História Give Love A Try - The Night - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Tags Camila Cabello, Camren, Lauren Jauregui
Visualizações 142
Palavras 3.090
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Muito obrigada por quem continua aqui, por quem chegou, por quem veio e foi embora e mil perdões pela demora, espero que gostem o capítulo e que tenham uma ótima leitura. Qualquer erro, eu juro que conserto depois

Capítulo 15 - What Do You Mean?


Narradora P.O.V

O domingo havia passado num piscar de olhos, e ambas não tinham como definir aquele dia de forma melhor do que agradável e surpreendente, e no fundo, sentiam muito pelo fato do dia ter apenas 24 horas. Como prometido, Lauren levou Camila para conhecer a cidade, a mostrando os melhores e mais importantes lugares, sendo completamente paciente com todas as perguntas que a latina fazia sem parar, o que a deixava parecendo uma criança encantada com a Disney e fazia Lauren ficar inevitavelmente encantada vez ou outra. Mesmo com o passar dos anos e depois de tudo, Camila não havia perdido a essência e seu ar de menina pura que tinha há anos atrás e Lauren se perguntava constantemente como aquilo era possível.

Pela primeira vez em muito tempo, Lauren conseguiu passar um dia inteiro sem olhar ou responder e-mails, sem receber ou atender a alguma ligação de cinco em cinco minutos, até porque, por mais chocante que fosse para todos que a conheciam e até mesmo para a morena, durante aquele dia, Lauren surpreendentemente havia deixado seu celular desligado e assim pôde esquecer de tudo e se concentrar apenas nos momentos em que estava compartilhando com Camila. Já fazia muito tempo desde a última vez em que a morena havia se permitido ter uma folga de tudo, onde ficasse sem fazer nada e pudesse aproveitar tudo o que a cercava sem pensar no que tinha que resolver ou no próximo negócio que deveria fechar. Porém, como já era de se esperar, ela se preocupava muito com o fato de se sentir tão bem na presença da latina, não conseguia entender o que Camila fazia com ela, a ponto de a deixar tão leve e tranquila. Isso a fazia ver sinais de alerta por todas as partes, indicando que aquela era uma zona perigosa e que se as coisas continuassem daquela forma, poderiam sair do controle, e isso definitivamente não poderia acontecer. Mas como evitar tudo isso?, pensava ela. Era quase impossível.

Como poderia evitar não se sentir cativada pelas risadas e sorrisos da latina com cada coisa nova diante de seus olhos? Como evitar pensar no quão linda ela ficava com seus cabelos dançando junto com o vento? Como não se encantar pela forma como ela parecia um anjo quando o sol depositava brilho em sua pele? Como evitar os arrepios involuntários por todo seu corpo quando tinha suas mãos entrelaçadas com as dela? (Algo que fazia no começo apenas para mostrar que a latina estava acompanhada, mas depois de um certo tempo e mesmo negando para si mesma, fazia apenas por prazer). Como olhar para Camila e simplesmente não ser arrastada de volta para o passado e ter a sensação de que, na verdade, os anos nunca passaram? Como lidar com o fato de que cada vez que a latina olhava em seus olhos, era capaz de ver a mesma garota por quem havia se apaixonado anos atrás?

Aquilo tudo apenas indicava para a hora que a hora de agir estava próxima. Não havia mais tempo a ser perdido, mas no fundo, Lauren se perguntava se toda essa vingança valeria a pena. Camila sentiria na pele o que ela sentiu, ela teria se vingado, talvez tirasse um grande peso de si, mas e depois? O que aconteceria depois? Provavelmente a latina não olharia mais em sua cara, pode ser que se desculpasse, quem sabe até, a vida finalmente as levaria para seus devidos rumos que poderiam ser ou não longe uma da outra, mas algo dentro de Lauren insistia perguntando: Será que ela queria mesmo se vingar da latina e correr o risco de nunca mais vê-la?

Obviamente Lauren não sabia, mas com a latina, tudo acontecia da mesma forma. Sem tempo nem mesmo para respirar nos últimos meses, e não por falta de vontade, Camila durante o dia simplesmente se permitiu ser livre e ficar feliz sem pensar em mais nada. Sem pensar na faculdade, no emprego do qual agora precisaria permanentemente, em sua mãe que estava nua cama de hospital, na forma como não conseguia fugir de Veronica, em tudo. Porém, havia apenas uma única coisa que não saía de sua cabeça de forma alguma: Lauren. Como poderia se desculpar? Como deveria começar? Por que a morena insistia em trazer o passado de volta vez ou outra e logo depois agia como se nada tivesse acontecido? Qual era o real motivo de todas aquelas oscilações de humor constantes que faziam a latina enlouquecer completamente? Como não pensar em tudo o que Lauren a causava e ignorar a companhia maravilhosa que ela era quando não estava sendo a mulher fria e presa em próprio mundo que Camila estava acostumada a ver? Eram muitas perguntas, e praticamente nenhuma resposta. Será que poderia existir algo mais frustrante do que isso? Simplesmente não saber o que fazer com a sua vida.

