História Girl in Caos-INTERATIVA - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolescentes, Amizade, Confusões, Dramas, Fantasia, Lutas, Misterios, Perseguições, Revelaçoes, Violencia
Exibições 9
Palavras 3.443
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Colegial, Drama (Tragédia), Fantasia, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Espero que gostem do cap :)))

Capítulo 10 - You again...


Fanfic / Fanfiction Girl in Caos-INTERATIVA - Capítulo 10 - You again...

STOVEN…

 

Trixie.

Eu não deveria fugir disso… Eu sei que posso ajudá-los a encontrá-la… Sei que devo até a minha vida a Safira por ter me ajudado naquele dia… Mas eu não consigo.
Eu sinto que, se eu entrar em perigo, eu desistirei da vida que tento levar...
Eu não sou forte o suficiente como os outros, admito… Nem sequer sei usar meu poder direito… Como poderia salvar alguém sendo tão fraca?

 

— Trixie? Tudo bem, querida?— perguntou Alicia, ao aparecer na sala, ninando sua pequena filha dócil, andando de um lado para o outro a segurando firmemente.

 

— Sim… Eu só estava pensando.— ergui minha cabeça para poder observá-la bem. Agora percebi onde estou…

 

—  Tem certeza disso? Posso ajudar em algo?— ouço seu tom de voz preocupante. Alicia é uma mulher muito bondosa, é perfeita para o Frederich, o tio da Safi… Eles se completam.

 

— Não se preocupe… É… Eu só estou um pouco assustada com tudo que aconteceu.— respondi ao sentar no sofá, me desabei e estou com um enorme peso em minha costa..

 

— Está com medo?— ela perguntou gentilmente, olhando com todo  amor para sua filha.

 

— Não! É só que… Esqueça. Sim, eu estou. Quem estou querendo enganar ao mentir?— disse para eu mesma ao me levantar. Observo um pequeno riso.

 

— Você é mesmo uma idiota...— disse Kira ao passar por mim, ela estava tomando um refrigerante e havia esmagado-a no mesmo instante diante dos meus olhos.

 

— Idiota? Por admitir que sou fraca?— perguntei, me erguendo enquanto ela apenas dava risada.

 

— Exatamente! Por admitir que é fraca! Isso mesmo!— Kira gritou, rapidamente assustando a menininha que ficou chorando.

 

 

— Eu deixarei vocês conversando… Não façam tanto barulho.— murmurou Alicia, ao levar sua filha com ela em seus braços. Ouço o bater de sua porta.

 

 

— Então… É isso? Você irá embora?— perguntou Kira, em meio a ligar a tv, segurando firme o controle.

 

 

— Isso está te incomodando?— Revidei sua pergunta, ficando em sua frente. Kira apenas me olhou.

 

 

— O que você tem, hein?!— Ouço ela dizer, em meio a cerrar seus punhos. Ela parece nervosa… Mais até do que eu.

 

 

— Eu é que te pergunto! O que deu em você?— Retruquei esperando sua resposta, recuando para o outro sofá.

 

 

— Só acho que você deve lutar contra esse seu pensamento idiota… Ou morrerá… Em vão.— disse a mesma, deixando o controle no centro de mesa e desligando a tv em seguida.

 

 

— O que quer dizer?— perguntei, vendo sua expressão tornar-se fria e rigida.

 

 

— Você é burra, Trixie? Ou está se fingindo?— Kira gargalhou, provavelmente de nervoso por minha pergunta.

 

— Eu realmente não entendi o que quis dizer... — falei sem pensar de uma vez. Ela franziu sua testa e veio em minha direção.

 

— Não me faça… Ter que agir… Para que nunca mais diga que é fraca...— ouço ela sussurrar em meu ouvido.— Eu tenho ficado um pouco estranha ultimamente, então, não é novidade que eu diga coisas como essas a você… A verdade é que, você me irrita… Com esse seu pessimismo idiota…

 

— Eu irei embora… E eu já me decidi.— respondi estridente. Vejo sorrindo.

