História Girls hate Boys - Capítulo 41


Escrita por: ~

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Categorias B.A.P, Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Bang Yongguk, Daehyun, Himchan, J-hope, Jimin, Jin, Jongup, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, Tao, V, Youngjae, Zelo
Visualizações 184
Palavras 3.563
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey, I'm here again! And sobre o cap:
1. Coitado do Jiminnie...hue
2. K abre os olhos, "muié"!
3. Hue Pang é o melhor ser humano gay do mundo!
4. KMin já deveria ter se oficializado, não?! Até os desconhecidos shippam esses dois.
5. Inglaterra?! WHAT?
6. I LUV YOU ALL! CADÊ VOCÊS?! Please don't leave me alone here! Responderei os comments do cap anterior até amanhã, I promise!

Capítulo 41 - Noivos


Fanfic / Fanfiction Girls hate Boys - Capítulo 41 - Noivos

Pang Pov On~

Checo a hora na tela do celular e volto minha atenção para a frente, esperando pelas duas criaturas em frente ao Shopping. K me ligou para faltar a aula e vir ajudar ela a comprar algo muito importante, roupas; a princípio eu não quis, mas quando ela citou Park Jimin, não pude evitar mil planos me mente e super me empolguei.

Ainda espero por mais alguns minutos e então o carro para em frente ao prédio e sorrio ao reconhecer a estrangeira saindo do carro e logo em seguida o coreano bem vestido que, muito provavelmente, K fez questão de arrumar para exibir sua “Barbie Boy”. E, ah...ele está tão lindo...

—Ai meu santo Jay Park! Quem é esse deus grego-coreano que está te acompanhando, K? –Pergunto sorrindo

K se aproxima de mim já sorrindo, sendo acompanhada pelo coreano que esboça um sorriso tão adorável quanto ele mesmo, e não foi nenhuma surpresa ele ter conseguido atenção de algumas pessoas que passavam, talvez K também tivesse chamado atenção, mas como a maioria das pessoas que os olhavam eram do sexo feminino, Jimin tinha mais atenção.

—Está aqui há muito tempo? –K pergunta ao se aproximarem

—Talvez um pouco. Mas porque é que estamos aqui mesmo?

—Nós vamos comprar uma roupa mais social para o Jimin para ele ir em um casamento. –K explica checando algo no seu celular antes de guardá-lo na bolsa e voltar sua atenção a mim  

—Casamento de quem? –Pergunto com estranheza

—Meu primo. Mas eu não quero ir, acho melhor desistirmos disso, K. –Jimin fala não tão animado quanto deveria

No.

—Você está obrigando o garoto a ir? –A questiono sorrindo

—Talvez, mas de qualquer forma, ele realmente precisa de uma roupa mais social, ele não possui nenhuma. –K retruca

—Mas eu não preciso. –Jimin argumenta

—Claro que precisa. E vamos entrar ou vamos ficar aqui na porta pelo resto do dia? –K pergunta olhando para mim

—Oh, claro. Não precisa ficar impaciente, ok?! Entremos todos juntos. –Falo levantando ambas as mãos em rendição

—Eu não estou impaciente. Esse é o meu jeito natural. –K argumenta antes de começar a andar, adentrando o prédio comigo e Jimin a acompanhando

—Mas com o Jimin você não costuma ser assim. –Retruco

—Jimin é a exceção de tudo na minha vida. –A inglesa fala atenta no caminho que fazemos

—Ah, que bom saber disso... –Comento sorrindo satisfeito com a resposta alheia

Mas logo nos calamos e focamos nas vitrines pelas quais passamos por. Havia uma grande variedade de lojas com diversos estilos, inclusive no estilo que a K procurava, mas é tão mais difícil conquistar o gosto da K quanto qualquer outra coisa. Não é a toa que ela não costuma comprar roupas e sim fazê-las, parece que nada lhe agrada muito.

