História Girl Of The Bts Dreams - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~flawinless

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Jhope, Jimin, Jin, Jungkook, Korea, Rapmonster, Suga, Taehyung
Exibições 55
Palavras 1.320
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Comédia, Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Sexo, Spoilers, Transsexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Mocha


Fanfic / Fanfiction Girl Of The Bts Dreams - Capítulo 2 - Mocha

Eu nunca entendi o fato de não ter ninguém para ajudar no aeroporto na hora de pegar as bagagens, sempre tem alguém quando nós não precisamos, mas quando precisamos  ninguém aparece. E agora estou em uma péssima situação, paguei por excesso de peso em minha mala principal fora a mochila e a bolsa.

Fora isso eu estava animada, acabei de fazer 18 anos, estou procurando uma faculdade e vim passar as férias em Londres para visitar minha tia que eu não vejo há muitos anos.

Estava na frente da esteira que passa as malas esperando a minha mala/trambolho que minha mãe me obrigou a trazer. Eu vou passar duas semanas, mas trouxe roupa para dois meses. E lá vinha meu incrível trambolho vermelho.

Eu agarrei alça da mala, mas ela era pesada demais, tentei mais uma vez e um rapaz surgiu e a puxou para mim. Ainda confusa e envergonhada eu olhei em seu rosto, pálido quase sem cor, quando eu digo sem cor é sem cor mesmo! Como um fantasma ou um vampiro.

Mas ele era um cara muito bonito, principalmente o seu cabelo roxo escuro combinando com seus olhos também roxos com que contrastava com a sua falta de cor.

– Obrigada – eu disse olhando em seus olhos roxos.

– De nada... Eu gostei do seu cabelo, mas acho que ficaria melhor curto – ele disse, tocando em meu cabelo negro que vai até  a metade de minhas coxas.

– Oh, eu não teria coragem de cortar. Mas, mesmo assim, obrigada. – eu disse, me afastando com as minhas bagagens.

 
☆ミ(o*・ω・)ノ
 

Estava no saguão do aeroporto procurando minha tia, parei no meio do saguão admirando e gravando vlogs, até que alguém tocou em meu ombro. Eu me virei e dei de cara com minha tia Anastácia.

Ela estava como sempre: cabelos loiros aparados em um lindo corte pixie, nariz arrebitado, olhos cor de mel e sempre alegre.

– Tia Ana! – eu larguei minhas bolsas e envolvi o corpo rechonchudo dela em meus braços.

– Valentina! Querida, você está linda! – ela segurou meu rosto em suas frágeis mãos. Ela é uma das únicas  pessoa que me chama de Valentina, eu sou mais conhecida por Tina por causa do meu canal no youtube. – Que trambolho é esse, querida? Ah, já sei. Foi a Helena, né?

– Sim, tia. A mamãe está terrível, por isso eu vim me refugiar com a senhora.

– Querida, seja mais compreensiva com a sua mãe. Depois que ela e seu pai se divorciaram ela ficou muito abalada... Mas veja por esse lado: pelo menos ele não morreu – ela deu uma risada seca. Ela ainda está sentida pela morte do marido, meu tio Henry. Foi terrível, ela ficou viúva em plenos 30 anos e com um filho.

– Tia, e como está o pequeno Henry?

– Pequeno? Querida, o Henry já está com 16 anos! – me espantei, eu nunca mais tinha visto Henry, ele tinha o mesmo nome do pai, mas nunca chegou a ver o mesmo – Vamos logo... o Henry preparou um chá para gente!

– Chá? Tia Anastácia, a senhora sabe que eu não gosto de chá!

– Então eu faço chocolate quente para você...Vamos!

 ☆ミ(o*・ω・)ノ

Tia Anastácia abriu a porta do apartamento e me deparei com uma versão de Henry gigante e um garota ruiva de óculos vermelhos  gritando palavrões em francês para ele. Como eu sabia falar em francês eu identifiquei algumas palavras, mas não precisava saber muito para entender que as palavras que saiam da boca dela eram do mais baixo calão.

A garota não chegava a ter 1,56 de altura, seu corpo era pequeno e pálido, mas tinha um busto bem avantajado, admito que senti um pouco de inveja, sou uma tábua.

– Victorique e Henry, comportem-se! – foi preciso tia Ana dizer para que eles prestassem atenção em nós.

– Prima! – Henry disse, e veio correndo para me abraçar.

