História Girl Almighty - Capítulo 43


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Armin, Castiel, Dakota, Kentin, Lysandre, Nathaniel
Tags Alexy, Amor Doce, Armin, Castiel, Dake, Girlpower, Hentai, Kentin, Lysandre, Nathaniel, Paquera
Visualizações 53
Palavras 2.761
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Colegial, Comédia, Ecchi, Escolar, Esporte, Festa, Fluffy, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


E aí? Tudo de boa?
Seguinte, flashbackzinho Castimine, esse ficou muito gracinha.

Capítulo 43 - Flashback IV: Sweet Child O'Mine


Fanfic / Fanfiction Girl Almighty - Capítulo 43 - Flashback IV: Sweet Child O'Mine

“Ela tem um sorriso que parece
Lembrar-me de memórias de infância
Onde tudo era fresco
Como o brilhante céu azul

De vez em quando eu vejo seu rosto
Ela me leva para aquele lugar especial
E se eu olhasse por muito tempo
Provavelmente perderia o controle e choraria

Minha doce criança
Meu doce amor
Ela tem olhos dos céus mais azuis
Como se eles pensassem na chuva
Odeio olhar para dentro daqueles olhos
E ver um pingo de dor

O cabelo dela me lembra um lugar quente e seguro
Onde como uma criança eu me esconderia
E rezaria para que o trovão e a chuva
Passassem quietos por mim”
Sweet Child O’Mine – Guns N' Roses

Verão, antes do último ano de Ensino Fundamental

(POV CASTIEL)

-Não, Castiel! - tarde demais, eu já havia colocado impulso no carrinho do supermercado, subindo nele e nos fazendo deslocar rapidamente para frente devido ao piso liso. Jasmine estava sentada dentro do carrinho vazio e exclamou de medo, fazendo-me gargalhar do seu desespero quando quase colidimos com a parede. Eu desci rapidamente e usei meu peso para frear, ouvindo-a me xingar pelo susto.

-Ei, não podem fazer isso, ou compram algo ou vou pedir que se retirem – um funcionário gritou lá do início da sessão onde estávamos. Nós pedimos desculpas segurando a risada e eu ajudei Jasmine a sair do carrinho, passando uma mão por baixo das pernas dela enquanto ela passava um braço por cima dos meus ombros. Assim que ela pisou no chão, nós nos entreolhamos, extremamente perto. Eu ainda estava um pouco inclinado, a mão passando por trás do corpo dela e repousada próxima ao seu joelho, enquanto ela tinha um dos braços sobre os meus ombros.

Nós nos encaramos por um instante, algo estranho havia acontecido naquele momento. Desviei os olhos para os lábios rosados dela e...

-Vamos pegar esse sorvete – eu afirmei e ela assentiu, soltando-me.

Era verão. A casa de Jasmine tinha uma piscina grande, então nós resolvemos fazer o combo sorvete e piscina, passando no supermercado do bairro dela para pegar um grande pote de sorvete napolitano.

-Eu quero de chocolate com menta – Jasmine afirmou pegando o pote dentro do freezer e eu discordei.

-Claro que não, vamos pegar um napolitano – eu respondi. Eu odiava a combinação de menta com chocolate, era horrível. Só Jasmine para gostar disso.

-Cala a boca, é lógico que vamos pegar esse – ela riu e alcançou o pote.

-Jas, é sério, eu odeio chocolate com menta – afirmei e ela bufou.

-Tá, tá bom, compra então – ela cedeu e eu sorri, alcançando o napolitano. Talvez eu a deixasse comer a parte do chocolate sozinha. Talvez.

-Ok, vamos – eu a puxei para o caixa, nós rachamos o valor do pote e fomos caminhando rapidamente até a casa dela. Eu já havia ido ali algumas vezes, conhecia o lugar muito bem.

Depois de um portão imponente, um jardim amplo se estendia até a mansão, que possuía três andares se contássemos o terraço. Era assimétrica e moderna, os cômodos parecendo se distribuir pelo lote sem muita preocupação. Era linda, a fachada era branca e variava em tons de marrom, com grandes janelas. Havia mais um portão que dava para a rua e um caminho de cimento sobrepondo-se à grama que o conectava a uma garagem, externa à casa. Pelo tamanho da construção, devia ter espaço para dois carros.

Jasmine empurrou o portão e eu a segui pelo jardim. Subimos dois degraus para a entrada da casa e ela abriu a porta.

