História Girls Like Girls - (Hot Lésbico) - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Anne, Elisia, Homossexual, Lésbica, Lesbicas, Relacionamento, Romance, Sexo
Exibições 345
Palavras 2.618
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Orange, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Algumas pessoas me pediram para postar esse capítulo o mais rápido possível e até me mandaram mensagem KKKKK Eu não ia postar hoje, mas como me pediram bastante, aqui está! :) Eu fiquei super molhada escrevendo esse capítulo, deu um negócio até em mim hu3hu3

Aproveitem!

Capítulo 12 - Party and sex


Fanfic / Fanfiction Girls Like Girls - (Hot Lésbico) - Capítulo 12 - Party and sex

- Vamos logo, Anne! – Elisia estava sentada em minha cama batendo os pés no chão, totalmente impaciente.

Estávamos atrasadas para a tal festa do seu amigo Tom. Começou as nove horas e já são nove e vinte.

- Estou acabando... – disse com o batom vermelho encostado na boca e em seguida terminei de passá-lo. – Pronto!

Elisia estava tão linda hoje, tão menininha... Será que eu estou fazendo ela largar do estilo preto e verde de rockeira dela e fazendo ela parecer fofinha? Ela usava um crop top preto, que deixava parte de sua barriga aparecendo, tão sexy, e uma saia curta mais ou menos até o joelho de couro preto, que tinha um zíper quase totalmente aberto que deixava quase toda sua coxa esquerda aparecendo, se aquele zíper subisse mais... Sua maquiagem era forte e quase toda preta, exceto o batom que era rosa, mas não vulgar. Eu estava com um vestido preto que marcava bem minhas curvas, ele ia até um pouco pra cima do joelho. Minha maquiagem estava ainda mais forte, um olho bem destacado em preto e um batom vermelho forte.

- Finalmente! – ela disse se levantando da minha cama e arrumando sua saia.

- Esse seu zíper ta me fazendo pensar tantas coisas impuras... – disse enquanto terminava de arrumar o cabelo no espelho. Ela estava encostada na porta, me esperando.

- Olha esse vestido seu, pelo amor de Deus, eu não quero pensar no que vai acontecer com você se eu me descontrolar... – ela disse me olhando de cima a baixo e parando o olhar em minha bunda.

Sorrimos.

Me despedi dos meus pais e começamos a andar pelas ruas em direção à casa de Tom. Estávamos de salto e abraçadas uma na outra enquanto andávamos, justamente para não cairmos no meio da rua e passar vergonha, já que vários carros passavam por ali pois era final de semana, e as ruas sempre ficam mais movimentadas em Atlanta nesses dois dias.

Um carro começou a andar devagar na rua do nosso lado, olhamos e era um grupo de adolescentes, provavelmente bêbados e voltando de alguma festa, ou talvez indo para mais alguma festa. Eles buzinaram. O moreno que dirigia colocou a cabeça para fora do carro.

- Gostosas pra caralho! – ele gritou. – Puta que pariu, como eu queria na minha cama!

Apertei a cintura de Elisia e ela talvez tenha entendido que não era para xingá-los, pois isso só ia piorar as coisas.

- Abre mais esse zíper, gostosa! – outro deles gritou de dentro do carro, mas não identifiquei quem era.

‘’Só eu vou abrir esse zíper hoje, como vou...’’ – pensei.

Mas puta que pariu, que coisa chata esses meninos!

Ainda bem que saíram rápido com o carro e não estacionaram para pedir o número de alguma de nós duas.

- Idiotas mesmo... – Elisia comentou.

- Não liga, amor, só eu vou abrir seu zíper hoje...

- Você gostou mesmo desse zíper né? – perguntou enquanto me olhava.

- Na verdade eu odiei ele porque está fechado, se estivesse aberto eu iria amar...

Continuamos andando até Elisia dizer que tínhamos chegado. Entramos no quintal para ir até a porta e o cheiro de bebida já exalava por ali. Entramos na sala em seguida e Tom se aproximou de nós duas, ele estava com um copo de bebida na mão e o hálito e cara de quem já tinha bebido muito em meia-hora de festa.

- Ae, Elisia! – ele a abraçou – Oi, Anne! – me abraçou em seguida. – Como vocês estão lindas, meu Deus... – percebi ele olhando o corpo de Elisia.