Quando ainda estavam naquele quarto durante aquela festa, Camila tentara se aprofundar mais no assunto Zayn e o que motivara Lauren a expulsá-lo dali e quem sabe assim, na intenção de talvez conseguir abrir uma brecha para falar do passado e poder se desculpar, mesmo sem conseguir falar tudo exatamente. Mas como já era de se esperar, Lauren fora completamente vaga, não dava nenhuma oportunidade e assim não demorou muito para que fossem embora. Isso era algo que simplesmente estava enlouquecendo a latina. A forma como a morena trazia o passado de volta e logo depois mudava de assunto com uma naturalidade absurda.

Passado. Toda vez pensava sobre isso, Camila era capaz de sentir um arrepio passar por todo seu corpo a deixando tensa. Mesmo que desejasse com tudo de si o perdão de Lauren, não sabia se a morena seria capaz de perdoá-la depois de descobrir toda a verdade. Por trás de tudo aquilo, existia muito mais do que a morena poderia imaginar, acontecera coisas as quais ninguém tinha conhecimento sobre, nem mesmo Dinah, que foi a única pessoa que permaneceu na vida de Camila depois de tudo desandar. Era inevitável levar dentro de si a sensação de estar traindo sua melhor amiga, mas não era como se fosse fácil contar certas coisas para quem quer que fosse. Talvez tivesse sido mais fácil falar a verdade desde o começo, mas a prática era muito diferente da teoria.

Tanto quanto Lauren, Camila também havia ficado surpresa com a presença de Zayn ali, já faziam anos desde a ultima vez em que o vira e as lembranças não poderiam ser piores. Ainda naquele trágico dia, depois que Lauren havia ido embora, não demorou muito para que a Ambulância chegasse e levasse o rapaz, que tinha a latina o acompanhando. Como suas dores e ferimentos dificultavam sua fala, a latina havia ficado responsável por ir respondendo as perguntas feitas sobre o que havia acontecido com ele, e como tinha medo das consequências, havia sido muito vaga nas respostas. Os ferimentos haviam sido bem graves, algo que deixou Camila um pouco assustada e resultou em u Zayn furioso, que tinha a intenção de levar o caso para a polícia, mas que desistiu da ideia após muita insistência por parte da latina, o que acabou fazendo com que Zayn ficasse ainda mais possesso, mas no fim de tudo, não houve polícia e nenhum dos dois tiveram mais contato com Lauren.

No domingo a noite, depois do longo dia que tiveram, elas embarcaram de volta para Miami, diferentemente de como vieram, o silêncio tomo conta de toda viagem, mas pela primeira vez, ambas sabiam que era melhor assim, cada uma com seus motivos. Marcel havia deixado Camila em seu apartamento e seguida levou Lauren de volta para casa. Assim que haviam colocado a cabeça no travesseiro naquela noite, mesmo distantes uma da outra, ambas tiveram o mesmo pensamento: era a hora de começar a agir.

[...]                                       

 

Camila P.O.V

- Eu acho que nunca vou cansar desse filme – Digo tentando disfarçar inutilmente as lágrimas no canto de meus olhos enquanto os créditos de Uma Linda Mulher sobem pela tela da Tv.