 

— Não me faça ter que agir… Não me faça ter que repeti... Não faça isso.— ela disse, após ir para o quarto, bateu a porta bruscamente. Acho que ela está certa…

 

{...}

Instituto Amethist…

 

— Esse é o rapaz?— perguntou o diretor, em meio a alisar sua barba bem feita.

 

— Sim, esse jovem intrometido...— Clyde sussurrou ao ver o garoto com suas mãos presas e desacordado.

 

— Hm… Ele me parece interessante… De fato, foi muito corajoso de ter vindo sozinho...— comentou o diretor, ao sair de cima de sua mesa e ter ido olhá-lo de perto.

 

— Senhor! Melhor não se aproximar tanto! Nunca se sabe...— disse Clyde o puxando para trás e ficando em sua frente.

 

— Uow uow, parece que o seu berro acabou o acordando… òtimo! Porque quero fazer uma pergunta a ele… uma não, aliás, muitas.— disse o diretor, curioso e instigado a observar o garoto com seu cabelo bagunçado.

 

— O-onde eu estou… Maldito impostor...— ele resmungava rapidamente, após longos segundos em piscar seus olhos.

 

— Está onde deve estar, jovem.— disse o diretor, simpaticamente esbanjando o seu sorriso e olhar bondoso.

 

— Qu-quem é você? Onde diabos eu estou? Que lugar é esse?— perguntou o jovem, um pouco abismado e chocado.

 

— Ora, ora… É um jovem bem curioso. A curiosidade dos jovens é um tanto comovente…E isso me diverte!— disse o homem, aplaudindo a reação estranha do garoto que o olhou sem entender.

 

— Senhor, o que vê nesse moleque insolente?— perguntou Clyde, de braços cruzados ao lado do diretor que o fitava sabiamente.

 

— O que vejo nele…? bem, é uma boa pergunta!— disse o diretor se afastando de Clyde.— Quando ele disse impostor… Se tratava de você?— O diretor gargalhou assim que Clyde afirmou.

 

— Senhor, o que é tão engraçado?! Acordou de bom humor, pelo visto… Isso é bom.— Clyde respondeu aliviado mas um pouco retraído. Acabou por observar o garoto que o olhava irritado.

 

— Clyde… Seu maldito farsante...— disse o jovem, irritado e tentando se soltar das algemas que havia lhe prendido.

 

— É um jovem cheio de vontade…. Hm… Isso é bom. Parece que ele realmente te reconheceu.— disse o diretor para Clyde que nem se importou e comecou a fumar seu cigarro.

 

— O senhor é o superior do Clyde?— O jovem perguntou, em meio a um breve silêncio, parando de se debater por ser em vão.

 

— Sim… Digamos que eu seja. E daí?— o diretor perguntou, curioso e com um olhar desafiador para o jovem que ficou cabisbaixo.

 

— Esse moleque me dá nos nervos só de olhar pra ele...— disse Clyde indo até o garoto que havia sido retirado de uma pequena doma pelo comando do diretor.

 

— Não. Faça. Isso.— disse o diretor, pausadamente, fazendo com o que Clyde parasse no mesmo instante.

 

— Mas… Senhor! Ele pode ser uma ameaça! Desde que bati os olhos nesse garoto… Sei que ele não é normal, mas vi que poderia muito bem me sobressair, já que ele era ingênuo e estava obcecado por sua busca idiota...— Clyde murmurou irritado por ser interrompido pelo diretor.

 

— A sua explicação não me interessa… E, bem, isso é interessante, confesso… Agora que me disse sobre este garoto… Ele pode ser util. Pode ser mais um deles… Reunirei os melhores para formar uma equipe...— disse o diretor, animado e em um tom bem humorado, voltando a sentar em sua cadeira.

 

— Ele pode não ter vindo sozinho! Eles podem estar esperando por um sinal!!!!— disse Clyde, indo até o diretor que apenas dava risada.