Só no primeiro andar, acho que caberiam três do meu apartamento. Logo na entrada, havia uma sala muito bem decorada, com sofás e mesa de centro, mais um loft do que qualquer outra coisa. À direita, a cozinha e a sala de jantar, tomando metade do primeiro andar. Na parede oposta à da porta de entrada, havia uma escada e, sob ela, uma porta fechada que se tratava de um banheiro. Ainda na sala, uma porta de vidro para a área externa, pela qual podia-se ver a piscina, uma churrasqueira, espreguiçadeiras, um chuveiro de ducha e um lindo gazebo.

Subindo as escadarias, deparava-se com o corredor central do segundo andar. Esse corredor era limitado em ambos os lados por pequenas varandas, que garantiam o charme da construção.

De um lado, havia uma suíte de hóspedes. Passamos por mais um banheiro, uma sala de televisão, um escritório e, no outro lado do corredor, havia o quarto de Jasmine e o quarto da mãe dela. Depois dos quartos, limitada por uma parede de vidro que dava vista à área externa, uma escada levava ao terraço.

Esse último andar contava com uma parte com teto e paredes de vidro e outra descoberta, mais assentos estofados, tapetes, espreguiçadeiras, mesas para portar petiscos, um bar e algumas plantas, tudo decorado de um jeito mais descontraído, quase lembrando o estilo da minha casa na época em que minha mãe ainda morava comigo. Eu não tinha paciência para cuidar das plantas, então elas eventualmente secaram.

Porém, voltando à área externa do primeiro andar, Jasmine já usava o biquíni sob as roupas, então eu sem querer (ou talvez não) a observei tirando o tênis e se despindo dos shorts e camiseta. Ela não era tão curvilínea quanto se tornou aos dezesseis anos, mas eu notei que ela estava crescendo, que não era mais tão magrinha, mesmo que sempre tivesse sido linda e atraente. Jas usava um biquíni verde-escuro simples, seus cabelos estavam soltos sobre os ombros.

Estávamos sozinhos naquela casa, o pensamento não deixou de passar pela minha cabeça. Mas eu nunca teria coragem de tentar algo, éramos só amigos. Uma atraçãozinha de nada poderia estragar tudo, então era melhor não ousar.

-Será que está fria? - ela pareceu temer. Aproximou-se cautelosamente da água e, obviamente, não perdi a oportunidade.

-Vamos descobrir – afirmei e a empurrei na piscina. Jas caiu e voltou à superfície, olhando-me indignada.

-Eu odeio você – ela começou a rir e eu também. -Entra logo, está ótima.

E eu pulei na água, nadando até onde ela estava e puxando-a pelos pés.

-Castiel, você é insuportável – ela reclamou e jogou água no meu rosto. Nós continuamos nos divertindo na piscina por um tempo, eu adorava passar um tempo com ela, importuná-la, arrancar sua risada.

E era assim que eu percebia, que ela não precisava de nada para ser bonita. Ela era divertida e espontânea, ela sorria e eu sorria também, sem nem perceber.

-Ei, quero sorvete – eu afirmei quando saímos da piscina, secando os corpos nas tolhas que ela pegou mais cedo.

-Claro, aquele com parte de morango – ela torceu o nariz. Jas odiava sorvete de morango, ela era meio estranha.

-Pare de reclamar, você pode comer a parte de chocolate – eu disse rindo levemente da careta dela. -E não seja tão esquisita.

-Você me ama, palhaço – ela afirmou enquanto íamos pegar as colheres. Para que cada um comer em um lugar se podíamos ser nojentos e comer direto do pote sem lavar a colher, não é mesmo?

-Cara, o que você tem na cabeça? Eu ouvi aquele CD, é simplesmente horrível – afirmei sobre aquela coisa sem graça. Na época, Jas gostava de músicas pop superclichês, aquelas que tocam na rádio até você querer se matar.

-Olha como fala – ela me ameaçou com a colher. Amedrontadora. -Ah, e sobre a sua playlist, digamos que eu gostei de Sweet Child O’Mine.

Eu me surpreendi. Será que ela havia percebido?

-Não é minha favorita – compliquei e ela revirou os olhos. Eu preferia Winged Skull a Guns N' Roses, mas aquela música me fazia pensar nela. Na verdade, Sweet Child O’Mine era totalmente sobre Jasmine. -Prefiro Grunge.

-Não, Castiel, você prefere me contrariar – ela afirmou e ambos rimos levemente, voltando a tomar o sorvete e conversar mais.

-Calma, gordo – ela reclamou enquanto eu afastava a colher dela com a minha.

-Você comeu a parte de chocolate inteira sozinha e eu sou o gordo? - respondi e ela começou a rir.

