História Gingerbread Man - Capítulo 2


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Palavras 1.036
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Luta, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLÔÔÔÔÔ
WELLLLLLLLL
EU ESTAVA MUITO ANSIOSA PRA POSTAR
mas aí sabe
eu dormi ;)

Esse capítulo é estranho rkskrskrs
eu ia reescrever mas não tinha nenhuma idéia btw
AQUI ESTÁ
A SEGUNDA PARTE DO PRÓLOGO!!!!!!!
VOU MANDAR TERCEIRA PARTE ENTRE 00:00/01:00
Quero começar a postar as partes interessantes rs
Boa leitura :)

Capítulo 2 - Prólogo II


Fanfic / Fanfiction Gingerbread Man - Capítulo 2 - Prólogo II

— Não, não. Eu tenho certeza que enviou para a pessoa errada, eu nunca pedi nada deste endereço...

O carteiro insistia em dizer que alguém havia mandado um pacote pra mim. Mas eu não havia pedido nada naquele mês, faz tempo que eu não encomendo revistas pelo correio.

— Mandaram sem a senhorita pedir, acho – O carteiro assentiu e passou a mão por sua cabeça. – Bom, tenha um bom dia.

— Obrigada.

 

Eu não conseguia abrir, ainda estava convicta de que aquilo não era meu. Passei a mão por cima da caixa para visualizar se tinha algo mais duro lá dentro, mas não, parecia que ela estava oca até a metade. Lembrei da última vez que eu recebi uma caixa destas:

— Johnny... – Poucos segundos antes de falar o nome dele, eu já estava com os olhos marejados. Marejados não, alagados. Eu nunca mais vi ele depois... do que aconteceu.

Não no que aconteceu, mas sim depois do que eu fiz.

Quando vi, já estava massacrando a caixa com um espeto de lareira. Furando ela por todos os lados desesperadamente, como se minha vida dependesse disso. A caixa não aguentou por muito tempo, enquanto eu á furava ela desmanchou de um lado e eu vi um monte de bolinhas de isopor se espalharem pela sala.

— Que diabo... – Disse afastando as bolinhas enquanto sentia elas grudarem nas minhas mãos. – Mas... não tem nad-

Minha frase foi cortada por um arbusto se mexendo, corri até lá e me apressei em fechar todas as portas e janelas da casa. Corri por todos os cômodos para ver se realmente tinha alguém lá.

Talvez a caixa fosse apenas uma distração pra entrar na minha casa e roubar tudo? Ponderei sobre isso enquanto catava as bolinhas de sagu do chão. Quando eu estava quase terminando, a campainha tocou. Saquei rapidamente o espeto da lareira, primeira coisa que vi pela frente. Poderia ser alguém pra me destrair enquanto os outros entravam, ou até me golpear na cabeça enquanto eu abria a porta...

Destravei as oito trancas da porta. Sim, oito. Havia colocado elas na época Johnny, ele gostava de entrar na minha casa sem pedir permissão. Levantei o espeto como se fosse um taco de baseball, engoli em seco e abri a porta rapidamente.

Tomei um susto.

— Ah, é você – Não cessei em abaixar o espeto. – Garoto da casa... Número 26.

— Juro que não vou machucar você se não por minha vida em perigo com esse espeto – Fiz sinal para ele entrar, e ele assentiu com a cabeça. – Obrigado.

Quando ele entrou, dei uma olhada geral por trás da porta, nunca se sabe.

— Já vi que alguém estava planejando fazer a festa do isopor – Não entendi de primeira, até olhar no espelho do lado do armário. Meu vestido e meu cabelo estavam cobertos de bolinhas de isopor.

— Me enviaram isso – Apontei com o espeto para a caixa, completamente perfurada – Estava cheia de isopor.

— Eu sei, fui eu.

Prendi a respiração por trinta segundos, fechei os olhos e disse com tom de calma:

— Qual é o objetivo?

— Ver sua reação, pena que o ponto de vista não é muito bom da sua janela, só pude ver você matando a pobre da caixa – Se sentou na poltrona que costumava ser do meu pai, sem pedir permissão. Olhei em recusa pra ele, mas fingiu que não se importou. – Deveria seguir carreira, leva jeito.