- Eu sei disso. Ouço você dizer isso desde que era uma garotinha. – Não consigo conter o sorriso que se forma em meu rosto ao ouvir aquela voz e ao olhá-la ali ao meu lado, parecendo um anjo, e era exatamente isso o que ela era, o meu eterno anjo. Só Deus sabe o quanto me parte o coração vê-la desse jeito, nessa cama de hospital, parecendo tão pequena e frágil, como uma criança. Se eu pudesse, eu juro que tiraria toda sua dor e sofrimento e transferiria para mim, mas infelizmente eu não posso fazer isso. Alguns meses depois de meu pai morrer, minha mãe começou a ficar doente com uma certa frequência. De início, pensamos que era devido a perda recente e consequência do luto, então não procuramos nenhum especialista, acreditando que logo passaria. Mas logo as coisas foram piorando, e tudo se tornando mais frequente. Ela sempre estava com náuseas, dores de cabeça, falta de equilíbrio, visão turva vez ou outra, e também uma sonolência fora do normal. Depois de muito insistir, eu finalmente consegui convencê-la a ver um médico, depois de inúmeras consultas e uma bateria de exames sem fim, assim que o médico diagnosticou o tumor no cérebro, eu consegui sentir meu mundo acabar e o desespero tomar conta de mim completamente. Eu havia acabado de perder meu pai, não poderia ficar sem minha mãe também, se isso acontecesse, eu não teria mais ninguém e estaria totalmente perdida. Meu avô por parte de pai não se demorou em nos ajudar de todas as formas possíveis procurando os melhores médicos e hospitais do país. Não levou muito tempo para que ela iniciasse seu tratamento, que poucas vezes parecia funcionar, o que mais me deixava abalada, era o fato de ela não parecer assim. A forma como estava levando tudo tão tranquilamente e com tanta naturalidade, como se estivesse com uma simples gripe que logo passaria. No fundo, eu achava que ela estava fazendo aquilo para me passar tranquilidade de alguma forma, mas não estava funcionando nem um pouco. Como suas idas ao hospital eram constantes, ela havia sido internada permanentemente e ficaria ali pelo tempo que os médico julgassem necessário, e a cada vez que eu entrava nesse quarto e a via desse jeito nessa cama, meu coração só se apertava mais e mais em meu peito, e mesmo assim, todos os dias desde o primeiro, não havia tido uma única vez em que ela não tenha me recebido com um sorriso enorme no rosto, e aquilo era tudo o que eu precisava para continuar.  – Seu pai costumava dizer que você era uma eterna romântica incurável, e ele estava coberto de razão.

- Sim. Estava, e eu acho que esse é o meu pior defeito. – Digo com um sorriso fraco, pegando sua mão e depositando um leve beijo na mesma logo em seguida.

- Oh, minha menina. Não diga isso, jamais. É extremamente raro encontrar pessoas assim hoje em dia, sabia? Ainda mais alguém com o coração tão puro como o seu. Nunca se envergonhe por ser assim, por sentir, por ser humana, ou até mesmo por amar. Cada pequeno detalhe seu faz você ser especial. – E aqui estou chorando outra vez. Sempre é tão difícil escutar elogios e não conseguir acreditar neles, é horrível a sensação de não conseguir enxergar algo bom ou que valha a pena dentro de si mesmo. – Me diga, o que aconteceu pra te deixar assim? Já faz um tempo que você anda distante. Não esconda nada de sua mãe. – Como se isso fosse possível. Não existia absolutamente nada que eu conseguisse esconder dela ou algo que passasse despercebido pela mesma por mais que eu tentasse a todo custo ocultar, e de certa forma, isso era um grande alívio. Porque eu sabia que ela nunca me pressionaria a dizer nada, sempre esperava o momento em que eu me sentisse confortável para falar sobre o que quer que fosse. No entanto, como já era comum nos últimos dias, eu não fazia ideia de como falar com ela sobre aquilo, eu não fazia ideia do que fazer, pra ser mais exata. Mas nada melhor do que ir direto ao ponto. E então, nos próximos longos minutos que se seguiram, eu contei tudo o que havia acontecido, menos a parte do que eu estava fazendo, meu trato com Veronica e umas outras coisas. A última coisa que eu precisava, era deixa-la preocupada ou envergonhada com as atitudes que sua filha vinha tendo. Assim que termino de falar, a expressão em seu rosto deixa bem claro que ela está analisando tudo o que eu acabei de dizer, e eu sinceramente não sei o que esperar, vindo dela, ninguém nunca sabe, e isso realmente me deixa muito preocupada.

- Você pensa em contar a verdade pra ela? Ou melhor, você quer contar a verdade pra ela? –Eu sinceramente preferia que ela não tivesse dito nada, porque eu não sei responder a essa pergunta.

- E-eu não sei... Quer dizer, sim, mas e...

- Mas?

- Eu tenho medo dela não me perdoar, e eu me sinto envergonhada com tudo o que aconteceu, da forma que aconteceu. Eu ainda consigo sentir a dor de toda aquela situação e eu não sei se quero experimentar viver tudo isso de novo, mesmo que seja só através de palavras. Ainda dói.

