História Ginger Cookies - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Got7, JJ Project
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Youngjae, Yugyeom
Tags Amorzinho, Bnior, Bnyoung, Chef Jb, Escritor Jinyoung, Got7, Jjp, Pouquinho De Angst, Pov Principal Do Jb
Visualizações 50
Palavras 3.111
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá! Demorei um pouquinho, mas finalmente está aqui.

Espero que goste ♥

Capítulo 4 - Bittersweet


Fanfic / Fanfiction Ginger Cookies - Capítulo 4 - Bittersweet

A sexta-feira amanheceu de forma agitada. Jaebum corria de um lado para o outro de seu apartamento colocando suas roupas enquanto terminava de escovar os dentes e tentava encontrar seu celular. Não era de seu feitio beber durante a semana, ainda mais se tivesse trabalho no outro dia, mas Jackson encheu tanto sua cabeça que acabou cedendo. Agora corria até a estação de metrô torcendo para não ser tarde demais. Porém, a sorte não estava ao seu favor quando chegou na estação e o seu trem terminava de virar a curva sumindo da vista.

Respirou fundo amaldiçoando o amigo por tê-lo feito beber além da conta e se repreendeu por, finalmente, se atrasar para alguma coisa. Embora não tivesse demorado muito para outro trem passar, quando Jaebum chegou na estação dos Park, não ficou impressionado ao ver que a van dos funcionários não estava mais ali. Logo para completar o dia, ele teria que caminhar a longa jornada até o trabalho. Enviou uma mensagem de texto para Youngjae contando o ocorrido e iniciou o percurso.

O verão já começava a dar as caras e o sol das nove horas parecia queimar sua cabeça. Ele poderia correr, mas como já que estava atrasado mesmo, preferiu ir no seu ritmo antes que algo pior ainda acontecesse.

Enquanto planejava a ordem dos afazeres do dia em sua cabeça, foi distraído por um pequeno ruído vindo de uma área verde que separava duas casas. Olhou em volta e encontrou uma caixa de papelão encostada no muro da casa a sua frente, se aproximou cuidadosamente e observou o que tinha ali.

Olhos azuis o encarava de maneira piedosa, como se súplicasse a atenção de qualquer um que ousasse olhar aquela caixa abandonada. O corpo era tão pequenino que Jaebum teve medo de quebrar quando esticou os braços para segurar o filhotinho de gato abandonado. 

- Quem teve coragem de abandonar você aqui? - Jaebum acariciou a cabecinha que cheirava seus dedos e roçava em seus braços.

Se estar atrasado já não era o suficiente, agora Jaebum estava atrasado e carregando o filhote entre os braços para a casa dos seus patrões. Não tinha ideia da desculpa que iria usar quando aparecesse com o bichano, mas ele sabia que não poderia deixar o coitadinho abandonado. Ele sempre amou animais e seu coração era mole demais para isso.

Entrou pelo portão lateral e foi direto para os fundos da residência, encontrando Nayeon estendendo algumas roupas de cama. 

- Jaebum-ssi, finalmente… - A garota parou sua sentença no meio quando percebeu o filhotinho no colo do outro, arregalando os olhos surpresa.

- Por favor, me ajude a escondê-lo. - Jaebum apenas pediu, sem saber o que falar.

Nayeon olhou a sua volta e acenando com a cabeça pediu para o chef a acompanhar.

- Vamos deixá-lo aqui. - Falou abrindo a porta para a estufa. - É quentinho e pouco frequentada. Apenas Wonpil, que é o responsável, mas eu falo com ele depois, não vai se importar.

Nayeon acariciou o gatinho e Jaebum sorriu colocando o bichano no chão, próximo a uma cadeira de descanso.

- Obrigado, eu vou levar ele para minha casa quando for embora. Espero não te causar problemas.

- Tudo bem. Mas agora me conte o que aconteceu? Você nunca se atrasa.

Jaebum saiu da estufa com Nayeon contando sua incrível manhã para a amiga, enquanto se dirigia para trocar de roupas.

