História Girls- INTERATIVA - Capítulo 6


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Categorias Originais
Exibições 10
Palavras 1.057
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Então gente, era pra eu ter postado mais cedo mas eu não tava conseguindo fazer a capa, e essas capas são uma questão de honra pra mim então já sabe né.

Pois é a personagem de hoje é a Margot, ela é atriz e cantora(eu que adicionei isso) espero que gostem do capitulo.

Capítulo 6 - Margot


Fanfic / Fanfiction Girls- INTERATIVA - Capítulo 6 - Margot

O backstage estava entupido de gente, pessoas com roupas pela metade e maquiagem desfeita, eu já estava pronta para ir embora, esse musical era bonito mas não era tão empolgante de fazer.

 

- Margot - Jerry me chamou, ele era o co-diretor do espetáculo, e nas horas vagas um idiota - você já está indo?

 

- Sim, já terminamos hoje  não é?

 

- Margot guarde seu sarcasmo pra depois pelo menos agora.

 

- E por que eu faria isso Jerry?

 

- O senhor Dawnson está te esperando no escritório.

 

- O senhor Dawnson já voltou?

 

- Sim ele estava em uma missão especial.

 

Eu o olhei desconfiada e ele abriu um sorriso bobo.

 

- Vamos Margot ele não tem a noite toda.

 

Jerry me acompanhou até o escritório, ele ficou falando de como o senhor Dawnson voltou com ideias novas e novidades para todos do elenco, eu tentei prestr atenção em algo, mas a animação dele me deixava mal.

 

Quando chegamos dei uma leve batida na porta e ouvi a voz do Senhor Dawnson me chamando para entrar.

 

- Senhor Dawnson - falei - mandou me chamar?

 

- Sim minha querida eu pedi que lhe chamassem.

 

Ele era um homem rechonchudo e engraçado, sua pele de oliva contrastava com os cabelos acinzentados era como um pai para todos os jovens atores do teatro.

 

- Margot querida , você sabe que é uma das nossas atrizes mais talentosas, se não a mais.

 

- Eu agradeço senhor…

 

- Não, não sem agradecimentos…bem eu quero lhe dar uma oportunidade.

 

- Oportunidade?

 

- Sim, Lucien Veninac, conhece?

 

- Mas é claro, é um grande produtor de musicais francês.

 

- Pois então, eu consegui que ele trouxesse um de seus musicais pra cá, pra Broadway, isso não é esplêndido!

 

Meu coração começou a palpitar, Lucien Vevinac traria um de seus musicais pra cá.

 

- É claro que isso é uma honra para os dois lados, também que produtor em sã consciência negaria trazer um musical para Broadway - ele argumentou.

 

- Então qual é a proposta? - perguntei.

 

- Quero que você seja a nossa protagonista.

 

- Protagonista?

 

- Mas é claro, Lucien escolheu fazer Constance, um de seus musicais premiados, e você irá fazer Contance a personagem principal.

 

- Eu fico muito feliz por essa oportunide senhor Dawnson, muito de verdade.

 

- E eu espero que você corresponda as expectativas Margot, agora pode voltar pra casa você deve estar exausta.

 

Me despedi do senhor Dawnson, e de alguns dos outro atores, Jerry tentou puxar conversa de novo, mas eu o ignorei.

 

Nova York era uma cidade movimentada ainda a noite, fria e cinza para alguns, meu apartamento ficava há algumas quadras da Broadway então eu sempre caminhava.

 

Aquela noite estava bem mais fria que o normal, o espetáculo tinha acabado mais tarde, porque havíamos nos atrasado pra começar, e a minha conversa com Dawnson também durou mais do que eu imaginava, o caminho estava bem iluminado, e haviam várias pessoas pelo caminho, quando eu caminhava faltando apenas uma quadra e meia ouço algo no beco atrás de um prédio, é um gemido, parecia de dor, ouvi uma voz mas não entendia o que dizia, fiquei com medo mas me aproximei devagar, quando olhei vi um homem deitado no chão, suas mãos  estavam na barriga e esta sangrava descontroladamente, eu resolvi caminhar até ele mas quando me levantei, alguém foi até ele antes de mim.

 

- Espero que você entenda o recado - o homem disse, não vi seu rosto apenas seu sapato preto com as bordas em vinho, um sapato muito luxuoso - se bem que pra onde você vai não lembrará mais de nada.

 

Ele caminhou para fora do beco, e o rapaz voltou a gemer, eu estava aterrorizada não sabia o que fazer, até que o rapaz parou de gemer, perdi o medo por alguns segundos e fui até ele, seus olhos estavam esbugalhados, a roupa pesava de sangue rubro e levemente seco, sua boca era azulada, e a pulsação havia parado.

 

ELE ESTÁ MORTO

 

- Morto - sussurei - morto ele está morto, não posso deixá-lo aqui.

 

 Peguei luvas na minha bolsa, e procurei um celular por dentro da roupa dele, achei e disquei o número da emergência com cuidado, fiz uma voz grossa e usei meu talento de atuação, ele estariam ali em minutos, saí do beco e ninguém percebeu nada, pelo menos era o que eu achava.

 

Quando cheguei em casa joguei toda a roupa no lixo, tomei um banho e deitei em minha cama apenas de roupão, pensei em como aquele rapaz foi parar naquele lugar, por que alguém teria motivos para matá-lo, aquelas perguntas eram demais pra mim, coloquei uma roupa e fui até a cozinha comer cereais, e se viessem até mim? E se minha carreira acabasse? E se achassem que eu o assassinei? O que seria de mim, meus pensamentos foram interrompidos pela campainha, meu apartamento ficava no décimo terceiro andar, e meus vizinhos eram ótimos e silenciosos, menos um, Ronnie Davis é meu vizinho há dois anos e em todo esse tempo ele vem dado em cima de mim, e eu recuso, ele é muito bonito mas eu não estou interessada. Pelo menos por enquanto.

 

- Margot! - ele disse animado quando abri a porta - você quer assistir um filme no meu apartamento?

 

- Sim - respondi - só vou pegar umas pipocas.

 

- Você acabou de aceitar um convite meu?

 

- Sim Ronnie - lembrei do rapaz novamente - eu preciso me destrair essa noite.

 

- Tudo bem…eu…bem…eu vou escolher o filme enquanto você pega as pipocas.

 

Depois de assistir o filme voltei pra casa, sozinha o medo voltou, fui pra cama e como eu já esperava dormi muito pouco, quando voltei para Broadway pros ensaios passei por outro caminho.

 

Um burburinho vinha do corredor do Teatro, todo estavam ao redor do Jerry e ele contava algo que parecia interessante.

 

- Do que estão falando? - eu perguntei

 

- Ei olá Margot - Jerry disse - estavamos falando sobre um cara que morreu num beco aqui perto.

 

Quando Jerry disse isso meu coração disparou, meu olhos devem ter denunciado meu medo.

 

- Não precisa ficar assustada Margot, a polícia está fazendo rondas por essa área.

 

- Que bom - disse tentando parecer calma - essa cidade está muito perigosa.


Notas Finais


🌸Desculpe qualquer erro de digitação🌸

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