-Espere, tem sorvete aqui – ela afirmou, erguendo a mão para tocar meu rosto, perto dos lábios. Aquilo me hipnotizou por um instante e nós nos olhamos fixamente.

E, naquele momento, eu decidi que precisava fazer algo, que precisava demonstrar que…

-Seu celular – Jas alcançou o aparelho que acabava de notificar algo em cima da mesa e me entregou.

Segurei um suspiro, desbloqueei a tela.

“Debrah Keli seguiu você”. Eu sorri, sem saber o que me aguardava.

O resto você já sabe.

***

(POV JASMINE)

Era outro dia no fim do verão, mais especial dessa vez. Eu combinara de encontrar Castiel à noite, no melhor lugar do mundo. Eu agi como se fosse um dia qualquer, então acho que já havia me conformado que ninguém além dos meus pais problemáticos se lembaria do meu aniversário. Por incrível que pareça, nesse dia, meu pai chamou eu e minha mãe para comer fora, como se ainda fôssemos uma família feliz.

E claro, não funcionou. Minha mãe quase fez uma cena depois do almoço e me arrastou para que fôssemos embora, isso eu o contei por mensagem, mas sem mencionar que estávamos reunidos pelo meu aniversário.

Eu estava testando-o para ver se lembraria, mas aparentemente ele se esquecera.

-Oi – eu disse, olhando para cima. Ele estava com os pés balançando sobre o chão, sentado no observatório do playground perto da sua casa. Eu sabia que ele podia ver que eu estava triste, mas não estava fácil ser eu.

-Oi – ele sorriu enquanto eu subia a escadinha ao lado da plataforma que formava o chão do brinquedo e me sentava ao seu lado. -Você está… esqueça, não vou perguntar.

-Obrigada – eu respondi. Era óbvio que eu não estava bem. -E sim, vou superar. Não é como se minha mãe fosse louca e meu pai fosse um traidor. Ah, espera, é assim mesmo.

Castiel riu e passou um braço por cima dos meus ombros em um evento raro.

Sim, com a separação, a senhora Isengard não assinaria o nome de Philippe, meu pai. Era estranho, pois eu me lembrava de eles me contarem histórias do namoro na faculdade de Paris, de como se conheceram, de quando ele resolveu vir morar com ela aqui em Ville Amoris, a cidade natal dela. Contavam sobre o casamento pomposo, contavam sobre o dia que eu nasci. Isso tudo enquanto jantávamos juntos e contávamos do nosso dia.

E, por incrível que pareça, agora eu me sentava sozinha na maioria das refeições.

Onde estavam meus outros parentes, não é mesmo?

Meu pai (ausente) não tinha família além de minha tia Stephanie, que havia se mudado para a Espanha para criar os filhos, ou seja, estava ocupada demais para se preocupar com a sobrinha. Além disso, não era nada fácil para ela, pois, diferentemente da minha mãe, ela não era uma mulher “de berço”.

A minha família materna, Isengard, nunca passou dificuldades financeiras, pois meu falecido avô Maurice foi um homem que se tornou riquíssimo com uma imobiliária que praticamente comprou a cidade toda. Pelo que mamãe me contara, eu era ainda um bebê quando ele morreu e vovó vendeu os imóveis, dando parte da herança às filhas, minha mãe e Tia Agatha, e mudando-se para a Itália depois disso. Eu havia ido visitá-la algumas vezes depois disso, mas não éramos próximas. Ela mandava presentes caros em datas comemorativas e só.

Tia Agatha era mais nova do que mamãe e foi morar com a minha avó Augustine na Itália por uns tempos.

Traduzindo, nós, as mulheres Isengard, poderíamos ser ricas, mas não éramos nada unidas, pelo menos, não na época. Tanto que, ali estava eu, na parte menos nobre da cidade, indo passar um tempo com meu melhor amigo, mesmo que ele nem se tocasse que era meu aniversário.

Tudo bem. Ninguém se importava comigo, eu já estava acostumada.

-Jas? - Castiel me chamou enquanto eu olhava fixamente a vista do playground e as estrelas, desejando que elas pudessem realizar meu pedido de aniversário, pois eu só queria que aquilo pudesse melhorar. -Feliz aniversário de quatorze anos.

Bem, as estrelas foram rápidas naquela noite.

-Você lembrou – afirmei, tentando não parecer emocionada. Ele sorriu com soberba, era óbvio que ele faria isso, jogando na minha cara o quão maravilhoso ele era.

-Sim, eu me lembrei – ele afirmou e eu sorri de volta, puxando-o para um abraço sem conseguir me conter. Eu não estava tão sozinha assim, afinal. Se aquilo não fosse soar estranho, eu diria que o amava, mas eu e Castiel não tínhamos facilidade em dizer como nos sentíamos ou até mesmo demonstrar.