— Matando caixas?

— Não. Matando pessoas – Quando ele disse as duas últimas palavras meu estômago embrulhou, estava sentindo culpa pela primeira vez. Estava evitando falar sobre o assunto até então. – Você está bem?

— Estou. Só estou brava. Você nem me conhece e gasta isso tudo de isopor só pra me pregar uma peça! – Já estava levantando o tom, quando ele se explicou.

— Eu me interessei pelo seu comportamento, queria saber como você reagiria á um presente de alguém estranho. Para deixar mais misterioso subornei o carteiro para te entregar.

— Subornou? – Disse colocando as mãos no peito, ele deu de ombros.

Sinceramente, fiquei de cara quando você começou á chorar. Mas eu pisquei e estava matando a pobre caixa que não fez nada com você. Qual é o motivo?

Não sei por quê, mas me deu muita raiva. Meu corpo estremeceu, meu sangue pulsou e meu rosto queimou.

— VOCÊ SÓ QUERIA FAZER UM JOGUINHO PRA VER COMO EU SUPOSTAMENTE REAGIRIA? – Gritei enquanto jogava algo que não identifiquei na parede mais próxima dele. – VOCÊ NEM SABE MEU NOME E QUER SABER LOGO COMO EU ME SINTO EM RELAÇÃO Á... BOLINHAS DE ISOPOR E CAIXAS GIGANTES?

— Esper-

— O CARALHO! ESPERAR É O CARALHO! VAI PRO DIABO DA SUA CASINHA, BEBER A DESGRAÇA DO SEU CAFÉ ENQUANTO ESPIONA A PORRA DA CASA DAS PESSOAS ENQUANTO PENSA EM QUE MALDITO TIPO DE “PRESENTE” MANDAR PRA ELAS! – Imitei o tom de voz dele quando falei “presente”, eu estava muito possessa. A situação era improvável e estranha por si só:  Nem me conhece e trocou dez palavras comigo a vida inteira, me conhece á um dia, e me manda esse tipo de coisa pra ver como eu reagiria? Eu chamaria ele de doido, mas é um insulto para pessoas como eu.

— Você está maluca! Não é como se eu tivesse te mandando uma bomba!

— É CLARO QUE EU SOU MALUCA – Peguei o balde onde estavam as bolinhas, e comecei á jogar nele. Estavam grudando no cabelo e na pele dele. Cada vez mais ele recuava, quando chegou na porta, ameacei. – MAS AGORA VOCÊ ESTÁ MORTO ENTENDEU?

Dei bastante ênfase na última frase, senti as lágrimas descendo mais uma vez, compulsivamente, formavam-se poças no chão. Nunca soube o que meu choro compulsivo significava, apenas sabia quando ele vinha.

— MORTO!

Bati a porta com força, e empilhei os outros baldes cheios de isopor. Esperei ele entrar na casa dele enquanto olhava na porta entreaberta. Quando ele entrou, atravessei  a rua e joguei todos os baldes de bolinhas em seu jardim. Nas flores, na fonte com estátuas que ele tinha, na grama, em tudo. Estava tudo branco, como se fosse neve.

Vi ele olhar de soslaio pela janela, enquanto eu atravessava a rua, gritei onde ele deveria enfiar as bolinhas. Não foi a decisão mais sóbria que eu tomei, mas foi a melhor de toda a minha vida.


Notas Finais


NÃO FEZ SENTIDO MAS SE EU RECEBESSE EU TAMBÉM QUESTIONARIA
po ele debochou dela po
bem, essas partes n tem muita importância
mas vcs vão ver o porquê de elas acontecerem quando vocês lerem a história c:
Até o próximo capítulo! ♥

*CONFIRA OUTRAS FANFICS MINHAS!
Cry Baby: https://spiritfanfics.com/historia/cry-baby-5666879
50 Tons de Corações Cinzentos (Original): https://spiritfanfics.com/historia/cry-baby-5666879


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