 

 

Apesar da manhã turbulenta, Jaebum deu conta de todos seus afazeres com a ajuda dos auxiliares da cozinha, e por sorte os pedidos de hoje eram mais simples.

Organizou os cookies feitos por Jinyoung na tarde anterior em uma bandeja de prata. Estavam ótimos e Jaebum se parabenizou por ter conseguido ensinar a receita para alguém que mal pisava na cozinha. Embora ele nunca fosse admitir, ele havia se divertido ensinando o mais novo a cozinhar e as lembranças dos lábios de Jinyoung em seus dedos o perseguiram até tarde da noite.

Com tudo organizado para servir, Jaebum decidiu fazer seu intervalo, indo para a estufa ver como estava o gatinho.

Wonpil, Nayeon e Youngjae o acompanharam na estufa, o outro chef estava com um lenço em volta do rosto, alegando ser alérgico, mas que queria conhecer o novo companheiro da casa mesmo assim. Eles haviam colocado uma tigelinha de leite para o pequeno, que bebeu tudo em instantes e agora corria atras da fitinha que Jaebum usava para brincar com ele.

- Qual nome você vai dar, Jaebum Hyung? - Perguntou Youngjae filmando a cena com o celular.

- Ainda não sei, na verdade não sei nem se é macho ou fêmea. É muito pequeno.

- Eu acho que é uma menininha. - Sorriu Nayeon.

- Por quê? - Perguntou Jaebum curioso.

- Porque ela foi chamar atenção do Oppa mais bonito da casa. - Brincou rindo e vermelha.

- Aish, Nayeon… Se fosse assim eu teria achado o gatinho. - Contestou Wonpil.

Todos estavam rindo da resposta do jardineiro, quando a porta da estufa se abriu e um ar tenso pairou pelo ar.

Jinyoung caminhou até o fundo da estufa onde estavam os quatro empregados, todos agora em pé e alinhados para falar com o filho do sr. Park. Jaebum colocou o gatinho entre as plantas a sua esquerda e rezou para o outro não perceber.

- Estou perdendo alguma coisa aqui? - Perguntou Jinyoung observando a cara de culpado dos quatro.

- Não senhor. - Respondeu Wonpil. - Estamos apenas conversando em nosso horário de intervalo.

- Sei… - Jinyoung deu alguns passos na direção em que os outros estavam. - Jaebum, meu amigo já está a caminho, por favor peça para que montem a mesa com os cookies e demais coisas que fizeram no meu escritório. Iremos conversar lá.

- Sim senhor. - Respondeu Jaebum imóvel, percebendo que o gatinho estava cavando em um vaso de areia.

- Agora. - Jinyoung mandou imponente.

- Ok. - O confeiteiro olhou de lado para os amigos e saiu caminhando lentamente do local.

- Para alguém que chegou atrasado você está muito folgado, não acha sr. Im Jaebum? Deveria usar o tempo de descanso para agilizar seus afazeres e tentar preparar algo que agrade a todos dessa casa.

- Com sua boca amarga é difícil mesmo agradar. - Jaebum respondeu o patrão sem perceber que fora em voz alta.

- Como é? - Jinyoung se virou para o confeiteiro. Nayeon aproveitou a distração e tirou o gatinho do vaso de areia, colocando-o em suas costas.

- Eu quis dizer que você tem um paladar amargo, preferência para esse tipo de comida, então é difícil de agradar. - Jaebum olhava para os lados tenso.

- Você não sabe com quem está brincando sr. Im. Vá fazer o que eu te mandei. E vocês também, voltem ao trabalho. - Jinyoung repreendeu a todos, saindo a passos largos da estufa.

O clima entre os dois havia fechado novamente, mas pelo menos Jaebum estava tranquilo pelo outro não ter percebido o filhotinho.

 

O escritório de Jinyoung assim como os demais cômodos da casa, era espaçoso e esbanjava objetos de luxo. Havia estantes repletas de livros, dois sofás revestidos em couro preto, uma mesinha de centro, quadros e fotos da família, um notebook e diversas folhas meticulosamente organizadas ocupavam a mesa de madeira similar ao do seu pai. Jaebum achou o lugar encantador, principalmente pelos livros, e pelo seu leve passar de olhos pela sala ele pode ler algum de seus escritores favoritos escritos na lombada dos mesmos. Ele adoraria dividir as experiências lidas com o mais novo, mas sabia que seria uma perca de tempo, pois o outro provavelmente o ignoraria.

