recomeçar é sempre muito bom. Você renova as esperanças e dá chance para que algo que deu errado dê certo novamente. No meu caso, eu e Grant ao menos havíamos tentado. Estavamos escondidos, queríamos proteger as nossas carreiras, nossas vidas, e acima de tudo, a própria série. Grant contou ao Todd e ao Andrew que eu e ele estávamos tentando um namoro e que ele era pai da Laurinha. Os dois apenas nos pediram para mantermos segredos por mais algum tempo, apenas até o fim da série. Candice gritava aos quatro cantos que já sabia que isso aconteceria algum dia. Tom Cavanaugh disse que sempre “shippou” nós dois e o elenco todo já desconfiava.

 

Passaram-se um mês, Kay ainda estava por aqui e eu tinha minha certa desconfiança dela ter sido demitida ou ter se demitido, mas eu não entraria em detalhes por agora. Hoje era um dia especial onde gravaríamos um crossover entre Arrow e The Flash. E ao que parece, minha personagem seria capturada.

 

Cheguei ao set com Carlos (que ainda não saiu da minha casa sem nenhum motivo aparente). Kay que segurava Laurinha que estava agitadamente feliz e Grant que segurava a minha mão enquanto andávamos pelo set.

 

Separamos-nos para nos preparar, gravei algumas cenas e voltei para o trailer, mas no caminho encontrei com Emily e para minha surpresa, ela estava com um bebê em seus braços.

 

- Emily? – A chamo e ela me encara.

 

- Uh, me atrasei... – Ela diz ajeitando a criança. – Oi Dani...

 

- Oi... É... Quanto tempo! – Digo e ela ri.

 

- Sim... Pode ficar com ela enquanto eu me preparo rapidinho? – Sem entender eu digo que sim e pego a criança de seus braços. – Ela se chama Amanda... – Ela acaricia a cabeça da criança. – E não dá trabalho. – Me passa a bolsa e corre em disparada para se aprontar.

 

- Oi Amanda... – Digo para a bebê que me encarava. – Vamos conhecer uma amiguinha? – Fui até meu trailer e encontrei com Kay que dançava com Laura ao som da musica Despacito. Abaixei o som ela se virou pronta para reclamar, mas ao invés disso me encarou.

 

- Me diz que essa criança é filha do Flash com a Nevasca. – A encaro com desdém.

 

- Essa é a Amanda, Emily pediu que eu cuidasse dela... – Ela suspirou. Laura começou a se remexer a chorar, provavelmente com ciúmes da Amanda. Me sente e Kay fez o mesmo. – Laurinha, essa é Amanda... – Laura não pareceu gostar nada de Amanda. – Oh Deus... Coloca a Laura no chão. – Pedi e Kay fez isso, em seguida coloquei Amanda com bastante cuidado também, já que eu não sabia se ela já se sentava e para minha alegria, ela se sentava sim. Em seguida peguei a Laurinha e Kay pegou Amanda.

 

Passei algumas horas com Amanda, ela não estranhou em nem um momento, chorou apenas quando teve fome, mas isso Kay conseguiu resolver. Mas assim que Amanda terminou de mamar, ela saiu dizendo que iria passear por Vancouver e me largou sozinha com as duas, mas Emily logo chegou. Ficamos conversando até que ela começou a se sentir mais a vontade. Assim como a Amanda. Mas disse que precisava ir.

 

- Danielle, você é um anjo, obrigada por me salvar dessa... – Diz Emily se levantando.

 

- Sempre que precisar... – Ela pega Amanda. – Ela é linda... – Ela sorri.

 

- Sim... E a Laura também... Parabéns.

 

- Devo dizer o mesmo? – Pergunto confusa.

 

- Sim, essa é a Amanda Elizabeth Rickards... – Ela diz acenando com o braço da filha. – Ela não é a minha cara? – Franzi a testa.

 

- Ela parece com a Ma... – Ela arregalou os olhos e eu logo entendi afinal eu tinha feito à mesma coisa e sempre ficava tensa quando alguém comparava Laura ao Grant. – Emily... – Ela fez uma careta de tristeza.

 

- Eu sabia...  Sabia que ela ficaria a cara de alguém relacionado ao Amell só para me meter em encrenca. – Ela resmunga e se senta. – Você promete que não vai contar a ninguém? – Eu assenti e me sentei ao seu lado. – Eu e o Stephen ficamos apenas uma noite, eu não sei o que deu em mim, no dia seguinte eu prometi que não faria mais, não era certo, ele tem uma filha linda, uma família... Eu não queria ser a destruidora de lares... – Ela ri amarga. – Mas eu não contava com isto... Uma noite só deu nisso aqui. – Ela beija a cabeça da filha.

 

- O Stephen sabe? – Ela nega a minha pergunta.

 

- E eu nunca irei contar, mas ele a Amanda é fruto de inseminação artificial. – Diz ela. – Amanda não merece o que eu estou fazendo, a escondendo assim dos meus erros, ela não tem culpa, mas eu não quero contar para ninguém que ela é filha do Stephen.

 

- Eu entendo. Aconteceu o mesmo comigo, eu não iria contar ao Grant, mas ele acabou descobrindo tudo... – Dou de ombros. – Como alguém que já passou por isso e que só Deus sabe o quanto se arrepende por não ter contado desde o inicio, te aconselho a contar. Isso não é obrigação para que vocês dois fiquem juntos, mas tanto Stephen, quando Amanda e até mesmo a Mavi, merecem saber da verdade. – Ela assentiu.

 

- Eu nunca contei isto a ninguém, Dani... Estava me acabando, me consumindo. Eu sempre desconversava, mas sei lá... Acho que...

 

- Tudo bem, Ems... Fico feliz que confie em mim e que tenha me contado. Mas me prometa o que fará o que é melhor para a Amanda. – Ela sorriu e assentiu.

 

- Ainda não estou pronta, mas... Eu irei contar um dia, você pode guardar segredo, não é? – Assenti. Sou conhecida como a pessoa que sabe todos os segredos do set e não conta para ninguém, algo tão grave assim, evidente que eu não iria contar, afinal, Emily estava passando pelo mesmo que eu e a última coisa que ela precisava era de uma linguaruda para esparramar o seu segredo. 


Notas Finais


E então??

Prometo responder à todos quando eu voltar da escola...

Agradeço à:
_ @in-lua (OBRIGADA POR COMENTAR TANTAS VEZES AAAAA)
_ @Lehh_snow
_ @Ish_Al
_ @taysasantos143
_ @SnowbarryBR
_ @iamlostwolf
_ @Evil_is_Better
_ @hello-S2
_ @MissSweetBitter
_ @Jujuzitah
_ @LehhAllen
_ @BlubleShawnie

Obrigada pelos lindos comentários, irei responder os que não respondi ainda, assim que voltar da escola.... Eu já disse isso? ANYWAY...

O próximo é o último, então, vamos mandar perguntas, sugestões ou algo que eu citei na fic, mas não mostrei e vocês queiram ver.

Próximo capítulo haverá um salto no tempo... Espero que tenham gostado desse e enfim, um grande beijo e até a próxima!

Ps2: Estou pensando em fazer um spin off dessa história, mas com Stemily, não sei ainda se vou prosseguir com a ideia porque estou com outro projeto em mente... Mas enfim. É isso.


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