 

— Parece que o jovem te incomoda muito… De um jeito em que te torna irreconhecível… Um tanto desequilibrado e infantil.— o diretor murmurou, vendo o quão Clyde ficou pasmo.— Mudando de assunto… Como está a garota?— perguntou o diretor.

 

— Senhor… peço perdão por interrompê-lo… Mas é que aconteceu algo inesperado...— disse um dos seguranças, ofegantes, com seu óculos escuro na mão.

 

— André?! O que houve com você?!— disse o Clyde, vendo-o abatido e machucado, caminhou lentamente até eles.

 

— O subterrâneo foi invadido… os alunos… Fizeram duas confusoes… E tudo foi muito rápido…

 

— Uau! A segurança daqui foi comprometida pelos jovens?— perguntou o diretor, assim que o segurança ficou cabisbaixo.

 

— Peço perdão por meu enorme descuido, senhor… Eu...— o segurança foi interrompido por uma batida na mesa. O diretor havia retirado seu chapéu sorridente.

 

— Não há o que se desculpar ou pedir perdão… Eles são bons. Gostaria de saber quem a resgatou. Foram em quantos?— perguntou o diretor, vendo a expressão incrédula e pasma do segurança e o Clyde.

 

— O senhor não está… Falando sério ou está?— Clyde murmurou espantado pela reaçao positiva do diretor.

 

— Isso é o que ele realmente quer….— o jovem preso comecou a dizer, chamando a atençao dos três.— Isso fará com o que seja mais fácil a seleção para a tal equipe que ele disse...— o jovem complementou, em seguida de aplausos.

 

— Você é bom! Você é bem observador e tem um raciocínio rápido! Uma percepção… Que é de se admirar… Sendo apenas um jovem….— comentou o diretor, aplaudindo-o como se estivesse em um espetáculo ou em uma apresentação.

 

— Ele está zoando com a gente, não é?— André sussurrou para Clyde que não obteve resposta.

 

— Clyde! Você será o encarregado de descobrir sobre esses jovens que conseguiram passar pelos seguranças… Com a tática de usar distrações, gerando duas brigas em pontos estratégicos no instituto com o objetivo de distrair  voces e fazerem relaxarem a segurança do subterrâneo, deixando-os livres a passar… A pergunta é…

 

— Senhor! Desculpe interromper… Mas ela conseguiu escapar...— disse amanda, ao retirar sua peruca, vendo todos olhando-a.

 

— Amanda? Que susto!— disse André, ao murmurar quase caindo  ao ouvir a porta abrir rapidamente.

 

— Amanda… Não pode ser você...— disse o garoto, olhando-a com dificuldade, por seu pescoço está dolorido.

 

— S...Stephen...— disse Amanda, cabisbaixa logo ao percebê-lo  preso ao lado.

 

— Você o conhece, querida? Ótimo! Que grande avanço!— disse o diretor, gostando do que via, em seguida, Clyde o olhava pasmo.

 

— O senhor gostou mesmo desse moleque… Não é?— O diretor apenas sorriu, não respondendo a sua pergunta.

 

— O que faz aqui, Stephen….— disse amanda, ao aproximar-se, ao vê-lo de cabeça baixa.

 

— Como você pode esconder de mim?— ele perguntou, com um olhar frio e seu tom não era dos amigáveis…

 

— Eu… EU…. posso explicar! Eu só preciso de….— Amanda ficou assustada ao ver o seu semblante nada agradável.

 

— Por que mentiu para mim?!— Stephen gritou, chamando a atenção até do diretor.— Eu sou o seu irmão mais velho, não sou? Seu irmão! Irmãos devem contar tudo um ao outro! Você sabia de tudo… Sabia da garota… Sabia deles…

 

— Eu fiz uma promessa, irmão… E essa promessa era não depender de você… É seguir um rumo diferente… É poder ser alguém forte e útil.— disse a garota, com suas mãos trêmulas.

 

— Você devia ter me contado… Você é um dos mutantes?— A garota apenas negou, Stephen suspirou aliviado.