As bandejas de comida foram posicionadas em uma mesa improvisada e logo que estavam deixando a sala Jinyoung vinha pelo corredor com um dos braços envolta dos ombros de um outro rapaz, sorrindo alegremente enquanto conversavam. Jaebum nunca vira o outro sorrir daquela forma, era sincero e espontâneo. Embora tenha sido por um breve momento, Jaebum sabia que poucos motivos fariam uma pessoa sorrir daquela forma, o tal visitante deveria ser muito importante mesmo para Jinyoung. Saiu do caminho deixando os dois amigos entrarem na sala e quando Jinyoung foi fechar a porta seus olhares se cruzaram. Jaebum sentiu o peito apertar e algo amargo lhe subir a boca ao perceber como a expressão de Jinyoung mudou de alegre para desgostoso ao se entreolharem. Voltou a cozinha e bebeu um copo de água, tentando tirar de sua garganta a sensação amarga. Ainda tinha tempo até ir embora e não poderia ficar com pensamentos estranhos ali. Sacudiu a cabeça e voltou a sua lista de compras para a próxima semana.

 

---

- Estou tão feliz que esteja aqui Mark hyung - Falou Jinyoung servindo ambos com uma xícara de chá.

- Desculpe por ter demorado tanto para voltar Jinyoung. Não imaginava que seria tão complexo tocar os negócios da família.

- Tudo bem, nós sempre mantemos contato pelo telefone, mas é diferente quando podemos estar assim, cara-a-cara. 

Jinyoung e Mark eram amigos desde quando as lembranças do mais novo permitia. Seus pais eram muito próximos e assim como Yugyeom, Mark se tornou um amigo inseparável. Na verdade os quatro sempre foram grudados um no outro. Sim, quatro. Junto com os três meninos havia mais uma amiga, Somi. Mas com o tempo Jinyoung foi se afastando da garota e hoje eles mal conversavam.

Para Jinyoung, Mark era o irmão mais velho que não tivera, podendo contar com o outro sempre quando o assunto não era simples para ser tratado com suas irmãs e, talvez por isso, com o tempo Jinyoung tenha começado a sentir pelo amigo algo além de uma simples amizade. Durante o colegial Jinyoung sentia ciúmes das namoradinhas que Mark, um ano mais velho, arranjava pela escola. O mais velho sempre fora de poucas palavras, mas quando se soltava contagiava a todos a sua volta e por isso as meninas confessavam seu amor por ele diariamente.

Mesmo tendo diversas namoradas, Mark nunca abandonou o mais novo, decidindo por várias vezes ficar com ele ao invés de sair com a escolhida da vez. Ele dizia que nada mudaria a amizade deles e Jinyoung engolia os sentimentos a seco, sorrindo por ainda ser o primeiro lugar para o amigo.

- Isso são cookies de gengibre? - Perguntou Mark olhando a bandeja na sua frente.

- Sim. Fiz especialmente para você. - Sorriu Jinyoung.

- Sério? Eu não esperava por isso. - Mark sorriu mordendo um dos cookies. - Está uma delícia. Foi você mesmo que fez? - Perguntou rindo do amigo.  

- Confesso que tive ajuda do nosso confeiteiro, mas basicamente eu fiz tudo, ele só ficou falando em volta.

- Eles me trazem ótimas recordações. Somi costuma fazer para nós no natal.

- Ah sim. - Jinyoung fechou a cara ao ouvir o nome da garota e evitou olhar no rosto do amigo.

- Ela mandou abraços para você e sua família. Acredito que em breve ela consiga vir te visitar também.

- Seria ótimo. - Jinyoung sorriu amarelo tentando disfarçar o desconforto. 