- Obrigada – respondi.

Elisia começou a conversar com ele e eu não conseguia escutar nada por causa do som tão alto ali. Então, aproveitei para olhar o local. Várias pessoas dançavam e se pegavam ali no meio da pista onde estávamos. Menores de idade bebendo e quase transando ali mesmo.

A típica festa de colegial e de adolescentes desobedientes.

Tenho certeza que os pais dele viajaram e pensaram que não iria acontecer nada nessa casa, mas... Eu também vou transar muito com Elisia em casa quando meus pais forem viajar, não vou julgá-lo.

O importante é que tem comida aqui, e eu estou aqui justamente por isso.

- Enfim, Elisia – Tom riu antes de continuar – Curtam aí vocês duas! – ele saiu dali já gritando com os braços levantados e indo pro meio da galera novamente.

Peguei na mão de Elisia e puxei ela até perto da mesa onde tinham as comidas maravilhosas. Ali tinha sanduíches naturais, salgadinhos, refrigerantes, bebidas alcoólicas, doces e etc. Estava parecendo o paraíso aquela mesa bonita. Entrelaçei minha mão na dela enquanto com a outra pegava algumas coisas para comer. Ela fazia o mesmo. Ficamos ali por minutos, até deduzirmos que estávamos satisfeitas.

Ela me puxou para o canto da pista de dança, onde não estava tão lotada como o meio dela, e me fez dançar as músicas com ela. Elisia começou a rebolar e aquilo fazia toda a sanidade que me restava ir pro espaço. Estava me deixando louca até assim. Eu queria tanto tocá-la... Não pude resistir em colocar a mão em sua bunda e a puxar para frente, fazendo seu corpo se chocar com o meu, um impacto tão gostoso que soltei um pequeno gemido. Graças a Deus apenas ela escutou, pois o som estava alto demais. Espero que ninguém ali perto viu isso.

- Você precisa vir comigo... – ela pegou na minha mão e foi me puxando pela casa. Onde estava me levando dessa vez?

Ela entrou em algum quarto que parecia ser de menino, talvez seja do Tom, e trancou a porta do mesmo. Nele tinha um banheiro suíte, ela entrou comigo ali dentro e trancou a porta do banheiro também.

- O que está fazendo? – perguntei depois da menina se virar para mim.

- Por favor, não fale nada.

Não pude reparar muito no banheiro, mas era grande e totalmente branco. Ela se encostou no azulejo branco da parede e puxou meu corpo no dela, novamente um impacto ainda mais gostoso que o outro. Aquilo me excitou. Suas mãos foram até minha bunda e começamos a nos beijar enquanto eu apertava sua bunda e ela a minha. Enfiei a mão por dentro de sua saia e apertei sua bunda por ali. Ela soltou um pequeno gemido por causa dos apertos fortes.

Parei de beijá-la e me ajoelhei em sua frente, mordendo os lábios e olhando para cima, em seu rosto. Ela sorriu de volta tão maliciosa. Começei a acariciar a parte de trás de sua coxa enquanto dava pequenos beijos e lambidas em seu joelho e ia subindo. Eu podia perceber que ela estava ofegante e excitada. Aquela visão era perfeita, Elisia me olhando de cima, com a respiração acelerada e mordendo o lábio com uma cara de tesão que estava me deixando muito molhada.

Continuei subindo meus beijos, chupões e lambidas até chegar no zíper de sua saia, que estava querendo abrir desde quando a vi chegando em minha casa. Dei mais uma olhada para a menina e soltei um sorrisinho safado antes de morder e puxar com a boca aquele obstáculo indesejável que me impedia de meu paraíso particular.

Para minha surpresa e felicidade, o zíper abria totalmente a saia. Assim que chegou ao final, soltei o fecho ainda com a boca, deixando aquela peça de roupa cair no chão e me dar a visão de uma calcinha preta rendada e um tanto quanto pequena que Elisia usava.

- Elisia... – não pude evitar de dizer seu nome gemendo ao ter aquela visão. Rapidamente me coloquei novamente de pé e retirei seu crop top com uma certa pressa, queria sentir o corpo dela.