E enquanto caminhávamos sem pressa alguma por um dos corredores do Shopping, pude notar algumas garotas admirando o coreano que nos acompanhava distraidamente. Talvez nenhuma delas tenham pensado a respeito de Jimin ser o namorado de K, afinal, ela estava mais próxima de mim comentando sobre o que via nas vitrine sem notar qualquer outra coisa a sua volta, e elas também nem devem ter notado minha cara de “gay” por estarem muito distraídas com Jimin para não perceber que K estava longe de ser a minha namorada e ser mais possível ela namorar o coreano.

Até pensei em chamar a atenção de K, mas quando pensei nessa possibilidade, K parece ter acordado para a realidade e nota uma garota vir na direção contrária a nossa, olhando Jimin com um sorriso que mostrava exatamente o que ela pensava a respeito do nosso acompanhante. A inglesa para por um momento, voltando sua atenção para o coreano que caminhava mais devagar um pouco mais atrás de nós dois e não pensa duas vezes em segurar a mão do coreano, o fazendo olhá-la surpreso com sua ideia repentina.

—K...? –Jimin começa confuso

—Não quero que você se perca, e você anda muito devagar. –K explica, mentindo descaradamente

Óbvio que era uma mentira, estava estampado na cara dela que essa explicação era uma mentira. E Jimin deve ter percebido isso e não contém um sorriso fofo no rosto quando os dois passam a caminhar de mãos dadas pelo Shopping. Até parecia que ele iria surtar de tanta felicidade a qualquer momento, até o desinteresse e desânimo do início desapareceram para dar lugar a um Park Jimin satisfeito com a vida e sorridente. K apenas solta a mão do coreano quando adentramos uma das lojas e ela se distrai com uma Ankle Boots preta.

Esses dois já deveriam oficializar esse amo óbvio há tempos! O que eles estavam esperando para viveram felizes para sempre?

—Olhe só isso, Pang. –Jimin fala sorrindo, me mostrando um mini par de sapatos, para bebês

E é aí que me surge algo em mente...

—Ah, que coisa mais cute, K. Olhe só isso! –Falo empolgado com a descoberta

K deixa a bota onde estava e volta sua atenção a nós sem expressão, sorrio e faço Jimin mostrar os sapatinhos de bebê a ela, que nos observa aparentemente sem o mesmo sentimento de “olha-que-cute!” que eu e Jimin tivemos.

—Porquê vocês estão vendo sapatos de bebê? –A inglesa pergunta sem emoção alguma

—Porque muito em breve teremos uma miniatura da fusão sua com o Jimin. -Falo na maior cara de pau que tenho –E eu serei o padrinho do filho de vocês dois, ok?!

K ainda mantém sua atenção em mim com estranheza, mas logo desvia sua atenção de mim e de Jimin sorrindo com incredulidade.

—Então eu e o Jimin vamos ter gêmeos porque Tao também quer ser padrinho... –Ela resmunga num tom baixo ironicamente, contudo eu ainda pude ouvir

—Com quantos meses de gravidez você está, K? –Falo num tom alto, na intenção de que as pessoas no ambiente me escutassem mesmo  

K logo volta a olhar para mim surpresa com meu tom de voz e talvez até do que falo; até mesmo Jimin me olhou surpreso.

—Você e o Jimin serão pais maravilhosos! Moça, você não teria um tênis igual a esse, porém azul? É que minha amiga vai ter um bebê em breve...aliás! Eles não fazem um casal lindo?! Não são os pais mais fofos e lindos que você já viu? –Falo parando a vendedora que passava por nós e a faço olhar para o suposto casal que esperava um filho, todo orgulhoso

A vendedora sorri com minha maneira e K força um sorriso no rosto, notavelmente falso enquanto Jimin sorria se divertindo de verdade com meu teatro.  