Ele pareceu desconfortável, mas não liguei. Na verdade, eu estava me contendo para não chorar diante daquele dia horrível, que só agora estava melhor, apenas por causa dele. Chorar seria ridíc… droga, eu estava lacrimejando.

-Você está chorando? - ele me olhou alarmado e eu apressei-me para secar as lágrimas, mas outras vinham e não paravam. Pronto, era isso, Castiel iria me massacrar como “a chorona”, seria a cara dele me zoar muito, afinal, ele gostava de fazer piada com os outros.

-Não, eu só… - tentei me conter, sem conseguir. Não sei, tudo estava muito ruim. Ele era o único que se importava comigo, então aquilo me emocionou de um jeito que eu nunca tinha sentido.

E, por incrível que pareça, ele me puxou para um abraço em silêncio e acariciou meu cabelo enquanto eu o abraçava de volta, permitindo-me chorar, assustada como nunca me senti. Eu senti o cheiro dele, ouvia seu coração batendo, sentia seus braços à minha volta. Castiel pareceu confortável depois de um tempo, como se acariciar meu cabelo enquanto eu chorava fosse a coisa mais natural do mundo, como se ele tivesse nascido para fazer aquilo.

Ele não disse uma palavra, mas acho que não precisava. Afastou-se um pouco, apenas para me olhar nos olhos quando eu parei de chorar. Eu odiava ser a coitadinha, ele sabia muito bem disso.

Eu me sentia sozinha o tempo todo, mas não com ele. E eu sentia que, apesar de ambos evitarmos contato físico, aquilo não era forçado, era simples como nada havia sido o dia todo.

-Estou aqui – ele disse em um fio de voz e eu assenti, sorrindo levemente assim que me acalmei. -Agora pare de chorar, imbecil, daqui a pouco vamos tomar um sorvete. Eu pago o seu.

Eu ri. Ele não podia ser sentimental por muito tempo, isso deixaria transparecer o quão sensível ele era por dentro, mas eu já o conhecia o suficiente para saber quem ele era de verdade. E era por isso que eu o amava.

-Espere, vamos ficar mais um pouco aqui – eu pedi, deitando-me no chão, olhando para o céu. Castiel acabou se rendendo e se deitou também, nossos corpos sem se tocarem, mas eu me sentia diferente. Olhei para o lado, para ver seu rosto, os olhos dele ainda fixos nas estrelas, sem me ver.

-Não me encare, Jasmine – ele pediu e eu ri, desviando os olhos. Ficamos ali por algum tempo, em silêncio, apenas entre nossos pensamentos.

Eu pensava nele. Pensava em seus cabelos negros agitados pelo vento, pensava em seu cheiro, em seu abraço. Ele podia ser meu único amigo, mas também era o único que eu precisava.

Perguntei-me se ele pensava em mim também, se ele parava para pensar se eu fazia diferença na vida dele.

Depois daquele momento, ele me chamou para que fôssemos logo tomar sorvete antes que nenhum lugar estivesse aberto. Nós fomos e, na volta para casa, uma chuva de verão nos pegou desprevenidos, nos encharcando.

Não foi nada mal, aquelas gotas geladas caindo sobre nós. Existe algo melhor que banho de chuva? Eu dancei sob os pingos, Castiel gargalhou alto enquanto brincávamos sob a chuva torrencial até minha casa, pois ele fez questão de me levar.

Meu aniversário de quatorze anos chegava ao fim, o verão terminava.

E eu perderia meu melhor amigo no início do inverno, em certo dia no telhado da escola. Isso mudaria tudo, mudaria meu estilo, minhas companhias, minha maneira de pensar. De um aniversário que passei apenas ao lado dele na zona sul da cidade, eu passaria para uma festa grandiosa ao leste, no salão mais caro de Ville Amoris. Uma festa que ele não foi.

Mas você também já conhece essa história.

 

“Parece que todos os nossos amigos são perdidos
Ninguém os encontra,
Eu fiquei tão assustada, pensei que ninguém poderia me salvar
Você veio e me pegou como um bebê
De vez em quando as estrelas se alinham
O rapaz e a moça se conheceram dessa forma
Será que você e eu somos os sortudos?”
Lucky Ones – Lana Del Rey

 

 


Notas Finais


Cabou. Fica de olho que o próximo já tá quase pronto e em breve vou postar. Quem será hein? Nathaniel, Armin ou Lysandre?
Comenta aí, vamo ser feliz <3


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