 

— Ainda bem… Não me perdoaria se fosse…

 

— Qual o seu problema com os mutantes? Se é que os chamam assim...— disse o diretor, aproximando-se da garota que ficou imóvel.

 

— Qual o problema…? Não acha isso um absurdo? Uma humana ter poder de besta… Um poder desconhecido que se apossa de seu corpo….— disse Stephen, irritado e furioso ao mesmo tempo.

 

— Você acha que são aberrações? Que a minha filha… A minha mulher… Que a minha neta seja uma aberração?— o diretor perguntou friamente, direcionando seu olhar vazio para o mesmo.

 

— Você tem familia… E se submete a isso? A prender jovens inocentes que pode está perdendo seu tempo ou que possam morrer há qualquer momento?— Stephen não obteve uma resposta. Apenas viu o semblante vazio e rígido do diretor ao notá-lo.

 

— Então você mesmo se abomina…. Deve ser dificil...— disse o diretor, virando-se ao ver que Stephen em um momento de raiva, acabou facilmente com as algemas super resistentes que o prendiam, mas havia alguns braceletes resistentes em seus pulsos apesar de ter quebrado os maiores.

 

— Por que está me dizendo isso?— Stephen murmurou, ao lado de sua irmã mais nova que ficou pasma com o que ele havia feito.

 

— Então você não sabe….? Entendo… Bem, o que acabou de fazer é a melhor resposta.— disse o diretor, sentando em sua cadeira e olhando para a paisagem atrás…


           — Senhor, posso dá conta dele...— disse Clyde, indo até Stephen rapidamente, mas o diretor estranhamente apareceu em sua frente.

 

— Deixe-o que se descubra… Que diga a si mesmo o que ele é… Deixe-o passar daquela porta e se decidi.— respondeu o diretor, com seus braços cruzados, vendo Stephen tornar-se rigido.

 

— Você vem comigo, não é?— Stephen perguntou a Amanda que deu um passo para trás.

 

— Você nunca irá entender… Porque você só pensa em si mesmo! Não vê o que acontece ao redor?! O tempo é outro… Estamos em um novo mundo onde as pessoas decidem muito bem o que fazer da vida… E eu não sairei daqui. Este é o meu trabalho… Gosto de ser util.— disse Amanda, retirando mão de seu ombro.

 

— Amanda… Está me dizendo que…. Você irá ficar trabalhando para este homem?!— perguntou Stephen, incrédulo.

 

— Vá rapaz… Se descubra. Gostaria muito de ouvi-lo quando estiver preparado para isso...— disse o diretor, ao ativar um botão permitindo que a porta abrisse. Os seguranças estavam bem atrás da porta. Stephen não ficou ali mais um minuto e

 

{....}

 

SAFIRA

 

Acabo de chegar ao que deve ser a cantina, o refeitório ou sabe-se lá do que chamam este lugar. O pátio é enorme… Há muitas mesas e bancos para que todos sentassem em harmonia, comessem e conversassem o quanto puderem. Ao centro, há duas enormes escadas com corrimões bonitos e bem feitos, dando ao segundo andar… Havia muitos que estavam descendo, provavelmente em busca de seu alimento.

 

— Quem é você?— perguntou alguém com a mão em meu ombro. Instintivamente o derrubei.

 

— Safira! para!— disse a garota de cabelo em tons mistos de cor, ao me ver.

 

— Garota do cabelo colorido?— perguntei, revirando os meus olhos. Em seguida, vejo a garota de cabelo vermelho, a garota de cabelo cacheado com covinhas em suas bochechas, o garoto fantasma e o cara atleta.

 

— O que essa garota está fazendo?— perguntou uma das garotas que passaram por mim.

 

— Acham que eu sou o quê? Amigo de vocês? Poupe-me.— dei risada, vendo que a garota a minha frente, de cabelo lilás e cinza, ficou estática.

 

— Você não era assim…. Você se importava com os outros, apesar de que não demonstrava isso...— dizia a garota ao segurar em minha mão, observo o garoto caído puxar meu pé.