Foi no último período da faculdade quando Somi se confessou para Mark e ele aceitou instantaneamente dizendo que há anos gostava da mesma. Novamente Mark estava comprometido e Jinyoung tinha que segurar as lágrimas e sorrir desejando a felicidade dos dois. Afinal que namoro do Mark havia durado mais de seis meses? Jinyoung contava todos os dias e nenhum havia superado essa marca e dentro de si ele sabia que mesmo com namorada, ele seria sempre o primeiro lugar. Ou assim ele acreditou, até notar que Mark não o ligava mais aos finais de semana, que o amigo se sentava do outro lado da mesa para ficar mais próximo da menina e não de si. Acreditou até contar o primeiro ano de namoro de ambos. Depois de tanto tempo, Mark havia seguido em frente e ele estava ali, ainda cultivando sentimentos que jamais seriam expostos ou correspondidos. 

- Inclusive, eu vim lhe visitar justamente para falar sobre ela. - Mark colocou a xícara na mesa e encarou o amigo.

Jinyoung replicou o gesto e encarou o olhar sério do amigo. Respirando fundo para não demonstrar nenhuma emoção desnecessária para o que estava por vir.

- Você sabe que nós estamos juntos há aproximadamente quatro anos, certo?

O mais novo concordou com a cabeça, ele sabia muito bem o tempo do relacionamento. Ele poderia até dar em dias exatos o tempo, mas preferiu manter a informação para si.

- Acho que finalmente chegou a hora de eu dar o próximo passo Jinyoungie. Estou planejando pedir a mão da Somi em casamento. - Sorriu timidamente confessando os pensamentos para o amigo.

Jinyoung agradeceu não ter nada nas mãos quando o impacto da frase do amigo lhe atingiu. Uma leve náusea subiu por seu peito e sentiu como se fosse desmaiar a qualquer instante, porém manteve a expressão fixa, trancando o desespero para sair correndo.

- Casar? Uau. - Falou Jinyoung tentando esboçar alguma reação a notícia. - Eu não esperava por essa.

- Eu sei, parece meio repentino né?

“É muito repentino, não faça isso.” - Pensou Jinyoung.

- Bem, eu sinceramente não sei. - Falou baixo.

- Você é a primeira pessoa para qual estou dizendo isso, por favor não espalhe, eu ainda não sei o que vou fazer.

- Eu jamais faria algo assim. “Por mim ninguém nunca ia ficar sabendo. Por mim isso nem vai acontecer” - Jinyoung estava realmente começando a passar mal, sua visão estava turva.

- Jinyoungie, você está bem? - Mark percebeu a mudança do semblante do amigo.

- Na verdade eu não dormi bem essa noite, escrevendo para o jornal e mais algumas coisas… Acho que agora estou sentindo o cansaço. - Mentiu o mais novo.

- Vou chamar alguém para ajudar.

- Não precisa. Eu acho que só preciso dormir.

- Melhor eu ir embora. - Mark se levantou ajudando o amigo a fazer o mesmo.

- Me desculpe por isso, está sendo meio repentino.

- Imagina, eu devo ficar na Coréia por um tempo ainda, voltarei mais vezes para ver você. E podemos sair junto com Yugyeom também, fazer um programa nós três, como nos velhos tempos.

Jinyoung sorriu acompanhando o amigo até a porta da casa. Se abraçaram e Mark foi embora. Observou o mesmo sair pelo portão com o carro e voltou às pressas para seu escritório.

Parou no meio do cômodo depois de bater a porta com força e com a respiração acelerada. Estava se sentindo um idiota por não conseguir segurar as reações contrárias do seu corpo. Tantos anos haviam se passado bem, tantos anos sem crises, mas a notícia fora demais para se compreender. Um casamento era demais. Ele não sabia como fingir. Não sabia e não queria. Jinyoung tremia. Jinyoung explodiu.

 

---

 

Jaebum terminava de colocar as coisas na mochila para ir embora quando estrondos de coisas sendo jogadas contra a parede ecoaram pela mansão. Correu até o corredor que levava ao escritório de Jinyoung e encontrou alguns empregados parados no mesmo. A porta estava fechada, mas era possível ouvir os gritos e objetos quebrando.

- Fazia tempo que isso não acontecia. - Falou Wonpil triste.