– Henry! Você se tornou um rapaz tão bonito! – eu não estava mentindo.

Ele era alto como todos da nossa família, musculoso, cabelos negros como os meus e olhos azuis como os do pai.

– Você também, Tina – ele deu ênfase, não sei por quê.

– Olá, eu sou a Valentina – estiquei a mão para a garota.

– Ah, então você que é a Valentina... Anastácia fala muito de você – ela apertou minha mão – Eu sou Victorique, mas pode me chamar de Vicky. Sou professora de reforço do Henry, eu moro aqui do lado – ela disse ajeitando o óculos vermelho que era maior que seu rosto e apontando para a parte esquerda do apartamento.

– Você é escocesa, né? – perguntou Victorique.

– Sim...

– Bem, o que vocês acham de nós sentarmos para conversar? – disse minha tia apontando para um sofá verde.

– Henry, pegue o chá – pediu Anastácia enquanto eu e Victorique sentávamos.

– Como está a família lá da Escócia? – Tia Ana perguntou enquanto Henry nos servia com chá de alguma coisa que eu não consegui identificar. 

– Eles estão ótimos! Arnanda está no segundo anos da faculdade de artes. E mamãe está bem, na medida do possível.

– E os seus primos?

– Acho que bem. Quem eu sei que está ótima é a Justine, uma ótima carreira e deve ter uma reserva de dinheiro bem rechonchuda na Coréia – Justine é minha prima por parte de pai, ela é uma atriz/cantora muito famosa e nós somos muito próximas.

– Sim... Eu não a vejo há muito tempo – disse tia Anastácia tomando um gole de chá.

– A senhora não vê ninguém há muito tempo... Desde quando a senhora se mudou para cá – eu disse tomando um gole de chá e me arrependendo. Esse chá é a pior coisa que eu tomei na minha vida, oloquei rapidamente a xícara na mesinha, tinha gosto de terra sem açúcar.

– Bem... eu já estou indo, essa conversa está muito deprimente – disse Victorique se levantando fazendo uma careta.

– Boa noite, querida – disse tia Ana a acompanhando até a porta.

– Francesa, não vai ter dever de casa?! – gritou Henry da cozinha.

– Faça a pagina 336 de história! – gritou Victorique de volta para Henry.

– Francesa? – perguntei curiosa.

– Sim, eu vim de Monte Carlo para Londres por causa do intercâmbio, mas acabei ficando para fazer faculdade história, e você?

 – Eu terminei meu curso técnico de edificações e vim passar as ferias aqui para saber sobre o curso de egiptologia da UCL e estou procurando uma faculdade de arqueologia.

– UCL? –  Victorique perguntou radiante – Você gosta do Egito? Agora você falou minha língua – ela tagarelou animadamente.

– Sim.. . – eu disse sem jeito, finalmente encontrando alguém que me entende!

– Esteja pronta antes das 8:00! Vou te levar no museu – ela disse fechando a porta atrás de si.

– Bem... isso não foi um pedido – disse Henry, me entregando uma xícara de chocolate quente – Eu vi que você não tomou o chá.

Eu peguei a xicara e me afundei no pequeno sofá verde em que eu me encontrava.

– Venha – disse Henry, me puxando – Vou te mostrar minha humilde casa.

– Sim, querido. Mostre o nosso apartamento para ela que eu estou indo tomar banho – disse titia abrindo uma porta estreita que eu julguei ser o banheiro.

– Sim, mas primeiro irei levar sua mala para o quarto – disse Henry.

Do nada tocou uma musica que eu não soube reconhecer e Henry pegou um celular do bolso esquerdo da calça jeans que ele estava usando e atendeu. Ele fez um gesto que já voltava e saiu no estreito corredor levando minha mala e falando no celular.

Como ele estava demorando e eu desconfortável pela situação me sentei no sofá verde.

Esperei uns minutinhos e ele volta com os olhos inchados.

– Henry, oque aconteceu? – perguntei me levantando.

– Nada... Vem, eu vou te mostrar o apartamento.

– Não, não vou te deixar assim. Sente-se e vamos conversar – eu disse apontando para o sofá.

– Hum... Vamos – ele disse me puxando pelo corredor.

Ele abriu a terceira porta do corredor. Era um quarto simples: uma cama de solteiro, uma arca de guardar roupa e um criado-mudo com um abajur velho em cima.

– O que nós estamos fazendo aqui?



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