—Não seja exagerado, Pang...-K fala sorrindo forçado, com uma falsidade perceptível

—Eles terão o bebê mais fofo que o mundo já viu! –Comento emocionado

Nesse momento, eu já havia conseguido a atenção de várias pessoas no local, alguns se divertiam com meu exagero em relação a um bebê que está prestes a vir ao mundo, outros estava perdidos, e havia ainda alguns – na maioria mulheres mais velhas – que falavam seus “Awnn..”, “Que fofos” e afins.

—Realmente será uma graça. Você quer que eu procure o tênis na cor azul? –A vendedora pergunta chamando minha atenção de volta a ela

Mas antes que eu pudesse confirmar, uma outra pessoa é mais rápida e responde antes de mim.

—Não, obrigada. Nós precisamos comprar o essencial para o bebê ainda, depois passamos aqui e compramos as roupinhas e calçados, ok?! Obrigada. –K fala num tom gentil à vendedora e já segura o braço de Jimin e o faz largar os sapatinhos, o puxando para seguirem para a saída da loja

—Hey! –Resmungo me apressando atrás dos dois que pareciam fugir de mim –Hey, esperem por mim, K! Jimin!

Não evito sorrir da fuga alheia e me apresso para sair da loja, mas os encontro parados em frente ao estabelecimento esperando por mim, e o pior é que sou recebido com um tapa na cabeça, não muito forte, mas doeu um pouco, claro...

—Ai! O que é isso?! –Resmungo surpreso com a violência da inglesa

—Um tapa na sua cabeça. –Ela retruca como se fosse óbvio

—Porque fez isso?

—Porque você fez um show na loja baseada em uma mentira!

—Mas daqui a pouco você vai ter um espermatozoide do Jimin dentro de você virando um bebê de qualquer forma. –Argumento já sorrindo

God! –K resmunga perplexa com o que escuta, já Jimin sorri divertido

—Eu só estou comemorando desde agora. –Comento com indiferença

Pang Pov Of~

Jimin Pov On~

Olho o meu reflexo no espelho, não me sentindo tão bem quanto deveria ao experimentar uma roupa. Confesso, eu não queria ir a esse casamento, eu queria ficar em casa, evitar encontro com familiares, evitar perguntas e comentários idiotas, eu queria apenas continuar minha vida longe deles; mas a K sempre consegue o que quer de mim e aqui estou eu vestindo ternos e roupas sociais para aparecer naquele casamento.

—Já vestiu? Eu preciso ver você, Park Jimin. –Ouço a voz da inglesa do lado de fora do provador

—Ah, anyo...K, não podemos esquecer tudo isso? Eu quero ir pra casa. –Resmungo desapontado com meu infortúnio

—Esta é a última loja, eu juro. Apenas saia para que eu possa ver você.

—Não está bom, eu estou ridículo, podemos ir embora agora? –Retruco

—Park Jimin, desde quando você é ridículo? Você pode estar usando um saco de batatas e ainda sim vai estar maravilhoso. Se você ousar falar isso de novo, eu vou ter de fazer uma lavagem cerebral em você. Saia logo ou eu entro.

—Aish...

Volto a me olhar no espelho e tento criar o mínimo de coragem para sair lá fora e encontrar a inglesa, após um minuto de longa preparação psicológica, me viro e abro a porta do provador, saindo do pequeno espaço cabisbaixo antes de parar e levantar meu olhar para a inglesa em pé a frente com a vendedora.

K se aproxima de mim e já checa a roupa que eu vestia com atenção, julgando se era a roupa perfeita para a ocasião ou algo parecido.

—Acho que este está ótimo para você. O comprimento das mangas está bom, a peça está perfeita pra sua estatura... –K comenta ainda atenta às roupas que eu vestia

—Curioso, eu nunca havia visto uma noiva escolher o terno do futuro marido antes. –Ouço uma terceira voz

—Perdão, o que disse? –K fala voltando sua atenção para a vendedora, a qual tinha se pronunciado  

—Disse que isso é curioso. Eu nunca havia visto a noiva escolher o terno do noivo, além disso você parece entender do que fala. –A senhora coreana comenta sorrindo

—Ah, sim. Eu...eu sou estudante de moda e tenho um conhecimento a mais na alfaiataria e no vestuário em geral. –K fala sorrindo um pouco

Mas ela logo volta a atenção a mim para alinhar o terno e eu não evito esboçar um sorriso graças ao comentário da vendedora, contudo K volta a atenção a vendedora, voltando a se pronunciar.