Começei a chupar e morder o pescoço de Elisia e fui descendo por sua clavícula, literalmente deliciosa, como sempre. Levei minhas mãos ao fecho de seu sutiã preto com rendas e o soltei, deixando a peça cair no chão. Imediatamente levei minha boca ao seu peito esquerdo e começei a chupar como se fosse a coisa mais deliciosa do mundo, e realmente era!

Minha mão começou a acariciar seu peito direito e a outra livre voltou para sua bunda.

Ela levou as mãos até meus cabelos e estava acariciando, puxando e forçando mais minha cabeça contra seu peito enquanto gemia ofegante com os olhos apertados.

- Gostosa! – me afastei um pouco, me permitindo apreciar a cena de Elisia seminua em minha frente.

A única coisa que ela conseguiu me dar em resposta foi um pequeno gemido antes de morder os lábios fortemente. Sorri ainda mais excitada e isso me fez ajoelhar de novo em sua frente. Fui deslizando sua calcinha em suas coxas, pronta para tirá-la.

- Muito gostosa! – acrescentei quando tive a visão de sua intimidade muito próxima de meu rosto Elisia estava tão molhada que chegava a escorrer por suas pernas. Aquilo estava me dando água na boca.

Levei minha boca novamente a seu joelho e fui subindo os beijos até sua coxa, onde mordi várias vezes não muito forte.

- Droga, Anne... Vai logo! – ela disse ofegante, quase implorando para ser aliviada.

Não dava para enrolar mais, nem se eu quisesse, estava louca para sentir seu gosto novamente. Levei minha boca até sua intimidade e não resisti em passar a língua por toda aquela extensão molhada, recolhendo o máximo de líquido possível e sentindo o seu gosto delicioso que estava em minha boca.

- Anne... – ela gemeu um pouco alto e cravou as unhas em meus ombros, o que me deixou mais louca ainda. E também com um pouco de dor, pois sua unha é gigante.

Segurei sua perna direita e a coloquei encima de meu ombro, tendo a perfeita visão de sua boceta que brilhava de tão úmida. Realmente eu posso dizer que ‘’cai de boca’’ nela. A chupava com tanta rapidez e vontade, ela tinha um gosto incrível e eu queria explorar ainda mais com minha língua. Queria fazer ali o que nunca tinha feito com Elisia Brown.

A esse ponto, ela já gemia alto e descontroladamente. Estava torcendo para a música lá embaixo não acabar e alguém que estivesse passando no corredor escutasse Elisia gemendo com outra menina no banheiro.

- Rebola pra mim, Elisia! Rebola como estava fazendo quando dançava! Rebola gostoso e com vontade na minha boca! – disse pausadamente enquanto olhava para cima em seu rosto e a chupava.

- Mais forte, Anne – ela continuou gemendo enquanto fazia o que eu pedi. Ela rebolava forte e rápido enquanto puxava minha cabeça querendo mais contato da minha língua em sua boceta.

Subi minha língua para seu clitóris e começei a chupá-lo com vontade. Rapidamente e sem aviso prévio, penetrei dois dedos nela enquanto lambia seu clitóris. Ela gritou e eu investi nos movimentos, ansiando por seu gosto preenchendo logo minha boca.

Começei a chupar e estocar cada vez mais rápido e Elisia me acompanhava com suas reboladas cada vez mais fortes e gemidos cada vez mais altos.

- Anne... Eu v-... vou gozar... – ela disse entre gemidos e sua respiração ofegante.

Elisia cravou com toda sua força as unhas em meus ombros e soltou um longo e arrastado gemido. Logo senti seu líquido molhar minha boca e queixo, ela estava gozando e muito. Sorri contra sua intimidade e chupei tudo o que ela tinha me dado. Por último, depositei um beijo em seu clitóris e me coloquei de pé novamente.

- Anne, isso foi incrível – ela se apoiou em mim pois ainda estava ofegante.

Beijei sua boca novamente, mas ainda não estava satisfeita, eu queria tocá-la mais. Sentei no vaso e puxei ela encima de mim, fazendo a menina se sentar em meu colo. Ela me olhou com tanto desejo e começou a me beijar. Podia sentir o calor dentro de minha calcinha e que estava totalmente molhada a essa altura. Elisia sentada nua encima do meu colo e se esfregando como nunca encima de mim, céus! Eu poderia gozar agora!