- E você acha que também não dói ou doeu nela? – Ela pergunta me encarando fixamente. – Olha, filha. Eu entendo o que você está sentindo, e entendo suas dúvidas. Eu estava do seu lado, eu vi tudo acontecer, e assim como você sabe e eu também, foi algo totalmente errado, tudo bem. As pessoas erram, o ser humano é assim desde sempre, e não é agora que as coisas irão mudar. O que houve depois, foi triste, uma tragédia, mas não foi sua culpa e ta tudo bem. Mas o fato de você esconder dela, o fato de não a deixar saber da verdade há anos atrás e agora, isso não é um erro. É uma escolha que você está fazendo. Não era preciso muito esforço pra ver o quanto a Lauren te amava e que ela era capaz de tudo e qualquer coisa por você, e até mesmo em você isso era tão claro quanto a luz do sol. Eu não digo isso só porque eu vi o amor de vocês nascer e a forma como tudo aconteceu ou pelo fato de você ser minha filha, mas sim porque é verdade. Eu nunca na minha vida vi um amor como o de você, e na idade em que aconteceu, só o deixou mais raro e especial ainda. O que eu quero dizer é que, você vai encontrar uma forma de ter o perdão dela, mesmo que leve tempo. Isso não é garantia alguma para nada, mas você vai conseguir. No lugar dela, você também iria querer saber a verdade não importa qual fosse, e não tem nada pior do que a sensação que temos quando pensamos que não somos amados por alguém ou quando quem a gente ama desiste de nós. Mas se você não fez nada antes, pense no que pode fazer agora. Eu sei que você vai fazer a escolha certa, no momento certo. E não importa o que aconteça, nunca se esqueça de que eu amo você, e onde quer que seu pai esteja, ele está muito orgulhoso da mulher que você se tornou, assim como eu. Não tenha medo de errar, Kaki. Tenha medo apenas de não aprender com seus erros.

 - Eu estou com tanto medo, mãe... – Digo com a voz embargada.

- Não fique, de um jeito ou de outro, vai ficar tudo bem. Sempre fica.

 

[...]

 

Enquanto isso, na casa do casal Norminah...

Narradora P.O.V

- Baby, por favor! Quantas vezes eu vou ter que dizer que nada disso foi ideia minha? Foi tudo por acaso, eu nunca faria isso, você sabe. – Dinah tentava mais uma vez se explicar com sua esposa que a estava ignorando pelo terceiro dia consecutivo após a longa discussão que tiveram na tarde de sexta depois daquele almoço desastroso.

- E mesmo assim você não me contou nada! Eu sou sua esposa, eu deveria ser a primeira saber e não esperar que outra pessoa me contasse. – Aquilo para a loira era um bom sinal, levando em consideração que normalmente Normani a deixaria falando sozinha. – Eu achava que podia confiar em você, mas pelo que eu percebi, eu estava totalmente enganada;

- Por favo, tenta me entender. Isso não é um assunto meu, eu não poderia sair te contando assim, e eu sabia que se o fizesse, você ficaria desse jeito e a gente acabaria brigando. Eu estava tentando nos preservar! – Falou tentando se aproximar da mulher negra por trás, que nem mesmo deixou que Dinah a encostasse um dedo e logo disse, ou melhor, gritou:

- E por um acaso tem alguém brigando aqui, Dinah Jane?! Você está vendo alguém brigar?! Porque pelo que eu sei, nós estamos conversando. Coisa que você devia agradecer, porque eu devia pegar esse salto e enfiar no seu olho! – Como uma criança que fora pega aprontando, a loira apenas se encolheu com medo de que sua esposa realmente fizesse aquilo, nesses momentos não era muito aconselhável provocar Normani ou até mesmo duvidar do que ela era capaz. A loira havia descoberto isso quando chegara em casa tarde certa vez, e fora recebida com todos os tipos de objetos possíveis voando em sua direção assim que havia fechado a porta da sala, tudo isso porque seu celular havia ficado sem bateria e ela não conseguira avisar a mulher que iria chegar um pouco mais tarde. – E não me venha com essa de que não era assunto seu. Vocês têm nos escutado falar sobre há Lauren e sobre o quanto estamos preocupadas há milênios. Nada mais justo do que nos contarem a verdade, ela também é nossa amiga e tínhamos todo o direito de saber. E sinceramente, não sei o que deu na Veronica pra ter uma ideia dessas. Ela tem muita sorte da Lauren ainda olhar na cara dela.

- Eu concordo com você, mas por incrível que pareça, deu certo. Afinal, ela levou a Camila com ela pra Nova York.

- Sim... E eu tenho certeza de que tem algo muito estranho nessa história. Conhecendo bem a Lauren, ela nem mesmo olharia na cara da Camila de novo, e agora está levando ela pra viajar, e pra uma aparição pública. Aí tem.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, e até o próximo. Beijos. Qualquer coisa vocês podem reclamar no @aKordei_chorosa e é isso aí.


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