—Mas não somos noivos.

—Não? Ah, me desculpe. A julgar pelas aparências, obviamente vocês dois não são parentes, então pensei que seriam noivos. E, se me permite dizer, vocês dois me parecem um casal muito bonito. –A vendedora retruca um pouco surpresa

—De qualquer forma, obrigada. –K fala de forma gentil à vendedora

Ah, meu Deus! Eu acho que estou tendo mini infartos!

—Bem, eu vou deixar o casal a sós. Com licença, se precisarem de algo é só chamar, ok?! –A vendedora avisa

—Ok. –K assente

Logo a vendedora se afasta de nós e K volta sua atenção a mim, mas dessa vez sua atenção estava realmente em mim e não na roupa que eu vestia.

—Suas covinhas tímidas são a coisa mais cute que já vi na vida, depois das suas bochechas rosas.  –Ela comenta sorrindo

—Covinhas tímidas?

—Quando você pressiona os lábios, elas aparecem. –K explica e leva uma das mãos nas minhas bochechas, as apertando, me fazendo ter aquele bico nos lábios e logo recebo um selinho rápido, mas que quase me causou um infarto -Awn, you’re so fucking cute! E você está tão fofinho com esse terno. So cute! Quem amarrou a gravata pra você? Você sabe? –Ela pergunta levando suas mãos na gravata

A observo sorrindo meio bobo e eu já estava até sonhando com o dia em que eu iria trabalhar e a K ajeitando a minha gravata antes de eu sair e me despedir dela e do nosso filho, como nos filmes americanos clichés....Mas isso seria impossível: primeiro porque a K nunca ficaria em casa cuidando dos filhos, ela trabalharia fora; segundo, porque eu estou imaginando nossa vida de casados sendo que isso é quase impossível de acontecer?

—Jimin, eu falei com você. Está sonhando acordado? –Ouço a voz da inglesa, me fazendo acordar dos meus pensamentos

—O quê? –Pergunto perdido

K ainda me olha com estranheza por um minuto, mas logo acaba sorrindo e balança a cabeça em desaprovação.

—Vamos levar esse, ok?

—Ne.

 —Então se troca, depois vamos pra casa.

Assinto já sorrindo e me apresso em voltar a entrar no provador para trocar as roupas. Não demoro muito e logo saio do pequeno espaço e compramos a roupa, mesmo que eu não queira usá-la para ir àquele casamento, mas saio da loja com a sacola em mãos com a compra na companhia da inglesa e de Pang que tinha sumido por um tempo para ir ao banheiro.

Contudo, assim que saímos da loja para seguirmos para casa, Pang nos chama a atenção, nos fazendo parar.

—Hey, vocês poderiam me esperar enquanto eu vou ali rapidinho? Eu vou ter de resolver algo aqui, ou comprar algo que vi. Vocês podem ficar por aí, a sós, tomando um sorvete ou algo assim feito um casal, ok?! –Pang fala

—Mas...

—Não se preocupem comigo, eu encontro vocês dois aqui, apenas se distraiam o máximo que puderem um com o outro, tipo com selinhos ou beijos de verdade mesmo. –O tailandês fala já sorrindo

What the... –K começa sorrindo com estranheza

—Aproveitem o tempo a sós para fazer tudo o que eu faria com um boy! –Pang fala já dando alguns passos para trás antes de se virar e quase correr para se afastar de nós dois

Ainda mantemos nossas atenções no tailandês se afastando desesperado por um momento em silêncio, sem reação.