- Hm... Anne, tira essa roupa, tira – ela pediu manhosa e com a voz rouca.

Cheia de tesão, me levantei e ela me ajudou a tirar toda minha roupa, que foi jogada no chão do banheiro da casa de Tom. Estávamos as duas nuas agora, prensei Elisia na parede e levei minha mão até sua intimidade, mas antes que eu pudesse tentar algo, ela me empurrou, fazendo eu me sentar novamente no vaso sanitário.

Elisia se aproximou mordendo o lábio, seu rosto estava vermelho e suado, seus cabelos bem bagunçados e seu corpo cheio de chupões, e ela era ainda mais linda assim...

Rapidamente ela se sentou em meu colo, me fazendo gemer arrastado quando sua intimidade encostou na minha. Ela também gemeu e me deu uma olhada rápida antes de abaixar a cabeça e morder meu peito, e assim começou a chupá-lo, deliciosamente.

Aquilo estava me enlouquecendo ainda mais, eu gemia no seu ouvido sem parar pedindo por mais. Levei minhas mãos para sua bunda e dei vários tapas fortes e apertadas à mesma maneira, já deveria estar vermelha. Isso fez com que sua boceta roçasse mais na minha. Imediatamente Elisia entendeu o que eu queria e começou a rebolar no meu colo.

Gemi alto com isso. Elisia rebolando e se esfregando no meu colo dentro de uma festa na casa de alguém que eu nem conheço!

Ela subiu a boca até meu pescoço e começou a morder e chupar aquela região enquanto não parava de rebolar cada vez mais rápido.

- Isso... Elisia... Não para – apertei ainda mais forte sua bunda tentando aumentar as reboladas e ter mais contato. Os gemidos dela no meu ouvido estavam me fazendo alucinar de tanto tesão. – Esfrega, Elisia, isso, assim... – pedi enquanto sua boceta esfregava cada vez mais rápido na minha, seu clitóris em contato com o meu estava me matando, estava quase gozando quando ela aranhou forte minhas costas e afundou ainda mais seu rosto em meu pescoço, gemendo alto sem interromper as reboladas em meu colo.

A sensação de ter aquela menina gostosa gemendo e rebolando como nunca encima de mim era fora do normal! Agarrei sua bunda com ainda mais força e esfreguei sua intimidade na minha mais algumas vezes antes de jogar a cabeça para trás e me deliciar com um orgasmo maravilhoso.

Ficamos alguns minutos tentando nos recuperar do que havia acabado de acontecer no banheiro da casa do amigo dela. Ela apoiou a cabeça no meu pescoço e eu fiquei acariciando suas costas enquanto esperávamos nossa respiração voltar ao normal.

- Tudo bem? – ela perguntou e sorriu, ainda com o cabelo bagunçado e toda suada.

- Tudo ótimo, foi incrível como sempre – sorri aliviada.

Depois de alguns minutos, nós percebemos que era melhor voltar para a festa, caso alguém quisesse entrar no quarto ou no banheiro de Tom.

Terminamos de nos vestir e arrumamos nossos cabelos e maquiagens, que estavam um caos. Colocamos tudo no lugar e limpamos a bagunça do banheiro. Parece que nada tinha acontecido ali depois de arrumarmos.

Voltamos para a festa e ela continuava do mesmo jeito, a música alta e as pessoas ainda mais alteradas. Tom novamente se aproximou.

- Vocês sumiram, meninas. Onde estavam? – ele perguntou.

- Nossa, estávamos dançando no canto da pista desde que chegamos, você não nos viu? – eu disse sorrindo.

- Não, é porque provavelmente eu estava andando por aí – ele riu.

- É, talvez seja isso... Vou pegar mais alguns salgados e já vamos embora, né Elisia? – olhei para ela.

- Ah, sim, tenho que acordar cedo amanhã... – provavelmente ela estava mentindo.

Fomos até a mesa e ficamos mais um tempo ali comendo. Depois nos despedimos de Tom e na volta, Elisia me acompanhou até minha casa.

É, talvez essa festa tenha sido a melhor em que já fui.


Notas Finais


Não esqueça de comentar. Beijos <3


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