História Gingerbread Man - Capítulo 1


Escrita por: ~

Exibições 18
Palavras 839
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Luta, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


TERMINEI ANTES DE 2017
AMÉM
Vocês tem noção do quão difícil foi fazer uma narrativa coerente? B3m, muito.
Eu espero que esta fanfic (que era pra ser one-shot mas ficou grande demais kjjj) fique boa ao ver de vocês ^-^
Ela é uma versão narrativa de "Cry Baby" que já está completa!
Aqui vão conter os capítulos Carousel, Alphabet Boy, Soap, Training Wheels, Tag You're It, Milk And Cookies, Pacify Her, Mrs. Potato Head e Mad Hatter.
Os capítulos não vão ter "nomes" ou títulos como os outros. Vocês irão ter que decifrar em que música está a narrativa! (O prólogo que será dividido em três partes faz parte da música Gingerbread Man, ou seja, ela não faz parte da teoria em si)
Gingerbread Man pra mim sempre foi uma reflexão, assim como Pacify Her, a diferença é que Pacify Her faz parte da história, Gingerbread Man é como um OVA, faz parte mas ao mesmo tempo não faz. É um bônus.
Ou seja, além de vocês lerem, vão poder descobrir que músicas estão na narrativa! (Tirando os três primeiros capítulos, que são os prólogos. São bem longos, logo dividi em três).
Boa Leitura ♥

Capítulo 1 - Prólogo I


Fanfic / Fanfiction Gingerbread Man - Capítulo 1 - Prólogo I

Minha cabeça passa longe de homens desde que tudo acabou. Me acostumei á viver isolada de relacionamentos. Mas simplesmente, quando o bolo está descoberto, as formigas vão consumi-lo.

— Oi – Dizia qualquer estranho com um sorriso. – Tudo bem?

— Olha, não rola – Era o que eu sempre dizia, eu sabia perfeitamente onde eles queriam chegar. Depois deste tipo de resposta, eles não diziam nada, apenas se afastavam solenemente.

Mas o mundo é pequeno demais. Parece que uma garota não pode andar sozinha na rua. Eu tenho vontade de tatuar na minha testa “Não quero, não gosto e não preciso de uma companhia”, afinal, quem precisa de um homem pra deixar a vida doce?

Algumas pessoas dizem que é paranoia, mas elas não tem a mínima ideia do que falam. Não tem a mínima ideia de como é.

Dizem que estou triste, que é uma fase que todos passam. Mas eu tenho uma ideia de um homem perfeito: Se eu cansar dele, eu posso simplesmente devorá-lo. Queria um que falasse comigo, me ouvisse, um que eu pudesse alimentar com minhas palavras carentes, e comer as suas também, alguém que dê pra engolir. Deve ser louco de um jeito bom, como eu. Nunca deboche de mim me chamando de bebê. É isso que eu quero.

Mas nenhum garoto é assim...

Era o que eu achava.

 

Eu estava terminando a tarde na minha varanda bebericando meu chá de gengibre como faço todo fim-de-tarde alaranjado. Quando um garoto na casa da frente se sentou em sua varanda e ficou me fitando. Ele mora na casa da frente, nunca havia reparado nele ali.

No dia seguinte fez o mesmo. A mesma coisa quando eu ia tomar chá num lugar diferente.

Um dia, ele me viu rejeitando outro garoto. Me olhou como se eu fosse um ser de outro planeta e se retirou como se não houvesse visto nada.

 

Eu já estava ficando curiosa quando se passou uma semana desde que ele não parava de fazer o mesmo de sempre, me olhar. Fui até sua varanda, colocando minhas mãos no cercado de madeira branca:

— Posso saber quem é você? – Perguntei com uma sobrancelha levantada e a voz exigente. – E por que anda me seguindo?

— Não sei do que a senhorita está falando – Disse desfazendo sua  postura, me lançando um olhar desentendido, enquanto bebia algo que eu acho que era café.

— Você tem me observado um bocado á um tempo. Eu... – Limpei a garganta, meu primeiro impulso foi falar que estava  com medo, e estava mesmo. Mas seria um pouco estranho de se falar. Então desviei o olhar para o jardim florido e completei calmamente – Estou curiosa.

— Evidente – O garoto abriu o guarda-sol da mesa, que estava á frente de sua varanda, no jardim, e ele sentado numa cadeira de balanço vermelha. – Bem, não tenho nada de interessante para fazer e fico apenas olhando para os lados, aleatoriamente.

— Sempre que olho para você, está olhando na minha direção – Mantive o olhar distante nas margaridas do jardim enquanto calculava mentalmente. – Se contar hoje, vão fazer oito dias.

— Significa que a senhorita está observando quantas vezes eu olho em sua direção? Curioso – Bebericou um pouco da sua bebida, enquanto mantinha o olhar desinteressado para o nada.

— Não me chame de senhorita – Foi o máximo que consegui dizer no momento, ele estava fazendo um joguinho mental comigo, eu não sou de cair nessas coisas. Então dei um longo suspiro cansado. – Eu já conheci muitos garotos espertinhos como você, e sei muito bem o que fazem com garotas como eu.

— Garotas “como você”? – Seu rosto se inclinou de tal maneira que quase virou uma interrogação.

— Não consigo me definir em palavras.

— E quer que eu busque um significado para garotas como A Garota da Casa Número 13?

— Garota da Casa Número 13? – Agora meu rosto estava em interrogação, até que eu olhei para o outro lado. Era o número da minha casa. Casa número 13. – Boa jogada, é... – Me inclinei para ver o número de sua casa. – Garoto da Casa número 26.

Ficamos em silêncio por dois minutos. Até ele repor a sua xícara com a bebida escura que parecia café, mas eu não sabia o que era.

— Você não vai me dizer seu nome? – O Garoto da Casa número 26 me perguntou enquanto mexia na sua bebida com uma colherzinha.

— Não – Balancei a cabeça em negativa. – Não te interessa.

Eu já estava caminhando na direção contrária para voltar pra casa, quando ouço a voz do garoto atrás de mim:

— Boa tarde, senhorita.

Num reflexo, voltei para a frente da cerca branca, estendi o braço e destravei o guarda-sol da mesa, o que fez com que ele fechasse imediatamente na cabeça do garoto. A xícara que ele segurava caiu no chão com o susto, e quebrou em dois pedaços simétricos. Ainda com a mão na trava que teria sido destravada por mim, virei na direção do sol que estava se pondo atrás da casa dele, e depois falei como se ele pudesse me ver através do guarda-sol:

— Não me chame de senhorita.


Notas Finais


Eu costumo fazer capítulos curtos, é verdade.
Mas por compensação eu vou postar os três prólogos em três dias seguidos. E quando eu terminar de postá-los, irei postar os capítulos normais todo sábado ♥
Eu já tenho a história pronta, e digamos que o prólogo não é tããããão importante como a teoria/história em si, então, vocês não perdem por esperar ;D
Até o próximo capítulo!

*CONFIRA OUTRAS FANFICS MINHAS!
Cry Baby: https://spiritfanfics.com/historia/cry-baby-5666879
50 Tons De Corações Cinzentos (Original): https://spiritfanfics.com/historia/50-tons-de-coracoes-cinzentos-6149664


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