História Girls- INTERATIVA - Capítulo 5


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Palavras 1.104
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Nossa pessoal foi difícil escrever esse capítulo mas eu consegui ainda bem. Espero que gostem da Mali ela é uma personagem bem dinâmica, e várias coisa ainda vão acontecer com ela.

Capítulo 5 - Mali


Fanfic / Fanfiction Girls- INTERATIVA - Capítulo 5 - Mali

O Central World estava movimentado, procurei Shin por todo canto e nada,tentei ser o mais otimista possível, as pessoas passavam com sacolas de compras, ele tinha o cabelo loiro seria fácil achar ele, isso hipoteticamente. Shin trabalhava na livraria do Central World o lugar onde se encontrava todas as lojas importantes de Bangkok, eu trabalhava de garçonete na maior lanchonete do Centrar World, a Agus.

 

Ele havia me prometido um encontro as oito perto da fonte, eu fiquei lá por um bom tempo e ele não apareceu, será que aconteceu algo, me perguntei.

 

Já estava escurecendo, quando alguém tocou meu ombro, eu me virei, e dei de cara com aqueles cabelos loiros e sorriso fácil.

 

- Onde você estava? - perguntei tentando fazer cara de brava e esconder a alegria por tê-lo encontrado.

 

- Eu tive uns problemas lá na livraria por isso me atrasei - ele sorriu e me beijou rapidamente.

 

- Ei - falei empurrando ele de leve - não lhe dei permissão para me beijar.

 

Seu sorriso se desfez, ele começou a gaguejar, e tentou se explicar.

 

- É brincadeira Shin - sorri pra ele.

 

Shin suspirou e depois riu, me abraçou e falou em meu ouvido que me amava, eu o respondi que sim.

 

- É melhor irmos, vamos aproveitar que hoje você não tem aula - Shin pegou a minha mão e fomos andando pelas ruas de Bangkok.

 

Quando chegamos em casa fomos recebido por Kanda minha irmã mais nova, Shin e ela se dão bem, e ela adora falar sobre a escola e os amigos. Minha mãe havia preparado o jantar e estava pronta para ir pro seu plantão no hospital.

 

- Mali querida você não tem que estudar - ela disse olhando para o Shin.

 

- Mãe hoje eu estou livre já fiz todas as minhs provas importantes - falei triste - só hoje mãe.

 

- Está certo querida - ela parou por um momento - o Shin vai dormir aqui?

 

- Sim - dissemos em coro.

 

- Tudo bem se cuidem então.

 

Nos despedimos da minha mãe e fomos jantar, depois Shin ajudou Kanda com os deveres, e eu lavei a louça. Depois de um bom tempo assistindo TV Kanda cedeu-se ao sono, e eu a levei pra cama.

 

Voltei a sala e me deitei colada ao Shin.

 

- Eu te amo muito - ele disse em meu ouvido.

 

- Eu também te amo - eu respondi.

 

O beijo que ele me deu foi longo e profundo, senti suas mãos levantarem minha blusa devagar.

 

- Shin - sussurrei - acho melhor não.

 

- Por que não? Por causa da sua irmã?

 

- Amanhã podemos ir na sua casa se quiser e…

 

- Tudo bem - ele sorriu - como você quiser.

 

Ele voltou a me abraçar, meus olhos começaram a pesar e as imagens ficaram turvas.

 

Quando acordei Shin e Kanda estavam com o café da manhã pronto, minha mãe estava dormindo, tomamos café e Kanda foi pra escola de ônibus.

 

Tomei um banho e me troquei, Shin foi logo depois, quando terminou voltamos para o Central World, o lugar não era tão longe da minha casa por isso íamos à pé. Nos despedimos na fonte, ele foi de volta para livraria e eu para a Agus.

 

Lanny estava se trocando no vestiario dos funcionários, ela era bonita, e era ex-namorada do Shin, conversamos muito pouco, ela não é de briga e nem de arrumar confusão mas ela sempre me deixa desconfortável, e me faz pensar como Shin conseguiu namorar uma garota tão rígida.

 

- Você tem mais um avental - ela interrompeu meus pensamentos.

 

- O quê disse? - perguntei.

 

-Perguntei se tem mais um avental.

 

Eu sem entender o porque comecei a gaguejar quando consegui responder que tinha mais um Lanny já estava com um sorriso no rosto.

 

- Não precisa ficar nervosa Mali - ela disse calmamente.

 

- Eu não estou - falei firme dessa vez - apenas me surpreendi por estar falando comigo.

 

Ela assentiu levemente e eu entreguei a ela o avental. 

 

A lanchonete ia enchendo aos poucos, o trabalho foi duro, limpar mesas e atender as pessoas não é tão fácil quanto parece. No final do expediente o nosso gerente saiu do escritório coisa que ele não fazia há umas boas horas.

 

- Pessoal eu tenho algo a dizer - ele parecia sério.

 

Todos nós fomos para perto e nos juntamos para ouvir.

 

- Infelizmente o nosso presidente e fundador Irwan Agus faleceu esta tarde.

 

O silêncio prevaleceu na sala, ninguém sabia como agir, nunca havíamos visto o tal Irwan Agus.

 

- Bem a Agus ficará fechada amanhã em sinal de luto.

 

Aquilo agradou os funcionários mais frios, mas eu me senti mal, diziam que senhor Irwan era sozinho e que todos os seus parentes haviam morrido.

 

Quando voltei pra casa recebi um ligação do Shin, ele queria me encontrar mas neguei porque tinha que estudar.

 

Depois de horas relendo e revisando, acabei caindo no sono, acordei com meu celular tocando, o barulho era vibrante e machucava meu ouvido.

 

- Alô - disse sem esconder minha voz de snada

 

- Senhora Anong Lian? - uma voz masculina perguntou.

 

- Não esse não é o número dela.

 

- Mas você é alguma parente não é?

 

- Sim eu sou.

 

- Diga a ela para vir no prédio Agus no vigésimo  terceiro andar  para falarmos do testamento.

 

- Testamento?

 

- Ela sabe do que se trata por favor repasse o recado.

 

A voz desligou e não me explicou absolutamente nada fiquei perdida, fui até o quarto da minha mãe para avisá-la mas quando cheguei não tive coragem. Mil perguntas e teorias planavam pelo meu cérebro.

 

O prédio era grande e imponente, 40 andares de puro poder das Indústrias Agus, lanchonetes era só parte dos negócios, caminhei até o elevador e subi até o vigésimo terceiro andar, quando cheguei havia apenas um espaço grande com uma mesa e uma secretária sentada, me aproximei delea timidamente.

 

- Olá - falei.

 

Ela levantou os olhos curiosamente e parou de digitar.

 

- Você é…Anong Lian? - ela perguntou.

 

- Não…eu…bem sou filha dela.

 

Seus olhos se arregalaram ela pegou o telefone e discou rápido.

 

- Senhor - ela falou nervosa - a filha está aqui, não, não senhor ela está sozinha. Sim, sim eu faço isso.

 

Ela colocou o telefone calmamente de volta ao gancho.

 

- E qual seria seu nome? - ela perguntou.

 

- Mali Lian.

 

- Muito bem Senhora Mali Lian, estão te esperando

 

Eu a encarei por alguns segundos até que ela apontou para a porta, fazendo sinal para entrar de uma vez.

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Desculpe qualquer erro de digitação❤

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