História Girls like girls - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Hayley Kiyoko
Personagens Hayley Kiyoko
Tags Girls Like Girls, Hayley Kiyoko, Kelsey Chow, Lesbian, Lesbicas, Stefanie Scott
Exibições 100
Palavras 1.061
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Peço perdão pela demora, eu tinha desistido da fanfic mas vou fazer pelo menos mais um capitulo e então ela irá ser finalizada. Li todos os comentários, apenas não tive tempo para responder ( esse ano está muito corrido) , mas agradeço o apoio de todos. Vocês são anjos na minha vida. Obrigada.

Capítulo 3 - 03- Girls Like Party


- Que gatinha, Coley!

Trenton gritou e levou seus dedos a boca para ssoviar, sorrindo maldosamente em seguida ao me ver vestindo apenas um short e meu sutiã. Ele era repugnante, não sabia como Sonya ainda o aguentava depois de tudo o que ele havia a feito sofrer, depois de tê-lá machucado. Eu nunca a machucariam se tivesse seu amor. Eu nunca seria como ele.
Trenton estava bebendo uma cerveja enquanto Sonya caminhava ao meu lado, segurando em minha mão como se quisesse me passar confiança.

- Cale a boca Trenton! - resmungou Sonya, o olhando feio.

Um sorriso apareceu em meu rosto ao ver que Sonya se importava comigo.

- Está com ciúmes, amor?

- Cale a boca.

Trenton a puxou pela cintura, selando seus lábios para um rápido beijo e levando suas mãos em direção as nádegas de Sonya para aperta-las.
O sorriso em meu rosto desapareceu. Suspirei baixo, tentando não deixar me abater por aquela dolorosa cena a mina frente e caminhei até a borda da piscina.
Sonya ao notar o quanto eu havia ficado chateada , empurrou Trenton e me seguiu, sorrindo envergonhada.

- Me desculpa por isso, Trenton as vezes não sabe quando é pra parar de brincar.

- Ele é um nojento. - minhas palavras saíram em forma de um sussurro, e meus olhos dobraram de tamanho ao notar o que eu havia dito.

- O quê?

- Nada.

Em um ato automático, balanço minha cabeça em negação, retirando meu short e pulando na água fria da piscina. Não me importava em bater o queixo, não me importava no quanto me incomodava o fato da água estar gélida e estar fazendo meu corpo tremer, tudo o que eu queria naquele momento era sumir da face da terra. Sonya é estupida! Ela não vê o quando está me machucando? Não, ela não vê, porque não sabe o que eu sinto. E nunca saberá.

Sonya sorri para mim ao que meu corpo volta para a superfície, e ela entra na piscina, nadando a meu encontro e me abraçando forte. Por que é tão carinhosa? Não seja carinhosa, seja má! Me faça te odiar!
Eu nunca poderia dizer isso, nunca poderia pedir para ela fazer com que eu a odiasse, pois eu nunca conseguia odia-la, nunca conseguiria tirar esse sentimento doloroso do meu peito.

- Você está agindo de forma estranha. - comentou Sonya ao se afastar minimamente, me olhando preocupada com seus olhos grandes e doces. Como resistir a isso?

- Impressão sua. Aliás, desde quando tem peito?

- O quê?

Sonya me olha estupefata, e sua reação acaba me arrancando uma risada alto. Engulo um pouco de água e cuspo no seu rosto como brincadeira e prontanente Sonya começa a rir, dando início a uma pequena guerra de água na piscina em meio a risadas altas e despreocupadas.
Após passarmos longos minutos brincando e conversando sobre assuntos aleatórios, o dia se seguiu tranquilamente, Sonya e eu nos deitamos na cadeira de praia e aproveitamos para deixar que o sol beijasse nossa pele.
Havia sentido falta de passar momentos como aquele com a minha amiga, apesar de que ainda assim Sonya estava junta a Trenton e ele sempre a machucava. Trenton a olhava de uma forma repugnante. Sim, eu nunca entenderia ela.

A tarde trocamos de roupa e nos arrumamos para um festa da qual Trenton estava fazendo, como sempre acontecia a cada final de semana. Enquanto nos arrumavamos Sonya me observava atentamente, no momento em que ela me maquiou algo estranho, bom e constrangedor aconteceu: seus olhos seguiam os movimentos dos meus lábios. E por um breve momento, eu acreditei que talvez tivesse esperança.
A forma como Sonya me olhava me deixava confusa, constrangida e feliz por ela me notar finalmente. Mas ela não gosta de mim, não da mesma forma da qual eu gosto dela. Isso dói.

A festa se seguiu como achei que fosse acontecer. Diversos adolescentes e jovens bêbados o suficiente para quebrarem os moveis de Trenton e gritarem sem motivo, se agarrando em todos os cantos da casa. Minha mãe me mataria se soubesse que eu havia bebido e fumado. Sonya era uma má companhia para mim aos olhos da minha mãe, e talvez ela tivesse razão. Sonya não saia do meu lado em momento algum e seus nos grandes e doces continuavam a me observar atentamente, como se algo em mim fosse interessante.

Seu cheiro de baunilha e lavanda me fazia suspirar em êxtase, e por breves segundos parecia que todas as quelas pessoas não existiam. Que não havia problemas. Que Trenton não estava nos olhando com ódio, que apenas existia Sonya e eu. E por breves segundos eu acreditei que ela me beijaria e diria que se arreonde de tudo o que havia feito, que fugiria comigo. Mas a vida real não é assim.
Meu coração se partiu quando Trenton a puxou para os dois se beijarem. Senti um nó se formar em minha garganta e desviei os meus olhos dos olhos preocupados de Sonya, evitando encarar aquelas orbes que pareciam ser uma maldição para mim. Eu queria te odiar, mas meu coração é um idiota.
Sonya se distanciou de Trenton e me olhou com culpa, não falamos nada, ela apenas me encarava como se estivesse com dor e eu tentava não olhar para o seu rosto. Maldito rosto perfeito, maldita Sonya! Eu odeio te amar.

E foi naquele momento em que eu tomei minha decisão. Eu diria tudo, eu iria abrir o jogo para Sonya e não me importo se ela me odiar, se por acaso sentir nojo de mim, eu diria a ela que estou apaixonada por ela. Mas também diria que continuo sendo sua amiga, seu ombro para chorar quando se sentisse sozinha e perdida, eu estaria do seu lado nos melhores e piores momentos da sua vida se ela me permitisse.
Após a festa Trenton estava levando seus amigos para fora da casa e se despedindo deles, um por um. Sonya havia sumido em algum canto daquela casa enorme e bem decorada, com as paredes em um fraco tom de pêssego e os moveis rústicos.
Meus dígitos passavam lentamente por entre as centenas de fotos pregadas na parede do corredor, até que enfim a achei. Sonya estava no jardim, sentada a beira da piscina.
Aquele seria o momento da verdade, e eu não sabia se estava preparada.





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