História Girl Crush -- Norminah - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Ally Brooke, Dinah Jane, Lauren Jauregui, Normani Kordei, Norminah, Revelaçoes
Visualizações 101
Palavras 641
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hellooo. ❤

Capítulo 6 - My old apartment.


    Dinah

Na manhã seguinte pelo que percebi – já que alguém teve a capacidade e abrir as persianas e as janelas que não permitiam os raios solares de me atacarem. Meus olhos ardem assim que tento abri-los para averiguar aonde exatamente estou, tento me acostumar dando as costas para a grande janela a minha frente. Minha cabeça lateja incansavelmente e me arrependo de todo álcool que lembro de ter ingerido.

– Você quer tomar café? – Uma voz feminina diz.

Ainda não reconheço o tom, mas me parece familiar demais. E como um flash, pequenas lembranças aparecem diante dos meus olhos. Me levanto em um susto assustando a mulher também que me encara agora​ confusa.

– Meu Deus! O que eu fiz? – pergunto me certificando de que estou ao menos vestida. Deus, como me permiti perder minha sanidade ao ponto de estar aqui?

– Bom, além de ter chego bêbada aquela hora, você deu em cima de mim. – Ela diz dando de ombros e voltando para a cozinha.

Eu dei em cima dela? Minha mente dá demasiadas voltas e me sento tapando o rosto respirando como se precisasse apenas daquilo para conseguir voltar no tempo. ​Ah, se fosse possível. O nervosismo me consome.

– A gente se beijou? – digo entrando no cômodo que ela está pondo o café. – Ou... não... a gente tran–

Por Deus, Dinah! Qual o seu problema?! Claro que não.

Vejo suas feições entregarem o quanto sem graça ela havia ficado com a minha pergunta.

Agradeço mentalmente ao pouco de clareza que me sobrou pela noite e volto a encará-la servir seu café e sentar-se na cadeira a minha frente.

– Você quer? – Ela pergunta gesticulando.

Apresento-me os prós e contras de sentar-me aqui e fingir que não sinto o ódio que sinto por ela.

Me sento devagar vendo-a rolar os olhos enquanto beberica de seu café. Permito-me admirar-lhe sem maquiagem alguma e camisola preta colada ao corpo, um arrepio me acaricia e tento não me remexer desconfortável na cadeira.

Após tomar o café e comer – tudo isso em silêncio absoluto, como se nenhuma das duas realmente estivesse ali –, o som da porta sendo aberta nos tira a atenção e de repente um Nela cansado e com os cabelos desgrenhado aparece em nossa visão. Assim que ele vê a cena que eu mesma me martirizo por estar acontecendo, o mesmo para perplexo, nos encarando com os olhos arregalados.

– O-o quê? O-o que é isso? – Seu tom é baixo e vacilante de nervosismo.

Covarde. Só de pensar que isso tudo é por medo de perdê-la, meu estômago se esmaga. Ele não teve a menor consideração quando comigo.

– O quê?! Sua amiga, Nela. – Normani responde normalmente; como se a ex-quase-esposa de seu atual não estivesse tomando um café em sua antiga casa enquanto Normani está apenas de camisola.

Lembro-me que talvez Nela não fosse tão confiável de falar tudo a ela. E suas roupas desarrumadas provam minha teoria. Ele nem se esforça para esconder.

– D-Dinah, tudo bem? – pergunta ainda gaguejando.

– Claro, Nela. – Sei que só ele percebeu meu tom irônico, pois vi Normani sorrir.

– Venha tomar café, amor – chama-o e sinto um mal estar repentino.

– Acho melhor ir. – Sorrio para ela levantando-me.

Normani parece relutar em me deixar ir, mas assente e se despede. Antes de sair lanço um olhar de ódio a Nela que engole em seco.

Quando estou no lado de fora, respiro o mais fundo possível, ainda sinto minhas pernas moles de nervosismo, mas consigo me recompor e ligar para Lauren vir me buscar.

– Alô, Dinah? – diz como se acabasse de despertar. – Onde você está, maluca?! Estava morrendo de preocupação.

– Ok, mãe, eu estou bem, mas preciso que me busque.

Escuto-a bufar do outro lado da linha e segundo depois ela volta a falar:

– Tudo bem. Onde?

– No meu antigo apartamento. – Aperto os olhos esperando pelos berros de Lauren.

– O QUÊ?! – Ela berra.
 


Notas Finais


Bye :)


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