História Girassóis - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias ASTRO
Personagens Eunwoo, Moonbin, Rocky
Tags 3some, Baeriboom - Astro, Binu, Binwoo, Binwoohyuk, Eunhyuk, Moonwoo, Moonwoohyuk, Ot3
Visualizações 296
Palavras 695
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drabble, Fluffy, Lemon, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Dessa vez meu trio divino, ninguém me segura mais!
Se Binu é o OTP, Binwoohyuk é o OT3/3TP ~~<3
Boa leitura, gente bonita.

Capítulo 1 - Capítulo Único.


Havia sempre girassóis nas janelas da casa e perfume de flores espalhado pela varanda.

Constantemente meus olhos brilhavam, refletindo a luz do sol que atravessava o vidro fino. Diziam que meus lábios eram doces e bonitos, e que de vez em quando, quase em silêncio, recitavam um poema em voz baixa – um dos muitos ainda escondidos sob a capa de centenas de livros nas estantes. Não sei se devo concordar com tudo, mas trato apenas de aquiescer quando palavras convenientes atravessam meus ouvidos, sussurradas, e lábios convidativos se aproximam dos meus.

Afinal de contas, os beijos de Minhyuk são doces como mel. Seus lábios quentes trilhavam um rastro tortuoso e molhado sob minha pele sensível, enquanto seus dígitos, solícitos, dedilhavam as curvas de meu corpo como se a um instrumento. Ele conhecia cada nota, cada movimento e sabia exatamente onde tocar para fazer-me vibrar sob seus dedos. Todas as vezes que fazia do jeito certo, então, eu era capaz de lhe presentear com os mais belos e melodiosos sons, arfando.

Moonbin, por outro lado, era frio em cada toque. Os movimentos bruscos e repentinos; a língua áspera que deixava escapar palavras sujas e obscenas; os dentes que mordiam e arranhavam minha pele alva até tingi-la de vermelho. Eu gostava de saber que os possuía, assim como eles me possuíam. Segurava Moonbin pela nuca, puxando-o para um beijo sedento que só ele era capaz de proporcionar. Meus dedos se embrenhavam pelos fios de cabelo escuros, nossas línguas se chocavam freneticamente e as mãos de Moonbin insistiam em me puxar para perto, como se sua vida dependesse disso.

Ajoelhados sobre os lençóis, deixávamos que o tempo escapasse à sua própria maneira e apenas seguíamos o ritmo da melodia.

E de repente havia Minhyuk.

Ao mesmo tempo em que Moonbin tirava-me o fôlego com seus beijos, Minhyuk me causava arrepios. Sua cabeça descansava em meu ombro e o corpo se colava às minhas costas enquanto distribuía selares delicados e chupões por toda a extensão do pescoço; as mãos procurando a pele exposta por baixo da camisa branca.

Naquele momento, não sabia mais dizer quais toques pertenciam a quem. Simplesmente deixei que suas mãos me tocassem da forma que bem entendessem, e fechei os olhos, sentindo o movimento de seus corpos contra o meu: Mooonbin, brusco e desordenado, trazia meu quadril de encontro ao seu, puxando-me para seu colo subitamente e friccionando com vontade. Minhyuk, ainda com leveza, se aproximava para fazer o mesmo às minhas costas, simulando um vai e vem obsceno numa disputa silenciosa.

Éramos sempre tão intensos e tão unidos... como um só. E era deleitoso quando, de fato, nos tornávamos um só. Minhyuk gostava de seguir com delicadeza e de se mover no ritmo contrário ao de Moonbin, conforme a canção seguia. O outro, porém, ia com força, rápido e errático. Ambos me seguravam, protegiam e guiavam, e então eu podia simplesmente deixar tudo acontecer e apenas sentir. Sentir os movimentos de vai e vem tão profundos dentro de mim, numa mistura agridoce que fazia delirar.

Se era dor ou prazer, com o tempo esqueci. Éramos a equação perfeita e nos encaixávamos como notas de uma orquestra bem dirigida. E eu não me importava de ser orquestrado por eles. Não me importava em ficar sempre entre o delicado e o bruto, entre o suor e o calor de seus corpos e de emitir cada nota que compunha a sinfonia, sem pudor algum. Era meu gemido arrastado e rouco que os fazia pulsar e ofegar. Era meu corpo que os fazia delirar e perder a sanidade por um momento. Era meu beijo que os levava ao Paraíso e, definitivamente, era meu toque que os queimava por dentro e por fora.

E no fim, tantos toques me deixavam tonto. Meu mundo girava, a visão nublava de repente, deturpada, e uma pequena morte tomava conta de todo o meu corpo. A garganta deixava escapar sons arranhados que eram engolidos por mais beijos. Beijos nos lábios, na pele e em todos os lugares possíveis.

Ambos me envolviam em seus abraços e carinhos.

E os girassóis nas janelas continuavam a compor a mais bela de todas as pinturas.

A nossa.

 

 


Notas Finais


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