- O que? - Perguntou Jaebum confuso.

- O senhor Jinyoung às vezes tem essas crises de fúria. Algo deve ter acontecido. - Respondeu uma empregada de cabelos descoloridos segurando uma bandeja contra o peito.

- Não é melhor alguém ir ajudar? - Jaebum estava apavorado, nunca vira algo do tipo.

- É melhor esperar ele terminar. - Wonpil respondeu. - Vamos deixá-lo sozinho. - Fez um sinal pedindo para que os demais saíssem do corredor. 

Jaebum ficou parado olhando para a porta. Ele realmente achava que deixar o outro sozinho não era a melhor opção. E se ele decidisse fazer algo pior do que simplesmente arremessar as coisas? O barulho das bandejas de prata batendo contra o chão alertaram Jaebum, que num impulso abriu a porta e entrou no lugar.

O escritório de horas atrás estava de ponta-cabeça. Livros, papéis e demais itens estavam espalhados pelo chão. Jinyoung estava de joelhos, com as costas viradas para Jaebum. Ele chorava em soluços altos e longos. Seu corpo tremia e o mais velho nunca havia visto algo assim anteriormente.

Se aproximou lentamente do outro, mas foi paralisado quando o mesmo se virou para sentar encostado no sofá.

- Você é mesmo muito corajoso Im Jaebum. - Falou com a voz rouca de tanto gritar e chorar.

- Você precisa de alguma coisa senhor Park? - Jaebum perguntou baixo, tentando parecer amigável. Apesar de ainda querer revidar o primeiro encontro de ambos, a cena na sua frente era pior do que qualquer vingança que havia imaginado.

Jinyoung riu sarcasticamente enquanto mais lágrimas escorriam pelo seu rosto.

- Senhor Jinyoung? - Jaebum abaixou-se ao lado do mais novo que olhava para o chão mordendo os lábios que a essa altura já sangravam de tão abusados. - Vou buscar um pouco de água para o sen...

O movimento foi rápido demais. Ao tentar se levantar Jinyoung puxou a manga da camisa que Jaebum usava, forçando-o a se ajoelhar novamente ao seu lado. Os braços do mais novo passaram por seu pescoço o aproximando para um abraço. Escondeu o rosto na curva do pescoço do confeiteiro, enquanto soluços do choro fazia seu corpo ter leves espasmos.

A mente de Jaebum ficou em branco. A ação fora tão repentina que seu cérebro não fora rápido o suficiente para processar tudo. Depois de alguns segundos paralisado, Jaebum fechou seus braços em torno do tronco esguio do mais novo. Ele não sabia o que fazer, mas seu inconsciente lhe dizia que não podia abandonar o mais novo ali. Assim como ele não abandonou o gatinho mais cedo. Jinyoung precisava dele naquele momento. Apertou o corpo do outro contra o seu, passando segurança e um pouco de calor para tentar amenizar os tremores. Jaebum podia sentir os batimentos de Jinyoung pela pressão de seus peitos apertados e se perguntou se era normal os seus batimentos estarem alinhados na mesma frequência do outro, enquanto Jinyoung finalmente parecia se acalmar em seus braços.

Jaebum não afrouxou o abraço, mas posicionou Jinyoung melhor em seu corpo quando este acabou adormecendo pelo cansaço. 

Os longos cílios de Jinyoung estavam molhados pelas lágrimas, seus cabelos jogados para todos os lados e seus lábios possuíam pequenos cortes devido às mordidas, mas ainda assim, naquele instante, entre toda a bagunça e a pouca iluminação vinda pelas luzes do exterior da mansão, Jaebum não pode deixar de pensar novamente, que Jinyoung era uma das pessoas mais bonitas que já vira.


Notas Finais


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Demorei, mas postei. Finalmente vimos um pouquinho da "história" do Jinyoung né ^^
Nora fez sua aparição, sempre quis colocar ela numa fic, podem ter ctz que ela vai aparecer mais xD
Espero que tenham gostado. Não se esqueça de dizer o que achou do capítulo, é muito importante para mim ♥

XoXo ~


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