 

— Solte-me...— respondi rapidamente, ele apenas sorriu, mas continou a segurar meu pé. Em um movimento o chutei com o outro e pude recuperar meu equilibrio assim que ele soltou o meu outro pé.

 

— Safira… Para com isso...— disse o garoto atleta, me empurrando para trás.

 

— Qual o seu problema? Conhece esse garoto?— perguntei, apontando para o garoto que estava se contorcendo de dor. Possivelmente quebrou uma das costelas… E o seu braço.

 

—  Alguém nos ajude a levá-lo para a enfermaria! Por favor!— disse a garota de cabelo cacheado e de covinhas aparentes.

 

— Não devia ter feito isso… Não foi o certo!— disse o garoto extremamente pálido com seus olhos brilhantes.

 

— Eu nao me importo com o que diz… Muito menos se o que fiz foi certo ou errado...— disse ao me virar em direção a cantina. A mulher que servia parecia apreensiva.

 

— Olá, senhorita. O que irá querer para comer?— perguntou, apesar de assustada. Era notável seu semblante confuso.

 

— Um x bacon, por favor… Acompanhado de um refrigerante.— disse rapidamente, enquanto via a enorme fila ao meu lado.

 

— Por que está atendendo essa garota que não está na fila, tia Nana?!— disse uma das garotas. Observo o seu rosto… É meio exótico. Ela parecia estar um pouco fora de forma, mas nao aparentava se importar com este detalhe. Seus olhos passaram para baixo e eu pude ver o que seria… Ela estava a ponto de chutar um gato aparentemente inofensivo.

 

— Por que diabos está tentando machucar um gato inofensivo?— perguntei, ao segurar há tempo seu chute alto que poderia muito bem ter acabado com o gato. Em instantes, vejo algo estranho acontecer.

 

— Ela não é um gato… É uma garota maldita que sempre está no meu caminho!— escuto a garota dizer, tentando se soltar do meu bloqueio. Observo que ela iria girar para poder me atingir, então apenas a soltei e ela caiu ao chão.

 

— Você perde tempo… provocando essa garota?— perguntei, ao notar que havia tomado sua forma original e humana. Ela é bonita com sua pele escura e brilhante, seu cabelo cacheado é naturalmente cheio e com volume e seus olhos castanhos. Sua roupa de cima estara toda rasgada mostrando sua barriga lisa.

 

— Não se intrometa, novata!— disse a garota, tentando em empurrar outra vez. Deixei a minha bandeja com a garota que estava acanhada perto da cantina e fui em sua direção novamente.

 

— A sua insolencia só vai acabar se você morrer… Não é mesmo?— vejo ela ficar pasma com o meu comentário nada singelo e então foi o inicio de uma batalha sem graça. Ouvimos um barulho de tiro e logo me certifico de olhar para trás.

 

— Então, você está mesmo por aqui…. Bem, isso não é nada mal...— disse o cara de chapéu claro e seu casaco com vários bolsos espalhados, vindo em nossa direção. Não é possível ser seu rosto muito bem.

 

— Não sei quem diabos é você… Mas não gosto nem um pouco de ser interrompida.— disse, ao afastar a garota empurrando-a para fila. Um dos garotos a pegou antes mesmo que ela pudesse cair para trás.

 

— Ora, ora… Já está marcando território? Você é boa nisso.— disse o cara, parando em minha frente, observo ao redor todos nos olharem.

 

— Pare com isso, Safira… Ele é o braço direito do Diretor!— disse Philipe, o garoto fantasma, me alertando.

 

— Clyde… Você é o  cara que estava com aquele desgraçado… É claro… Me lembro de você.— respondi ao me lembrar ao ver seu rosto em um beco e logo eu ficar tonta… Ele me trouxe até esse maldito lugar.

 

{...}

clyde and  Safi.

