História Girl Crush - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Mamamoo
Personagens Hwasa, Moonbyul, Solar, Wheein
Tags Colegial, Esporte, Hwasa, Mamamoo, Moonbyul, Romance, Solar, Yuri
Exibições 39
Palavras 1.174
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpem a demora, tinha me esquecido de postar o capitulo kk

Capítulo 11 - Capitulo onze


[Solar]

Meu rosto esta húmido, com gotas de suor escorrendo, MoonByul se esforçou muito e desmaiou em meus braços. O que eu deveria fazer agora? Eu deveria estar em pânico por temer a morte, mas não posso fazer isso, tenho que tira-la daqui.
Ela não conseguia nem ao menos andar agora, eu era a única chance dela.
Eu sempre fui tão medrosa, mas nesses últimos meses eu tive alguém ao meu lado, ela sempre me encorajava e eu sei o quanto fui egoísta. Tudo que eu queria agora era que ela sorrisse novamente, me mostrando mais uma vez que tudo ficaria bem. Agora eu, Kim YongSun, a medrosa e fraca seria responsável pela vida dela, que sempre cuidou de mim.
Eu deveria ter dito a ela, eu deveria ter ao menos tentado dizer que estava apaixonada por ela.
Eu sou tão egoísta, eu a beijei sem nem ao menos saber o que ela sente, me aproveitei dela, que só queria me ajudar. Minha paixonite infantil pela ruiva me segava esse tempo todo. Aquela que estava desmaiada em meus braços, com o rosto marcado pela fumaça e suor, é realmente quem eu amo.
Eu juntava todas as minhas energias para tentar permanecer acordada, a única coisa que me ajudou a não desmaiar também era o ar que entrava e saia pela janela. A janela! Eu deveria ter pensado nisso antes, não era tão alta e acho que eu conseguiria passar por la, e talvez conseguisse puxar MoonByul para fora. Pressionei a toalha contra meu rosto para tentar evitar a fumaça, o calor estava quase insuportável, com a outra mão eu tentava a puxar, me arrastando junto com ela pelo vestiário. Meus braços doíam, mas tudo que eu queria era tira-la dali e que tudo ficasse bem no final.
Eu suavemente a soltei, para poder encostar um banco próximo a janela, para que eu pudesse subir, em seguida coloquei o corpo dela sob o móvel, eu temia que ela não acordasse mais, seu corpo parecia esfriar mais a cada segundo. Subi facilmente e deslizei entre a armação de ferro da janela, finalmente eu podia respirar. Voltei para dentro e tentei ser o mais gentil possível em puxa-la para fora, ela estava ainda mais pesada. "Desculpa Byul" foi tudo que eu consegui pensar quando ouvi o barulho da cabeça dela bater contra o ferro, comparado com o que ela estava passando ali entro aquela batida não pareceu ter muita importância.
Eu estava completamente exausta, finalmente pude descansar ali fora, então eu apaguei.

[...]

Acordei com uma luz forte em meu rosto, passei alguns segundos me adaptando a luz, ao olhar para os lados pude ver que estava em um hospital.
Alguns fios estavam conectados em meu corpo e um aparelho me ajudava a respirar.
Havia uma mesinha do meu lado direito, alguns remédios estavam próximos, juntamente com um frasco de soro fisiológico.
Eu estava sozinha no quarto, o local era extremamente silencioso. Tentei dizer algo mas minha voz não saia, provavelmente por causa do tubo que me ajudava a respirar. Depois de alguns segundos eu percebi, se eu estava sozinha onde a Moonbyul estava?
Eu arranquei o tubo, meu coração estava acelerado, eu tenta a respirar mas ainda estava com dificuldades. Em poucos segundos o aparelho ao meu lado começou a emitir um barulho, os primeiros barulhos que eu ouvia após acordar. Uma enfermeira entrou rápido no quarto, ela parecia ter corrido um pouco e assustada por eu ter tirando os fios. Mas logo a mulher se fez seria, retomando sua postura formal.
- Vejo que acordou senhorita Kim - ela soltou um sorriso sutil - estávamos receosos com o quadro grave de vocês duas.
- Então ela esta aqui? Onde? Eu quero ver a MoonByul! - eu não conseguia me conter, só de saber que ela estava por perto já me animava.
- Acalme-se por gentileza, ainda precisamos checar seus sinais antes que possa sair do quarto. - ela estava tão seria e bem arrumada, seu jeito severo me intimidava, me fazendo hesitar a cada palavra. - seus pais vieram hoje cedo, irei avisa-los que a senhorita acordou. - ela se virou indo em direção a porta.
- Eu estou aqui a quanto tempo?
- Três dias.
Aquilo foi como um choque, não pensei que estivesse desacordada por tanto tempo, tudo ainda estava confuso, eu me sentia fraca e com a pressão ligeiramente oscilante.
As horas naquele lugar pareciam uma eternidade, qualquer noticia dela me seria útil, mas ninguém entrava no quarto, nem ao menos passavam pelo corredor, do qual eu tinha visão pela grande janela de vidro e do outro lado eu tinha uma visão perfeita da cidade, com muitas luzes reluzentes que se destacavam na escuridão da noite. As memórias estavam frescas em minha memoria, não as coisas ruins como o incêndio ou a briga com Hwasa, mas sim os lábios macios da MoonByul, seu toque suave me acariciando um pouco antes de tudo entrar em caos.
Mais alguns minutos se passaram, um homem alto de farda entrou no quarto. O fitei por alguns segundos ate que o mesmo me apresentasse o distintivo se apresentando como da policia.
- Senhorita Kim YongSun? - ele disse enquanto examinava uma prancheta.
Assenti com a cabeça colocando as mãos para trás.
- Preciso lhe fazer algumas perguntas. - ele me olhava calmamente e o observava atentamente, cada movimento. - Como o incêndio começou?
- Bem, eu não sei... - desviei o olhar me sentindo desconfortável.
- Você estava dentro do vestiário quando aconteceu, certo?
- Eu acho que sim. - voltei a encara-lo.
- O que a senhorita fazia durante o inicio do ocorrido?
- Eu... - eu me lembrava exatamente do que estava fazendo e isso me fez corar, passei a mão pela nuca tentando esquivar da pergunta. - estava conversando com uma amiga.
- Certo, se refere a garota loira?
- Sim, o senhor falou com ela? Como ela esta? Ela pode vir me ver? - minhas palavras saíram rápido, o cobrindo com as perguntas.
- ninguém te avisou? - ele me olhou com pesar, pela primeira vez vi alguma emoção real no rosto daquele homem e isso me deixava assustada. - ela ainda continua em coma, não há previsão de quando ela ira acordar. Parece que os pulmões dela estavam bem danificados, assim como o oxigênio em outras partes do seu corpo.
Meu corpo estremeceu, aos poucos me sentei na cama atrás de mim. O homem continuava a me encarar, ele parecia estar cético em minhas palavras.
- Alguém entrou ou saiu do vestiário enquanto a senhorita esteve la? - ele me olhava diretamente nos olhos, serio e totalmente imóvel
- Não, senhor ... - encarei-o com curiosidade, aquela pergunta era estranha  mas logica, reparei que não havia parado para pensar em como o incêndio se iniciou.
- Tem certeza? - seu olhar era intimidador, mas evitei demonstrar que aquilo me atingira.
- Sim, por que?
- Os peritos descobriram que o incêndio não foi um mero acidente, temos certeza que aquilo foi criminal.


Notas Finais


Desculpem qualquer erro


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