—Então...vamos esperar ele em pé? –Pergunto voltando meu olhar para a inglesa ao meu lado

—Não, ele vai demorar. –Ela fala sorrindo e volta a atenção a mim –Eu sei qual a intenção dele. De qualquer forma, vamos esperar. Quer comer alguma coisa?

—Eu quem deveria fazer essa pergunta. –Resmungo

—E por quê?

—Porque eu sou quase homem!

—Oh, how cute! –Ela sorri e aperta as minhas bochechas, me fazendo ter um bico nos lábios –Então vamos dividir a conta e dividir o sorvete, tudo bem pra você?

—K... –Resmungo com dificuldade por ter minhas bochechas apertadas, mas logo a inglesa as solta e sorri

—Ou nenhum de nós toma sorvete.

A olho emburrado e uso a mesma tática de quase sempre quando quero algo da inglesa ou quero que ela mude de ideia.

You’re so fucking cute! –Ela resmunga apertando minhas bochechas novamente, mas dessa vez me dá um selinho rápido e volta a soltar minhas bochechas

Claro que não evito meu sorriso mais que feliz por ter ganhado um selinho da inglesa, e claro que ela consegue o que quer de mim como sempre. A acompanho até um estabelecimento de Fast Food muito reconhecido, mas apenas compramos um sorvete e dividimos o pagamento, pois era um pote grande o suficiente para nós dois e nos sentamos em um dos bancos que havia no corredor do Shopping.  

Fico sentado de lado e recebo quantias do sorvete na boca de vez enquanto, como na noite em que gastamos no parque próximo a nossa casa tomando sorvete no frio. Mas dessa vez não estávamos no frio, nem em um parque, e tínhamos muito mais sorvete e a K me dava muito mais atenção do que antes, pelo menos até o momento que ele fixa sua atenção em algo atrás de mim e esquece da minha existência por um minuto. O que não me agradou.

Olho para trás na intenção de ver o que tinha roubado a atenção da K de mim e não vejo nada de extraordinário além de uma criança de no máximo dois anos andando de forma desengonçada com roupinha de leão com os pais babando atrás dele.

Volto a olhar para a inglesa sentada a minha frente e não consigo entender seu comportamento repentino.

—K, o que está vendo? –Pergunto a fazendo acordar dos seus devaneios e voltar sua atenção a mim

—Hm?! Oh, nada.

—Era o bebê. –Pergunto já sorrindo ao imaginar essa possibilidade

Será que o que o Pang falou sobre o nosso filho falso causou algo na inglesa?

—Não é mais um bebê, é uma criança. –Ela me corrige com indiferença

—Porque estava olhando pra ele tão fixamente?

Ela pega uma quantia de sorvete e leva até sua boca, voltando a olhar para mim sem expressão por um momento, mas não demora a sorrir após degustar seu sorvete.

—Porque ele se parece com você. Não tem olhos quando sorri e é baixinho. –Ela comenta sorrindo

—Omo... –Resmungo ofendido

—E ele tem até a cara amassadinha como a sua! –Ela continua

—K!

Mas ela apenas sorri e pega mais uma quantia de sorvete, voltando a me dar na boca mais uma vez, mas não contenho esboçar um sorriso no rosto enquanto saboreava o sorvete sem motivo algum aparente. É apenas por ter voltado a ter a atenção da inglesa, ou as ideias sobre a razão dela ter fixado sua atenção na criança.

—Acha que o Pang nos abandonou aqui? –Ela pergunta me fazendo acordar dos meus devaneios

Nego ainda com o sorriso esboçado no rosto e a inglesa me olha desconfiada de algo.

—Você não está no meio do plano dele, não é?

Nego com a cabeça ainda sorrindo. Ela sorri em resposta e leva uma das mãos na minha boca, limpando onde provavelmente estava sujo de sorvete e se inclina na minha direção me dando um selinho, ou beijo de amigos purpurinados.  

Ah, mais um selinho...