 

— Espero que não tenha ficado chateada pelo modo como a trouxe… Peço desculpas mas foi o jeito mais fácil que encontrei.— disse ele, ao ajudar o garoto caido a se levantar.— Venha comigo.

 

— O que você quer?!— respondi ao empurrá-lo assim que pudesse se aproximar perto demais. Ele apenas sorriu.

 

— Eu não quero nada… Só vim me redimir… Ao te contar que ele está por aqui.— disse Clyde, ao virar-se indo em direção ao jardim.

 

— Ele… quem?!— perguntei, revirando os olhos. Vejo-o se distanciar ainda acenando.

 

— Qual é a sua relação com o Clyde?— perguntou Khloe de braços  cruzados esperando uma resposta.

 

— O que te faz pensar que irei te dizer?— vejo sua expressão de desanimo ao me ouvir e em seguida ser puxada pelo garoto fantasma.

 

— Eu não sei o que fizeram com você, Safi… Mas você tem que voltar ao normal!— disse a tal Rowena, me puxando para o jardim. Apenas dei risada e meu olhar automaticamente foi-se em uma dezena de garotas encurralando alguém.

 

— O que será que está acontecendo lá?— perguntou o garoto atleta, chegando logo após.

 

— Eu irei até lá… E acabarei com toda essa gritaria. Essas garotas não sossegam?— murmurei irritada, empurrando cada uma para o chão até chegar em alguém alto. Olhei para cima e pude ver quem era a maldita pessoa que provavelmente era quem o Clyde disse...

 

{...}

— Safira.— disse ele, ao me segurar firme nos meus braços, observo que ele está com algemas nos pulsos, ou um tipo de bracelete.

 

— O que faz aqui?— perguntei, ao ouvir os meros sussurros de ódio direcionados a mim.

 

— Eu vim te buscar… Um amigo seu me ajudou a chegar até aqui… Mas teve que partir.— disse ele, ao sentar em um dos degraus, sendo observado há todo momento por todas as garotas.

 

— Você fez algum tipo de feitiço?— perguntei ao olhar para todas as garotas que o encaravam com ferocidade e obsessão.

 

— Acha que preciso de feitiço pra chamar atenção? Olha pra mim!— disse ele, ao segurar em meu queixo. Provavelmente estou corada…

 

— Não me agradeça por isso.— disse em seu ouvido, ao segurar firme em seus pulsos o pressionando com toda a minha força a ponto de quebrá-los rapidamente. Resultou em um vermelhidão e provavelmente está ardendo, mas logo me levantei ignorando a sua presença.

 

— Por que me ajudou com isso?— ele me perguntou ao levantar-se, observei alguns olhares de ódio sobre mim.

 

— O que você é do novato?!— perguntou uma delas, ao cruzar em meu caminho. Observo alguém acabar com a garota.

 

— Ele lembra o Jay… Não é?— disse Rowena, ao virar-se após nocautear a garota.

 

— Você… É meio maluca, sabia?— dei risada ao ver o que ela tinha feito, em seguida, todas as garotas foram para o pátio correndo, exceto algumas que não se importou.

 

— Qual é o seu problema?!— disse o garoto, me puxando pelo braço e me jogando na direção do degrau.

 

— Você é maluco ou o quê?!— gritei ao me recompor, quase havia caído de cara com o degrau e poderia quebrar a minha cara com isso.

 

— Talvez eu seja um pouco.— disse ele, ao ver que estava sendo puxada por alguém.

 

— AAAAAAAAAAA!!! Adoro garotos malucos! PRINCIPALMENTE QUANDO SÃO GATOS!!— disse uma garota que havia o puxado com uma mera distância. Observo o seu poder… Elasticidade.

 

— Boa sorte com isso, otário!— respondi indo até Rowena que ficou surpresa pelo que fiz e apenas deu risada.

 

— Agora sim é você...— disse ela, me abraçando forte, me pegando de surpresa.


Notas Finais


O que acharam da Trixie com a Kira? Do comportamento de ambas? E do que aconteceu no instituto? Diga-me o que acharam <3


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