E com isso estou ficando mal acostumado. Cada vez mais fico submisso e mais apaixonado por essa inglesa, o que não é tão bom, afinal, apesar dos selinhos e de suas declarações bêbadas, ela não mostra ou diz corresponder meus sentimentos.

Eu só queria que ela me amasse da mesma forma que a amo. Porque isso dói...

—Jimin?

Volto a atenção a ele e percebo que eu devia estar com uma expressão muito triste no rosto, pois a inglesa me olhava com a maior preocupação que alguém poderia ter.

—Está tudo bem?

Esboço um sorriso, um pouco fraco, admito, e assinto com a cabeça.

—Tem certeza? –K insiste, levando a mão no meu cabelo, provavelmente o arrumando –Quer ir pra casa?

—Anyo.

—Tem certeza mesmo?

—Nós podemos esperar o Pang, ne?!

—Está com sono? –Ela pergunta arrumando minha franja

—Um pouco.

—Você aguenta?

Assinto apesar disso não ser tão verdade, afinal, a noite passada eu não dormi graças a uma K completamente bêbada e até agora não pude repor meu sono. Entretanto, K não parece acreditar na minha resposta.

—Quer saber? Vamos pra casa.

—Mas e o Pang? –Pergunto surpreso com sua ideia

—Você é minha prioridade. Vamos pra casa.

A olho ainda mais surpreso com seu argumento e sequer reajo quando ela se levanta e joga o pote de sorvete praticamente vazio na lixeira ao lado do banco, voltando sua atenção a mim esperando que eu me levantasse também.  

—Vamos, Jimin. O que está esperando?

—Pang? –A respondo me levantando ainda meio incrédulo

—Pang pode voltar pra casa sozinho. E eu também estou com sono, vamos pra casa. –Ela retruca e antes que eu pudesse pensar em algum argumento ou questionamento, a inglesa segura uma das minhas mãos e me faz acompanhá-la, não deixando minha mão por um segundo sequer e seguimos até a saída de mãos dadas

Mas assim que saímos do prédio, o celular da inglesa começa a tocar e paramos de andar. K solta minha mão e se apressa em procurar o celular na sua bolsa, o encontrando sem muita demora e ela atende a ligação.

—Hello?! What happened? What? –K fala ao celular

Mantenho minha atenção na inglesa que olhava para a rua a frente ainda surpresa, escutando o que a pessoa falava ao celular.

—How? There’s no one with him?  

A observo confuso com sua reação e ainda mais pelo o que ela falava. Então a olho esperando ela encerrar a ligação para que eu fale com ela.

— Oh, okay, I'll see what I can do. I'll call you later, okay?!

Me mantenho em silêncio e logo a inglesa encerra a ligação, meio incrédula com algo.

—Está tudo bem, K? –Pergunto preocupado

Ela ainda olha o celular por um tempo e então volta sua atenção a mim.

—Eu vou ter de voltar à Inglaterra.

—O quê?! –Falo surpreso com o que ouço

—Eu preciso voltar à Inglaterra. –A inglesa repete

Ela nem precisava repetir, eu havia compreendido de primeiro momento. Ah, isso só pode ser uma brincadeira, uma péssima brincadeira. Mas isso não tem graça. Não mesmo.

 

 

Acho que vou ter um infarto de verdade...

 

 

Jimin Pov Of~

 

 

 


Notas Finais


TODO MUNDO SHIPPA KMIN, NÃO?! PQ ELES NÃO OFICIALIZAM ESSE AMOR LOGO? E COMO ASSIM, K? QUE BRINCADEIRA SEM GRAÇA É ESSA? QUER MATAR O JIMIN? E O JIMIN E O BTS QUER MATAR NÓS? ARMYS COM AQUELAS FOTOS DO COMEBACK? HUE AND...ONDE ESTÃO VOCÊS?! NÃO DESAPAREÇAM! PLEASE! DON'T LEAVE ME ALONE HERE! Let me know se gostaram, se não gostaram. I'm here for you! Prometo que responderei os comments o mais breve possível! <3
Xoxo!


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